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Q1868679 Português

A ditadura do algoritmo    

  

            Recentemente, durante uma reunião com o time de marketing digital que assessora minha empresa, ouvi a expressão “o algoritmo1 não ficou feliz com esse post 2”. Por ser jurássico na área de tecnologia, tendo iniciado há quase 40 anos como programador, sei muito bem o que é um algoritmo. Desenvolvi vários, mas, até hoje, nunca esperei que algum deles ficasse feliz ou triste com algo que eu declarasse, publicasse ou apresentasse.

           Provoquei, perguntando como deixar o sensível algoritmo “feliz”. Ouvi uma sequência de ações para que qualquer informação das redes sociais seja publicada para um número significativo de pessoas. Em outras palavras, é necessária uma série de ações para que o algoritmo fique “feliz” e lhe conceda, magnanimamente, um espaço no ambiente no qual é soberano.

            Considerando-se que, na política, uma ditadura caracteriza-se por um governo autoritário ou totalitário, não vejo diferença entre a ditadura política e viver num mundo onde um robô ou uma inteligência artificial interpreta, aprende e provoca contínua e quase naturalmente emoções humanas a partir de um volume monstruoso de informações publicadas a cada segundo. É a ditadura do algoritmo. Por sinal, nunca a expressão “escravo do sistema” fez tanto sentido.

            No caso das redes sociais, o objetivo do “ditador algoritmo” é apresentar a melhor experiência possível a quem estiver navegando, disponibilizando algum conteúdo que seja agradável à pessoa e bloqueando o que não a agrade, garantindo fidelidade ao aplicativo e a todas as suas variantes. Mas isso vai além de proporcionar uma boa experiência, pois o perfil de consumo também é mapeado, facilitando a oferta de produtos e serviços aderentes aos anseios da pessoa.

            Essa ditadura do “soberano algoritmo” chega a ser até mais cruel que a ditadura política, pois é camuflada por imagens agradáveis, frases de incentivo e áudios que tornam o pensamento dos que consomem tudo isso alinhado aos anseios daqueles que criam armadilhas que levam a uma interpretação equivocada do mundo, conduzindo a decisões irracionais que atendam às expectativas do “algoz algoritmo”. Que triste estar num mundo em que tudo é feito para que se leia, ouça ou veja somente aquilo que queremos ler, ouvir e ver. A ausência do contraditório, da discrepância e do discordante infantiliza qualquer relação e impede que se mantenha a visão sobre o mundo e sobre a vida em evolução contínua.

1 Algoritmo: conjunto das regras e procedimentos lógicos que levam à solução de um problema.

2 Post: postagem, conteúdo publicado em plataformas de comunicação ou sites da internet.

(Edson S. Moraes. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2021/08/

a-ditadura-do-algoritmo.shtml. 21.08.2021. Adaptado)

Conforme conclui o autor, o aspecto mais danoso da ditadura por ele analisada diz respeito
Alternativas
Q1868678 Português

A ditadura do algoritmo    

  

            Recentemente, durante uma reunião com o time de marketing digital que assessora minha empresa, ouvi a expressão “o algoritmo1 não ficou feliz com esse post 2”. Por ser jurássico na área de tecnologia, tendo iniciado há quase 40 anos como programador, sei muito bem o que é um algoritmo. Desenvolvi vários, mas, até hoje, nunca esperei que algum deles ficasse feliz ou triste com algo que eu declarasse, publicasse ou apresentasse.

           Provoquei, perguntando como deixar o sensível algoritmo “feliz”. Ouvi uma sequência de ações para que qualquer informação das redes sociais seja publicada para um número significativo de pessoas. Em outras palavras, é necessária uma série de ações para que o algoritmo fique “feliz” e lhe conceda, magnanimamente, um espaço no ambiente no qual é soberano.

            Considerando-se que, na política, uma ditadura caracteriza-se por um governo autoritário ou totalitário, não vejo diferença entre a ditadura política e viver num mundo onde um robô ou uma inteligência artificial interpreta, aprende e provoca contínua e quase naturalmente emoções humanas a partir de um volume monstruoso de informações publicadas a cada segundo. É a ditadura do algoritmo. Por sinal, nunca a expressão “escravo do sistema” fez tanto sentido.

            No caso das redes sociais, o objetivo do “ditador algoritmo” é apresentar a melhor experiência possível a quem estiver navegando, disponibilizando algum conteúdo que seja agradável à pessoa e bloqueando o que não a agrade, garantindo fidelidade ao aplicativo e a todas as suas variantes. Mas isso vai além de proporcionar uma boa experiência, pois o perfil de consumo também é mapeado, facilitando a oferta de produtos e serviços aderentes aos anseios da pessoa.

            Essa ditadura do “soberano algoritmo” chega a ser até mais cruel que a ditadura política, pois é camuflada por imagens agradáveis, frases de incentivo e áudios que tornam o pensamento dos que consomem tudo isso alinhado aos anseios daqueles que criam armadilhas que levam a uma interpretação equivocada do mundo, conduzindo a decisões irracionais que atendam às expectativas do “algoz algoritmo”. Que triste estar num mundo em que tudo é feito para que se leia, ouça ou veja somente aquilo que queremos ler, ouvir e ver. A ausência do contraditório, da discrepância e do discordante infantiliza qualquer relação e impede que se mantenha a visão sobre o mundo e sobre a vida em evolução contínua.

1 Algoritmo: conjunto das regras e procedimentos lógicos que levam à solução de um problema.

2 Post: postagem, conteúdo publicado em plataformas de comunicação ou sites da internet.

(Edson S. Moraes. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2021/08/

a-ditadura-do-algoritmo.shtml. 21.08.2021. Adaptado)

No texto, apresentam sentido equivalente os termos destacados na passagem: 
Alternativas
Q1868677 Português

A ditadura do algoritmo    

  

            Recentemente, durante uma reunião com o time de marketing digital que assessora minha empresa, ouvi a expressão “o algoritmo1 não ficou feliz com esse post 2”. Por ser jurássico na área de tecnologia, tendo iniciado há quase 40 anos como programador, sei muito bem o que é um algoritmo. Desenvolvi vários, mas, até hoje, nunca esperei que algum deles ficasse feliz ou triste com algo que eu declarasse, publicasse ou apresentasse.

