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Q3907283 Português
“Um dos méritos da poesia, que muita gente não percebe, é que ela diz mais que a prosa, e em menos palavras do que a prosa.” (Voltaire)

A expressão destacada no pensamento acima apresenta a seguinte figura de linguagem:
Alternativas
Q3907282 Português
Estabeleça a relação entre a palavra destacada em cada expressão e o sentido expresso por ela. A seguir, assinale a sequência correta obtida.

(i) Estamos falando de astronomia.
(ii) Estava morrendo de rir.
(iii) Vim para cá de patinete.
(iv) Meus primos virão de uma bela fazenda.

(a) instrumento
(b) assunto
(c) origem (d) causa
Alternativas
Q3907281 Português
Assinale a alternativa cuja forma verbal destacada está flexionada corretamente.
Alternativas
Q3907280 Português
Assinale a alternativa cujo elemento destacado apresenta ambiguidade (dupla possibilidade de interpretação) no contexto em que está sendo empregado.
Alternativas
Q3907279 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Entrando pela cozinha


    Aromas, sabores, os sons dos talheres e das panelas misturados à prosa em alto volume das vozes femininas. A cozinha é parte tão viva da casa! Não sei se de todas. Por certo da casa da minha infância e adolescência, perseverando na casa dos meus pais hoje e na minha. A gente não come somente a comida. Come os afetos, os prazeres, os desejos. Quantas lembranças acordam o olfato com os cheiros daquele tempero de um certo prato que aquela pessoa preparava?

    Peço, agora, que você imagine os alimentos de sua infância, seus cheiros, sabores, texturas e aromas, imagens e vozes das pessoas que os faziam. Feche os olhos! Sim, eu agora fecho os meus para dar vazão à memória. Feche, por favor, também os seus!

    Salivei. As memórias da cozinha da mãe e das avós me despertam todos os sentidos. De um lado, pães de queijo, pamonhas, pudins e outras sobremesas do Centro-Oeste – a origem materna. De outro lado, caruru, vatapá, camarões e peixes no toque do dendê do Nordeste africano e o tempero sem igual da mãe de meu pai. Isso tudo se misturando à riqueza de legumes e verduras do Sudeste do país, onde habitávamos, e seus hábitos iam nos habitando. No alimento, a poética ancestral do cuidar entrelaçada aos sabores gastronômicos miscigenando minha família e o país.

    Tive um professor cuja casa tem a entrada pela cozinha. Construiu assim, a cozinha na frente da casa. Ele diz que é porque as pessoas gostam é de ficar na cozinha. Que quando era criança ficava era todo mundo lá. Então construiu a casa entrando pela cozinha, esse lugar que congrega as pessoas e suas histórias – temperos e contos à beira do fogão.

    Ao redor da mesa, vivi e vivo os maiores e melhores momentos de comunhão familiar. Também ao redor da mesa, alguns dissabores e conflitos. A riqueza da gastronomia familiar brasileira tecida em fios de cuidar é como rede em varanda que embala um cochilo sem pretensão. Das extravagâncias natalinas ao pão de cada dia. É belo esse lugar de onde vim por tão sagrado que é! É belo esse lugar de onde vim, por tão profano que é!


MOURA, Cristiana. Entrando pela cozinha. Crônica do dia. Disponível em .<https://www.cronicadodia.com.br/2014/06/entrandopela-cozinha-cristiana-moura.html>. 
“Tive um professor cuja casa tem a entrada pela cozinha.”

A palavra destacada no trecho acima tem o sentido de:
Alternativas
Q3907278 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Entrando pela cozinha


    Aromas, sabores, os sons dos talheres e das panelas misturados à prosa em alto volume das vozes femininas. A cozinha é parte tão viva da casa! Não sei se de todas. Por certo da casa da minha infância e adolescência, perseverando na casa dos meus pais hoje e na minha. A gente não come somente a comida. Come os afetos, os prazeres, os desejos. Quantas lembranças acordam o olfato com os cheiros daquele tempero de um certo prato que aquela pessoa preparava?

    Peço, agora, que você imagine os alimentos de sua infância, seus cheiros, sabores, texturas e aromas, imagens e vozes das pessoas que os faziam. Feche os olhos! Sim, eu agora fecho os meus para dar vazão à memória. Feche, por favor, também os seus!

    Salivei. As memórias da cozinha da mãe e das avós me despertam todos os sentidos. De um lado, pães de queijo, pamonhas, pudins e outras sobremesas do Centro-Oeste – a origem materna. De outro lado, caruru, vatapá, camarões e peixes no toque do dendê do Nordeste africano e o tempero sem igual da mãe de meu pai. Isso tudo se misturando à riqueza de legumes e verduras do Sudeste do país, onde habitávamos, e seus hábitos iam nos habitando. No alimento, a poética ancestral do cuidar entrelaçada aos sabores gastronômicos miscigenando minha família e o país.

