Questões de Concurso
Comentadas para cuidador
Foram encontradas 4.558 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
( ) Ser identificado e tratado pelo nome ou sobrenome e não por números, códigos ou de modo genérico, desrespeitoso ou preconceituoso.
( ) Ser acompanhado por familiar ou pessoa indicada, se assim desejar, nas consultas e exames, durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.
( ) Consentir ou recusar, de forma voluntária e esclarecida, procedimentos médicos de qualquer natureza.
A sequência está correta em
Mas será esse consumo desenfreado a única alternativa evolucionária do ser humano? Será que o nosso caminho natural, da aurora dos tempos ao fim da espécie, passa, necessariamente, pelas Casas Bahia? Há menos intenção crítica de minha parte do que curiosidade antropológica na questão. Criticar o consumismo é chover no molhado, e é, de certa maneira, rejeitar a própria condição humana, já que parte ponderável do nosso tempo e da nossa energia são gastos com o consumo. Isso não impede que eu considere uma das grandes tragédias da nossa época, a apresentação do consumismo como cura para todos os males; mas essa é outra história.
O que me intriga é: o que faria o ser humano se não consumisse; e, onde ficam as fronteiras do consumo estritamente necessário para saber o que seria um hipotético humano não-consumista. E não, não adianta olhar para qualquer ponto de miséria extrema do planeta para obter a resposta, porque ela nunca está nos extremos. O que faria hoje um bípede médio em circunstâncias médias se, em algum momento ao longo dos últimos dois milhões de anos, nós não tivéssemos nos afastado dos demais animais inventando formas radicalmente novas de buscar comida, cobrir o corpo, fabricar utensílios e parcelar o pagamento?
Ouço analistas econômicos discorrendo sobre a necessidade de se “aquecer as vendas”; observo o governo empurrando taxas de juros para aumentar ou conter o consumo. De tudo, fica a impressão de que o mundo só está de pé, se é que está, porque as pessoas vão às compras. Será que essa é mesmo a nossa maior finalidade existencial, aquela que garante a sobrevivência da espécie?
Não estou descobrindo nenhuma novidade. Não falta quem estude o assunto, que já preocupava pensadores do século retrasado. Num nível mais simples, me basta uma única página do Aurélio, que traz tanto a definição de consumo, a “utilização de mercadorias e serviços para satisfação das necessidades humanas”, quanto a de consumismo, “sistema que favorece o consumo exagerado”. E o que é exagerado? Ah, aí preciso ir a outra página, onde, entre um verbete e outro, chego à conclusão de que não há definição possível para a essência da coisa, pelo simples motivo de que, embora qualquer um de nós saiba reconhecer um exagero quando o vê, o que é exagero para um pode ser necessidade básica para outro. E aí recomeçamos tudo do zero.
Mas será esse consumo desenfreado a única alternativa evolucionária do ser humano? Será que o nosso caminho natural, da aurora dos tempos ao fim da espécie, passa, necessariamente, pelas Casas Bahia? Há menos intenção crítica de minha parte do que curiosidade antropológica na questão. Criticar o consumismo é chover no molhado, e é, de certa maneira, rejeitar a própria condição humana, já que parte ponderável do nosso tempo e da nossa energia são gastos com o consumo. Isso não impede que eu considere uma das grandes tragédias da nossa época, a apresentação do consumismo como cura para todos os males; mas essa é outra história.
O que me intriga é: o que faria o ser humano se não consumisse; e, onde ficam as fronteiras do consumo estritamente necessário para saber o que seria um hipotético humano não-consumista. E não, não adianta olhar para qualquer ponto de miséria extrema do planeta para obter a resposta, porque ela nunca está nos extremos. O que faria hoje um bípede médio em circunstâncias médias se, em algum momento ao longo dos últimos dois milhões de anos, nós não tivéssemos nos afastado dos demais animais inventando formas radicalmente novas de buscar comida, cobrir o corpo, fabricar utensílios e parcelar o pagamento?
Ouço analistas econômicos discorrendo sobre a necessidade de se “aquecer as vendas”; observo o governo empurrando taxas de juros para aumentar ou conter o consumo. De tudo, fica a impressão de que o mundo só está de pé, se é que está, porque as pessoas vão às compras. Será que essa é mesmo a nossa maior finalidade existencial, aquela que garante a sobrevivência da espécie?