           Provoquei, perguntando como deixar o sensível algoritmo “feliz”. Ouvi uma sequência de ações para que qualquer informação das redes sociais seja publicada para um número significativo de pessoas. Em outras palavras, é necessária uma série de ações para que o algoritmo fique “feliz” e lhe conceda, magnanimamente, um espaço no ambiente no qual é soberano.

            Considerando-se que, na política, uma ditadura caracteriza-se por um governo autoritário ou totalitário, não vejo diferença entre a ditadura política e viver num mundo onde um robô ou uma inteligência artificial interpreta, aprende e provoca contínua e quase naturalmente emoções humanas a partir de um volume monstruoso de informações publicadas a cada segundo. É a ditadura do algoritmo. Por sinal, nunca a expressão “escravo do sistema” fez tanto sentido.

            No caso das redes sociais, o objetivo do “ditador algoritmo” é apresentar a melhor experiência possível a quem estiver navegando, disponibilizando algum conteúdo que seja agradável à pessoa e bloqueando o que não a agrade, garantindo fidelidade ao aplicativo e a todas as suas variantes. Mas isso vai além de proporcionar uma boa experiência, pois o perfil de consumo também é mapeado, facilitando a oferta de produtos e serviços aderentes aos anseios da pessoa.

            Essa ditadura do “soberano algoritmo” chega a ser até mais cruel que a ditadura política, pois é camuflada por imagens agradáveis, frases de incentivo e áudios que tornam o pensamento dos que consomem tudo isso alinhado aos anseios daqueles que criam armadilhas que levam a uma interpretação equivocada do mundo, conduzindo a decisões irracionais que atendam às expectativas do “algoz algoritmo”. Que triste estar num mundo em que tudo é feito para que se leia, ouça ou veja somente aquilo que queremos ler, ouvir e ver. A ausência do contraditório, da discrepância e do discordante infantiliza qualquer relação e impede que se mantenha a visão sobre o mundo e sobre a vida em evolução contínua.

1 Algoritmo: conjunto das regras e procedimentos lógicos que levam à solução de um problema.

2 Post: postagem, conteúdo publicado em plataformas de comunicação ou sites da internet.

(Edson S. Moraes. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2021/08/

a-ditadura-do-algoritmo.shtml. 21.08.2021. Adaptado)

O aspecto ditatorial a que se refere o autor diz respeito ao fato de os algoritmos
Alternativas
Q1868676 Português

A ditadura do algoritmo    

  

            Recentemente, durante uma reunião com o time de marketing digital que assessora minha empresa, ouvi a expressão “o algoritmo1 não ficou feliz com esse post 2”. Por ser jurássico na área de tecnologia, tendo iniciado há quase 40 anos como programador, sei muito bem o que é um algoritmo. Desenvolvi vários, mas, até hoje, nunca esperei que algum deles ficasse feliz ou triste com algo que eu declarasse, publicasse ou apresentasse.

           Provoquei, perguntando como deixar o sensível algoritmo “feliz”. Ouvi uma sequência de ações para que qualquer informação das redes sociais seja publicada para um número significativo de pessoas. Em outras palavras, é necessária uma série de ações para que o algoritmo fique “feliz” e lhe conceda, magnanimamente, um espaço no ambiente no qual é soberano.

            Considerando-se que, na política, uma ditadura caracteriza-se por um governo autoritário ou totalitário, não vejo diferença entre a ditadura política e viver num mundo onde um robô ou uma inteligência artificial interpreta, aprende e provoca contínua e quase naturalmente emoções humanas a partir de um volume monstruoso de informações publicadas a cada segundo. É a ditadura do algoritmo. Por sinal, nunca a expressão “escravo do sistema” fez tanto sentido.

            No caso das redes sociais, o objetivo do “ditador algoritmo” é apresentar a melhor experiência possível a quem estiver navegando, disponibilizando algum conteúdo que seja agradável à pessoa e bloqueando o que não a agrade, garantindo fidelidade ao aplicativo e a todas as suas variantes. Mas isso vai além de proporcionar uma boa experiência, pois o perfil de consumo também é mapeado, facilitando a oferta de produtos e serviços aderentes aos anseios da pessoa.

            Essa ditadura do “soberano algoritmo” chega a ser até mais cruel que a ditadura política, pois é camuflada por imagens agradáveis, frases de incentivo e áudios que tornam o pensamento dos que consomem tudo isso alinhado aos anseios daqueles que criam armadilhas que levam a uma interpretação equivocada do mundo, conduzindo a decisões irracionais que atendam às expectativas do “algoz algoritmo”. Que triste estar num mundo em que tudo é feito para que se leia, ouça ou veja somente aquilo que queremos ler, ouvir e ver. A ausência do contraditório, da discrepância e do discordante infantiliza qualquer relação e impede que se mantenha a visão sobre o mundo e sobre a vida em evolução contínua.

1 Algoritmo: conjunto das regras e procedimentos lógicos que levam à solução de um problema.

2 Post: postagem, conteúdo publicado em plataformas de comunicação ou sites da internet.

(Edson S. Moraes. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2021/08/

a-ditadura-do-algoritmo.shtml. 21.08.2021. Adaptado)

O termo destacado na frase do primeiro parágrafo – ... mas, até hoje, nunca esperei que algum deles ficasse feliz ou triste com algo que eu declarasse... – introduz, no contexto em que é empregado, sentido de
Alternativas
Q1868675 Português

A ditadura do algoritmo    

  

            Recentemente, durante uma reunião com o time de marketing digital que assessora minha empresa, ouvi a expressão “o algoritmo1 não ficou feliz com esse post 2”. Por ser jurássico na área de tecnologia, tendo iniciado há quase 40 anos como programador, sei muito bem o que é um algoritmo. Desenvolvi vários, mas, até hoje, nunca esperei que algum deles ficasse feliz ou triste com algo que eu declarasse, publicasse ou apresentasse.

