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Comentadas para técnico em assuntos educacionais
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Relacione as colunas com suas definições:
(1) Intranet
(2) Internet
(3) Backup ou cópia de segurança
(A) Sistema global de redes de computadores interligadas, que utilizam o conjunto de protocolos padrão da internet (TCP/IP) para servir vários bilhões de usuários no mundo inteiro.
(B) Rede de computadores privada, que assenta sobre a suite de protocolos da Internet, porém, de uso exclusivo de um determinado local como, por exemplo, a rede de uma empresa, que só pode ser acedida pelos seus utilizadores ou colaboradores internos.
(C) Cópia de dados de um dispositivo de armazenamento a outro para que possam ser restaurados em caso da perda dos dados originais, o que pode envolver apagamentos acidentais ou corrupção de dados.
Marque a relação correta:
Preencha as lacunas das frases a seguir, conforme a “norma-padrão” da língua portuguesa em uma das opções abaixo.
O Reitor e o Diretor do Campus ______ à cerimônia de formatura dos cursos superiores. A formanda estudiosa ______ esperanças da família.
Já ______ duas assembleias de estudantes durante o semestre. ______ em dois ou mais anos que os prédios novos recebem os alunos.
Fui eu quem ______ a pesquisa institucional e nó
Poucos estados e municípios entregaram planos de educação
Falta pouco menos de um mês para o fim do prazo para que os estados e municípios tenham os próprios planos de educação sancionados. Para entidades que representam os entes federados, o prazo não será cumprido por todos. Entre os estados, três sancionaram os planos: Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Quanto aos municípios, dos quase 5,6 mil, só 151 têm planos sancionados. As informações são do site Planejando a Próxima Década do Ministério da Educação (MEC).
Os planos estaduais e municipais de educação estão previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Ele traça metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas vão desde a inclusão de crianças e adolescentes na escola até a pós-graduação. Trata ainda da valorização do professor e dos investimentos em educação, que até 2024 deverão ser de, no mínimo, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente o investimento na área é 6,6%.Pela lei, os planos locais têm até o dia 24 de junho de 2015 para serem sancionados. O prazo é o primeiro estipulado no PNE. Os planos municipais e estaduais devem, de acordo com a realidade local, estabelecer estratégias para o cumprimento de cada uma das metas do PNE. Eles têm liberdade, inclusive, para avançar nas metas caso elas estejam superadas.
A situação mais crítica é entre os municípios. "Não
vamos cumprir em todos os municípios", disse a
presidenta da União Nacional de Dirigentes
Municipais de Educação (Undime), Cleuza
Repulho. "Mas quero deixar claro que é muito
importante que esses planos reflitam a realidade.
Muito mais que prazo, é a importância que os
planos têm na execução, que sejam feitos com a
discussão ampla, com a participação de todo
mundo, para refletir a realidade". Segundo ela,
mesmo após o fim do prazo, a Undime continuará
trabalhando com os municípios para que todos
tenham os planos aprovados.
Para constituir os planos, o MEC estipula fases. A primeira é a constituição de uma comissão coordenadora, depois, produzir um diagnóstico da educação na localidade, a elaboração de um documento-base, consulta pública e elaboração de projeto de lei. O projeto é então enviado ao Legislativo, aprovado e sancionado.
Entre os municípios, um não tem sequer comissão coordenadora instituída; só 531 instituíram a comissão e 1.049 concluíram apenas o diagnóstico. Os demais avançaram na elaboração do documento-base (1.560), fizeram consulta pública (1.185), têm o projeto de lei elaborado (505), enviaram o projeto ao Legislativo (534) e apenas 54 aprovaram a lei e 151 a sancionaram.Entre os estados, a expectativa é que até o fim do ano todos os planos estejam em vigor, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps. "Temos um número significativo de estados que estão concluindo seus planos para remeter às assembleias legislativas. Eu acho que o número de estados que terão os planos aprovados até o dia 24 de junho vai ser reduzido, mas entre os que estarão com os planos nas assembleias legislativas, teremos um número significativo. Todos os estados estão trabalhando fortemente para isso", informou.
Todos os estados têm pelo menos o documento-base
elaborado. Dois, o Rio Grande do Sul e
Paraná, além do Distrito Federal avançaram até o
envio dos projetos ao Legislativo. Rondônia tem o
projeto aprovado, mas ainda não sancionado.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC,
ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Em entrevista, o ministro da Educação, Renato
Janine Ribeiro, ressaltou que o MEC "não quer
que os estados e as prefeituras se sintam
coagidos com o prazo e acabem comprando um
plano pronto de educação, que não vai emanar de
uma discussão da sociedade. O mais importante é
a sociedade se mobilizar e discutir o que quer para
a educação”.
