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Q4067589 Geografia
Os rios que drenam o território de Campo Alegre/SC pertencem à vertente do interior e integram as bacias hidrográficas dos rios: 
Alternativas
Q4067588 História e Geografia de Estados e Municípios
A ocupação do solo em Campo Alegre/SC caracteriza-se pela predominância de:
Alternativas
Q4067582 Português
Os dentinhos da espiral comiam as notas 


    O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.

     Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.

    O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado, desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.

     Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício. Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o desleixo. 

    Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma evolução natural das siglas.

    Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet, computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.

    Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral, custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano. Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não tenho como, pede hoje para fulano”.

    No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.

    Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias coloridas para várias matérias.

    O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo, maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos cadernos ele tinha conseguido adquirir.

    Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.

    Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma corajosa renúncia.

     Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor.


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No texto, aparecem palavras grafadas com x, como “expectativas”, “exibir” e “extremo”. A alternativa em que uma palavra também está corretamente grafada com x é:
Alternativas
Q4067581 Português
Os dentinhos da espiral comiam as notas 


    O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.

     Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.

    O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado, desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.

     Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício. Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o desleixo. 

    Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma evolução natural das siglas.

    Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet, computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.

    Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral, custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano. Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não tenho como, pede hoje para fulano”.

    No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.

    Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias coloridas para várias matérias.

    O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo, maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos cadernos ele tinha conseguido adquirir.

    Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.

    Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma corajosa renúncia.

     Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor.


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No contexto da relação entre letras e fonemas, a palavra retirada do texto em que há mais letras do que fonemas é:
Alternativas
Q4067580 Português
Os dentinhos da espiral comiam as notas 


    O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.

     Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.

    O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado, desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.

     Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício. Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o desleixo. 

    Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma evolução natural das siglas.

    Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet, computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.

    Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral, custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano. Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não tenho como, pede hoje para fulano”.

    No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.

    Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias coloridas para várias matérias.

    O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo, maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos cadernos ele tinha conseguido adquirir.

    Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.

    Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma corajosa renúncia.

     Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor.


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Algumas palavras do texto podem ser substituídas por outras sem prejuízo relevante ao sentido construído no período em que aparecem. Analise as assertivas:

I. Em “destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua”, a palavra minuciosamente pode ser substituída por cuidadosamente, mantendo a ideia de atenção ao detalhe.
II. Em “os perdulários da turma”, a palavra perdulários pode ser substituída por econômicos, mantendo a ideia de colegas que evitavam gastar folhas.
III. Em “Fui criado na escassez”, a palavra escassez pode ser substituída por limitação, preservando a noção de poucos recursos disponíveis.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4067579 Português
Os dentinhos da espiral comiam as notas 


    O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.

     Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.

    O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado, desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.

     Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício. Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o desleixo. 

    Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma evolução natural das siglas.

    Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet, computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.

    Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral, custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano. Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não tenho como, pede hoje para fulano”.

    No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.

    Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias coloridas para várias matérias.

    O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo, maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos cadernos ele tinha conseguido adquirir.

    Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.

    Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma corajosa renúncia.

     Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor.


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No trecho final, “Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor”, o narrador constrói um efeito expressivo ao relacionar:
Alternativas
Q4067578 Português
Os dentinhos da espiral comiam as notas 


    O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.

     Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.

    O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado, desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.

     Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício. Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o desleixo. 

    Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma evolução natural das siglas.

    Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet, computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.

    Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral, custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano. Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não tenho como, pede hoje para fulano”.

    No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.

    Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias coloridas para várias matérias.

    O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo, maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos cadernos ele tinha conseguido adquirir.

    Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.

    Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma corajosa renúncia.

     Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor.