           Provoquei, perguntando como deixar o sensível algoritmo “feliz”. Ouvi uma sequência de ações para que qualquer informação das redes sociais seja publicada para um número significativo de pessoas. Em outras palavras, é necessária uma série de ações para que o algoritmo fique “feliz” e lhe conceda, magnanimamente, um espaço no ambiente no qual é soberano.

            Considerando-se que, na política, uma ditadura caracteriza-se por um governo autoritário ou totalitário, não vejo diferença entre a ditadura política e viver num mundo onde um robô ou uma inteligência artificial interpreta, aprende e provoca contínua e quase naturalmente emoções humanas a partir de um volume monstruoso de informações publicadas a cada segundo. É a ditadura do algoritmo. Por sinal, nunca a expressão “escravo do sistema” fez tanto sentido.

            No caso das redes sociais, o objetivo do “ditador algoritmo” é apresentar a melhor experiência possível a quem estiver navegando, disponibilizando algum conteúdo que seja agradável à pessoa e bloqueando o que não a agrade, garantindo fidelidade ao aplicativo e a todas as suas variantes. Mas isso vai além de proporcionar uma boa experiência, pois o perfil de consumo também é mapeado, facilitando a oferta de produtos e serviços aderentes aos anseios da pessoa.

            Essa ditadura do “soberano algoritmo” chega a ser até mais cruel que a ditadura política, pois é camuflada por imagens agradáveis, frases de incentivo e áudios que tornam o pensamento dos que consomem tudo isso alinhado aos anseios daqueles que criam armadilhas que levam a uma interpretação equivocada do mundo, conduzindo a decisões irracionais que atendam às expectativas do “algoz algoritmo”. Que triste estar num mundo em que tudo é feito para que se leia, ouça ou veja somente aquilo que queremos ler, ouvir e ver. A ausência do contraditório, da discrepância e do discordante infantiliza qualquer relação e impede que se mantenha a visão sobre o mundo e sobre a vida em evolução contínua.

1 Algoritmo: conjunto das regras e procedimentos lógicos que levam à solução de um problema.

2 Post: postagem, conteúdo publicado em plataformas de comunicação ou sites da internet.

(Edson S. Moraes. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2021/08/

a-ditadura-do-algoritmo.shtml. 21.08.2021. Adaptado)

Conforme os dois primeiros parágrafos do texto, a necessidade de “deixar o algoritmo feliz” vincula-se ao objetivo de
Alternativas
Q4365865 Direito Sanitário
A Lei Orgânica da Saúde dispõe sobre condições para promoção, proteção e recuperação da saúde. A pandemia impactou a Lei 8080 e foram inseridos novos dispositivos na Lei. Um dos dispositivos incluídos se refere ao Artigo 19-E que diz: 
Alternativas
Q4365833 Português
“Time Out” escolhe os bairros “mais legais do mundo” em 2021

        Um centro gastronômico na capital dinamarquesa com novos negócios que prosperaram mesmo no auge da pandemia foi considerado o bairro mais legal do mundo pela revista “Time Out”. Nørrebro, em Copenhague, liderou a lista de 2021 da publicação global. A seleção foi compilada usando uma pesquisa com cerca de 27 mil pessoas que vivem em cidades em todo o mundo, analisada pela equipe global de editores da “Time Out”.

        Para a publicação, o espírito comunitário desempenhou um papel importante na seleção dos melhores distritos na esteira da Covid-19. “A pandemia foi bastante devastadora para as cidades e para as empresas de cultura e hospitalidade”, opinou Caroline McGinn, editorachefe global da “Time Out”, ao CNN Travel. “Mas cada um desses lugares tem sua própria história para contar sobre como as pessoas se uniram para apoiar umas às outras – e como inventaram uma nova cultura ao longo dessa trajetória”.

        Andersonville, em Chicago, conhecido por sua cena LGBTQIA+ próspera e pelos espaços verdes, ficou em segundo lugar na lista. Já o histórico bairro de Jongno 3-ga, em Seul, na Coreia do Sul, ficou em terceiro lugar. O quarto lugar ficou com o bairro de Leith, em Edimburgo, uma antiga área industrial da cidade que tem uma cena criativa emergente e uma lista crescente de restaurantes bem cotados. Completando os cinco primeiros está o artístico Station District de Vilnius, na Lituânia, elogiado pela “Time Out” por sua street art e a cena de bares. 

        O bairro número um, Nørrebro, foi recomendado pela “Time Out” não apenas por causa de seu comércio movimentado, com endereços antigos e novos, mas também por suas recentes iniciativas comunitárias, incluindo o programa de domingo sem carros e uma exposição de arte interativa chamada Usynglige Stier (“Caminhos invisíveis”). 

        Copenhague também foi recentemente reconhecida como a cidade “mais segura” do mundo pelo Índice de Cidades Seguras (SCI, na sigla em inglês) da Economist Intelligence Unit. Nesta semana, o restaurante Noma, um marco contemporâneo de Copenhague, também foi eleito o melhor do mundo.
        
        “As classificações da pesquisa não são o único ponto que importa, também pensamos na „vibe‟, na atmosfera do bairro”, disse McGinn, explicando que os editores aprimoraram a lista aplicando uma perspectiva localizada. “Os bairros das grandes cidades são dinâmicos, mudam rapidamente. E isso traz uma coisa muito boa: olhar para algumas das ideias interessantes que viraram realidade de forma muito veloz durante a Covid-19”.

        A “Time Out” também diz que a sustentabilidade está na vanguarda de decisão: o segundo bairro mais legal, Andersonville, Chicago, foi celebrado por seu programa de compostagem ecologicamente correto, chamado Clark Free Composts, enquanto Sai Kung, em Hong Kong, nono na lista, foi elogiado por suas lojas com zero resíduos e o grupo ambientalista Friends of Sai Kung.

        McGinn disse que a pesquisa destacou como as cidades foram afetadas pela pandemia de forma diferente, mas um fator unificador foi “uma grande mudança em direção ao localismo e hiperlocalismo, que veio para ficar”.

        “As pessoas frequentavam seus bairros, dependiam deles para seu sustento, para a vida da comunidade e social e, em muitos casos, se apaixonavam por eles”, disse a editora-chefe.