Não estou descobrindo nenhuma novidade. Não falta quem estude o assunto, que já preocupava pensadores do século retrasado. Num nível mais simples, me basta uma única página do Aurélio, que traz tanto a definição de consumo, a “utilização de mercadorias e serviços para satisfação das necessidades humanas”, quanto a de consumismo, “sistema que favorece o consumo exagerado”. E o que é exagerado? Ah, aí preciso ir a outra página, onde, entre um verbete e outro, chego à conclusão de que não há definição possível para a essência da coisa, pelo simples motivo de que, embora qualquer um de nós saiba reconhecer um exagero quando o vê, o que é exagero para um pode ser necessidade básica para outro. E aí recomeçamos tudo do zero.
Mas será esse consumo desenfreado a única alternativa evolucionária do ser humano? Será que o nosso caminho natural, da aurora dos tempos ao fim da espécie, passa, necessariamente, pelas Casas Bahia? Há menos intenção crítica de minha parte do que curiosidade antropológica na questão. Criticar o consumismo é chover no molhado, e é, de certa maneira, rejeitar a própria condição humana, já que parte ponderável do nosso tempo e da nossa energia são gastos com o consumo. Isso não impede que eu considere uma das grandes tragédias da nossa época, a apresentação do consumismo como cura para todos os males; mas essa é outra história.
O que me intriga é: o que faria o ser humano se não consumisse; e, onde ficam as fronteiras do consumo estritamente necessário para saber o que seria um hipotético humano não-consumista. E não, não adianta olhar para qualquer ponto de miséria extrema do planeta para obter a resposta, porque ela nunca está nos extremos. O que faria hoje um bípede médio em circunstâncias médias se, em algum momento ao longo dos últimos dois milhões de anos, nós não tivéssemos nos afastado dos demais animais inventando formas radicalmente novas de buscar comida, cobrir o corpo, fabricar utensílios e parcelar o pagamento?
Ouço analistas econômicos discorrendo sobre a necessidade de se “aquecer as vendas”; observo o governo empurrando taxas de juros para aumentar ou conter o consumo. De tudo, fica a impressão de que o mundo só está de pé, se é que está, porque as pessoas vão às compras. Será que essa é mesmo a nossa maior finalidade existencial, aquela que garante a sobrevivência da espécie?
Não estou descobrindo nenhuma novidade. Não falta quem estude o assunto, que já preocupava pensadores do século retrasado. Num nível mais simples, me basta uma única página do Aurélio, que traz tanto a definição de consumo, a “utilização de mercadorias e serviços para satisfação das necessidades humanas”, quanto a de consumismo, “sistema que favorece o consumo exagerado”. E o que é exagerado? Ah, aí preciso ir a outra página, onde, entre um verbete e outro, chego à conclusão de que não há definição possível para a essência da coisa, pelo simples motivo de que, embora qualquer um de nós saiba reconhecer um exagero quando o vê, o que é exagero para um pode ser necessidade básica para outro. E aí recomeçamos tudo do zero.
Mas será esse consumo desenfreado a única alternativa evolucionária do ser humano? Será que o nosso caminho natural, da aurora dos tempos ao fim da espécie, passa, necessariamente, pelas Casas Bahia? Há menos intenção crítica de minha parte do que curiosidade antropológica na questão. Criticar o consumismo é chover no molhado, e é, de certa maneira, rejeitar a própria condição humana, já que parte ponderável do nosso tempo e da nossa energia são gastos com o consumo. Isso não impede que eu considere uma das grandes tragédias da nossa época, a apresentação do consumismo como cura para todos os males; mas essa é outra história.
O que me intriga é: o que faria o ser humano se não consumisse; e, onde ficam as fronteiras do consumo estritamente necessário para saber o que seria um hipotético humano não-consumista. E não, não adianta olhar para qualquer ponto de miséria extrema do planeta para obter a resposta, porque ela nunca está nos extremos. O que faria hoje um bípede médio em circunstâncias médias se, em algum momento ao longo dos últimos dois milhões de anos, nós não tivéssemos nos afastado dos demais animais inventando formas radicalmente novas de buscar comida, cobrir o corpo, fabricar utensílios e parcelar o pagamento?