Fonte: Disponível em:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/poucosestados-e-municipios-entregaram-planos-deeducacao.
Acesso em: 01 jun. 2015 (Adaptado).
Poucos estados e municípios entregaram planos de educação
Falta pouco menos de um mês para o fim do prazo para que os estados e municípios tenham os próprios planos de educação sancionados. Para entidades que representam os entes federados, o prazo não será cumprido por todos. Entre os estados, três sancionaram os planos: Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Quanto aos municípios, dos quase 5,6 mil, só 151 têm planos sancionados. As informações são do site Planejando a Próxima Década do Ministério da Educação (MEC).
Os planos estaduais e municipais de educação estão previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Ele traça metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas vão desde a inclusão de crianças e adolescentes na escola até a pós-graduação. Trata ainda da valorização do professor e dos investimentos em educação, que até 2024 deverão ser de, no mínimo, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente o investimento na área é 6,6%.Pela lei, os planos locais têm até o dia 24 de junho de 2015 para serem sancionados. O prazo é o primeiro estipulado no PNE. Os planos municipais e estaduais devem, de acordo com a realidade local, estabelecer estratégias para o cumprimento de cada uma das metas do PNE. Eles têm liberdade, inclusive, para avançar nas metas caso elas estejam superadas.
A situação mais crítica é entre os municípios. "Não
vamos cumprir em todos os municípios", disse a
presidenta da União Nacional de Dirigentes
Municipais de Educação (Undime), Cleuza
Repulho. "Mas quero deixar claro que é muito
importante que esses planos reflitam a realidade.
Muito mais que prazo, é a importância que os
planos têm na execução, que sejam feitos com a
discussão ampla, com a participação de todo
mundo, para refletir a realidade". Segundo ela,
mesmo após o fim do prazo, a Undime continuará
trabalhando com os municípios para que todos
tenham os planos aprovados.
Para constituir os planos, o MEC estipula fases. A primeira é a constituição de uma comissão coordenadora, depois, produzir um diagnóstico da educação na localidade, a elaboração de um documento-base, consulta pública e elaboração de projeto de lei. O projeto é então enviado ao Legislativo, aprovado e sancionado.
Entre os municípios, um não tem sequer comissão coordenadora instituída; só 531 instituíram a comissão e 1.049 concluíram apenas o diagnóstico. Os demais avançaram na elaboração do documento-base (1.560), fizeram consulta pública (1.185), têm o projeto de lei elaborado (505), enviaram o projeto ao Legislativo (534) e apenas 54 aprovaram a lei e 151 a sancionaram.Entre os estados, a expectativa é que até o fim do ano todos os planos estejam em vigor, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps. "Temos um número significativo de estados que estão concluindo seus planos para remeter às assembleias legislativas. Eu acho que o número de estados que terão os planos aprovados até o dia 24 de junho vai ser reduzido, mas entre os que estarão com os planos nas assembleias legislativas, teremos um número significativo. Todos os estados estão trabalhando fortemente para isso", informou.
Todos os estados têm pelo menos o documento-base
elaborado. Dois, o Rio Grande do Sul e
Paraná, além do Distrito Federal avançaram até o
envio dos projetos ao Legislativo. Rondônia tem o
projeto aprovado, mas ainda não sancionado.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC,
ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Em entrevista, o ministro da Educação, Renato
Janine Ribeiro, ressaltou que o MEC "não quer
que os estados e as prefeituras se sintam
coagidos com o prazo e acabem comprando um
plano pronto de educação, que não vai emanar de
uma discussão da sociedade. O mais importante é
a sociedade se mobilizar e discutir o que quer para
a educação”.
Fonte: Disponível em:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/poucosestados-e-municipios-entregaram-planos-deeducacao.
Acesso em: 01 jun. 2015 (Adaptado).
Marque a alternativa que apresente uma oração com o mesmo sentido da sublinhada abaixo.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC, ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Poucos estados e municípios entregaram planos de educação
Falta pouco menos de um mês para o fim do prazo para que os estados e municípios tenham os próprios planos de educação sancionados. Para entidades que representam os entes federados, o prazo não será cumprido por todos. Entre os estados, três sancionaram os planos: Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Quanto aos municípios, dos quase 5,6 mil, só 151 têm planos sancionados. As informações são do site Planejando a Próxima Década do Ministério da Educação (MEC).