        A publicação também destacou empresas e pontos de referência obrigatórios para cada bairro – entre eles locais de música ao vivo como o Corner Hotel em Richmond, Melbourne (número 10) e a cafeteria Graine D‟Or em Ngor, Dakar (número oito).

        Para a editora-chefe, os pontos de referência são a “alma de nossas cidades”. “Quando a „Time Out‟ faz a curadoria do melhor das cidades, nossos editores buscam surpresas alegres: os novos pontos fora do radar que não têm um departamento de marketing habilidoso, mas são maravilhosos. Procuramos todas as coisas óbvias – sabor, autenticidade, excelência – mas também o ingrediente secreto, locais onde a vibração e a experiência realmente mexem com o ambiente e parecem definitivas para este lugar e época”.

Fonte: https://viagemegastronomia.cnnbrasil.com.br/cultura/time-out-escolheos-bairros-mais-legais-do-mundo-em-2021/ Acesso em 08 de outubro de 2021. 
Assinale a alternativa que apresente a função sintática desempenhada pelos termos em destaque no período: Para a publicação, o espírito comunitário desempenhou um papel importante na seleção dos melhores distritos na esteira da Covid-19:
Alternativas
Q4365832 Português
“Time Out” escolhe os bairros “mais legais do mundo” em 2021

        Um centro gastronômico na capital dinamarquesa com novos negócios que prosperaram mesmo no auge da pandemia foi considerado o bairro mais legal do mundo pela revista “Time Out”. Nørrebro, em Copenhague, liderou a lista de 2021 da publicação global. A seleção foi compilada usando uma pesquisa com cerca de 27 mil pessoas que vivem em cidades em todo o mundo, analisada pela equipe global de editores da “Time Out”.

        Para a publicação, o espírito comunitário desempenhou um papel importante na seleção dos melhores distritos na esteira da Covid-19. “A pandemia foi bastante devastadora para as cidades e para as empresas de cultura e hospitalidade”, opinou Caroline McGinn, editorachefe global da “Time Out”, ao CNN Travel. “Mas cada um desses lugares tem sua própria história para contar sobre como as pessoas se uniram para apoiar umas às outras – e como inventaram uma nova cultura ao longo dessa trajetória”.

        Andersonville, em Chicago, conhecido por sua cena LGBTQIA+ próspera e pelos espaços verdes, ficou em segundo lugar na lista. Já o histórico bairro de Jongno 3-ga, em Seul, na Coreia do Sul, ficou em terceiro lugar. O quarto lugar ficou com o bairro de Leith, em Edimburgo, uma antiga área industrial da cidade que tem uma cena criativa emergente e uma lista crescente de restaurantes bem cotados. Completando os cinco primeiros está o artístico Station District de Vilnius, na Lituânia, elogiado pela “Time Out” por sua street art e a cena de bares. 

        O bairro número um, Nørrebro, foi recomendado pela “Time Out” não apenas por causa de seu comércio movimentado, com endereços antigos e novos, mas também por suas recentes iniciativas comunitárias, incluindo o programa de domingo sem carros e uma exposição de arte interativa chamada Usynglige Stier (“Caminhos invisíveis”). 

        Copenhague também foi recentemente reconhecida como a cidade “mais segura” do mundo pelo Índice de Cidades Seguras (SCI, na sigla em inglês) da Economist Intelligence Unit. Nesta semana, o restaurante Noma, um marco contemporâneo de Copenhague, também foi eleito o melhor do mundo.
        
        “As classificações da pesquisa não são o único ponto que importa, também pensamos na „vibe‟, na atmosfera do bairro”, disse McGinn, explicando que os editores aprimoraram a lista aplicando uma perspectiva localizada. “Os bairros das grandes cidades são dinâmicos, mudam rapidamente. E isso traz uma coisa muito boa: olhar para algumas das ideias interessantes que viraram realidade de forma muito veloz durante a Covid-19”.

        A “Time Out” também diz que a sustentabilidade está na vanguarda de decisão: o segundo bairro mais legal, Andersonville, Chicago, foi celebrado por seu programa de compostagem ecologicamente correto, chamado Clark Free Composts, enquanto Sai Kung, em Hong Kong, nono na lista, foi elogiado por suas lojas com zero resíduos e o grupo ambientalista Friends of Sai Kung.

        McGinn disse que a pesquisa destacou como as cidades foram afetadas pela pandemia de forma diferente, mas um fator unificador foi “uma grande mudança em direção ao localismo e hiperlocalismo, que veio para ficar”.

        “As pessoas frequentavam seus bairros, dependiam deles para seu sustento, para a vida da comunidade e social e, em muitos casos, se apaixonavam por eles”, disse a editora-chefe.

        A publicação também destacou empresas e pontos de referência obrigatórios para cada bairro – entre eles locais de música ao vivo como o Corner Hotel em Richmond, Melbourne (número 10) e a cafeteria Graine D‟Or em Ngor, Dakar (número oito).

        Para a editora-chefe, os pontos de referência são a “alma de nossas cidades”. “Quando a „Time Out‟ faz a curadoria do melhor das cidades, nossos editores buscam surpresas alegres: os novos pontos fora do radar que não têm um departamento de marketing habilidoso, mas são maravilhosos. Procuramos todas as coisas óbvias – sabor, autenticidade, excelência – mas também o ingrediente secreto, locais onde a vibração e a experiência realmente mexem com o ambiente e parecem definitivas para este lugar e época”.

