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I. A elaboração de norma para garantir a igualdade de oportunidades apenas no setor público, sem aplicação em setores privados e culturais. II. O desenvolvimento de campanhas de conscientização sobre diversidade e inclusão que se concentrem exclusivamente no ambiente escolar, sem alcance para outras áreas da vida social e econômica. III. A promoção de ajustes normativos para aperfeiçoar o combate à discriminação étnica e às desigualdades étnicas em todas as suas manifestações individuais, institucionais e estruturais.
Quais estão corretas?
I. Medidas pontuais para contratação de indivíduos de diferentes etnias, sem considerar a diversidade de sexo e idade. II. Medidas sistemáticas executadas para assegurar que todos os colaboradores tenham acesso a oportunidades de desenvolvimento profissional, sem considerar a diversidade étnica. III. Medidas sistemáticas executadas com a finalidade de garantir a diversidade étnica, de sexo e de idade na equipe vinculada ao projeto ou serviço contratado. IV. Medidas de contratação baseadas apenas na experiência e nas qualificações dos candidatos, independentemente da diversidade étnica, de sexo e de idade. V. Criar políticas de contratação que excluem a análise da diversidade dos candidatos.
Quais estão corretas?
I. Houver simples alegação de injustiça da penalidade. II. A decisão for contrária ao texto de lei ou à evidência dos autos. III. A decisão se fundar em depoimentos, exames ou documentos falsos ou viciados. IV. Forem aduzidas novas provas, suscetíveis de atestar a inocência do interessado ou de autorizar diminuição da pena.
Quais estão corretas?
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Considerando os princípios éticos e as responsabilidades legais da prática de enfermagem, qual alternativa descreve as ações apropriadas da enfermeira nessa situação?
1. O enfermeiro pode delegar a administração de medicamentos a técnicos de enfermagem, desde que os técnicos estejam adequadamente treinados e a supervisão seja contínua (Lei do Exercício Profissional, 2023).
2. A responsabilidade pelos atos delegados permanece com o enfermeiro que delegou a tarefa, mesmo que o erro tenha sido cometido pelo profissional a quem a tarefa foi delegada (COFEN, 2023).
3. A delegação de atividades deve ser documentada no prontuário do paciente, incluindo o nome do profissional a quem a tarefa foi delegada, para assegurar a rastreabilidade e a responsabilidade (Legislação Brasileira de Enfermagem, 2023).
4. O enfermeiro não deve delegar tarefas que exijam julgamento clínico complexo, como a avaliação do estado de saúde do paciente ou a tomada de decisões sobre intervenções de emergência (Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, 2023).
5. A delegação de tarefas é permitida para estudantes de enfermagem, desde que seja realizada sob supervisão direta do enfermeiro responsável pelo cuidado (COFEN, 2023).
Alternativas:
1. Em situações onde o paciente recusa tratamento, o enfermeiro deve respeitar a decisão do paciente, exceto quando isso contrariar ordens médicas diretas, que devem ser seguidas obrigatoriamente (COFEN, 2023).
2. O enfermeiro tem o dever de relatar qualquer forma de abuso ou violência contra o paciente, mesmo que isso signifique violar o sigilo profissional, cumprindo as exigências legais de notificação (Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, 2023).
3. O conflito entre o dever de sigilo e a obrigação de proteger terceiros é resolvido prioritariamente em favor da segurança de terceiros, especialmente em casos de doenças transmissíveis e violência (Legislação Brasileira de Enfermagem, 2023).
4. Quando o paciente está inconsciente e sem familiares ou responsáveis presentes, o enfermeiro deve agir em seu melhor interesse, aplicando o princípio da beneficência e consultando a equipe médica sobre as melhores opções de cuidado (Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, 2023).
5. O enfermeiro deve evitar tomar decisões autônomas em conflitos éticos, devendo sempre buscar a orientação de comitês de ética ou supervisores para garantir a conformidade com as normas legais e institucionais (COFEN, 2023).
Alternativas:
1. Em pacientes intubados, a pontuação máxima na resposta verbal deve ser substituída por uma notação especial (VT) para indicar que a avaliação da fala não é possível (NEJM, 2023).
2. A abertura ocular continua sendo avaliada normalmente, sendo a resposta ao estímulo doloroso uma parte crítica dessa avaliação (Lancet Neurology, 2023).
3. A resposta motora é avaliada com base em comandos simples ou estímulos dolorosos, e uma resposta de flexão anormal ao estímulo é pontuada como 3 (Glasgow Coma Scale Handbook, 2023).
