Questões de Concurso Comentadas para técnico

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Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IPHAN
Q1189985 História
Julgue o item subsecutivo, referentes à historiografia do século XIX.
Os estudos sobre a formação de uma sociedade africana no Brasil são uma das principais novidades historiográficas a respeito do Brasil imperial.
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Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IPHAN
Q1189606 História
Julgue o item subsecutivo, referentes à historiografia do século XIX.
A historiografia sobre a proclamação da República no Brasil é consensual em afirmar que a derrubada da monarquia portuguesa atendeu a fortes e generalizados apelos da população brasileira pela mudança do regime político.
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1188144 Biomedicina - Análises Clínicas
Em microbiologia clínica, existe um exame que é realizado com frequência para verificar a existência de micro-organismos na amostra. Quando a amostra chega ao laboratório, são usados os meios CLED, MacConkey e o ágar sangue para o semeio inicial, o qual é feito por espalhamento de uma quantidade determinada de amostra (com uma alça calibrada). Nesse exame, a contagem de UFC (unidade formadora de colônia) é crucial para caracterizar um processo infeccioso. Essa descrição se refere à técnica de
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1188048 Biomedicina - Análises Clínicas
O antibiograma de Kirby-Bauer é uma técnica usada para descrever o perfil de susceptibilidade das bactérias isoladas no laboratório clínico. Para a realização da técnica, é feita uma suspensão bacteriana em meio líquido ou soro fisiológico a qual é semeada com um swab sobre a superfície de um meio de cultura próprio. Em seguida, é feita a distribuição dos discos de antimicrobianos sobre o semeio. Para a realização da técnica de antibiograma de Kirby-Bauer, é usado o meio de cultura de
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1187781 Técnicas em Laboratório
No setor de parasitologia, são realizadas diversas técnicas para a pesquisa de larvas e ovos de helmintos e cistos de protozoários. Entre essas técnicas, há um método quantitativo, no qual uma amostra de fezes é pressionada sobre uma pequena tela de náilon ou de metal bem fina. O material fecal que passou pela tela é depositado em uma lâmina de microscopia no centro de um cartão de papelão. Em seguida, o material fecal é coberto com uma lamínula de celofane embebida com uma solução de verde de malaquita e glicerina e, após um repouso de 1 a 2 horas, a lâmina é lida em microscopia. Essa descrição resumida se refere ao método de
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1184083 Português
Enfarte: genética versus hábitos Riad Younes
Desde o fim da década de 1930, a comunidade médica detectou com clareza maior concentração de casos de enfarte em algumas famílias, levando à teoria da predisposição genética para a ocorrência de doenças cardiovasculares. Parentes de pacientes que foram diagnosticados com enfarte ou derrame tinham maiores chances de eles mesmos apresentarem o quadro durante sua vida. Nas décadas subsequentes, vários estudos correlacionaram os hábitos dos pacientes como fatores de risco para doenças cardiovasculares. Sedentarismo, tabagismo, obesidade, entre outros, aumentam drasticamente as chances de enfarte. Depois, vários cientistas passaram a estudar a correlação dos riscos genéticos com os comportamentais, na tentativa de avaliar o peso que cada risco tinha na determinação do destino do coração dos indivíduos. Dúvidas como se filhos de pacientes com enfarte, com genética comprometida, teriam algum benefício em modificar seus hábitos pessoais e controlar os outros fatores de risco, ou seriam predestinados ao desastre independentemente de qualquer manobra. Pesquisadores da Universidade de Harvard, em Boston, liderados pelo doutor Amit Khera, concluíram recentemente um estudo extenso que envolveu mais de 55 mil pessoas em vários países e que avaliou a relação entre fatores genéticos e hábitos na determinação do risco de enfarte durante dez anos de seguimento. O estudo foi publicado esta semana na prestigiosa revista médica New England Journal of Medicine. Os especialistas analisaram o perfil genético e os hábitos pessoais dos voluntários e classificaram seus achados em categorias de baixo risco ou favorável, risco intermediário ou elevado, ou