Fonte: https://viagemegastronomia.cnnbrasil.com.br/cultura/time-out-escolheos-bairros-mais-legais-do-mundo-em-2021/ Acesso em 08 de outubro de 2021. 
Assinale a alternativa que apresente a relação estabelecida pelos termos em destaque entre as orações coordenadas do período: O bairro número um, Nørrebro, foi recomendado pela “Time Out” não apenas por causa de seu comércio movimentado, com endereços antigos e novos, mas também por suas recentes iniciativas comunitárias, incluindo o programa de domingo sem carros e uma exposição de arte interativa chamada Usynglige Stier (“Caminhos invisíveis”):
Alternativas
Q4365831 Português
“Time Out” escolhe os bairros “mais legais do mundo” em 2021

        Um centro gastronômico na capital dinamarquesa com novos negócios que prosperaram mesmo no auge da pandemia foi considerado o bairro mais legal do mundo pela revista “Time Out”. Nørrebro, em Copenhague, liderou a lista de 2021 da publicação global. A seleção foi compilada usando uma pesquisa com cerca de 27 mil pessoas que vivem em cidades em todo o mundo, analisada pela equipe global de editores da “Time Out”.

        Para a publicação, o espírito comunitário desempenhou um papel importante na seleção dos melhores distritos na esteira da Covid-19. “A pandemia foi bastante devastadora para as cidades e para as empresas de cultura e hospitalidade”, opinou Caroline McGinn, editorachefe global da “Time Out”, ao CNN Travel. “Mas cada um desses lugares tem sua própria história para contar sobre como as pessoas se uniram para apoiar umas às outras – e como inventaram uma nova cultura ao longo dessa trajetória”.

        Andersonville, em Chicago, conhecido por sua cena LGBTQIA+ próspera e pelos espaços verdes, ficou em segundo lugar na lista. Já o histórico bairro de Jongno 3-ga, em Seul, na Coreia do Sul, ficou em terceiro lugar. O quarto lugar ficou com o bairro de Leith, em Edimburgo, uma antiga área industrial da cidade que tem uma cena criativa emergente e uma lista crescente de restaurantes bem cotados. Completando os cinco primeiros está o artístico Station District de Vilnius, na Lituânia, elogiado pela “Time Out” por sua street art e a cena de bares. 

        O bairro número um, Nørrebro, foi recomendado pela “Time Out” não apenas por causa de seu comércio movimentado, com endereços antigos e novos, mas também por suas recentes iniciativas comunitárias, incluindo o programa de domingo sem carros e uma exposição de arte interativa chamada Usynglige Stier (“Caminhos invisíveis”). 

        Copenhague também foi recentemente reconhecida como a cidade “mais segura” do mundo pelo Índice de Cidades Seguras (SCI, na sigla em inglês) da Economist Intelligence Unit. Nesta semana, o restaurante Noma, um marco contemporâneo de Copenhague, também foi eleito o melhor do mundo.
        
        “As classificações da pesquisa não são o único ponto que importa, também pensamos na „vibe‟, na atmosfera do bairro”, disse McGinn, explicando que os editores aprimoraram a lista aplicando uma perspectiva localizada. “Os bairros das grandes cidades são dinâmicos, mudam rapidamente. E isso traz uma coisa muito boa: olhar para algumas das ideias interessantes que viraram realidade de forma muito veloz durante a Covid-19”.

        A “Time Out” também diz que a sustentabilidade está na vanguarda de decisão: o segundo bairro mais legal, Andersonville, Chicago, foi celebrado por seu programa de compostagem ecologicamente correto, chamado Clark Free Composts, enquanto Sai Kung, em Hong Kong, nono na lista, foi elogiado por suas lojas com zero resíduos e o grupo ambientalista Friends of Sai Kung.

        McGinn disse que a pesquisa destacou como as cidades foram afetadas pela pandemia de forma diferente, mas um fator unificador foi “uma grande mudança em direção ao localismo e hiperlocalismo, que veio para ficar”.

        “As pessoas frequentavam seus bairros, dependiam deles para seu sustento, para a vida da comunidade e social e, em muitos casos, se apaixonavam por eles”, disse a editora-chefe.

        A publicação também destacou empresas e pontos de referência obrigatórios para cada bairro – entre eles locais de música ao vivo como o Corner Hotel em Richmond, Melbourne (número 10) e a cafeteria Graine D‟Or em Ngor, Dakar (número oito).

        Para a editora-chefe, os pontos de referência são a “alma de nossas cidades”. “Quando a „Time Out‟ faz a curadoria do melhor das cidades, nossos editores buscam surpresas alegres: os novos pontos fora do radar que não têm um departamento de marketing habilidoso, mas são maravilhosos. Procuramos todas as coisas óbvias – sabor, autenticidade, excelência – mas também o ingrediente secreto, locais onde a vibração e a experiência realmente mexem com o ambiente e parecem definitivas para este lugar e época”.

Fonte: https://viagemegastronomia.cnnbrasil.com.br/cultura/time-out-escolheos-bairros-mais-legais-do-mundo-em-2021/ Acesso em 08 de outubro de 2021. 
Assinale a alternativa cujo trecho apresente um advérbio de intensidade: 
Alternativas
Q4365830 Português
“Time Out” escolhe os bairros “mais legais do mundo” em 2021

        Um centro gastronômico na capital dinamarquesa com novos negócios que prosperaram mesmo no auge da pandemia foi considerado o bairro mais legal do mundo pela revista “Time Out”. Nørrebro, em Copenhague, liderou a lista de 2021 da publicação global. A seleção foi compilada usando uma pesquisa com cerca de 27 mil pessoas que vivem em cidades em todo o mundo, analisada pela equipe global de editores da “Time Out”.

        Para a publicação, o espírito comunitário desempenhou um papel importante na seleção dos melhores distritos na esteira da Covid-19. “A pandemia foi bastante devastadora para as cidades e para as empresas de cultura e hospitalidade”, opinou Caroline McGinn, editorachefe global da “Time Out”, ao CNN Travel. “Mas cada um desses lugares tem sua própria história para contar sobre como as pessoas se uniram para apoiar umas às outras – e como inventaram uma nova cultura ao longo dessa trajetória”.

        Andersonville, em Chicago, conhecido por sua cena LGBTQIA+ próspera e pelos espaços verdes, ficou em segundo lugar na lista. Já o histórico bairro de Jongno 3-ga, em Seul, na Coreia do Sul, ficou em terceiro lugar. O quarto lugar ficou com o bairro de Leith, em Edimburgo, uma antiga área industrial da cidade que tem uma cena criativa emergente e uma lista crescente de restaurantes bem cotados. Completando os cinco primeiros está o artístico Station District de Vilnius, na Lituânia, elogiado pela “Time Out” por sua street art e a cena de bares. 

