Questões de Concurso Comentadas para padeiro

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Q3560004 Segurança e Saúde no Trabalho
Em uma panificadora, o papel do manipulador é importantíssimo na produção de alimentos seguros e a higiene pessoal é essencial nessa atividade. Pode ser veículo de contaminação de alimentos e colocar em risco a segurança da produção o manipulador que trabalha:

1- Sem touca, cabelos compridos e soltos, uniforme sujo, utilizando pulseiras, anéis, alianças, relógios, unhas cumpridas.
2- Sem lavar as mãos antes de preparar os alimentos, depois de ir ao banheiro, atender ao telefone ou abrir porta.
3- Doentes, com cortes e feridas expostos, ou, ainda, que não fazem exames periódicos de saúde, que devem ser realizados pelo menos uma vez ao ano.

Atendem ao enunciado os itens:
Alternativas
Q3560003 Nutrição
A falta de cuidados de higiene durante a produção e/ou manipulação de alimentos amplia o risco de contaminação por microorganismos causadores de doenças. Sendo assim, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q3560002 Nutrição
As boas práticas de higiene e a saúde do manipulador de alimentos na panificação é importante para evitar a contaminação dos alimentos. Analise as afirmativas sobre as boas práticas de higiene e a saúde do manipulador de alimentos:

I. O avental plástico deve ser usado onde há muito contato com água, podendo também ser utilizado próximo ao calor.
II. Os uniformes devem ser completos, bem conservados, limpos e mantidos fechados, preferencialmente com velcro.
III. Utilização de adornos (colares, amuletos, pulseiras, fitas, brincos, piercing, relógios, anéis) não permitida nas áreas de manipulação de alimentos. correto o que se afirma em :
Alternativas
Q3560001 Nutrição
Sobre noções básicas de alimentação e nutrição, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3560000 Nutrição
As masseiras também são conhecidas como amassadeiras ou misturadeiras. Elas devem, além de misturar os ingredientes (homogeneização), propiciar o desenvolvimento do glúten. Assinale a alternativa incorreta em relação à utilização da amassadeira na panificação.
Alternativas
Q3559998 Nutrição
O recebimento de matéria-prima constitui a primeira etapa do processo na qual se aplica o controle higiênico sanitário para a produção de alimento seguro. Assinale a afirmativa incorreta quanto ao recebimento de matéria-prima. 
Alternativas
Q3559997 Nutrição
Sobre as etapas de processamento do pão, a fase de fermentação é quando a massa fica em repouso. Durante esse período de descanso, uma das transformações físicas que acontece com a massa é: 
Alternativas
Q3559996 Nutrição
Qual dos ingredientes abaixo é usado em maior quantidade na panificação?
Alternativas
Q3559965 Português
Assinale a alternativa que apresenta concordância com o sujeito simples: 
Alternativas
Q3559963 Português
Assinale a alternativa que apresenta um substantivo que está no grau diminutivo:
Alternativas
Q3559962 Português

“A mostra é praticamente uma aula de geologia, geografia e de ciências.”



Transpondo o verbo para o pretérito mais que perfeito do indicativo, têm-se:

Alternativas
Q3559960 Português
Quanto à separação de sílabas das palavras, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3559958 Português
A vírgula está indevidamente empregada em:
Alternativas
Q3559957 Português
A palavra está escrita de maneira incorreta na alternativa: 
Alternativas
Q2177192 Matemática
A tabela a seguir apresenta as ofertas do dia no setor de verduras de um supermercado. Comprando um quilo de cada verdura ofertada, um cliente que dispõe de R$ 50,00 no bolso restará com quantos reais para comprar outros produtos do supermercado?
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2177185 Matemática
Carlos, aluno do Colégio Estadual Manoel Ayres, estava treinando saques caso precisasse na final dos jogos escolares estaduais de vôlei. Sabendo que de 16 saques ele acertou 12, qual a razão do número de acertos para o total de saques?
Alternativas
Q2177179 Português
O próximo texto, de Inácio de Loyola Brandão, diz respeito a questão:

O VERDE
   
    Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei numa rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos desta cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu: fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:
      — Matei mesmo essa maldita árvore.
      — Por quê?
   — Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas. 
Qual o pensamento que funciona como conclusão do texto “O Verde”? 
Alternativas
Q2177178 Português
O próximo texto, de Inácio de Loyola Brandão, diz respeito a questão:

O VERDE
   
    Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei numa rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos desta cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu: fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:
      — Matei mesmo essa maldita árvore.
      — Por quê?
   — Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas. 
Marque a opção em que aparece marca de linguagem informal. 
Alternativas
Q2177177 Português
O próximo texto, de Inácio de Loyola Brandão, diz respeito a questão:

O VERDE
   
    Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei numa rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos desta cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu: fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:
      — Matei mesmo essa maldita árvore.
      — Por quê?
   — Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas. 
Identifique o trecho que demonstra a presença do narrador personagem. 
Alternativas
Q2177176 Português
O próximo texto, de Inácio de Loyola Brandão, diz respeito a questão:

O VERDE
   
    Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei numa rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos desta cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu: fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:
      — Matei mesmo essa maldita árvore.
      — Por quê?
   — Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas. 
Qual é o conflito que desencadeia o enredo da narrativa? 
Alternativas
Respostas
201: D
202: D
203: C
204: B
205: B
206: C
207: A
208: C
209: B
210: C
211: A
212: B
213: C
214: B
215: A
216: B
217: B
218: C
219: C
220: A