    Tive um professor cuja casa tem a entrada pela cozinha. Construiu assim, a cozinha na frente da casa. Ele diz que é porque as pessoas gostam é de ficar na cozinha. Que quando era criança ficava era todo mundo lá. Então construiu a casa entrando pela cozinha, esse lugar que congrega as pessoas e suas histórias – temperos e contos à beira do fogão.

    Ao redor da mesa, vivi e vivo os maiores e melhores momentos de comunhão familiar. Também ao redor da mesa, alguns dissabores e conflitos. A riqueza da gastronomia familiar brasileira tecida em fios de cuidar é como rede em varanda que embala um cochilo sem pretensão. Das extravagâncias natalinas ao pão de cada dia. É belo esse lugar de onde vim por tão sagrado que é! É belo esse lugar de onde vim, por tão profano que é!


MOURA, Cristiana. Entrando pela cozinha. Crônica do dia. Disponível em .<https://www.cronicadodia.com.br/2014/06/entrandopela-cozinha-cristiana-moura.html>. 
“Por certo da casa da minha infância e adolescência, perseverando na casa dos meus pais hoje e na minha.”

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3907277 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Entrando pela cozinha


    Aromas, sabores, os sons dos talheres e das panelas misturados à prosa em alto volume das vozes femininas. A cozinha é parte tão viva da casa! Não sei se de todas. Por certo da casa da minha infância e adolescência, perseverando na casa dos meus pais hoje e na minha. A gente não come somente a comida. Come os afetos, os prazeres, os desejos. Quantas lembranças acordam o olfato com os cheiros daquele tempero de um certo prato que aquela pessoa preparava?

    Peço, agora, que você imagine os alimentos de sua infância, seus cheiros, sabores, texturas e aromas, imagens e vozes das pessoas que os faziam. Feche os olhos! Sim, eu agora fecho os meus para dar vazão à memória. Feche, por favor, também os seus!

    Salivei. As memórias da cozinha da mãe e das avós me despertam todos os sentidos. De um lado, pães de queijo, pamonhas, pudins e outras sobremesas do Centro-Oeste – a origem materna. De outro lado, caruru, vatapá, camarões e peixes no toque do dendê do Nordeste africano e o tempero sem igual da mãe de meu pai. Isso tudo se misturando à riqueza de legumes e verduras do Sudeste do país, onde habitávamos, e seus hábitos iam nos habitando. No alimento, a poética ancestral do cuidar entrelaçada aos sabores gastronômicos miscigenando minha família e o país.

    Tive um professor cuja casa tem a entrada pela cozinha. Construiu assim, a cozinha na frente da casa. Ele diz que é porque as pessoas gostam é de ficar na cozinha. Que quando era criança ficava era todo mundo lá. Então construiu a casa entrando pela cozinha, esse lugar que congrega as pessoas e suas histórias – temperos e contos à beira do fogão.

    Ao redor da mesa, vivi e vivo os maiores e melhores momentos de comunhão familiar. Também ao redor da mesa, alguns dissabores e conflitos. A riqueza da gastronomia familiar brasileira tecida em fios de cuidar é como rede em varanda que embala um cochilo sem pretensão. Das extravagâncias natalinas ao pão de cada dia. É belo esse lugar de onde vim por tão sagrado que é! É belo esse lugar de onde vim, por tão profano que é!


MOURA, Cristiana. Entrando pela cozinha. Crônica do dia. Disponível em .<https://www.cronicadodia.com.br/2014/06/entrandopela-cozinha-cristiana-moura.html>. 
O texto “Entrando pela cozinha” é elaborado com base em:
Alternativas
Q3907236 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada remete a um termo mencionado posteriormente.
Alternativas
Q3907233 Português
Assinale a alternativa cuja palavra preenche corretamente a lacuna abaixo, estabelecendo a coesão entre as partes do enunciado;
“_______ ela tenha estudado muito para o exame, não obteve rendimento satisfatório.”
Alternativas
Q3907232 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado indica uma circunstância em relação a todo o enunciado, e não apenas a uma parte deste.
Alternativas
Q3907231 Redação Oficial
Assinale a alternativa que apresenta um enunciado correto, de acordo com as normas da redação técnica oficial, para um locutor se dirigir diretamente a um Presidente da República. 
Alternativas
Q3907230 Português
“A aparência diz pouco. Só a poesia mostra o real.” (Adélia Prado)

No pensamento acima, ao associar a “aparência” à ação de dizer e a “poesia” à ação de mostrar, vigora aí a seguinte figura de linguagem:
Alternativas
Q3907229 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Amizades definitivas



      Amizade vai além do momento.