        O bairro número um, Nørrebro, foi recomendado pela “Time Out” não apenas por causa de seu comércio movimentado, com endereços antigos e novos, mas também por suas recentes iniciativas comunitárias, incluindo o programa de domingo sem carros e uma exposição de arte interativa chamada Usynglige Stier (“Caminhos invisíveis”). 

        Copenhague também foi recentemente reconhecida como a cidade “mais segura” do mundo pelo Índice de Cidades Seguras (SCI, na sigla em inglês) da Economist Intelligence Unit. Nesta semana, o restaurante Noma, um marco contemporâneo de Copenhague, também foi eleito o melhor do mundo.
        
        “As classificações da pesquisa não são o único ponto que importa, também pensamos na „vibe‟, na atmosfera do bairro”, disse McGinn, explicando que os editores aprimoraram a lista aplicando uma perspectiva localizada. “Os bairros das grandes cidades são dinâmicos, mudam rapidamente. E isso traz uma coisa muito boa: olhar para algumas das ideias interessantes que viraram realidade de forma muito veloz durante a Covid-19”.

        A “Time Out” também diz que a sustentabilidade está na vanguarda de decisão: o segundo bairro mais legal, Andersonville, Chicago, foi celebrado por seu programa de compostagem ecologicamente correto, chamado Clark Free Composts, enquanto Sai Kung, em Hong Kong, nono na lista, foi elogiado por suas lojas com zero resíduos e o grupo ambientalista Friends of Sai Kung.

        McGinn disse que a pesquisa destacou como as cidades foram afetadas pela pandemia de forma diferente, mas um fator unificador foi “uma grande mudança em direção ao localismo e hiperlocalismo, que veio para ficar”.

        “As pessoas frequentavam seus bairros, dependiam deles para seu sustento, para a vida da comunidade e social e, em muitos casos, se apaixonavam por eles”, disse a editora-chefe.

        A publicação também destacou empresas e pontos de referência obrigatórios para cada bairro – entre eles locais de música ao vivo como o Corner Hotel em Richmond, Melbourne (número 10) e a cafeteria Graine D‟Or em Ngor, Dakar (número oito).

        Para a editora-chefe, os pontos de referência são a “alma de nossas cidades”. “Quando a „Time Out‟ faz a curadoria do melhor das cidades, nossos editores buscam surpresas alegres: os novos pontos fora do radar que não têm um departamento de marketing habilidoso, mas são maravilhosos. Procuramos todas as coisas óbvias – sabor, autenticidade, excelência – mas também o ingrediente secreto, locais onde a vibração e a experiência realmente mexem com o ambiente e parecem definitivas para este lugar e época”.

Fonte: https://viagemegastronomia.cnnbrasil.com.br/cultura/time-out-escolheos-bairros-mais-legais-do-mundo-em-2021/ Acesso em 08 de outubro de 2021. 
Assinale a alternativa cujas palavras sejam acentuadas pela mesma regra das palavras referência e excelência:
Alternativas
Q4365829 Português
“Time Out” escolhe os bairros “mais legais do mundo” em 2021

        Um centro gastronômico na capital dinamarquesa com novos negócios que prosperaram mesmo no auge da pandemia foi considerado o bairro mais legal do mundo pela revista “Time Out”. Nørrebro, em Copenhague, liderou a lista de 2021 da publicação global. A seleção foi compilada usando uma pesquisa com cerca de 27 mil pessoas que vivem em cidades em todo o mundo, analisada pela equipe global de editores da “Time Out”.

        Para a publicação, o espírito comunitário desempenhou um papel importante na seleção dos melhores distritos na esteira da Covid-19. “A pandemia foi bastante devastadora para as cidades e para as empresas de cultura e hospitalidade”, opinou Caroline McGinn, editorachefe global da “Time Out”, ao CNN Travel. “Mas cada um desses lugares tem sua própria história para contar sobre como as pessoas se uniram para apoiar umas às outras – e como inventaram uma nova cultura ao longo dessa trajetória”.

        Andersonville, em Chicago, conhecido por sua cena LGBTQIA+ próspera e pelos espaços verdes, ficou em segundo lugar na lista. Já o histórico bairro de Jongno 3-ga, em Seul, na Coreia do Sul, ficou em terceiro lugar. O quarto lugar ficou com o bairro de Leith, em Edimburgo, uma antiga área industrial da cidade que tem uma cena criativa emergente e uma lista crescente de restaurantes bem cotados. Completando os cinco primeiros está o artístico Station District de Vilnius, na Lituânia, elogiado pela “Time Out” por sua street art e a cena de bares. 

        O bairro número um, Nørrebro, foi recomendado pela “Time Out” não apenas por causa de seu comércio movimentado, com endereços antigos e novos, mas também por suas recentes iniciativas comunitárias, incluindo o programa de domingo sem carros e uma exposição de arte interativa chamada Usynglige Stier (“Caminhos invisíveis”). 

        Copenhague também foi recentemente reconhecida como a cidade “mais segura” do mundo pelo Índice de Cidades Seguras (SCI, na sigla em inglês) da Economist Intelligence Unit. Nesta semana, o restaurante Noma, um marco contemporâneo de Copenhague, também foi eleito o melhor do mundo.
        
        “As classificações da pesquisa não são o único ponto que importa, também pensamos na „vibe‟, na atmosfera do bairro”, disse McGinn, explicando que os editores aprimoraram a lista aplicando uma perspectiva localizada. “Os bairros das grandes cidades são dinâmicos, mudam rapidamente. E isso traz uma coisa muito boa: olhar para algumas das ideias interessantes que viraram realidade de forma muito veloz durante a Covid-19”.

        A “Time Out” também diz que a sustentabilidade está na vanguarda de decisão: o segundo bairro mais legal, Andersonville, Chicago, foi celebrado por seu programa de compostagem ecologicamente correto, chamado Clark Free Composts, enquanto Sai Kung, em Hong Kong, nono na lista, foi elogiado por suas lojas com zero resíduos e o grupo ambientalista Friends of Sai Kung.