Ouço analistas econômicos discorrendo sobre a necessidade de se “aquecer as vendas”; observo o governo empurrando taxas de juros para aumentar ou conter o consumo. De tudo, fica a impressão de que o mundo só está de pé, se é que está, porque as pessoas vão às compras. Será que essa é mesmo a nossa maior finalidade existencial, aquela que garante a sobrevivência da espécie?
Não estou descobrindo nenhuma novidade. Não falta quem estude o assunto, que já preocupava pensadores do século retrasado. Num nível mais simples, me basta uma única página do Aurélio, que traz tanto a definição de consumo, a “utilização de mercadorias e serviços para satisfação das necessidades humanas”, quanto a de consumismo, “sistema que favorece o consumo exagerado”. E o que é exagerado? Ah, aí preciso ir a outra página, onde, entre um verbete e outro, chego à conclusão de que não há definição possível para a essência da coisa, pelo simples motivo de que, embora qualquer um de nós saiba reconhecer um exagero quando o vê, o que é exagero para um pode ser necessidade básica para outro. E aí recomeçamos tudo do zero.
Mas será esse consumo desenfreado a única alternativa evolucionária do ser humano? Será que o nosso caminho natural, da aurora dos tempos ao fim da espécie, passa, necessariamente, pelas Casas Bahia? Há menos intenção crítica de minha parte do que curiosidade antropológica na questão. Criticar o consumismo é chover no molhado, e é, de certa maneira, rejeitar a própria condição humana, já que parte ponderável do nosso tempo e da nossa energia são gastos com o consumo. Isso não impede que eu considere uma das grandes tragédias da nossa época, a apresentação do consumismo como cura para todos os males; mas essa é outra história.
O que me intriga é: o que faria o ser humano se não consumisse; e, onde ficam as fronteiras do consumo estritamente necessário para saber o que seria um hipotético humano não-consumista. E não, não adianta olhar para qualquer ponto de miséria extrema do planeta para obter a resposta, porque ela nunca está nos extremos. O que faria hoje um bípede médio em circunstâncias médias se, em algum momento ao longo dos últimos dois milhões de anos, nós não tivéssemos nos afastado dos demais animais inventando formas radicalmente novas de buscar comida, cobrir o corpo, fabricar utensílios e parcelar o pagamento?
Ouço analistas econômicos discorrendo sobre a necessidade de se “aquecer as vendas”; observo o governo empurrando taxas de juros para aumentar ou conter o consumo. De tudo, fica a impressão de que o mundo só está de pé, se é que está, porque as pessoas vão às compras. Será que essa é mesmo a nossa maior finalidade existencial, aquela que garante a sobrevivência da espécie?
Não estou descobrindo nenhuma novidade. Não falta quem estude o assunto, que já preocupava pensadores do século retrasado. Num nível mais simples, me basta uma única página do Aurélio, que traz tanto a definição de consumo, a “utilização de mercadorias e serviços para satisfação das necessidades humanas”, quanto a de consumismo, “sistema que favorece o consumo exagerado”. E o que é exagerado? Ah, aí preciso ir a outra página, onde, entre um verbete e outro, chego à conclusão de que não há definição possível para a essência da coisa, pelo simples motivo de que, embora qualquer um de nós saiba reconhecer um exagero quando o vê, o que é exagero para um pode ser necessidade básica para outro. E aí recomeçamos tudo do zero.
Mas será esse consumo desenfreado a única alternativa evolucionária do ser humano? Será que o nosso caminho natural, da aurora dos tempos ao fim da espécie, passa, necessariamente, pelas Casas Bahia? Há menos intenção crítica de minha parte do que curiosidade antropológica na questão. Criticar o consumismo é chover no molhado, e é, de certa maneira, rejeitar a própria condição humana, já que parte ponderável do nosso tempo e da nossa energia são gastos com o consumo. Isso não impede que eu considere uma das grandes tragédias da nossa época, a apresentação do consumismo como cura para todos os males; mas essa é outra história.
O que me intriga é: o que faria o ser humano se não consumisse; e, onde ficam as fronteiras do consumo estritamente necessário para saber o que seria um hipotético humano não-consumista. E não, não adianta olhar para qualquer ponto de miséria extrema do planeta para obter a resposta, porque ela nunca está nos extremos. O que faria hoje um bípede médio em circunstâncias médias se, em algum momento ao longo dos últimos dois milhões de anos, nós não tivéssemos nos afastado dos demais animais inventando formas radicalmente novas de buscar comida, cobrir o corpo, fabricar utensílios e parcelar o pagamento?