     É comum ser amigo de contextos idênticos e se distanciar com os hábitos diferentes.


   Quando você está solteiro, o normal é fazer cumplicidade com quem frequenta festas e não se apega a uma relação. Quando está casado, o normal é criar laços com outros casais e privilegiar jantares e viagens. Quando está com filhos, o normal é sair com quem também está conhecendo as manhas e as longas manhãs dos bebês.


    Amizade verdadeira ultrapassa a normalidade e o oportunismo do convívio.


   Estas nem são amizades verdadeiras, mas afinidades circunstanciais. São colegas de uma época, de uma fase, de um estilo. Acabam unidos provisoriamente por um gosto, circunscritos a uma vizinhança etária. Desaparecem diante de nossa primeira mudança, de nossa primeira transformação de personalidade.


  Permanecem quando há um interesse imediato, um arranjo benéfico do cotidiano, e somem quando não existe mais uma desculpa para se ver e se ouvir. Dependem de um pretexto para se manter próximos.


   Os conhecidos da academia ficarão no passado dos halteres assim que cansarmos dos treinos. Os conhecidos da faculdade ficarão na lembrança do quadro negro assim que nos formarmos. Os conhecidos dos cursos de idiomas ficarão nos livros de exercícios assim que dominarmos uma nova língua.


   Amigo mesmo é (...) aquele que se separou e não amaldiçoa nossa paixão recente. É aquele que não tem emprego fixo e não inveja o nosso sucesso. É aquele que não tem nenhum problema grave e escuta com paciência e atenção as nossas lamúrias.


   Não é o de empatia fácil, feita de experiências semelhantes: só porque atravessa a fossa entende a nossa fossa, só porque transborda de alegria festeja a nossa alegria. Amigo não dá nem para contar nos dedos, pois sempre estará segurando nossa mão.



CARPINEJAR, Fabrício. Amizades definitivas. 4 crônicas

sobre amizade. Disponível em

<https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-sobreamizade-fabricio-carpinejar>. 

A expressão “circunscritos a uma vizinhança etária”, empregada no texto, é sinônima de:
Alternativas
Q3907228 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Amizades definitivas



      Amizade vai além do momento.


     É comum ser amigo de contextos idênticos e se distanciar com os hábitos diferentes.


   Quando você está solteiro, o normal é fazer cumplicidade com quem frequenta festas e não se apega a uma relação. Quando está casado, o normal é criar laços com outros casais e privilegiar jantares e viagens. Quando está com filhos, o normal é sair com quem também está conhecendo as manhas e as longas manhãs dos bebês.


    Amizade verdadeira ultrapassa a normalidade e o oportunismo do convívio.


   Estas nem são amizades verdadeiras, mas afinidades circunstanciais. São colegas de uma época, de uma fase, de um estilo. Acabam unidos provisoriamente por um gosto, circunscritos a uma vizinhança etária. Desaparecem diante de nossa primeira mudança, de nossa primeira transformação de personalidade.


  Permanecem quando há um interesse imediato, um arranjo benéfico do cotidiano, e somem quando não existe mais uma desculpa para se ver e se ouvir. Dependem de um pretexto para se manter próximos.


   Os conhecidos da academia ficarão no passado dos halteres assim que cansarmos dos treinos. Os conhecidos da faculdade ficarão na lembrança do quadro negro assim que nos formarmos. Os conhecidos dos cursos de idiomas ficarão nos livros de exercícios assim que dominarmos uma nova língua.


   Amigo mesmo é (...) aquele que se separou e não amaldiçoa nossa paixão recente. É aquele que não tem emprego fixo e não inveja o nosso sucesso. É aquele que não tem nenhum problema grave e escuta com paciência e atenção as nossas lamúrias.


   Não é o de empatia fácil, feita de experiências semelhantes: só porque atravessa a fossa entende a nossa fossa, só porque transborda de alegria festeja a nossa alegria. Amigo não dá nem para contar nos dedos, pois sempre estará segurando nossa mão.



CARPINEJAR, Fabrício. Amizades definitivas. 4 crônicas

sobre amizade. Disponível em

<https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-sobreamizade-fabricio-carpinejar>. 

“Os conhecidos da academia ficarão no passado dos halteres assim que cansarmos dos treinos.”



A locução destacada no trecho acima tem o sentido de:

Alternativas
Q3907227 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Amizades definitivas



      Amizade vai além do momento.


     É comum ser amigo de contextos idênticos e se distanciar com os hábitos diferentes.