Os planos estaduais e municipais de educação estão previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Ele traça metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas vão desde a inclusão de crianças e adolescentes na escola até a pós-graduação. Trata ainda da valorização do professor e dos investimentos em educação, que até 2024 deverão ser de, no mínimo, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente o investimento na área é 6,6%.Pela lei, os planos locais têm até o dia 24 de junho de 2015 para serem sancionados. O prazo é o primeiro estipulado no PNE. Os planos municipais e estaduais devem, de acordo com a realidade local, estabelecer estratégias para o cumprimento de cada uma das metas do PNE. Eles têm liberdade, inclusive, para avançar nas metas caso elas estejam superadas.
A situação mais crítica é entre os municípios. "Não
vamos cumprir em todos os municípios", disse a
presidenta da União Nacional de Dirigentes
Municipais de Educação (Undime), Cleuza
Repulho. "Mas quero deixar claro que é muito
importante que esses planos reflitam a realidade.
Muito mais que prazo, é a importância que os
planos têm na execução, que sejam feitos com a
discussão ampla, com a participação de todo
mundo, para refletir a realidade". Segundo ela,
mesmo após o fim do prazo, a Undime continuará
trabalhando com os municípios para que todos
tenham os planos aprovados.
Para constituir os planos, o MEC estipula fases. A primeira é a constituição de uma comissão coordenadora, depois, produzir um diagnóstico da educação na localidade, a elaboração de um documento-base, consulta pública e elaboração de projeto de lei. O projeto é então enviado ao Legislativo, aprovado e sancionado.
Entre os municípios, um não tem sequer comissão coordenadora instituída; só 531 instituíram a comissão e 1.049 concluíram apenas o diagnóstico. Os demais avançaram na elaboração do documento-base (1.560), fizeram consulta pública (1.185), têm o projeto de lei elaborado (505), enviaram o projeto ao Legislativo (534) e apenas 54 aprovaram a lei e 151 a sancionaram.Entre os estados, a expectativa é que até o fim do ano todos os planos estejam em vigor, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps. "Temos um número significativo de estados que estão concluindo seus planos para remeter às assembleias legislativas. Eu acho que o número de estados que terão os planos aprovados até o dia 24 de junho vai ser reduzido, mas entre os que estarão com os planos nas assembleias legislativas, teremos um número significativo. Todos os estados estão trabalhando fortemente para isso", informou.
Todos os estados têm pelo menos o documento-base
elaborado. Dois, o Rio Grande do Sul e
Paraná, além do Distrito Federal avançaram até o
envio dos projetos ao Legislativo. Rondônia tem o
projeto aprovado, mas ainda não sancionado.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC,
ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Em entrevista, o ministro da Educação, Renato
Janine Ribeiro, ressaltou que o MEC "não quer
que os estados e as prefeituras se sintam
coagidos com o prazo e acabem comprando um
plano pronto de educação, que não vai emanar de
uma discussão da sociedade. O mais importante é
a sociedade se mobilizar e discutir o que quer para
a educação”.
Fonte: Disponível em:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/poucosestados-e-municipios-entregaram-planos-deeducacao.
Acesso em: 01 jun. 2015 (Adaptado).
Poucos estados e municípios entregaram planos de educação
Falta pouco menos de um mês para o fim do prazo para que os estados e municípios tenham os próprios planos de educação sancionados. Para entidades que representam os entes federados, o prazo não será cumprido por todos. Entre os estados, três sancionaram os planos: Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Quanto aos municípios, dos quase 5,6 mil, só 151 têm planos sancionados. As informações são do site Planejando a Próxima Década do Ministério da Educação (MEC).
Os planos estaduais e municipais de educação estão previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Ele traça metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas vão desde a inclusão de crianças e adolescentes na escola até a pós-graduação. Trata ainda da valorização do professor e dos investimentos em educação, que até 2024 deverão ser de, no mínimo, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente o investimento na área é 6,6%.Pela lei, os planos locais têm até o dia 24 de junho de 2015 para serem sancionados. O prazo é o primeiro estipulado no PNE. Os planos municipais e estaduais devem, de acordo com a realidade local, estabelecer estratégias para o cumprimento de cada uma das metas do PNE. Eles têm liberdade, inclusive, para avançar nas metas caso elas estejam superadas.
