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I - As variáveis de treinamento volume, duração e número (quantidade) de estímulos por sessão de treinamento dependem do tempo, da duração e da distância percorrida em quilômetros ou metros. Estas estão definidas como sendo variáveis qualitativos do treinamento.
II - A variável densidade, ou seja, a frequência com que um atleta executa uma série de estímulos por unidade de tempo, é a relação temporal entre a fase de carga e a recuperação. Esta é entendida como sendo uma variável qualitativa do treinamento.
III - As variáveis intensidade de um estímulo isolado depende da carga, da velocidade de execução e da variação do intervalo de recuperação entre os estímulos, estas são definidas como sendo variáveis qualitativas do treinamento.
IV - A variável frequência do treinamento, número (quantidade) de unidades de treinamento por dia ou por semana são variáveis qualitativas do treinamento.
I - O princípio da sobrecarga o consiste em sobrecarregar o organismo do atleta, de maneira adequada, variando-se a frequência, a intensidade, o volume e a duração do treinamento. A sobrecarga deve ser individualizada e aplicada de forma progressiva ao longo do processo de treinamento.
II - O princípio da individualidade biológica segundo Tubino (1984), define-se como sendo o fenômeno que explica a variabilidade entre elementos da mesma espécie, o que faz com que não existam pessoas iguais. Cada ser humano possui uma estrutura e uma formação física e psíquica próprias e, por isso, individualizar os estímulos de treinamento apresentaria melhores resultados, uma vez que seriam obedecidas as características e as necessidades individuais dos praticantes de esporte.
III - O princípio da especificidade é aquele que impõe, como ponto essencial, que o treinamento deve ser montado sobre os requisitos específicos da performance desportiva, em termos de qualidade física interveniente, sistema energético preponderante, segmento corporal e coordenações psicomotoras utilizados.
IV - O princípio da reversibilidade segundo Barbanti (2010) assegura que um determinado treinamento para uma capacidade física pode acarretar interferência negativa em outra capacidade física, nisto temos como exemplo o aumento da força pode prejudicar a flexibilidade.
I - Segundo a OMS em idosos, a atividade física proporciona benefícios para os seguintes desfechos de saúde: diminui a mortalidade por todas as causas.
II - Segundo a OMS em idosos, a atividade física proporciona benefícios para os seguintes desfechos de saúde: mortalidade por doenças cardiovasculares e incidência de hipertensão.
III - Segundo a OMS em idosos, a atividade física proporciona benefícios para os seguintes desfechos de saúde: melhora a saúde mental, redução dos sintomas de ansiedade e depressão.
IV - Segundo a OMS em idosos, a atividade física proporciona benefícios para os seguintes desfechos de saúde: a saúde cognitiva e o sono.
I - Segundo a OMS em adultos, a atividade física proporciona benefícios para os seguintes desfechos de saúde: diminui a mortalidade por todas as causas, mortalidade por doenças cardiovasculares, incidência de hipertensão, incidência de alguns tipos de cânceres, incidência do diabetes tipo 2; melhora a saúde mental (redução dos sintomas de ansiedade e depressão), a saúde cognitiva e o sono.
II - Segundo a OMS adultos devem realizar pelo menos 150 a 300 minutos de atividade física aeróbica de moderada intensidade.
III - Segundo a OMS adultos devem realizar pelo menos 150 a 300 minutos de atividade física aeróbica de vigorosa intensidade.
IV - Segundo a OMS adultos devem realizar atividades de fortalecimento muscular de moderada intensidade ou maior que envolvam os principais grupos musculares dois ou mais dias por semana, pois estes proporcionam benefícios adicionais à saúde.
I - O treinamento físico da força e de resistência muscular podem contribuir para melhorar ou manter a densidade mineral óssea. Uma boa densidade mineral óssea pode contribuir para o não desenvolvimento de osteoporose.
II - O treinamento físico da força e de resistência muscular podem contribuir para evitar a sarcopenia. A sarcopenia é caracterizada pela diminuição de massa muscular.
III - O treinamento físico da força e de resistência muscular podem contribuir para uma melhor integridade muscloesquelética e propiciando uma probabilidade menor de risco de lesão muscular e dores.
IV - O treinamento físico da força e de resistência muscular, segundo alguns estudos, podem contribuir para melhor desenvolvimento de algumas atividades de vida diária e melhora da autopercepção da qualidade de vida em idosos.
I - Dentre os hábitos saudáveis, a adoção de um estilo de vida fisicamente ativo deve ser estimulado pois muitos estudos científicos demonstram vários efeitos benéficos da prática de atividades físicas sobre a pressão arterial.
