Questões de Concurso Comentadas para guarda municipal

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Q1298709 Direito do Consumidor

Configura crime previsto no Código de Defesa do Consumidor: 

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Q1298707 Direito do Consumidor
De acordo com previsão do Código de Defesa do Consumidor, o fabricante, o construtor, o produtor ou importador só NÃO será responsabilizado quando provar, dentre outras hipóteses,
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Q1298706 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo

Configura requisito necessário para a inscrição no concurso público para o ingresso no Quadro da Guarda Municipal Comunitária, entre outros,

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Q1298705 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo

O desempenho das atribuições do Guarda Municipal Comunitário nos campos operacional ou administrativo, implica na condução de veículos automotores e no porte de arma, sendo responsabilidade do Guarda Municipal Comunitário manter estas habilitações válidas, sendo que

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Q1298704 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
NÃO configura competência da Guarda Municipal Comunitária de Santana de Parnaíba: 
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Q1298703 Atualidades
O PIB (Produto Interno Bruto) é a principal referência para medir a atividade e o tamanho de uma economia, estimar sua prosperidade e compará-la com outras. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) calcula o PIB do Brasil colhendo dados em três áreas:
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Q1298702 Atualidades
Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), há no mundo mais de 12 milhões de pessoas trabalhando em situação de escravidão, a maioria mulheres e crianças. As regiões onde há maior concentração de trabalho escravo são:
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Q1298701 Atualidades
Assinale a alternativa que corresponde ao nome dado à onda de protestos e revoluções populares contra governos do mundo árabe, que eclodiu em 2011 pedindo democracia.
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Q1298700 Atualidades
A formação de blocos econômicos acelerou o comércio mundial. Os acordos entre países reduziram as barreiras comerciais, no processo conhecido como liberalização comercial. O Brasil faz parte do bloco econômico chamado de
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Q1298680 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Em “Desde o início dos anos 2000”, o termo destacado é

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Q1298679 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Assinale a alternativa que contenha palavras que, tal como em “homicídio”, também são grafadas com H.

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Q1298678 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Assinale a alternativa em que a concordância verbal seja respeitada, como em “O aumento dos assassinatos começou a ser detectado” (linha 1).
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Q1298677 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

O texto defende a ideia de que o principal ponto, além das propostas de solução de longo prazo, é 
Alternativas
Q1298676 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Na década de 80, os homicídios
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Q1298675 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Historicamente, a precariedade com que a urbanização aconteceu em São Paulo tem a ver com
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Q1298674 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

De acordo com o texto, a partir de 1975 o quadro de violência agravou-se em São Paulo. Dentre as possíveis causas, estão
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Ano: 2012 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Sete Lagoas - MG
Q1199451 Português
De 23 a 26 de novembro de 2011, Sete Lagoas se transformou na capital cultural do Estado, durante a segunda edição da Literata, festa literária da cidade. Promovido pela Iveco, o evento veio para reforçar a iniciativa certeira da montadora de caminhões, aumentando ainda mais os resultados conquistados na primeira edição, em 2010. Foram mais de cinco mil pessoas prestigiando mesas redondas, exposições, oficinas, sessões de cinema e shows, que exploraram todo o universo do autor homenageado, o escritor mineiro Fernando Sabino. 
Logo em sua primeira noite, cerca de 400 pessoas marcaram presença para assistir ao debate Fernando Sabino – O homem, o escritor, sua contribuição, com Ignácio de Loyola Brandão e Mauro Ventura e mediação do curador da festa, Humberto Werneck. Durante o debate, os convidados contaram, de forma lúdica e com muito bom humor, como as obras de Sabino influenciaram suas carreiras profissionais e até a vida pessoal, além de ressaltar características marcantes do homenageado e do seu legado. “Sabino conta o que está em volta da gente. Ele sabia tirar dessa nossa vida, dos nossos interiores, o que era liberdade, o que era sonho. Sabino não era grande pro acaso, ele era grande porque era grande”, contou o escritor e jornalista Ignácio de Loyola Brandão. 
O diretor de comunicação da Iveco, Marco Piquini, falou sobre a importância de promover eventos como a Literata a fim de disseminar a cultura e ampliar as oportunidades de conhecimento. “A literatura nos leva a conhecer países e culturas distantes e, mesmo com tanta diversidade, nos faz ver que somos todos iguais. A literatura nos humaniza, e esse é um dos motivos que levaram a Iveco a presentear Sete Lagoas, pelo segundo ano consecutivo, com essa grande festa”, disse. O secretário de cultura e comunicação social de Sete Lagoas, Freddy Antoniazzi, reforçou a importância da Literata: “um projeto de cultura e literatura é mais que louvável, é admirável”.                                                                                   
( Portal Sete Lagoas. Fonte: Rede Comunicação de Resultado ).
A ideia central do texto é a de demonstrar que a cidade de Sete Lagoas
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Ano: 2012 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Sete Lagoas - MG
Q1195946 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
SIgLAS gM – guarda Municipal gMSL – guarda Municipal de Sete Lagoas RIgM – Regimento Interno da guarda Municipal de Sete Lagoas PSL – Prefeitura de Sete Lagoas RCONT – Regulamento de Continências, honras, Sinais de Respeito, Cerimonial e Uniformes da gMSL CTB – Código de Trânsito Brasileiro
A QUESTÃO ABAIXO TRATA DO REGULAMENTO DE CONTINÊNCIAS, HONRAS, SINAIS DE RESPEITO, CERIMONAL E UNIFORMES DA GMSL.

No mastro principal da GM, no que condiz à Bandeira Nacional, o RCONT cita que:
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Ano: 2012 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Sete Lagoas - MG
Q1195790 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
SIgLAS gM – guarda Municipal gMSL – guarda Municipal de Sete Lagoas RIgM – Regimento Interno da guarda Municipal de Sete Lagoas PSL – Prefeitura de Sete Lagoas RCONT – Regulamento de Continências, honras, Sinais de Respeito, Cerimonial e Uniformes da gMSL CTB – Código de Trânsito Brasileiro
A QUESTÃO ABAIXO TRATA DO REGULAMENTO DE CONTINÊNCIAS, HONRAS, SINAIS DE RESPEITO, CERIMONAL E UNIFORMES DA GMSL.

Assinale a alternativa CORRETA em relação às honras devidas pela GMSL:
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Q599786 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Aurélio, pessoa com 17 (dezessete) anos de idade, foi flagrado por guardas municipais pichando o muro de uma escola municipal. Sobre essa situação, analise as seguintes proposições: 
I. O ato de pichar muros não pode ser considerado como ato infracional, pois se trata de mera contravenção penal. 
II. Os guardas municipais devem apreender o menor e encaminhá-lo imediatamente à autoridade policial competente. 
III. Aurélio deve ser apreendido, mas não poderá ser conduzido ou transportado em compartimento fechado de veículo policial, em condições atentatórias à sua dignidade, ou que impliquem risco à sua integridade física ou mental, sob pena de responsabilidade. 
IV. Aurélio deve ser apreendido e independentemente de ele esboçar alguma resistência ou não à apreensão, poderá ser algemado se isso facilitar seu transporte. 
V. O adolescente deverá ser apreendido e tem direito à identificação dos responsáveis pela sua apreensão.

Está correto o que se afirma apenas em:
Alternativas
Respostas
9341: B
9342: C
9343: C
9344: D
9345: B
9346: A
9347: D
9348: B
9349: D
9350: D
9351: B
9352: C
9353: A
9354: D
9355: A
9356: B
9357: B
9358: C
9359: A
9360: C