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• “... um conhecido deixou cair uma garrafa de cerveja ao me ver entrar...” (4° parágrafo)
• “... já tendo morrido dois, a bola da vez, agora, sou eu.” (7° parágrafo)
Preservando-se o sentido original, os trechos destacados podem ser, correta e respectivamente, substituídos por:
• “... volta e meia topei com pessoas que me julgavam morto...”
• “... não foi desse susto, felizmente, que meu amigo veio a morrer...”
As expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstâncias de
I. Em situação de conflito entre diferentes tipos de sinalização, deve ser observada a hierarquia definida no art. 89 do CTB, na seguinte ordem: ordens do agente de trânsito, sinais luminosos, sinais sonoros, sinalização vertical e sinalização horizontal.
II. A instalação de sinalização que não esteja em conformidade com os padrões definidos pelo CONTRAN pode acarretar nulidade dos autos de infração dela decorrentes, além de responsabilização administrativa do gestor responsável.
III. Em hipóteses excepcionais, como emergências ou risco iminente à fluidez ou à segurança do tráfego, o agente de trânsito poderá ordenar conduta diversa da prevista na sinalização, devendo sua ordem prevalecer enquanto durar a situação excepcional.
IV. A competência normativa para definição de modelos e significados da sinalização viária é concorrente entre os órgãos estaduais e municipais, sendo legítima a edição de sinais locais alternativos desde que autorizada por lei ordinária estadual.
Assinale a alternativa correta:
Leia o texto a seguir:
S.O.S. Português
Por que os pronomes oblíquos têm esse nome e quais as regras para utilizá-los?
As expressões “pronome oblíquo” e “pronome reto” são oriundas do latim (casus obliquus e casus rectus). Elas eram usadas para classificar as palavras de acordo com a função sintática. Quando estavam como sujeito, pertenciam ao caso reto. Se exerciam outra função (exceto a de vocativo), eram relacionadas ao caso oblíquo, pois um dos sentidos da palavra oblíquo é “não é direito ou reto”. Os pronomes pessoais da língua portuguesa seguem o mesmo padrão: os que desempenham a função de sujeito (eu, tu, ele, nós, vós e eles) são os pessoais do caso reto; e os que normalmente têm a função de complementos verbais (me, mim, comigo, te, ti, contigo, o, os, a, as, lhe, lhes, se, si, consigo, nos, conosco, vos e convosco) são os do caso oblíquo.
NOVA ESCOLA. Coluna “Na dúvida”, dez. 2008, p. 20.) Quando estudamos os pronomes, conhecemos um procedimento como colocação pronominal. A estrutura que está de acordo com as regras apresentadas no texto é:
I. Capitu segredou-me que a escrava desconfiara, e ia talvez contar às outras. Novamente me intimou que ficasse, e retirouse; eu deixei-me estar parado, pregado, agarrado ao chão. (Dom Casmurro, Machado de Assis)
II. Flávia estava cansada e logo se deitou. Ela precisava trabalhar em poucas horas. Acordei desesperada. Já era para estar no trabalho. As poucas horas passaram e nem percebi.