   Quando você está solteiro, o normal é fazer cumplicidade com quem frequenta festas e não se apega a uma relação. Quando está casado, o normal é criar laços com outros casais e privilegiar jantares e viagens. Quando está com filhos, o normal é sair com quem também está conhecendo as manhas e as longas manhãs dos bebês.


    Amizade verdadeira ultrapassa a normalidade e o oportunismo do convívio.


   Estas nem são amizades verdadeiras, mas afinidades circunstanciais. São colegas de uma época, de uma fase, de um estilo. Acabam unidos provisoriamente por um gosto, circunscritos a uma vizinhança etária. Desaparecem diante de nossa primeira mudança, de nossa primeira transformação de personalidade.


  Permanecem quando há um interesse imediato, um arranjo benéfico do cotidiano, e somem quando não existe mais uma desculpa para se ver e se ouvir. Dependem de um pretexto para se manter próximos.


   Os conhecidos da academia ficarão no passado dos halteres assim que cansarmos dos treinos. Os conhecidos da faculdade ficarão na lembrança do quadro negro assim que nos formarmos. Os conhecidos dos cursos de idiomas ficarão nos livros de exercícios assim que dominarmos uma nova língua.


   Amigo mesmo é (...) aquele que se separou e não amaldiçoa nossa paixão recente. É aquele que não tem emprego fixo e não inveja o nosso sucesso. É aquele que não tem nenhum problema grave e escuta com paciência e atenção as nossas lamúrias.


   Não é o de empatia fácil, feita de experiências semelhantes: só porque atravessa a fossa entende a nossa fossa, só porque transborda de alegria festeja a nossa alegria. Amigo não dá nem para contar nos dedos, pois sempre estará segurando nossa mão.



CARPINEJAR, Fabrício. Amizades definitivas. 4 crônicas

sobre amizade. Disponível em

<https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-sobreamizade-fabricio-carpinejar>. 

O texto “Amizades definitivas” é predominantemente:
Alternativas
Q3907131 Português

“Professores são antes de tudo trabalhadores. Pessoas que possuem rotinas, direitos, contas a pagar, seres que sonham em conquistar reconhecimento, respeito e, claro, transformar o mundo, mas sem esperar que isso seja um fardo ou um sonho heroico de cinema. O professor se torna um agente transformador quando reconhece seus limites e os dos outros – é aí que ele opera grandes transformações, por vezes silenciosas e de longa duração.”


Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br (adaptado)



O coesivo “quando” em “O professor se torna um agente transformador quando reconhece seus limites e os dos outros...” poderia ser substituído, sem alteração do sentido original do texto, por: 

Alternativas
Q3907130 Português

“Nas últimas décadas, ampliou-se o acesso à educação escolar no país, ofertou-se o ensino institucionalizado às diferentes camadas sociais, conquistou-se um espaço para o desenvolvimento do cidadão e a construção da cidadania. Busca-se agora, para garantir o direito à educação, a implementação de políticas públicas eficientes de atendimento à criança e ao adolescente...”.


Eliana Maria França Carneiro



Sobre o texto acima, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3907129 Português

“É pela linguagem que nossas vivências e experiências se convertem em conhecimento. É por ela que construímos nossos mundos, ampliando significados que conseguimos dar às palavras e aos conceitos, ao mesmo tempo que introduzimos novas palavras e conceitos novos a partir da vivência de diferentes fenômenos e experiências.”


Roque Moraes



O primeiro período do texto, acima, poderia ser reescrito CORRETAMENTE na alternativa:

Alternativas
Q3907128 Português

“O papel do professor é primordial na formação do indivíduo e, por consequência, da sociedade. A história da humanidade conta com inúmeros personagens, desde os grandes pensadores e pesquisadores, homens das letras, artes e ciência, até pais, mães e chefes de pequenas comunidades, que se tornaram importantes mestres na difusão de conhecimentos e culturas.”


Disponível em: https://www.extraclasse.org.br



No texto acima, a relação estabelecida entre “de conhecimentos e culturas” e “difusão” é de: 

Alternativas
Q3907127 Português

“Buscar um melhor ordenamento do ambiente urbano primando pela qualidade de vida da população é trabalhar por uma cidade sustentável. Melhorar a mobilidade urbana, a poluição sonora e atmosférica, o descarte de resíduos sólidos, eficiência energética, economia de água, entre outros aspectos, contribuem para tornar uma cidade sustentável.”


Disponível em: https://antigo.mma.gov.br



A última oração do texto acima expressa valor semântico de:

Alternativas
Respostas
13061: C
13062: E
13063: D
13064: C
13065: B
13066: A
13067: B
13068: C
13069: E
13070: D
13071: D
13072: B
13073: C
13074: B
13075: A
13076: E
13077: B
13078: A
13079: D
13080: C