Questões de Concurso
Comentadas para analista (superior)
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Julgue o item quanto ao programa de correio eletrônico MS Outlook 2016, ao sítio de busca Google e às noções de vírus, worms e pragas virtuais.
No site de busca Google, por meio da opção
Ferramentas, localizada abaixo da caixa de pesquisa,
existem recursos que permitem ao usuário filtrar seus
resultados de pesquisas. As ferramentas disponíveis
variam de acordo com as pesquisas e os filtros.
Julgue o item quanto ao programa de correio eletrônico MS Outlook 2016, ao sítio de busca Google e às noções de vírus, worms e pragas virtuais.
As pastas de pesquisa do Outlook 2016 não podem ser
removidas.
Acerca do Microsoft Word 2013, do sistema operacional Windows 8 e do programa de navegação Mozilla Firefox, em sua versão mais recente, julgue o item.
Entre os tipos de configurações e informações que
poderão ser importados pelo Firefox de outros
navegadores, como, por exemplo, do Google Chrome,
estão o histórico de páginas que o usuário visitou e as
senhas salvas.
Acerca do Microsoft Word 2013, do sistema operacional Windows 8 e do programa de navegação Mozilla Firefox, em sua versão mais recente, julgue o item.
Nessa versão do Windows, os itens do Painel de Controle
não podem ser localizados por meio do menu Iniciar,
somente pelo botão Pesquisar, da barra de Charms.
Acerca do Microsoft Word 2013, do sistema operacional Windows 8 e do programa de navegação Mozilla Firefox, em sua versão mais recente, julgue o item.
No Windows 8, o usuário, por meio da área de trabalho,
pode alterar determinadas partes individuais de um
tema, como, por exemplo, imagens e cores, e salvá‐lo
para que possa ser utilizado posteriormente.
Acerca do Microsoft Word 2013, do sistema operacional Windows 8 e do programa de navegação Mozilla Firefox, em sua versão mais recente, julgue o item.
Ao clicar o botão
localizado no grupo Fonte da guia Página Inicial do Word 2013, será possível aumentar
ou diminuir o tamanho da fonte de um texto específico.
Acerca do Microsoft Word 2013, do sistema operacional Windows 8 e do programa de navegação Mozilla Firefox, em sua versão mais recente, julgue o item.
No Word 2013, é possível alterar a cor de fundo ou a cor
da borda tanto de uma caixa de texto quanto de uma
forma.
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Supondo‐se que o texto acima fosse utilizado como
citação em um relatório técnico, que deve seguir as
normas de redação oficial contidas no Manual da Presidência da República, deveria ser registrado com fonte diferenciada, destacado, em negrito, dispensando-se o uso das aspas para iniciar e terminar sua apresentação.
Texto III
O alerta vermelho do trânsito está ligado há décadas, mas nunca houve tantas soluções no horizonte
Por Pâmela Carbonari
Para discutir as soluções para o trânsito, a SUPER e a QUATRO RODAS reuniram especialistas e organizaram o Fórum Mobilidade, que aconteceu no dia 20 de julho, em São Paulo.
[…]
1. Menos viadutos, mais fibra ótica
A solução para acabar com os engarrafamentos não é construir mais vias, mas rever certos vícios. A própria ideia de “hora do rush”, com todos se espremendo para ir da periferia ao centro pela manhã se fazendo o caminho inverso à tarde, é anacrônica. “Não faz sentido atravessar a cidade para conectar-se a um computador”, disse Walter Longo, presidente do Grupo Abril, na abertura do evento. Sérgio Avelleda, secretário de transportes de São Paulo, expressou o mesmo ponto de vista: “Precisamos de internet rápida longe dos grandes centros. Dessa forma, empresas de telemarketing, por exemplo, poderiam se instalar nas periferias.”
“Temos que desenvolver centros econômicos em várias regiões das cidades” Sérgio Avelleda, secretário de transportes da cidade de São Paulo
2. O fim do carro individual
Há oito anos, o Brasil tinha 24,7 milhões de carros. Hoje são 35,6 milhões infartando as veias e artérias urbanas. Pior: cada um transporta só 1,4 pessoa por dia (3 indivíduos a cada 2 automóveis). Não dá mais. Mas isso tem conserto, e ele não envolve o fim dos carros, mas o fim dos carros individuais – de modo que cada veículo sirva a uma centena de cidadãos por dia, em vez de 1,4. “O carro será cada vez mais um serviço, em vez de uma propriedade”, disse Matheus Moraes, diretor da 99. “Trata-se do uso mais eficiente possível de uma capacidade já instalada, que são os próprios veículos.”
“O vilão da mobilidade não é o
carro, mas o uso que se faz dele”
Guilherme Telles, diretor-geral do UBER Brasil
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/forum-mobilidade-2017/ Acesso em: 15/04/2018
Texto III
O alerta vermelho do trânsito está ligado há décadas, mas nunca houve tantas soluções no horizonte
Por Pâmela Carbonari
Para discutir as soluções para o trânsito, a SUPER e a QUATRO RODAS reuniram especialistas e organizaram o Fórum Mobilidade, que aconteceu no dia 20 de julho, em São Paulo.
[…]
1. Menos viadutos, mais fibra ótica
A solução para acabar com os engarrafamentos não é construir mais vias, mas rever certos vícios. A própria ideia de “hora do rush”, com todos se espremendo para ir da periferia ao centro pela manhã se fazendo o caminho inverso à tarde, é anacrônica. “Não faz sentido atravessar a cidade para conectar-se a um computador”, disse Walter Longo, presidente do Grupo Abril, na abertura do evento. Sérgio Avelleda, secretário de transportes de São Paulo, expressou o mesmo ponto de vista: “Precisamos de internet rápida longe dos grandes centros. Dessa forma, empresas de telemarketing, por exemplo, poderiam se instalar nas periferias.”
“Temos que desenvolver centros econômicos em várias regiões das cidades” Sérgio Avelleda, secretário de transportes da cidade de São Paulo
2. O fim do carro individual
Há oito anos, o Brasil tinha 24,7 milhões de carros. Hoje são 35,6 milhões infartando as veias e artérias urbanas. Pior: cada um transporta só 1,4 pessoa por dia (3 indivíduos a cada 2 automóveis). Não dá mais. Mas isso tem conserto, e ele não envolve o fim dos carros, mas o fim dos carros individuais – de modo que cada veículo sirva a uma centena de cidadãos por dia, em vez de 1,4. “O carro será cada vez mais um serviço, em vez de uma propriedade”, disse Matheus Moraes, diretor da 99. “Trata-se do uso mais eficiente possível de uma capacidade já instalada, que são os próprios veículos.”
“O vilão da mobilidade não é o
carro, mas o uso que se faz dele”
Guilherme Telles, diretor-geral do UBER Brasil
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/forum-mobilidade-2017/ Acesso em: 15/04/2018