Ouço analistas econômicos discorrendo sobre a necessidade de se “aquecer as vendas”; observo o governo empurrando taxas de juros para aumentar ou conter o consumo. De tudo, fica a impressão de que o mundo só está de pé, se é que está, porque as pessoas vão às compras. Será que essa é mesmo a nossa maior finalidade existencial, aquela que garante a sobrevivência da espécie?
Não estou descobrindo nenhuma novidade. Não falta quem estude o assunto, que já preocupava pensadores do século retrasado. Num nível mais simples, me basta uma única página do Aurélio, que traz tanto a definição de consumo, a “utilização de mercadorias e serviços para satisfação das necessidades humanas”, quanto a de consumismo, “sistema que favorece o consumo exagerado”. E o que é exagerado? Ah, aí preciso ir a outra página, onde, entre um verbete e outro, chego à conclusão de que não há definição possível para a essência da coisa, pelo simples motivo de que, embora qualquer um de nós saiba reconhecer um exagero quando o vê, o que é exagero para um pode ser necessidade básica para outro. E aí recomeçamos tudo do zero.
Mas será esse consumo desenfreado a única alternativa evolucionária do ser humano? Será que o nosso caminho natural, da aurora dos tempos ao fim da espécie, passa, necessariamente, pelas Casas Bahia? Há menos intenção crítica de minha parte do que curiosidade antropológica na questão. Criticar o consumismo é chover no molhado, e é, de certa maneira, rejeitar a própria condição humana, já que parte ponderável do nosso tempo e da nossa energia são gastos com o consumo. Isso não impede que eu considere uma das grandes tragédias da nossa época, a apresentação do consumismo como cura para todos os males; mas essa é outra história.
O que me intriga é: o que faria o ser humano se não consumisse; e, onde ficam as fronteiras do consumo estritamente necessário para saber o que seria um hipotético humano não-consumista. E não, não adianta olhar para qualquer ponto de miséria extrema do planeta para obter a resposta, porque ela nunca está nos extremos. O que faria hoje um bípede médio em circunstâncias médias se, em algum momento ao longo dos últimos dois milhões de anos, nós não tivéssemos nos afastado dos demais animais inventando formas radicalmente novas de buscar comida, cobrir o corpo, fabricar utensílios e parcelar o pagamento?
Ouço analistas econômicos discorrendo sobre a necessidade de se “aquecer as vendas”; observo o governo empurrando taxas de juros para aumentar ou conter o consumo. De tudo, fica a impressão de que o mundo só está de pé, se é que está, porque as pessoas vão às compras. Será que essa é mesmo a nossa maior finalidade existencial, aquela que garante a sobrevivência da espécie?
Não estou descobrindo nenhuma novidade. Não falta quem estude o assunto, que já preocupava pensadores do século retrasado. Num nível mais simples, me basta uma única página do Aurélio, que traz tanto a definição de consumo, a “utilização de mercadorias e serviços para satisfação das necessidades humanas”, quanto a de consumismo, “sistema que favorece o consumo exagerado”. E o que é exagerado? Ah, aí preciso ir a outra página, onde, entre um verbete e outro, chego à conclusão de que não há definição possível para a essência da coisa, pelo simples motivo de que, embora qualquer um de nós saiba reconhecer um exagero quando o vê, o que é exagero para um pode ser necessidade básica para outro. E aí recomeçamos tudo do zero.
Mas será esse consumo desenfreado a única alternativa evolucionária do ser humano? Será que o nosso caminho natural, da aurora dos tempos ao fim da espécie, passa, necessariamente, pelas Casas Bahia? Há menos intenção crítica de minha parte do que curiosidade antropológica na questão. Criticar o consumismo é chover no molhado, e é, de certa maneira, rejeitar a própria condição humana, já que parte ponderável do nosso tempo e da nossa energia são gastos com o consumo. Isso não impede que eu considere uma das grandes tragédias da nossa época, a apresentação do consumismo como cura para todos os males; mas essa é outra história.