desfavorável. Dos fatores de risco relacionados ao estilo de vida, os indivíduos foram separados de acordo com a ausência de um ou mais dos seguintes fatores: tabagismo, obesidade, sedentarismo e dieta de risco. Quem não tinha três ou mais desses fatores era considerado de baixo risco para enfarte. Pacientes com três ou mais desses fatores foram classificados de risco elevado para doença cardiovascular. Os outros teriam risco intermediário. Os resultados do estudo deixaram evidente a relação direta entre aumento do número de fatores de risco ligados ao estilo de vida com a elevação do risco de enfarte em dez anos. Também ficou clara a correlação entre alterações genéticas detectadas no Projeto Genoma e as chances de enfarte. O mais interessante, nesse estudo, foi a total independência dos riscos genéticos daqueles relativos ao estilo de vida. Em outras palavras, mesmo as pessoas com alto risco genético e familiar podem beneficiar-se do controle eficiente da obesidade, do tabagismo, do sedentarismo e do consumo regular de dieta nociva. As pessoas consideradas de alto risco genético, que praticam hábitos saudáveis, tiveram suas chances de enfarte reduzidas pela metade, independentemente de medicamentos ou outras manobras químicas para controle do colesterol. O gráfico mostra o impacto de cada fator sobre cada grupo de risco genético. Os cientistas recomendam para todas as pessoas, principalmente para aquelas com carga genética desfavorável, a aderência intensiva a programas de controle dos hábitos deletérios. A orientação médica é fundamental para evitar enfartes e derrames de forma significativa. Vale a pena insistir. Disponível em: <www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 14 dez. 2017. [Adaptado]
Nas décadas subsequentes, vários estudos correlacionaram os hábitos dos pacientes como fatores de risco para doenças cardiovasculares. Sedentarismo, tabagismo, obesidade, entre outros, aumentam drasticamente as chances de enfarte.
Com relação ao uso das vírgulas,
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1183864 Português
Enfarte: genética versus hábitos Riad Younes
Desde o fim da década de 1930, a comunidade médica detectou com clareza maior concentração de casos de enfarte em algumas famílias, levando à teoria da predisposição genética para a ocorrência de doenças cardiovasculares. Parentes de pacientes que foram diagnosticados com enfarte ou derrame tinham maiores chances de eles mesmos apresentarem o quadro durante sua vida. Nas décadas subsequentes, vários estudos correlacionaram os hábitos dos pacientes como fatores de risco para doenças cardiovasculares. Sedentarismo, tabagismo, obesidade, entre outros, aumentam drasticamente as chances de enfarte. Depois, vários cientistas passaram a estudar a correlação dos riscos genéticos com os comportamentais, na tentativa de avaliar o peso que cada risco tinha na determinação do destino do coração dos indivíduos. Dúvidas como se filhos de pacientes com enfarte, com genética comprometida, teriam algum benefício em modificar seus hábitos pessoais e controlar os outros fatores de risco, ou seriam predestinados ao desastre independentemente de qualquer manobra. Pesquisadores da Universidade de Harvard, em Boston, liderados pelo doutor Amit Khera, concluíram recentemente um estudo extenso que envolveu mais de 55 mil pessoas em vários países e que avaliou a relação entre fatores genéticos e hábitos na determinação do risco de enfarte durante dez anos de seguimento. O estudo foi publicado esta semana na prestigiosa revista médica New England Journal of Medicine. Os especialistas analisaram o perfil genético e os hábitos pessoais dos voluntários e classificaram seus achados em categorias de baixo risco ou favorável, risco intermediário ou elevado, ou desfavorável. Dos fatores de risco relacionados ao estilo de vida, os indivíduos foram separados de acordo com a ausência de um ou mais dos seguintes fatores: tabagismo, obesidade, sedentarismo e dieta de risco. Quem não tinha três ou mais desses fatores era considerado de baixo risco para enfarte. Pacientes com três ou mais desses fatores foram classificados de risco elevado para doença cardiovascular. Os outros teriam risco intermediário. Os resultados do estudo deixaram evidente a relação direta entre aumento do número de fatores de risco ligados ao estilo de vida com a elevação do risco de enfarte em dez anos. Também ficou clara a correlação entre alterações genéticas detectadas no Projeto Genoma