4. A avaliação da Escala de Glasgow em pacientes intubados deve ser repetida com frequência, pois mudanças sutis podem indicar deterioração neurológica significativa (Lancet Neurology, 2023).
5. Pacientes intubados com uma pontuação total de 3 na Escala de Glasgow, considerando as adaptações necessárias, têm um prognóstico extremamente reservado (NEJM, 2023).
Alternativas:
1. A letra "B" é representada pelo código fonético "Bravo", garantindo clareza em situações onde a comunicação verbal pode ser comprometida (ICAO, 2023).
2. A letra "N" é representada pelo código fonético "November", sendo amplamente utilizada em comunicações militares e civis (ICAO, 2023).
3. A letra "S" é representada pelo código fonético "Sierra", uma prática comum em comunicações para garantir que o som "S" não seja confundido com outros sons similares (ICAO, 2023).
4. A letra "X" é representada pelo código fonético "Xenon", devido à similaridade sonora que minimiza a confusão durante a comunicação (ICAO, 2023).
5. A letra "E" é representada pelo código fonético "Echo", um termo que é fácil de entender mesmo em condições de sinal fraco ou interferência (ICAO, 2023).
Alternativas:
1. A liberação massiva de histamina e outros mediadores inflamatórios durante o choque anafilático causa vasodilatação sistêmica e aumento da permeabilidade vascular, levando à hipotensão severa (AAAAI, 2023).
2. O quadro clínico do choque anafilático inclui urticária generalizada, angioedema, broncoespasmo e choque circulatório, que podem ocorrer minutos após a exposição ao alérgeno (NEJM, 2023).
3. A administração imediata de adrenalina intramuscular é o tratamento de escolha para o choque anafilático, sendo repetida a cada 5 a 15 minutos se necessário, até que haja estabilização (AAAAI, 2023).
4. A administração de corticosteroides e antihistamínicos é fundamental nas primeiras horas do tratamento para estabilizar o quadro clínico, embora não previnam recorrência imediata dos sintomas de forma eficaz (NEJM, 2023).
5. A entubação orotraqueal deve ser realizada imediatamente em todos os casos de choque anafilático, mesmo na ausência de obstrução respiratória grave, como medida profilática (AAAAI, 2023).
Alternativas:
Com relação ao manejo de feridas complexas, selecione a alternativa correta:
1. A irrigação das feridas com solução salina isotônica deve ser realizada imediatamente para remover detritos e reduzir a carga bacteriana, minimizando o risco de infecção (ATLS, 2023).
2. A sutura primária é recomendada em feridas com alto risco de infecção, como aquelas ocorridas em ambientes contaminados, para evitar maiores complicações (NEJM, 2023).
3. O uso de antibióticos profiláticos sistêmicos é recomendado em todas as feridas profundas com exposição óssea, especialmente quando há risco de osteomielite (ABA, 2023).
4. A avaliação neurovascular deve ser feita antes da irrigação e da imobilização, para documentar o status funcional e identificar a necessidade de intervenção cirúrgica urgente (PHTLS, 2023).
5. A debridagem agressiva dos tecidos necrosados deve ser realizada no ambiente de emergência, antes do encaminhamento para cirurgia definitiva, para reduzir o risco de infecção e facilitar a cicatrização (NEJM, 2023).
Alternativas:
1. A aplicação de um torniquete proximal ao local da lesão é indicada como medida temporária para controlar a hemorragia arterial até que a intervenção cirúrgica definitiva seja possível, sendo recomendada em hemorragias que não respondem à pressão direta (PHTLS, 2023).
2. A pressão direta sobre o ferimento com compressas estéreis deve ser sempre a primeira medida, e o uso de torniquete deve ser reservado para situações em que a pressão direta não consegue controlar a hemorragia arterial (ATLS, 2023).
3. A utilização de agentes hemostáticos tópicos, como géis e pós, é indicada como adjuvante em situações em que a compressão direta e o torniquete não são suficientes para o controle eficaz da hemorragia arterial ativa (NEJM, 2023).
4. A liberação periódica do torniquete a cada 30 minutos é indicada para evitar danos teciduais causados por isquemia prolongada, mesmo que a hemorragia ainda persista (PHTLS, 2023).
5. A reposição volêmica com cristaloides deve ser iniciada de forma moderada, sendo focada no controle da hemorragia para evitar exacerbação do sangramento até que a hemorragia esteja sob controle (ATLS, 2023).
Alternativas: