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Q3874124 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Analise as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA:

I - A palavra mobilidade possui sufixo.

II - As palavras tratamento e internada possuem sufixos.

III - A palavra possibilidade possui prefixo e sufixo. 
Alternativas
Q3874123 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.
Alternativas
Q3874122 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa na qual a palavra seja acentuada pela mesma regra que justifica a acentuação na palavra saúde
Alternativas
Q3874121 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pela oração subordinada em destaque no período: Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas
Alternativas
Q3874120 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa que apresente a justificativa adequada para o emprego da primeira vírgula no período: Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora. 
Alternativas
Q3874119 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa na qual a letra c da palavra NÃO represente o mesmo fonema representado pela letra c na palavra aplicação
Alternativas
Q3874118 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3874117 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa cuja crase seja empregada pela mesma justificativa do seu emprego no período: A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos. 
Alternativas
Q3874116 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa na qual as duas palavras sejam proparoxítonas: 
Alternativas
Q3874115 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa na qual as duas palavras possuam dígrafos: 
Alternativas
Q3872641 Administração Pública
Em consonância com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 11 (ODS 11), o topo da pirâmide invertida dos transportes é constituído pelos 
Alternativas
Q3872640 Administração de Recursos Materiais
Um servidor da Gerência Administrativa e de Planejamento precisa dimensionar o estoque de segurança de determinado item de escritório cujo consumo médio é de 80 unidades por semana. Ele sabe que o seu lead time para fornecimento é de quatro semanas e a política de estoque do órgão determina que seu ponto de reposição seja realizado em 350 unidades no estoque. Logo, à quantidade de estoque de segurança necessária para este item, em unidades, é de: 
Alternativas
Q3872638 Gestão de Pessoas
A complexidade da avaliação em equipes multiculturais pode requerer a análise da macrocultura das nações e, para isso, Hofstede desenvolveu dimensões que permitem categorizá-las e compará-las. Sendo assim, uma das dimensões categorizadas por este autor que indica a variação em que as pessoas em uma situação hierárquica enfrentam o problema de lidar com as agressões refere-se 
Alternativas
Q3872637 Legislação Federal
De acordo com o artigo 6º do Decreto nº 55.861/2023, estão dispensadas do registro do Plano de Contratações Anual (PCA) todas as contratações realizadas mediante 
Alternativas
Q3872636 Administração de Recursos Materiais
Em uma situação cuja demanda de um produto é previsível e sua oferta caracteriza-se por lead times longos, o administrador de suprimentos deve adotar a estratégia genérica denominada: 
Alternativas
Q3872634 Administração de Recursos Materiais
O leiaute de um almoxarifado tem por objetivo integrar pessoas, máquinas e materiais, para permitir uma produção eficiente. Neste sentido, em um sistema de produção em lotes no qual o produto sofre frequentes modificações, adequa-se melhor utilizar o leiaute de 
Alternativas
Q3872633 Legislação Estadual
A Lei nº 12.765/2005 do Estado de Pernambuco, em seu artigo 7º, NÃO permite a celebração de contrato de Parceria Público-Privada na condição cujo: 
Alternativas
Q3872631 Legislação Estadual
O desenvolvimento funcional do Analista de Regulação, de acordo com a Lei Complementar Estadual nº 259/2013, ocorre por progressão e, havendo empate na classificação, o primeiro critério para desempate leva em consideração o seguinte atributo:  
Alternativas
Q3872630 Gestão de Pessoas
Muito embora as emoções e as atitudes, geralmente, levem ao comportamento, o oposto também ocorre, por exemplo, quando um funcionário percebe uma inconsistência entre suas crenças, sentimentos e ações em relação à empresa. Reconhece-se nesta situação uma 
Alternativas
Q3872629 Psicologia
De acordo com “Teoria das necessidades aprendidas” do psicólogo David MeClelland, as pessoas em posição de tomadas de decisões, com potencial para gerar conflitos e para alocação eficaz de recursos escassos, tendem a ter, relativamente: 
Alternativas
Respostas
561: A
562: A
563: E
564: D
565: C
566: D
567: B
568: B
569: B
570: C
571: D
572: C
573: A
574: B
575: E
576: D
577: B
578: A
579: D
580: C