Questões de Concurso
Comentadas para arquiteto urbanista
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De acordo com o Código de Segurança e Prevenção Contra Incêndio e Pânico do estado do Rio Grande do Norte – Capítulo V – das exigências dos dispositivos de proteção contra incêndio – Seção VI – ocupação reunião pública, “as edificações devem atender as exigências de dispositivos de proteção contra incêndio, de acordo com a área construída e altura da edificação, conforme disposto no Art. 8º destas especificações, devendo, ainda, atender a diversos requisitos”, entre os quais:
I. Deverá dispor de renovação de ar ambiente através de ventilação natural.
II. Ambientes com mais de 80 lugares, além das aberturas normais de entrada, deverão dispor de saídas de emergência com largura mínima de 2,20 m, acrescendo-se uma unidade de passagem de 0,55 m para excedentes de 100 pessoas.
III. Edificações com mais de um pavimento terão escadas com largura mínima de 1,60 m, para público de até 200 pessoas, acrescendo-se uma unidade de passagem de 0,55 m, para excedentes de 100 pessoas.
IV. Deverão dispor de locais de espera com área obedecendo a proporção de 12 m2 para público de 200 pessoas, acrescendo-se 2 m2 para excedentes de 100 pessoas.
V. É obrigatória a utilização de rampa em estabelecimentos com lotação superior a 5.000 pessoas, considerando a largura de 1,50 m para cada 1.000 pessoas, não podendo ser a rampa de largura inferior a 3,50 m.
VI. Nos cinemas, auditórios e demais locais onde as cadeiras estejam dispostas em fileiras e colunas, não é permitido assento junto às paredes, devendo distanciar-se destas de no mínimo 1,00 m.
VII. É permitido o número máximo de 15 assentos por fila e de 20 assentos por coluna.
VIII. É obrigatória a distância mínima de 1,20 m entre séries de assentos.
Estão corretas as afirmativas
De acordo com a ABNT NBR 9050/2015, analise as afirmativas, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Banheiros acessíveis e vestiários com banheiros conjugados devem prever área de manobra para rotação de 300° para circulação de cadeirantes.
( ) Os boxes devem ser providos de banco articulado ou removível, com cantos arredondados e superfície antiderrapante impermeável, ter profundidade mínima de 0,45 m, altura de 0,46 m do piso acabado e comprimento mínimo de 0,70 m, instalados no eixo entre as barras.
( ) Quando houver porta no boxe, esta deve ter vão com largura livre mínima de 0,80 m e ser confeccionada em material resistente a impacto e a área de varredura da porta não pode interferir na área de transferência da cadeira de rodas para o banco.
( ) Bancos e dispositivos de fixação devem suportar um esforço de 150 kg.
( ) As dimensões mínimas dos boxes de chuveiros devem ser de 0,90 m × 0,95 m.
( ) Nos chuveiros e banheiras recomenda-se o uso de equipamentos com válvula termostática, que evita o risco de queimaduras ou o uso de monocomandos. Quando do emprego de registros de pressão para a mistura das águas quente e fria, estes devem ser acionados por alavanca com curso de no máximo 1/2 volta.
( ) Os boxes para chuveiros devem ser providos de barras de apoio de 90° na parede lateral ao banco, e na parede de fixação do banco deve ser instalada uma barra vertical e duas horizontais.
( ) Deve ser prevista área de transferência lateral para plataforma fixa ou móvel, de forma a permitir aproximação paralela à banheira.
( ) A altura da banheira deve ser de no máximo 0,46 m do piso acabado e o acionamento dos comandos devem estar a uma altura de 0,80 m também do piso acabado.
( ) A banheira deve ser provida de duas barras de apoio horizontais na parede frontal e uma vertical na parede lateral, do mesmo lado da plataforma.
( ) A plataforma para transferência, bem como o fundo da banheira, devem ter superfície antiderrapante e não podem ser excessivamente abrasivos.
( ) A existência da banheira acessível faculta a existência de boxe acessível para chuveiro.
A sequência está correta em
“A Casa da Moeda interrompeu a produção de passaportes comuns e de urgência. O motivo, segundo a empresa pública em nota divulgada nesta quarta-feira (30/06/16), foi um defeito em uma das máquinas utilizadas na produção do documento. A previsão é que a confecção de novos passaportes seja retomada na próxima semana.”
(Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-06/casa-da-moeda-suspende-producao-de-passaporte-por-falha-em-maquina.)
Sobre o passaporte, assinale a afirmativa correta.
Analise as afirmativas sobre procedimentos de backup.
I. O backup de cópia copia todos os arquivos selecionados e os marca como arquivos que passaram por backup.
II. O backup diferencial copia arquivos criados ou alterados desde o último backup normal ou incremental e os marca como arquivos que passaram por backup.
III.O backup incremental copia somente os arquivos criados ou alterados desde o último backup normal ou incremental e os marca como arquivos que passaram por backup.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
Analise as seguintes afirmativas sobre as teclas de atalho do navegador Internet Explorer 9 (Configuração Padrão – Idioma Português Brasil).
I. As teclas Ctrl+H são utilizadas para abrir os favoritos.
II. As teclas Ctrl+Tab são utilizadas para alternar entre as guias.
III. As teclas Alt+L são utilizadas para localizar um conteúdo em uma página.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
Considere a planilha produzida com a ferramenta Microsoft Office Excel 2007 (configuração padrão):

Se o usuário digitar a fórmula =SE(MÉDIA(B1;B2)>=C3;SOMA(A3:C3);MÁXIMO(B1:B3)) na célula A6, pode-se afirmar
que o resultado será:
Sobre comandos utilizados em Sistemas Operacionais Linux, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O comando ls é utilizado para listar todos os arquivos do diretório.