A situação mais crítica é entre os municípios. "Não
vamos cumprir em todos os municípios", disse a
presidenta da União Nacional de Dirigentes
Municipais de Educação (Undime), Cleuza
Repulho. "Mas quero deixar claro que é muito
importante que esses planos reflitam a realidade.
Muito mais que prazo, é a importância que os
planos têm na execução, que sejam feitos com a
discussão ampla, com a participação de todo
mundo, para refletir a realidade". Segundo ela,
mesmo após o fim do prazo, a Undime continuará
trabalhando com os municípios para que todos
tenham os planos aprovados.
Para constituir os planos, o MEC estipula fases. A primeira é a constituição de uma comissão coordenadora, depois, produzir um diagnóstico da educação na localidade, a elaboração de um documento-base, consulta pública e elaboração de projeto de lei. O projeto é então enviado ao Legislativo, aprovado e sancionado.
Entre os municípios, um não tem sequer comissão coordenadora instituída; só 531 instituíram a comissão e 1.049 concluíram apenas o diagnóstico. Os demais avançaram na elaboração do documento-base (1.560), fizeram consulta pública (1.185), têm o projeto de lei elaborado (505), enviaram o projeto ao Legislativo (534) e apenas 54 aprovaram a lei e 151 a sancionaram.Entre os estados, a expectativa é que até o fim do ano todos os planos estejam em vigor, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps. "Temos um número significativo de estados que estão concluindo seus planos para remeter às assembleias legislativas. Eu acho que o número de estados que terão os planos aprovados até o dia 24 de junho vai ser reduzido, mas entre os que estarão com os planos nas assembleias legislativas, teremos um número significativo. Todos os estados estão trabalhando fortemente para isso", informou.
Todos os estados têm pelo menos o documento-base
elaborado. Dois, o Rio Grande do Sul e
Paraná, além do Distrito Federal avançaram até o
envio dos projetos ao Legislativo. Rondônia tem o
projeto aprovado, mas ainda não sancionado.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC,
ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Em entrevista, o ministro da Educação, Renato
Janine Ribeiro, ressaltou que o MEC "não quer
que os estados e as prefeituras se sintam
coagidos com o prazo e acabem comprando um
plano pronto de educação, que não vai emanar de
uma discussão da sociedade. O mais importante é
a sociedade se mobilizar e discutir o que quer para
a educação”.
Fonte: Disponível em:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/poucosestados-e-municipios-entregaram-planos-deeducacao.
Acesso em: 01 jun. 2015 (Adaptado).
Poucos estados e municípios entregaram planos de educação
Falta pouco menos de um mês para o fim do prazo para que os estados e municípios tenham os próprios planos de educação sancionados. Para entidades que representam os entes federados, o prazo não será cumprido por todos. Entre os estados, três sancionaram os planos: Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Quanto aos municípios, dos quase 5,6 mil, só 151 têm planos sancionados. As informações são do site Planejando a Próxima Década do Ministério da Educação (MEC).
Os planos estaduais e municipais de educação estão previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Ele traça metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas vão desde a inclusão de crianças e adolescentes na escola até a pós-graduação. Trata ainda da valorização do professor e dos investimentos em educação, que até 2024 deverão ser de, no mínimo, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente o investimento na área é 6,6%.Pela lei, os planos locais têm até o dia 24 de junho de 2015 para serem sancionados. O prazo é o primeiro estipulado no PNE. Os planos municipais e estaduais devem, de acordo com a realidade local, estabelecer estratégias para o cumprimento de cada uma das metas do PNE. Eles têm liberdade, inclusive, para avançar nas metas caso elas estejam superadas.
A situação mais crítica é entre os municípios. "Não
vamos cumprir em todos os municípios", disse a
presidenta da União Nacional de Dirigentes
Municipais de Educação (Undime), Cleuza
Repulho. "Mas quero deixar claro que é muito
importante que esses planos reflitam a realidade.
Muito mais que prazo, é a importância que os
planos têm na execução, que sejam feitos com a
discussão ampla, com a participação de todo
mundo, para refletir a realidade". Segundo ela,
mesmo após o fim do prazo, a Undime continuará
trabalhando com os municípios para que todos
tenham os planos aprovados.
Para constituir os planos, o MEC estipula fases. A primeira é a constituição de uma comissão coordenadora, depois, produzir um diagnóstico da educação na localidade, a elaboração de um documento-base, consulta pública e elaboração de projeto de lei. O projeto é então enviado ao Legislativo, aprovado e sancionado.