II - Com a prática física regular, a pressão arterial diminui não só em repouso, mas também quando a pessoa está realizando suas atividades diárias e quando sofre uma situação estressante.
III - O hipertenso ao se exercitar de forma regular pode contribuir para o aumento da gordura corporal e a gordura no abdômen, ajudando a ganhar massa muscular, o que pode ser benéfico para o hipertenso.
IV - O hipertenso ao se exercitar pode aumentar o colesterol e os triglicérides, melhorando o perfil lipídico.
I - O sedentarismo é uma das causas da doença, o que significa dizer que quando você pratica exercícios de forma regular, está atacando uma das causas do diabetes.
II - Em diabéticos é fundamental que façam sempre um teste de glicose antes de começar a se exercitar, bem como um teste depois de terminada a sessão. Caso o exercício se prolongue por mais de 40 minutos, a pessoa deve realizar um teste também no decorrer da sessão de treinamento.
III - É recomendado ao diabético que pratica exercícios ter sempre à disposição alguma fonte de carboidrato de absorção rápida caso tenha hipoglicemia (redução exagerada de glicose no sangue, com valor inferior a 99 mg/dL).
IV - É recomendado ao diabético realizar um teste glicêmico antes de se exercitar, o teste realizado antes da sessão de exercícios será sempre um guia para o diabético. O ideal e recomendável é que a glicose esteja entre 100 e 200 mg/dL.
I - O TGFU foi proposto por seus idealizadores que acreditavam que as aulas/treinamentos na iniciação esportiva se estruturavam a partir de atividades analíticas, desvinculadas do contexto do jogo e que visavam o ensino de habilidades técnicas.
II - Na metodologia de ensino dos esportes pautados no TGFU as crianças aprendem a solucionar os problemas táticos durante a vivência do jogo.
III - A metodologia do TGFU encara o jogo como um contexto que oferece a possibilidade de aprendizagem a partir da integração de elementos sociais, culturais, físicos e emocionais.
IV - No TGFU a aprendizagem dos esportes deve ocorrer dentro e a partir do contexto do jogo.
I - Os autores desta abordagem defendem a ideia de que o movimento é o principal meio e fim da Educação Física.
II - A função desta abordagem não é desenvolver capacidades que auxiliem a alfabetização e o pensamento lógico matemático, embora tal possa ocorrer como um subproduto da prática motora.
III - Nesta abordagem a Educação Física deverá proporcionar ao aluno a oportunidade de progredir com o desenvolvimento de suas capacidades motoras.
IV - Nesta abordagem a habilidade motora é um dos conceitos mais importantes dentro desta abordagem, sendo que deverá ser proposto ao aluno possibilidades para ele possa se movimentar e, assim, se adaptar as exigências do cotidiano em termos de desafios motores.
I - A cooperação é a atuação consciente em direção a um fim comum, pela qual as atividades dos participantes são coordenadas através de negociações e acordo.
II - A cooperação é entendida como uma ação consciente e combinada entre indivíduos ou grupos associativos com vista a um determinado fim.
III - A cooperação como um processo social, embasado em relações associativas, na interação humana, pela qual um grupo de pessoas busca encontrar respostas e soluções para seus problemas comuns, realizar objetivos comuns, busca produzir resultados, através de empreendimentos coletivos com interesses comuns.
IV - Na cooperação como processo social, produz-se educação, sendo, assim, a organização cooperativa, além de seus outros significados, também um lugar social de educação. Entrelaçam-se e potencializam-se a educação e a cooperação como processos sociais.
I - A competição é elemento fundamental do esporte, que dá sentido a sua existência, e é nela que a manifestação do esporte se realiza em sua plenitude.
II - Qualquer ação orientada para o ensino e aprendizagem do esporte não está desvinculada da necessidade de se aprender a competir.
III - A competição escolar realizada de forma adequada pressupõe seu compromisso com a educabilidade do sujeito, entendemos que esta deve estar consciente de suas particularidades e função.
IV - A competição não se encerra apenas nas fronteiras das práticas esportivas corporais, mas assume e transcende à plenitude da própria condição humana e de humanização ao reconhecer os competidores competindo. A competição em si não é boa ou má, ela é o que fazemos dela.
I - O genótipo, herança genética, estabelece as fronteiras do crescimento individual. No entanto, o fenótipo do individuo, ou seja, o modo como o seu genótipo se expressa em características observáveis e mensuráveis.
II - O inicio da adolescência é marcado por um período de aumentos somáticos acelerados tanto na estatura como na massa corporal.
III - A idade de surgimento, a duração e a intensidade do estirão de crescimento tem base genética e variam consideravelmente de acordo com o individuo.
IV - O estirão de crescimento, o inicio a puberdade e a maturação sexual são marcadores ambientais primários da adolescência.