e as chances de enfarte. O mais interessante, nesse estudo, foi a total independência dos riscos genéticos daqueles relativos ao estilo de vida. Em outras palavras, mesmo as pessoas com alto risco genético e familiar podem beneficiar-se do controle eficiente da obesidade, do tabagismo, do sedentarismo e do consumo regular de dieta nociva. As pessoas consideradas de alto risco genético, que praticam hábitos saudáveis, tiveram suas chances de enfarte reduzidas pela metade, independentemente de medicamentos ou outras manobras químicas para controle do colesterol. O gráfico mostra o impacto de cada fator sobre cada grupo de risco genético. Os cientistas recomendam para todas as pessoas, principalmente para aquelas com carga genética desfavorável, a aderência intensiva a programas de controle dos hábitos deletérios. A orientação médica é fundamental para evitar enfartes e derrames de forma significativa. Vale a pena insistir. Disponível em: <www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 14 dez. 2017. [Adaptado]
Na expressão “Vale a pena insistir”, que encerra o texto, há a presença
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Q1160896 Agropecuária
A identificação de pragas agrícolas é fundamental para o fiscal desenvolver seu trabalho, principalmente para a identificação de pragas de alto potencial de alastramento e que causem grandes prejuízos econômicos. Diante do exposto, assinale a alternativa correta.
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Q1160895 Direito Sanitário
Os agrotóxicos são classificados pela Anvisa, órgão de controle do Ministério da Saúde, em quatro classes de perigo para sua saúde. Cada classe é representada por uma cor no rótulo e na bula do produto. Com base no exposto, assinale a alternativa correta.
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Q1160894 Legislação Estadual
Sobre a Lei Estadual n° 3.803, de 29 de agosto de 2012, e o receituário agronômico prescrito por profissional legalmente habilitado no CREA, assinale a alternativa correta.
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Q1160893 Legislação Federal
Sobre o Decreto Federal nº 4.074, de 04 de janeiro de 2002, assinale a alternativa correta.
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Q1160891 Agropecuária
A Instrução Normativa nº 2, de 6 de fevereiro de 2014,
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Q1160890 Agropecuária
A Instrução Normativa nº 8, de 17 de abril de 2012, permite que os frutos de Citrus spp. provenientes de UF, com ocorrência da praga Ácaro Hindu dos Citros (Schizotetranychus hindustanicus), poderão transitar para outras UFs, desde que passem por beneficiamento seguido de inspeção. Considerando o exposto, assinale a alternativa correta.
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Q1160889 Direito Agrário
O Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária desenvolverá, permanentemente,
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Q1160887 Legislação Federal
Quanto à fiscalização, a Lei nº 10.711, de 5 de agosto de 2003,
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Q1160886 Agropecuária
Sobre a Instrução Normativa nº 16, de 18 de março de 2003, assinale a alternativa correta.
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Q1160885 Direito Agrário
Em relação à Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política agrícola, assinale a alternativa que corresponde aos objetivos da defesa agropecuária.
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Q1160884 Legislação Federal
O Decreto nº 24.114, de 12 de abril de 1934, trata, no capítulo V, sobre a exportação de vegetais e partes de vegetais. A respeito desse Decreto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1160883 Legislação Federal
Um viajante internacional traz consigo uma pequena quantidade de partes de vegetais. Diante dessa situação, o fiscal de fronteira a serviço da defesa sanitária deve tomar as devidas providências. Referente ao caso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1160882 Legislação Federal
O Decreto nº 24.114, de 12 de abril de 1934, aprova o regulamento de defesa sanitária vegetal. Nesse Decreto, o Art. 1º afirma que são proibidos, em todo o território nacional, a importação, o comércio, o trânsito e a exportação:
Alternativas
Respostas
8321: C
8322: E
8323: B
8324: C
8325: C
8326: D
8327: C
8328: C
8329: B
8330: C
8331: A
8332: B
8333: D
8334: A
8335: A
8336: C
8337: E
8338: B
8339: E
8340: C