Entre os municípios, um não tem sequer comissão coordenadora instituída; só 531 instituíram a comissão e 1.049 concluíram apenas o diagnóstico. Os demais avançaram na elaboração do documento-base (1.560), fizeram consulta pública (1.185), têm o projeto de lei elaborado (505), enviaram o projeto ao Legislativo (534) e apenas 54 aprovaram a lei e 151 a sancionaram.Entre os estados, a expectativa é que até o fim do ano todos os planos estejam em vigor, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps. "Temos um número significativo de estados que estão concluindo seus planos para remeter às assembleias legislativas. Eu acho que o número de estados que terão os planos aprovados até o dia 24 de junho vai ser reduzido, mas entre os que estarão com os planos nas assembleias legislativas, teremos um número significativo. Todos os estados estão trabalhando fortemente para isso", informou.
Todos os estados têm pelo menos o documento-base
elaborado. Dois, o Rio Grande do Sul e
Paraná, além do Distrito Federal avançaram até o
envio dos projetos ao Legislativo. Rondônia tem o
projeto aprovado, mas ainda não sancionado.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC,
ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Em entrevista, o ministro da Educação, Renato
Janine Ribeiro, ressaltou que o MEC "não quer
que os estados e as prefeituras se sintam
coagidos com o prazo e acabem comprando um
plano pronto de educação, que não vai emanar de
uma discussão da sociedade. O mais importante é
a sociedade se mobilizar e discutir o que quer para
a educação”.
Fonte: Disponível em:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/poucosestados-e-municipios-entregaram-planos-deeducacao.
Acesso em: 01 jun. 2015 (Adaptado).
Poucos estados e municípios entregaram planos de educação
Falta pouco menos de um mês para o fim do prazo para que os estados e municípios tenham os próprios planos de educação sancionados. Para entidades que representam os entes federados, o prazo não será cumprido por todos. Entre os estados, três sancionaram os planos: Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Quanto aos municípios, dos quase 5,6 mil, só 151 têm planos sancionados. As informações são do site Planejando a Próxima Década do Ministério da Educação (MEC).
Os planos estaduais e municipais de educação estão previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Ele traça metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas vão desde a inclusão de crianças e adolescentes na escola até a pós-graduação. Trata ainda da valorização do professor e dos investimentos em educação, que até 2024 deverão ser de, no mínimo, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente o investimento na área é 6,6%.Pela lei, os planos locais têm até o dia 24 de junho de 2015 para serem sancionados. O prazo é o primeiro estipulado no PNE. Os planos municipais e estaduais devem, de acordo com a realidade local, estabelecer estratégias para o cumprimento de cada uma das metas do PNE. Eles têm liberdade, inclusive, para avançar nas metas caso elas estejam superadas.
A situação mais crítica é entre os municípios. "Não
vamos cumprir em todos os municípios", disse a
presidenta da União Nacional de Dirigentes
Municipais de Educação (Undime), Cleuza
Repulho. "Mas quero deixar claro que é muito
importante que esses planos reflitam a realidade.
Muito mais que prazo, é a importância que os
planos têm na execução, que sejam feitos com a
discussão ampla, com a participação de todo
mundo, para refletir a realidade". Segundo ela,
mesmo após o fim do prazo, a Undime continuará
trabalhando com os municípios para que todos
tenham os planos aprovados.
Para constituir os planos, o MEC estipula fases. A primeira é a constituição de uma comissão coordenadora, depois, produzir um diagnóstico da educação na localidade, a elaboração de um documento-base, consulta pública e elaboração de projeto de lei. O projeto é então enviado ao Legislativo, aprovado e sancionado.
Entre os municípios, um não tem sequer comissão coordenadora instituída; só 531 instituíram a comissão e 1.049 concluíram apenas o diagnóstico. Os demais avançaram na elaboração do documento-base (1.560), fizeram consulta pública (1.185), têm o projeto de lei elaborado (505), enviaram o projeto ao Legislativo (534) e apenas 54 aprovaram a lei e 151 a sancionaram.Entre os estados, a expectativa é que até o fim do ano todos os planos estejam em vigor, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps. "Temos um número significativo de estados que estão concluindo seus planos para remeter às assembleias legislativas. Eu acho que o número de estados que terão os planos aprovados até o dia 24 de junho vai ser reduzido, mas entre os que estarão com os planos nas assembleias legislativas, teremos um número significativo. Todos os estados estão trabalhando fortemente para isso", informou.