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No texto, o narrador associa o cuidado com as folhas do caderno a uma experiência escolar marcada pela escassez. Essa relação fica mais evidente quando ele apresenta o caderno como um objeto que:
Alternativas
Q4066902 Segurança e Transporte
Para manter o veículo em condições de segurança e aderência, o Motorista deve verificar regularmente a calibração dos pneus da frota. Diante disso, analise as seguintes afirmações sobre esse cuidado e as características das rodas:
I. A calibragem da pressão dos pneus deve ser realizada preferencialmente quando eles estiverem frios, ou seja, antes de viagens longas.
II. O desgaste excessivo focado de forma isolada na parte central da banda de rodagem do pneu indica que o veículo está rodando com a pressão muito alta.
III. O Motorista pode misturar pneus radiais e pneus diagonais em um mesmo veículo para garantir maior absorção de impactos em estradas de terra.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4066901 Legislação de Trânsito
A gestão de velocidades e a direção defensiva fundamentam-se em conceitos físicos e nas limitações fisiológicas humanas para conseguir mitigar o risco de sinistros viários. É de conhecimento técnico que a velocidade desenvolvida pelo veículo afeta a capacidade do condutor de perceber os perigos ao seu redor, bem como a distância necessária para a imobilização total do automóvel. Com base nas premissas que relacionam velocidade e segurança viária, analise as assertivas abaixo:
I. O aumento da velocidade provoca a redução do campo de visão periférica do condutor, diminuindo o ângulo de abertura horizontal e dificultando a percepção de conflitos laterais na via.
II. A distância total de parada de um veículo é calculada pelo espaço percorrido durante a frenagem, desconsiderando o tempo de percepção e reação do Motorista, que não adiciona distância ao cálculo.
III. A força de impacto em uma colisão está relacionada à energia cinética do veículo, que cresce de forma exponencial, sendo proporcional à massa e ao quadrado da velocidade praticada.
Está(ão) CORRETA(S): 
Alternativas
Q4066900 Eletrotécnica
Ao assumir o turno, o Motorista realiza a sua rotina de inspeção, que inclui verificar o grau de densidade e o nível da água da bateria, bem como o funcionamento de faróis e sinaleiras. Considerando os componentes do sistema elétrico, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
(   ) A verificação e o abastecimento de água em baterias não seladas devem ser feitos utilizando-se exclusivamente água destilada.
(   ) O alternador atua como o gerador de energia elétrica do veículo, sendo impulsionado pelo próprio motor para recarregar a bateria.
(   ) O motor de partida (arranque) tem a função de manter o rádio e os faróis ligados quando o veículo está estacionado e desligado.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4066899 Legislação de Trânsito
Nos deslocamentos por áreas rurais, o Motorista pode se deparar com perigosos cruzamentos desprovidos de luminosa sinalização semafórica ou placas regulamentadoras de via. Nesses casos, para organizar o fluxo e evitar colisões, a legislação previu normas estruturais no campo do tráfego rodoviário. Acerca das regras sobre o direito de preferência de passagem, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4066898 Legislação de Trânsito
O controle do tempo limite de condução diária é indispensável para evitar o cansaço mental e preservar a saúde nas estradas. Pela legislação vigente, é vedado ao motorista dirigir ininterruptamente por mais de _________ horas em veículos pesados de transporte rodoviário de cargas, devendo ser observados _________  minutos obrigatórios para descanso dentro de cada _________  horas na condução de grande veículo.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4066897 Legislação de Trânsito
O Código de Trânsito Brasileiro determina regras estritas e punições rigorosas quanto ao controle de velocidade quando não há placas na via. O Motorista deve saber que, onde não existir a sinalização regulamentadora, a velocidade máxima permitida nas vias urbanas será de _________ nas vias de trânsito rápido, _________ nas vias arteriais e _________  nas vias coletoras do município. Essa regra normativa visa garantir o deslocamento seguro.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4066896 Direito Administrativo
O Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município traz que o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo, em virtude de concurso público, adquire estabilidade após três anos de efetivo exercício. Nesse sentido, quantos dos seguintes itens trazem hipóteses nas quais o servidor estável perde o cargo? I. Mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa; II. Mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa; III. Mediante troca de favores entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo.
Alternativas
Q4066895 Direito Administrativo
Analise o texto que segue, de acordo com o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município:
O início, a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no assentamento individual do servidor; sendo que, ao entrar em exercício, o nomeado apresentará, ao órgão de pessoal, os elementos necessários ao assentamento individual.
Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
Alternativas
Q4066894 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
As alternativas que seguem apresentam alguns dos exemplos de competências que podem ser compreendidas como sendo privativas do Município, conforme dispõe a Lei Orgânica. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta uma dessas competências de forma INCORRETA.
Alternativas
Q4066893 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
A Lei Orgânica determina o que é necessário para que seja possível criar um distrito. Entre os requisitos, está(ão):
I. Existência, na povoação-sede, de, pelo menos, trezentas moradias.
II. População não inferior à décima parte exigida para a criação de Município.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4066892 Segurança e Saúde no Trabalho
Acerca da saúde mental no ambiente de trabalho, analise as partes que seguem: O trabalho e a saúde mental possuem uma ligação direta, em que o ambiente profissional só pode promover adoecimento (1a parte); enquanto uma ocupação saudável oferece propósito e inserção social (2a parte), contextos marcados por cobranças abusivas, falta de autonomia ou assédio tornam-se gatilhos para o esgotamento e transtornos de ansiedade (3a parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4066891 Geografia
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a área territorial da cidade de Rolador/RS é de 295,201 km2. Há, também, outras informações que podem ser afirmadas, como é o caso de o Município de Rolador/RS fazer parte da mesorregião ____________ e da microrregião de ____________ .
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4066890 Legislação Federal
Os crimes cibernéticos, ou cibercrimes, compreendem atividades ilícitas praticadas no ambiente digital ou que utilizam a tecnologia como meio principal para sua execução. Esses delitos evoluem rapidamente conforme novas tecnologias surgem, abrangendo desde invasões de sistemas e disseminação de vírus até fraudes financeiras e roubo de identidade. A partir disso, analise as assertivas abaixo:
I. Crimes cometidos na internet são impossíveis de serem rastreados devido ao anonimato garantido pela rede mundial de computadores.
II. No Brasil, e em especial no Rio Grande do Sul, apenas grandes empresas e órgãos públicos podem registrar ocorrências de crimes cibernéticos.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
1421: C
1422: C
1423: B
1424: D
1425: C
1426: B
1427: C
1428: C
1429: C
1430: A
1431: C
1432: C
1433: B
1434: C
1435: B
1436: A
1437: C
1438: C
1439: A
1440: D