O que me intriga é: o que faria o ser humano se não consumisse; e, onde ficam as fronteiras do consumo estritamente necessário para saber o que seria um hipotético humano não-consumista. E não, não adianta olhar para qualquer ponto de miséria extrema do planeta para obter a resposta, porque ela nunca está nos extremos. O que faria hoje um bípede médio em circunstâncias médias se, em algum momento ao longo dos últimos dois milhões de anos, nós não tivéssemos nos afastado dos demais animais inventando formas radicalmente novas de buscar comida, cobrir o corpo, fabricar utensílios e parcelar o pagamento?
Ouço analistas econômicos discorrendo sobre a necessidade de se “aquecer as vendas”; observo o governo empurrando taxas de juros para aumentar ou conter o consumo. De tudo, fica a impressão de que o mundo só está de pé, se é que está, porque as pessoas vão às compras. Será que essa é mesmo a nossa maior finalidade existencial, aquela que garante a sobrevivência da espécie?
Não estou descobrindo nenhuma novidade. Não falta quem estude o assunto, que já preocupava pensadores do século retrasado. Num nível mais simples, me basta uma única página do Aurélio, que traz tanto a definição de consumo, a “utilização de mercadorias e serviços para satisfação das necessidades humanas”, quanto a de consumismo, “sistema que favorece o consumo exagerado”. E o que é exagerado? Ah, aí preciso ir a outra página, onde, entre um verbete e outro, chego à conclusão de que não há definição possível para a essência da coisa, pelo simples motivo de que, embora qualquer um de nós saiba reconhecer um exagero quando o vê, o que é exagero para um pode ser necessidade básica para outro. E aí recomeçamos tudo do zero.
Mas será esse consumo desenfreado a única alternativa evolucionária do ser humano? Será que o nosso caminho natural, da aurora dos tempos ao fim da espécie, passa, necessariamente, pelas Casas Bahia? Há menos intenção crítica de minha parte do que curiosidade antropológica na questão. Criticar o consumismo é chover no molhado, e é, de certa maneira, rejeitar a própria condição humana, já que parte ponderável do nosso tempo e da nossa energia são gastos com o consumo. Isso não impede que eu considere uma das grandes tragédias da nossa época, a apresentação do consumismo como cura para todos os males; mas essa é outra história.
O que me intriga é: o que faria o ser humano se não consumisse; e, onde ficam as fronteiras do consumo estritamente necessário para saber o que seria um hipotético humano não-consumista. E não, não adianta olhar para qualquer ponto de miséria extrema do planeta para obter a resposta, porque ela nunca está nos extremos. O que faria hoje um bípede médio em circunstâncias médias se, em algum momento ao longo dos últimos dois milhões de anos, nós não tivéssemos nos afastado dos demais animais inventando formas radicalmente novas de buscar comida, cobrir o corpo, fabricar utensílios e parcelar o pagamento?
Ouço analistas econômicos discorrendo sobre a necessidade de se “aquecer as vendas”; observo o governo empurrando taxas de juros para aumentar ou conter o consumo. De tudo, fica a impressão de que o mundo só está de pé, se é que está, porque as pessoas vão às compras. Será que essa é mesmo a nossa maior finalidade existencial, aquela que garante a sobrevivência da espécie?
Não estou descobrindo nenhuma novidade. Não falta quem estude o assunto, que já preocupava pensadores do século retrasado. Num nível mais simples, me basta uma única página do Aurélio, que traz tanto a definição de consumo, a “utilização de mercadorias e serviços para satisfação das necessidades humanas”, quanto a de consumismo, “sistema que favorece o consumo exagerado”. E o que é exagerado? Ah, aí preciso ir a outra página, onde, entre um verbete e outro, chego à conclusão de que não há definição possível para a essência da coisa, pelo simples motivo de que, embora qualquer um de nós saiba reconhecer um exagero quando o vê, o que é exagero para um pode ser necessidade básica para outro. E aí recomeçamos tudo do zero.
Mas será esse consumo desenfreado a única alternativa evolucionária do ser humano? Será que o nosso caminho natural, da aurora dos tempos ao fim da espécie, passa, necessariamente, pelas Casas Bahia? Há menos intenção crítica de minha parte do que curiosidade antropológica na questão. Criticar o consumismo é chover no molhado, e é, de certa maneira, rejeitar a própria condição humana, já que parte ponderável do nosso tempo e da nossa energia são gastos com o consumo. Isso não impede que eu considere uma das grandes tragédias da nossa época, a apresentação do consumismo como cura para todos os males; mas essa é outra história.