        McGinn disse que a pesquisa destacou como as cidades foram afetadas pela pandemia de forma diferente, mas um fator unificador foi “uma grande mudança em direção ao localismo e hiperlocalismo, que veio para ficar”.

        “As pessoas frequentavam seus bairros, dependiam deles para seu sustento, para a vida da comunidade e social e, em muitos casos, se apaixonavam por eles”, disse a editora-chefe.

        A publicação também destacou empresas e pontos de referência obrigatórios para cada bairro – entre eles locais de música ao vivo como o Corner Hotel em Richmond, Melbourne (número 10) e a cafeteria Graine D‟Or em Ngor, Dakar (número oito).

        Para a editora-chefe, os pontos de referência são a “alma de nossas cidades”. “Quando a „Time Out‟ faz a curadoria do melhor das cidades, nossos editores buscam surpresas alegres: os novos pontos fora do radar que não têm um departamento de marketing habilidoso, mas são maravilhosos. Procuramos todas as coisas óbvias – sabor, autenticidade, excelência – mas também o ingrediente secreto, locais onde a vibração e a experiência realmente mexem com o ambiente e parecem definitivas para este lugar e época”.

Fonte: https://viagemegastronomia.cnnbrasil.com.br/cultura/time-out-escolheos-bairros-mais-legais-do-mundo-em-2021/ Acesso em 08 de outubro de 2021. 
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4365069 Direito Sanitário
Assinale a alternativa correta sobre as Redes de Atenção à Saúde.
Alternativas
Q4353821 Direito Sanitário
A Portaria de Consolidação nº 2, de 28 de setembro de 2017, consolida as normas sobre as Políticas Nacionais de Saúde do SUS. Analise os itens e posteriormente assinale a alternativa correta:

I - Política Nacional de Promoção da Saúde.
II - Política Nacional de Vigilância em Saúde.
III - Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados.
IV - Política de Saúde Mental.
V - Política Nacional de Alimentação e Nutrição.
VI - Política Nacional de Fiscalização do Estatuto do Idoso.
VII - Política Nacional de Fiscalização do Estatuto da Criança e do Adolescente. 
Alternativas
Q4353805 Português
CAPÍTULO I - DE COMO ITAGUAÍ GANHOU UMA CASA DE ORATES


   As crônicas da vila de Itaguaí dizem que em tempos remotos vivera ali um certo médico, o Dr. Simão Bacamarte, filho da nobreza da terra e o maior dos médicos do Brasil, de Portugal e das Espanhas. Estudara em Coimbra e Pádua. Aos trinta e quatro anos regressou ao Brasil, não podendo el-rei alcançar dele que ficasse em Coimbra, regendo a universidade, ou em Lisboa, expedindo os negócios da monarquia.

    — A ciência, disse ele a Sua Majestade, é o meu emprego único; Itaguaí é o meu universo. Dito isso, meteu-se em Itaguaí, e entregou-se de corpo e alma ao estudo da ciência, alternando as curas com as leituras, e demonstrando os teoremas com cataplasmas. Aos quarenta anos casou com D. Evarista da Costa e Mascarenhas, senhora de vinte e cinco anos, viúva de um juiz de fora, e não bonita nem simpática. Um dos tios dele, caçador de pacas perante o Eterno, e não menos franco, admirou-se de semelhante escolha e disse-lho. Simão Bacamarte explicou-lhe que D. Evarista reunia condições fisiológicas e anatômicas de primeira ordem, digeria com facilidade, dormia regularmente, tinha bom pulso, e excelente vista; estava assim apta para dar-lhe filhos robustos, sãos e inteligentes. Se além dessas prendas, únicas dignas da preocupação de um sábio, D. Evarista era mal composta de feições, longe de lastimá-lo, agradecia-o a Deus, porquanto não corria o risco de preterir os interesses da ciência na contemplação exclusiva, miúda e vulgar da consorte. D. Evarista mentiu às esperanças do Dr. Bacamarte, não lhe deu filhos robustos nem mofinos. A índole natural da ciência é a longanimidade; o nosso médico esperou três anos, depois quatro, depois cinco. Ao cabo desse tempo fez um estudo profundo da matéria, releu todos os escritores árabes e outros, que trouxera para Itaguaí, enviou consultas às universidades italianas e alemãs, e acabou por aconselhar à mulher um regímen alimentício especial. A ilustre dama, nutrida exclusivamente com a bela carne de porco de Itaguaí, não atendeu às admoestações do esposo; e à sua resistência, explicável, mas inqualificável, devemos a total extinção da dinastia dos Bacamartes.

   Mas a ciência tem o inefável dom de curar todas as mágoas; o nosso médico mergulhou inteiramente no estudo e na prática da medicina. Foi então que um dos recantos desta lhe chamou especialmente a atenção, o recanto psíquico, o exame de patologia cerebral. Não havia na colônia, e ainda no reino, uma só autoridade em semelhante matéria, mal explorada, ou quase inexplorada. Simão Bacamarte compreendeu que a ciência lusitana, e particularmente a brasileira, podia cobrir-se de "louros imarcescíveis", — expressão usada por ele mesmo, mas em um arroubo de intimidade doméstica; exteriormente era modesto, segundo convém aos sabedores.

    —A saúde da alma, bradou ele, é a ocupação mais digna do médico.

  —Do verdadeiro médico, emendou Crispim Soares, boticário da vila, e um dos seus amigos e comensais. A vereança de Itaguaí, entre outros pecados de que é arguida pelos cronistas, tinha o de não fazer caso dos dementes. Assim é que cada louco furioso era trancado em uma alcova, na própria casa, e, não curado, mas descurado, até que a morte o vinha defraudar do benefício da vida; os mansos andavam à solta pela rua. Simão Bacamarte entendeu desde logo reformar tão ruim costume; pediu licença à Câmara para agasalhar e tratar no edifício que ia construir todos os loucos de Itaguaí e das demais vilas e cidades, mediante um estipêndio, que a Câmara lhe daria quando a família do enfermo o não pudesse fazer. A proposta excitou a curiosidade de toda a vila, e encontrou grande resistência, tão certo é que dificilmente se desarraigam hábitos absurdos, ou ainda maus. A ideia de meter os loucos na mesma casa, vivendo em comum, pareceu em si mesma sintoma de demência, e não faltou quem o insinuasse à própria mulher do médico.