Todos os estados têm pelo menos o documento-base
elaborado. Dois, o Rio Grande do Sul e
Paraná, além do Distrito Federal avançaram até o
envio dos projetos ao Legislativo. Rondônia tem o
projeto aprovado, mas ainda não sancionado.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC,
ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Em entrevista, o ministro da Educação, Renato
Janine Ribeiro, ressaltou que o MEC "não quer
que os estados e as prefeituras se sintam
coagidos com o prazo e acabem comprando um
plano pronto de educação, que não vai emanar de
uma discussão da sociedade. O mais importante é
a sociedade se mobilizar e discutir o que quer para
a educação”.
Fonte: Disponível em:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/poucosestados-e-municipios-entregaram-planos-deeducacao.
Acesso em: 01 jun. 2015 (Adaptado).
De acordo com o Estatuto da UFSM, no que se refere ao Conselho Universitário, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) nas afirmativas a seguir.
( ) Compete a ele fixar a política universitária.
( )O Reitor é o seu Presidente.
( ) Na sua composição o Corpo Docente ocupará, no mínimo, setenta por cento dos assentos.
( ) Os representantes da categoria técnico-administrativa em educação serão eleitos pelo voto direto de seus pares por dois anos, permitida uma única recondução.
A sequência correta é
Com base nos dispositivos constitucionais referentes à educação, considere as afirmações a seguir.
I - A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino.
II - A União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito por cento, e os Estados, Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos na manutenção e desenvolvimento do ensino.
III - As Universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial e devem obedecer ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.
IV - O não oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público, ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente.
Está(ão) correta(s)
Embora dialoguem entre si, todos os princípios constitucionais da Administração Pública (explícitos ou implícitos) possuem um núcleo distinto. Analise os referidos núcleos e assinale V (verdadeira) ou F (falsa)em cada uma das afirmativas a seguir.
( ) Pelo princípio da impessoalidade, a Administração Pública visa obstaculizar atuações geradas por fatores subjetivos como antipatias ou simpatias, nepotismo ou favorecimentos diversos.
( ) Legalidade é o princípio que se traduz de modo simples na seguinte fórmula: "a Administração deve se sujeitar às normas legais".
( ) Um dos desdobramentos do princípio da informação encontra-se previsto pela Constituição Federal de 1988 quando reconhece a todos o direito de receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular ou de interesse coletivo ou geral.
( ) O princípio da motivação, acrescentado pela Emenda Constitucional 19/1998 (Reforma Administrativa), determina que a Administração deve agir de modo rápido e preciso para produzir resultado que satisfaça as necessidades da população.
A sequência correta é
Cinco mitos sobre a idade da informação
I - O livro morreu.
II - Entramos na idade da informação.
III - Agora, toda informação está disponível online.
IV - As bibliotecas são obsoletas.
V - O futuro é digital.
Fonte: DARTON, Robert. Cinco mitos sobre a idade da informação.
Tradução J. Amado. , ed. 638, 20 abr. 2011. Observatório da Imprensa Disponível em:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br. Acesso em: 01 abr. 2015. (Adaptado)
Considere os mitos I, II, III e V para o estabelecimento da seguinte relação:
II é causa de I e III.
V é conclusão.
A alternativa que atende à relação solicitada é
O caráter argumentativo de um artigo de opinião é construído pelo emprego de estratégias variadas que sinalizam o ponto de vista do autor. Com relação às estratégias argumentativas empregadas no texto, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) em cada afirmativa a seguir.
( ) O caráter injuntivo, evidenciado no 1º parágrafo pelo emprego de verbos no modo imperativo,
contribui para marcar interação com o
leitor.
( ) Os termos "perigosa" (ℓ. 33) e "extraordinária" (ℓ. 33-34) avaliam "possibilidade" (ℓ. 34) e sinalizam a posição favorável do autor em relação às coleções digitalizadas.
( ) As aspas empregadas em "mesmo" (ℓ. 58) indicam a não literalidade dessa palavra, o que contribui para a construção do argumento em favor da tese de que as formas de leitura e as bibliotecas podem mudar.
A sequência correta é
Para alguns, a educação a distância com as tecnologias de informação e comunicação (TICs) é a panaceia dos problemas educacionais. Outros apresentam grande resistência, vendo-a como forma educacional inferior. A partir do trecho acima, podemos concluir que a educação a distância é compreendida, pelo conjunto dos educadores, como