O que me intriga é: o que faria o ser humano se não consumisse; e, onde ficam as fronteiras do consumo estritamente necessário para saber o que seria um hipotético humano não-consumista. E não, não adianta olhar para qualquer ponto de miséria extrema do planeta para obter a resposta, porque ela nunca está nos extremos. O que faria hoje um bípede médio em circunstâncias médias se, em algum momento ao longo dos últimos dois milhões de anos, nós não tivéssemos nos afastado dos demais animais inventando formas radicalmente novas de buscar comida, cobrir o corpo, fabricar utensílios e parcelar o pagamento?
Ouço analistas econômicos discorrendo sobre a necessidade de se “aquecer as vendas”; observo o governo empurrando taxas de juros para aumentar ou conter o consumo. De tudo, fica a impressão de que o mundo só está de pé, se é que está, porque as pessoas vão às compras. Será que essa é mesmo a nossa maior finalidade existencial, aquela que garante a sobrevivência da espécie?
Não estou descobrindo nenhuma novidade. Não falta quem estude o assunto, que já preocupava pensadores do século retrasado. Num nível mais simples, me basta uma única página do Aurélio, que traz tanto a definição de consumo, a “utilização de mercadorias e serviços para satisfação das necessidades humanas”, quanto a de consumismo, “sistema que favorece o consumo exagerado”. E o que é exagerado? Ah, aí preciso ir a outra página, onde, entre um verbete e outro, chego à conclusão de que não há definição possível para a essência da coisa, pelo simples motivo de que, embora qualquer um de nós saiba reconhecer um exagero quando o vê, o que é exagero para um pode ser necessidade básica para outro. E aí recomeçamos tudo do zero.
Texto para as questões de 36 a 40
Como se desenvolve a autoestima?
(Adaptado. Fonte: https://bit.ly/3C1ALH9)
As crianças não nascem com mais ou menos autoestima, esta vai sendo construída ao longo da vida. E começa logo nos primeiros anos, com as primeiras experiências a que o bebé é exposto.
A autoestima começa a construir-se a partir das primeiras relações, do ambiente familiar, dos modelos educativos, das expectativas que os familiares têm e comunicam às crianças, das imagens e mensagens que os pais transmitem, direta e indiretamente, aos filhos. É neste contexto de conhecimento mútuo, atenção, amor e interação pais-filhos, que a criança começa a se conhecer, a se sentir competente e bem consigo mesma. Assim, se a criança se sentir aceita, valorizada e apreciada terá uma melhor base para a construção da sua autoestima.
A forma como pensamos sobre nós é essencial e vai-se tornando mais complexa e diversificada com o tempo. No início, as crianças começam por ganhar consciência do próprio corpo, de que são um indivíduo separado dos outros. Depois, pensam que são aquilo que são capazes de fazer, bem como aquilo que os outros dizem, desde o nome que lhes dão, à forma como as descrevem.
Começam também a integrar na sua autoimagem as memórias que os outros partilham delas, das histórias sobre a infância, sobre como eram e o que faziam. Mais tarde, na adolescência, a forma como se pensam é revista em função das experiências e mudanças vividas nesta fase, em que frequentemente aumenta a necessidade de autoestima, de se sentir valorizado, reconhecido e aceito. Ter uma boa autoestima é um dos recursos mais importantes para um adolescente. Nesta fase, é essencial o papel da família, mas também dos amigos e pares, e do ambiente escolar.
Leia o texto 'Como se desenvolve a autoestima?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Ter uma boa autoestima é um dos recursos mais importantes para um adolescente, afirma o texto, pois nesta fase é essencial o papel da família, dos amigos e pares e do ambiente escolar.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que as crianças apenas começam a adquirir consciência de quem são e a desenvolver os próprios traços de personalidade após os dezesseis anos de idade.
Marque a alternativa CORRETA:
Texto para as questões de 36 a 40
Como se desenvolve a autoestima?
(Adaptado. Fonte: https://bit.ly/3C1ALH9)
As crianças não nascem com mais ou menos autoestima, esta vai sendo construída ao longo da vida. E começa logo nos primeiros anos, com as primeiras experiências a que o bebé é exposto.