( ) O comando addir é utilizado para criar um novo diretório.
( ) O comando chmod modifica as permissões de um arquivo ou diretório.
( ) O comando dir exibe o caminho completo do diretório atual.
A sequência está correta em
Textos para responder a questão a seguir.
Texto I
Aristóteles, o defensor da instrução para a virtude
O primeiro lógico via na escola o caminho para a vida pública e o exercício da ética.
De todos os grandes pensadores da Grécia antiga, Aristóteles (384-322 a.C.) foi o que mais influenciou a civilização ocidental. Até hoje o modo de pensar e produzir conhecimento deve muito ao filósofo. Foi ele o fundador da ciência que ficaria conhecida como lógica e suas conclusões nessa área não tiveram contestação alguma até o século 17. Sua importância no campo da educação também é grande, mas de modo indireto. Poucos de seus textos específicos sobre o assunto chegaram a nossos dias. A contribuição de Aristóteles para o ensino está principalmente em escritos sobre outros temas.
As principais obras de onde se pode tirar informações pedagógicas são as que tratam de política e ética. “Em ambos os casos o objetivo final era obter a virtude”, diz Carlota Boto, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. “Em suas reflexões sobre ética, Aristóteles afirma que o propósito da vida humana é a obtenção do que ele chama de vida boa. Isso significava ao mesmo tempo vida do bem e vida harmoniosa.” Ou seja, para Aristóteles, ser feliz e ser útil à comunidade eram dois objetivos sobrepostos, e ambos estavam presentes na atividade pública. O melhor governo, dizia ele, seria “aquele em que cada um melhor encontra o que necessita para ser feliz”.
(Márcio Ferrari. Disponível em: http://novaescola.org.br/formacao/aristoteles-428110.shtml. Fragmento.)
Texto II
Émile Durkheim, o criador da sociologia da educação
Para o sociólogo francês, a principal função do professor é formar cidadãos capazes de contribuir para a harmonia social.
Em cada aluno há dois seres inseparáveis, porém distintos. Um deles seria o que o sociólogo francês Émile Durkheim (1858-1917) chamou de individual. Tal porção do sujeito – o jovem bruto –, segundo ele, é formada pelos estados mentais de cada pessoa. O desenvolvimento dessa metade do homem foi a principal função da educação até o século 19. Principalmente por meio da psicologia, entendida então como a ciência do indivíduo, os professores tentavam construir nos estudantes os valores e a moral. A caracterização do segundo ser foi o que deu projeção a Durkheim. “Ele ampliou o foco conhecido até então, considerando e estimulando também o que concebeu como o outro lado dos alunos, algo formado por um sistema de ideias que exprimem, dentro das pessoas, a sociedade de que fazem parte”, explica Dermeval Saviani, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas.
(Márcio Ferrari. Disponível em: http://novaescola.org.br/formacao/criador-sociologia-educacao-423124.shtml. Fragmento.)
Texto para responder a questão a seguir.
O que há de errado com a globalização?
“Não é possível ter hiperglobalização, democracia e soberania nacional ao mesmo tempo”, afirma Dani Rodrik, em The globalization paradox.
O Reino Unido decide sair da União Europeia (UE), depois de uma campanha inflamada contra a imigração. A xenofobia cresce no continente, às voltas com a maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial. Nos Estados Unidos, Donald Trump leva a candidatura presidencial republicana com uma plataforma paranoica, que prevê proibir a entrada de muçulmanos no país, deportar 11 milhões de ilegais e erguer um gigantesco muro na fronteira com o México. Pela primeira vez desde a crise de 2008, a Organização Mundial do Comércio (OMC) registra, em 2015, queda no comércio global de mercadorias. O protecionismo se torna não apenas mais popular, mas também mais difícil de desarmar. Três em cada quatro das mais de 2.500 barreiras comerciais impostas desde 2008 continuam em vigor. O estoque cresce a um ritmo de quase 100 por ano, e as medidas de abertura de mercado mal as compensam. O que deu errado com a globalização? O livre-comércio não era o atalho mais rápido para o crescimento? Não era inevitável que o mundo se tornasse mais aberto, até alcançar o fluxo livre de mercadorias, serviços, dinheiro e até pessoas?
O plebiscito britânico mostra que não. Ele faz tremer a integração europeia, uma ideia que nasceu nos anos 1950 para evitar novas guerras e tragédias no continente. De início apenas econômico, o projeto ganhou forma política com a UE, em 1992. Era uma época em que a queda do Muro de Berlim e a globalização punham em questão as fronteiras e os Estados nacionais. A visão de mundo dominante pregava uma variante do seguinte discurso: “O Estado-nação é passado. As fronteiras desapareceram. A distância morreu. A Terra é plana. Nossas identidades não estão limitadas pelo lugar onde nascemos”. É assim, com certa ironia, que o economista turco Dani Rodrik, da Universidade Princeton, descreve os projetos de governança global, como a UE, em seu livro The globalization paradox: democracy and the future of the world economy (O paradoxo da globalização: democracia e o futuro da economia mundial). No mundo, a UE foi a instituição que levou mais longe, no plano político, o sonho global. Mas o Reino Unido sempre pensou diferente. “O interesse britânico na Europa sempre foi primariamente econômico”, dizia Rodrik já em 2011. “Sua abordagem minimalista diante da construção de instituições europeias contrasta agudamente com as metas federalistas mais ambiciosas, de França e Alemanha.”
(Helio Gurovitz, 26/06/2016. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/helio-gurovitz/noticia/2016/06/o-que-ha-de-errado-comglobalizacao.html. Fragmento.)