(...)

   Uma vez empossado da licença começou logo a construir a casa. Era na Rua Nova, a mais bela rua de Itaguaí naquele tempo, tinha cinquenta janelas por lado, um pátio no centro, e numerosos cubículos para os hóspedes. Como fosse grande arabista, achou no Corão que Maomé declara veneráveis os doidos, pela consideração de que Alá lhes tira o juízo para que não pequem. A ideia pareceu-lhe bonita e profunda, e ele a fez gravar no frontispício da casa; mas, como tinha medo ao vigário, e por tabela ao bispo, atribuiu o pensamento a Benedito VIII, merecendo com essa fraude aliás pia, que o Padre Lopes lhe contasse, ao almoço, a vida daquele pontífice eminente.

   A Casa Verde foi o nome dado ao asilo, por alusão à cor das janelas, que pela primeira vez apareciam verdes em Itaguaí. Inaugurou-se com imensa pompa; de todas as vilas e povoações próximas, e até remotas, e da própria cidade do Rio de Janeiro, correu gente para assistir às cerimônias, que duraram sete dias. Muitos dementes já estavam recolhidos; e os parentes tiveram ocasião de ver o carinho paternal e a caridade cristã com que eles iam ser tratados. D. Evarista, contentíssima com a glória do marido, vestira-se luxuosamente, cobriu-se de jóias, flores e sedas. Ela foi uma verdadeira rainha naqueles dias memoráveis; ninguém deixou de ir visitá-la duas e três vezes, apesar dos costumes caseiros e recatados do século, e não só a cortejavam como a louvavam; porquanto, e este fato é um documento altamente honroso para a sociedade do tempo, porquanto viam nela a feliz esposa de um alto espírito, de um varão ilustre, e, se lhe tinham inveja, era a santa e nobre inveja dos admiradores. Ao cabo de sete dias expiraram as festas públicas; Itaguaí, tinha finalmente uma casa de orates.


Fonte: Machado de Assis. O alienista.
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4327418 Legislação Federal
Segundo a LEI Nº 8.027, DE 12 DE ABRIL DE 1990, é dever do servidor público:
Alternativas
Q4327415 Direito Sanitário
Um novo alimento embalado está sendo produzido e deverá ser realizada a rotulagem desse produto. Conforme a RDC ANVISA Nº 259, DE 20 DE SETEMBRO DE 2002, assinale a alternativa que descreve as informações minimamente obrigatórias que devem conter na rotulagem. 
Alternativas
Q4321763 Redes de Computadores
Considerando as definições de Internet, Intranet, E-mail e seus protocolos, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. A intranet é uma rede de computadores privada que assenta sobre a suíte de protocolos da Internet, porém, de uso exclusivo de um determinado local, como, por exemplo, a rede de uma empresa, que só pode ser acessada pelos seus utilizadores ou colaboradores internos.
II. A Intranet por ser uma rede de computadores privada, nunca poderá ser acessada através de uma conexão de Internet. Esta restrição é importante para garantir a segurança de acesso da Intranet.
III. SMTP é um protocolo utilizado pelos clientes de e-mail para enviar mensagens para o provedor através da Internet. 
IV. POP é um protocolo da série TCP/IP utilizado para receber mensagens. Este protocolo é utilizado por clientes de e-mails, e permite o download (transferência) das mensagens do provedor para o computador do usuário.
Alternativas
Q4321762 Segurança da Informação
O conceito de Segurança da Informação se aplica a todos os aspectos de proteção das informações e dos dados. Assinale a alternativa que apresenta o princípio que melhor representa a definição: “Está relacionado com a preservação da precisão, consistência e confiabilidade das informações e sistemas pela empresa ao longo dos processos ou de seu ciclo de vida. É importante que os dados circulem ou sejam armazenados do mesmo modo como foram criados, ou seja, sem que haja interferência externa que possa corrompê-los ou danificálos”.
Alternativas
Q4321761 Noções de Informática
Trabalhando com a planilha eletrônica do pacote Microsoft Office, MS-Excel 2016, (versão em português e em sua configuração padrão), assinale a alternativa que descreve o resultado da fórmula: =PROCV( )
Alternativas
Q4321760 Noções de Informática
Considerando o MS-Word 2016, em português e em sua configuração padrão, assinale a alternativa correta.

I. Se o usuário, usando o Word 2016, clicar na guia “Referências”, na opção Pesquisar, o painel de busca será aberto do lado direito da tela com todos resultados da pesquisa na internet, conforme o tipo de conteúdo que estiver selecionado no texto.
II. No Word 2016, o usuário poderá facilmente adicionar citações ao escrever um documento em que precise citar suas fontes, como um artigo de pesquisa. Para encontrar esse recurso, clique na guia “Inserir” na barra de ferramentas do Word 2016 e depois em Inserir citação. Um pequeno menu aparecerá com duas opções: Adicionar Nova Fonte Bibliográfica e Adicionar Novo Espaço Reservado.
III. No Word 2016, uma referência cruzada permite criar vínculos com outras partes do mesmo documento. Por exemplo, você pode usar uma referência cruzada para criar vínculo com um gráfico que aparece em algum lugar no documento. A referência cruzada aparece como um link que leva o leitor até o item referenciado.
IV. Se o usuário estiver fazendo um documento no Word 2016 e precisar inserir uma fórmula matemática, poderá contar com a ferramenta Equação que o Word 2016 oferece na guia “inserir”. O usuário terá a possibilidade de escolher entre diferentes modelos de fórmulas para inserir no seu documento conforme a sua necessidade.
Alternativas
Respostas
19821: B
19822: E
19823: E
19824: A
19825: C
19826: C
19827: A
19828: B
19829: A
19830: C
19831: B
19832: B
19833: D
19834: E
19835: D
19836: B
19837: B
19838: C
19839: A
19840: B