A autoestima começa a construir-se a partir das primeiras relações, do ambiente familiar, dos modelos educativos, das expectativas que os familiares têm e comunicam às crianças, das imagens e mensagens que os pais transmitem, direta e indiretamente, aos filhos. É neste contexto de conhecimento mútuo, atenção, amor e interação pais-filhos, que a criança começa a se conhecer, a se sentir competente e bem consigo mesma. Assim, se a criança se sentir aceita, valorizada e apreciada terá uma melhor base para a construção da sua autoestima.
A forma como pensamos sobre nós é essencial e vai-se tornando mais complexa e diversificada com o tempo. No início, as crianças começam por ganhar consciência do próprio corpo, de que são um indivíduo separado dos outros. Depois, pensam que são aquilo que são capazes de fazer, bem como aquilo que os outros dizem, desde o nome que lhes dão, à forma como as descrevem.
Começam também a integrar na sua autoimagem as memórias que os outros partilham delas, das histórias sobre a infância, sobre como eram e o que faziam. Mais tarde, na adolescência, a forma como se pensam é revista em função das experiências e mudanças vividas nesta fase, em que frequentemente aumenta a necessidade de autoestima, de se sentir valorizado, reconhecido e aceito. Ter uma boa autoestima é um dos recursos mais importantes para um adolescente. Nesta fase, é essencial o papel da família, mas também dos amigos e pares, e do ambiente escolar.
Leia o texto 'Como se desenvolve a autoestima?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A autoestima começa a construir-se a partir das primeiras relações da criança com o ambiente escolar, não sendo afetada por questões familiares, conforme afirma o texto.
II. Aos oito anos de idade, as crianças começam a integrar na sua autoimagem as memórias que os outros partilham delas e, assim, passam a ter a autoestima reduzida, de acordo com os dados do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Texto para as questões de 36 a 40
Como se desenvolve a autoestima?
(Adaptado. Fonte: https://bit.ly/3C1ALH9)
As crianças não nascem com mais ou menos autoestima, esta vai sendo construída ao longo da vida. E começa logo nos primeiros anos, com as primeiras experiências a que o bebé é exposto.
A autoestima começa a construir-se a partir das primeiras relações, do ambiente familiar, dos modelos educativos, das expectativas que os familiares têm e comunicam às crianças, das imagens e mensagens que os pais transmitem, direta e indiretamente, aos filhos. É neste contexto de conhecimento mútuo, atenção, amor e interação pais-filhos, que a criança começa a se conhecer, a se sentir competente e bem consigo mesma. Assim, se a criança se sentir aceita, valorizada e apreciada terá uma melhor base para a construção da sua autoestima.
A forma como pensamos sobre nós é essencial e vai-se tornando mais complexa e diversificada com o tempo. No início, as crianças começam por ganhar consciência do próprio corpo, de que são um indivíduo separado dos outros. Depois, pensam que são aquilo que são capazes de fazer, bem como aquilo que os outros dizem, desde o nome que lhes dão, à forma como as descrevem.
Começam também a integrar na sua autoimagem as memórias que os outros partilham delas, das histórias sobre a infância, sobre como eram e o que faziam. Mais tarde, na adolescência, a forma como se pensam é revista em função das experiências e mudanças vividas nesta fase, em que frequentemente aumenta a necessidade de autoestima, de se sentir valorizado, reconhecido e aceito. Ter uma boa autoestima é um dos recursos mais importantes para um adolescente. Nesta fase, é essencial o papel da família, mas também dos amigos e pares, e do ambiente escolar.
Leia o texto 'Como se desenvolve a autoestima?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. É em um contexto de conhecimento mútuo, atenção, amor e de interação dos pais com os filhos, que a criança começa a se conhecer e, assim, sua autoestima é tolhida logo nos primeiros anos, de acordo com as informações do texto.
II. Se a criança se sentir aceita, valorizada e apreciada terá uma melhor base para a construção da sua autoestima, de acordo com as informações disponíveis no texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Texto para as questões de 36 a 40
Como se desenvolve a autoestima?
(Adaptado. Fonte: https://bit.ly/3C1ALH9)
As crianças não nascem com mais ou menos autoestima, esta vai sendo construída ao longo da vida. E começa logo nos primeiros anos, com as primeiras experiências a que o bebé é exposto.
A autoestima começa a construir-se a partir das primeiras relações, do ambiente familiar, dos modelos educativos, das expectativas que os familiares têm e comunicam às crianças, das imagens e mensagens que os pais transmitem, direta e indiretamente, aos filhos. É neste contexto de conhecimento mútuo, atenção, amor e interação pais-filhos, que a criança começa a se conhecer, a se sentir competente e bem consigo mesma. Assim, se a criança se sentir aceita, valorizada e apreciada terá uma melhor base para a construção da sua autoestima.
A forma como pensamos sobre nós é essencial e vai-se tornando mais complexa e diversificada com o tempo. No início, as crianças começam por ganhar consciência do próprio corpo, de que são um indivíduo separado dos outros. Depois, pensam que são aquilo que são capazes de fazer, bem como aquilo que os outros dizem, desde o nome que lhes dão, à forma como as descrevem.
Começam também a integrar na sua autoimagem as memórias que os outros partilham delas, das histórias sobre a infância, sobre como eram e o que faziam. Mais tarde, na adolescência, a forma como se pensam é revista em função das experiências e mudanças vividas nesta fase, em que frequentemente aumenta a necessidade de autoestima, de se sentir valorizado, reconhecido e aceito. Ter uma boa autoestima é um dos recursos mais importantes para um adolescente. Nesta fase, é essencial o papel da família, mas também dos amigos e pares, e do ambiente escolar.
Leia o texto 'Como se desenvolve a autoestima?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Ainda jovens, afirma o texto, as crianças começam por ganhar consciência do próprio corpo, de que são um indivíduo separado dos outros.
II. Na adolescência, a forma como as pessoas se veem é revista em função das experiências e mudanças vividas nesta fase, em que frequentemente aumenta a necessidade de autoestima, como se pode perceber após ler o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Texto para as questões de 36 a 40
Como se desenvolve a autoestima?
(Adaptado. Fonte: https://bit.ly/3C1ALH9)
As crianças não nascem com mais ou menos autoestima, esta vai sendo construída ao longo da vida. E começa logo nos primeiros anos, com as primeiras experiências a que o bebé é exposto.
A autoestima começa a construir-se a partir das primeiras relações, do ambiente familiar, dos modelos educativos, das expectativas que os familiares têm e comunicam às crianças, das imagens e mensagens que os pais transmitem, direta e indiretamente, aos filhos. É neste contexto de conhecimento mútuo, atenção, amor e interação pais-filhos, que a criança começa a se conhecer, a se sentir competente e bem consigo mesma. Assim, se a criança se sentir aceita, valorizada e apreciada terá uma melhor base para a construção da sua autoestima.
A forma como pensamos sobre nós é essencial e vai-se tornando mais complexa e diversificada com o tempo. No início, as crianças começam por ganhar consciência do próprio corpo, de que são um indivíduo separado dos outros. Depois, pensam que são aquilo que são capazes de fazer, bem como aquilo que os outros dizem, desde o nome que lhes dão, à forma como as descrevem.
Começam também a integrar na sua autoimagem as memórias que os outros partilham delas, das histórias sobre a infância, sobre como eram e o que faziam. Mais tarde, na adolescência, a forma como se pensam é revista em função das experiências e mudanças vividas nesta fase, em que frequentemente aumenta a necessidade de autoestima, de se sentir valorizado, reconhecido e aceito. Ter uma boa autoestima é um dos recursos mais importantes para um adolescente. Nesta fase, é essencial o papel da família, mas também dos amigos e pares, e do ambiente escolar.
Leia o texto 'Como se desenvolve a autoestima?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto afirma que, nas crianças, a autoestima vai sendo construída ao longo da vida, tem início logo nos primeiros anos e se encerra aos nove anos de idade.
II. A forma como pensamos sobre nós vai-se tornando mais complexa e diversificada com o tempo, de acordo com as informações do autor no texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. No contexto da saúde e segurança no trabalho, o conceito de fonte de risco refere-se a um elemento material que não possui qualquer potencial de dar origem a um acidente ou a um dano à saúde.
II. Antes de usar um equipamento de limpeza como uma enceradeira elétrica, o servidor deve evitar verificar se a voltagem da rede de energia é compatível com a voltagem do equipamento.
Marque a alternativa CORRETA: