Questões de Concurso Comentadas para professor - educação especial

Foram encontradas 9.769 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3858461 Pedagogia
Boto (2014) propõe sua interpretação sobre a liturgia escolar, compreendendo que 
Alternativas
Q3858460 Pedagogia
Bonamino e Sousa (2012) apresentam o Sistema de Avaliação Educacional de Pernambuco (Saepe) como exemplo da terceira geração da avaliação da educação básica no Brasil.
Essa política educacional de Pernambuco se configura como de terceira geração por ter como característica central
Alternativas
Q3858459 Pedagogia
Alcântara (2022) observa que a relação entre a cultura escolar e a introdução das tecnologias da informação e comunicação (TICs) nas instituições de ensino comumente recai em uma abordagem de oposição “entre aqueles que defendem práticas inovadoras e os que se agarram a práticas tradicionais (...)”.
Na perspectiva da autora, os discursos antagônicos entre a inovação educacional e a resistência da escola à mudança são corroborados
Alternativas
Q3858418 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir, em conformidade com a norma-padrão de emprego dos pronomes e do acento indicativo de crase.
Estudos sobre a relação entre Alzheimer e surdez apontam que intervenções precoces podem trazer benefícios __________   quem convive com o declínio auditivo, especialmente _____________ pessoas que tendem a se isolar socialmente. Por isso, profissionais de saúde recomendam práticas voltadas ___________manutenção de vínculos comunicativos que _____________ ofereçam um modo de preservar as funções mentais.
Alternativas
Q3858416 Português
Surdez e Alzheimer

        À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.

        “Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros, portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E, da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.

        Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco 42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva, caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição, o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer, aumenta em 27%.

        Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros, por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental, aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”, explica.

(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada no trecho foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3858413 Português
Os cavalos brancos de Napoleão

        A princípio os cavalos eram mansos. Foi só depois de certa convivência, ganhando intimidade, que começaram a tornar-se perigosos, passando da mansidão à secura e da secura à agressividade. Quando isso aconteceu, já tudo estava perdido. Na verdade talvez estivesse desde sempre, pois convenhamos, ver cavalos – e ainda por cima brancos – não é muito normal. E quem sabe a doçura do início fosse apenas um estratagema: se de imediato os cavalos tivessem se mostrado como realmente eram, é provável que Napoleão não os recebesse.

        Antes, antes de tudo, Napoleão era advogado. Carregava consigo um sobrenome tradicional e as demais condições não menos essenciais para ser um bom profissional. Sua vida se arrastava juridicamente, como se estivesse destinado à advocacia. Em sua própria casa, à hora das refeições, todos dias sempre se desenrolavam movimentadíssimos julgamentos. Dos quais ele era o réu. Acusado de não dar um anel de brilhantes para a esposa nem um fusca para o filho nem uma saia maryquantiana para a filha. Eventuais visitas faziam corpo de jurados, onde às vezes colaboravam criados mais íntimos, sempre concordando com a esposa, promotora tenaz e capciosa. Treinado desse jeito, diariamente e com a vantagem de estar na doce intimidade do dulcíssimo lar, não era de admirar que fosse advogado competente. Sobretudo, experiente. Entre papéis de defensor e acusado, dividia-se em paciência. Nome nos jornais, causas vitoriosas, vezenquando faziam-no sorrir gratificado, pensando que, enfim, nem tudo estava perdido, ora. Mas estava. Embora ele não soubesse.

       Deu-se nas férias, na praia, quando olhou para as nuvens. E o fato de ter visto exatamente cavalos – ainda mais exatamente, brancos – talvez tivesse mesmo a ver com seu nome, como mais tarde insinuaram os psiquiatras. Se se chamasse Ali ou Mustafá, provavelmente teria visto camelos? Ou touros, se seu nome fosse Juan ou Pablo? Mas na primeira visão isso não teve importância. Simplesmente viu, com a simplicidade máxima que há no primeiro movimento do ato de ver. Tão natural achou que cutucou a esposa deitada ao lado, apontando, olha só, Marta, cavalos brancos nas nuvens. Não havia espanto nem temor nas suas palavras. Apenas a reação espontânea de quem vê o belo: mostrar. Marta disse não enche, Napoleão, coisa chata cutucar com este calor.

        Como ele insistisse, afastou os óculos ray-bans e deu uma espiada. Achou que as nuvens tinham mesmo certo jeito de cavalos. Tranquilizada, passou um pouco mais de bronzeador argentino nas coxas. O que ela não percebia é que os animais estavam além (ou aquém) das nuvens. E entre elas passavam, ora galopantes, ora trotando, uma brancura, uma pureza tão grandes – equinidade absoluta nos movimentos. Tanta que Napoleão piscou, comovido. E começou a afundar. Porque ver é permitido, mas sentir já é perigoso. Sentir aos poucos vai exigindo uma série de coisas outras, até o momento em que não se pode mais prescindir do que foi simples constatação.

(Caio Fernando Abreu, O essencial da década de 1970, 2017. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o acréscimo de vírgulas ao trecho original está em conformidade com a norma-padrão de emprego desse sinal de pontuação.
Alternativas
Q3858412 Português
Os cavalos brancos de Napoleão

        A princípio os cavalos eram mansos. Foi só depois de certa convivência, ganhando intimidade, que começaram a tornar-se perigosos, passando da mansidão à secura e da secura à agressividade. Quando isso aconteceu, já tudo estava perdido. Na verdade talvez estivesse desde sempre, pois convenhamos, ver cavalos – e ainda por cima brancos – não é muito normal. E quem sabe a doçura do início fosse apenas um estratagema: se de imediato os cavalos tivessem se mostrado como realmente eram, é provável que Napoleão não os recebesse.

        Antes, antes de tudo, Napoleão era advogado. Carregava consigo um sobrenome tradicional e as demais condições não menos essenciais para ser um bom profissional. Sua vida se arrastava juridicamente, como se estivesse destinado à advocacia. Em sua própria casa, à hora das refeições, todos dias sempre se desenrolavam movimentadíssimos julgamentos. Dos quais ele era o réu. Acusado de não dar um anel de brilhantes para a esposa nem um fusca para o filho nem uma saia maryquantiana para a filha. Eventuais visitas faziam corpo de jurados, onde às vezes colaboravam criados mais íntimos, sempre concordando com a esposa, promotora tenaz e capciosa. Treinado desse jeito, diariamente e com a vantagem de estar na doce intimidade do dulcíssimo lar, não era de admirar que fosse advogado competente. Sobretudo, experiente. Entre papéis de defensor e acusado, dividia-se em paciência. Nome nos jornais, causas vitoriosas, vezenquando faziam-no sorrir gratificado, pensando que, enfim, nem tudo estava perdido, ora. Mas estava. Embora ele não soubesse.

       Deu-se nas férias, na praia, quando olhou para as nuvens. E o fato de ter visto exatamente cavalos – ainda mais exatamente, brancos – talvez tivesse mesmo a ver com seu nome, como mais tarde insinuaram os psiquiatras. Se se chamasse Ali ou Mustafá, provavelmente teria visto camelos? Ou touros, se seu nome fosse Juan ou Pablo? Mas na primeira visão isso não teve importância. Simplesmente viu, com a simplicidade máxima que há no primeiro movimento do ato de ver. Tão natural achou que cutucou a esposa deitada ao lado, apontando, olha só, Marta, cavalos brancos nas nuvens. Não havia espanto nem temor nas suas palavras. Apenas a reação espontânea de quem vê o belo: mostrar. Marta disse não enche, Napoleão, coisa chata cutucar com este calor.

        Como ele insistisse, afastou os óculos ray-bans e deu uma espiada. Achou que as nuvens tinham mesmo certo jeito de cavalos. Tranquilizada, passou um pouco mais de bronzeador argentino nas coxas. O que ela não percebia é que os animais estavam além (ou aquém) das nuvens. E entre elas passavam, ora galopantes, ora trotando, uma brancura, uma pureza tão grandes – equinidade absoluta nos movimentos. Tanta que Napoleão piscou, comovido. E começou a afundar. Porque ver é permitido, mas sentir já é perigoso. Sentir aos poucos vai exigindo uma série de coisas outras, até o momento em que não se pode mais prescindir do que foi simples constatação.

(Caio Fernando Abreu, O essencial da década de 1970, 2017. Adaptado)
Em “Como ele insistisse, afastou os óculos ray-bans e deu uma espiada” (4º parágrafo), a expressão destacada pode ser substituída, mantendo o sentido original, por:
Alternativas
Q3844327 Pedagogia
 O Atendimento Educacional Especializado (AEE) tem por finalidade complementar ou suplementar a formação do estudante, por meio da oferta de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem barreiras à sua participação plena e ao seu processo de aprendizagem.
Considerando esse contexto, assinale a alternativa que define CORRETAMENTE os recursos de acessibilidade na educação.
Alternativas
Q3844326 Pedagogia
De acordo com a Declaração de Salamanca (1994), instituições que seguem uma orientação inclusiva são consideradas as mais capazes de combater atitudes discriminatórias, promover comunidades abertas e solidárias, construir uma sociedade inclusiva e garantir educação para todos, além de oferecer ensino adequado à maioria das crianças, com eficiência e boa relação custo-benefício para todo o sistema educacional. Com base nesse conceito, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3844325 Pedagogia
Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que permitam compreender as relações do mundo do trabalho e realizar escolhas alinhadas ao exercício da cidadania, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade, constitui uma das competências gerais da Educação Básica. De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), assinale a alternativa CORRETA, essa competência está relacionada à: 
Alternativas
Q3844324 Pedagogia
Entretanto, embora sejam expressões frequentemente usadas como sinônimos, até mesmo na legislação, necessidade educacional especial (NEE) não é o mesmo que deficiência. O conceito de NEE está intimamente relacionado à interação do aluno com a proposta e a realidade educativa com a qual ele se depara, não sendo uma característica fixa ou homogênea, mas uma condição individual e situada, que se manifesta no processo de escolarização.

Fonte: GLAT, Rosana; PLETSCH, Márcia Denise. Inclusão escolar de alunos com necessidades especiais. 2. ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2012.

De acordo com o texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3844323 Pedagogia
Diversas práticas podem ser adotadas para que o ambiente escolar seja efetivamente inclusivo, indo além da simples presença do aluno surdo ou com deficiência auditiva na escola regular. Considerando práticas pedagógicas inclusivas, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3844322 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva orienta os sistemas de ensino a assegurarem o acesso dos estudantes público-alvo da educação especial à escola regular, em classes comuns, garantindo sua participação, aprendizagem e permanência nos diferentes níveis de ensino. Com base nessa Política, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__)Prevê a transversalidade da educação especial em todas as etapas e modalidades da educação, desde a educação infantil até a educação superior.

(__)Estabelece a oferta do Atendimento Educacional Especializado (AEE), de forma complementar e/ou suplementar à escolarização.

(__)Defende a não participação da família e da comunidade nos aspectos pedagógicos próprios da escola.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Alternativas
Q3844321 Pedagogia
Nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), adotou-se uma organização que valoriza o tratamento específico de cada área do conhecimento, reconhecendo sua função formativa, ao mesmo tempo em que se assegura a articulação entre elas. Além disso, as questões sociais de maior relevância são integradas ao currículo por meio da problematização e da análise, sendo trabalhadas como temas transversais. Dentre as questões sociais abordadas nos PCN, julgue os itens a seguir:

I.Educação estratégica. II.Orientação sexual. III.Pluralidade cultural.


Assinale a alternativa CORRETA que contenha as questões sociais abordadas nos PCN.
Alternativas
Q3844320 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica estabelecem as bases comuns nacionais para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, bem como para suas modalidades, a partir das quais os sistemas federal, estaduais, distrital e municipais, no exercício de suas competências próprias e complementares, formularão suas orientações, assegurando a integração curricular dessas etapas da Educação Básica como um todo orgânico. Essas diretrizes devem orientar as demais diretrizes curriculares específicas para as diferentes etapas e modalidades, contemplando o conceito de Educação Básica, os princípios de (X) , bem como a relação entre as etapas e modalidades: articulação, integração e transição. Assinale a alternativa que substitui CORRETAMENTE o (X) do texto.
Alternativas
Q3844319 Pedagogia
Tanto a família quanto a escola possuem características próprias que as tornam espaços distintos, porém interdependentes no processo educativo. Essas instituições são influenciadas por fatores sociais, econômicos e culturais que condicionam suas formas de organização e funcionamento.
No campo da Educação Especial, a relação entre família e escola envolve diferentes dimensões que impactam o desenvolvimento e a aprendizagem dos estudantes público-alvo da Educação Especial.
Nesse contexto, analise os itens a seguir:

I.A influência da dinâmica familiar e da relação com a escola na constituição subjetiva do estudante com deficiência e no seu processo de aprendizagem de atividades básicas.

II.O desempenho escolar do estudante com deficiência depende mais fundamentalmente do investimento financeiro das famílias economicamente privilegiadas, sendo irrelevante a atuação das políticas públicas.

III.A qualidade da relação estabelecida entre família e escola no acompanhamento do estudante com deficiência.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3844318 Português
Pais que permitem ser submetidos aos caprichos dos filhos estão lhes ensinando a ser assim também com outras pessoas: empregadas, professores etc. Esse filho lança o desafio: "Se até meus pais, que podem mandar em mim, não o fazem, quem são vocês para mandar em mim?". Sente-se, então, o todopoderoso.
Fonte: TIBA, Içami. Disciplina: limite na medida certa. 1. ed. São Paulo: Editora Gente, 1996.

De acordo com o texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3842371 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente — ECA, Lei n° 8069/90, caracteriza as crianças e adolescentes como sujeitos de direitos sem fazer distinção de raça, etnia, religião, deficiência, região, dentre outras condições. Assim, pode-se afirmar que Lei dispõe sobre proteção integral de todas as crianças e adolescentes. A Lei, então, precisa definir qual a idade de crianças e adolescentes, sujeitos dessa proteção. Como crianças e adolescentes são caracterizados pelo ECA? 
Alternativas
Q3842370 Pedagogia
Segundo a Base Nacional Curricular Comum - BNCC, a Educação Infantil é o inicio e o fundamento do processo educacional. Também é importante destacar que, nas últimas décadas, vem-se consolidando a concepção que vincula educar e cuidar. Assim, a Base, cumprindo uma proposta baseada na criança como sujeito de direitos, estabelece seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil. Assinale a alternativa que NAO E um dos seis direitos de aprendizagem expressos no documento:  
Alternativas
Q3842369 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
De acordo com a legislação pertinente, como a Lei Brasileira de Inclusão — LBI 1346/2015, NÃO É um direito assegurado ao público da Educação Inclusiva:  
Alternativas
Respostas
1021: D
1022: C
1023: B
1024: A
1025: E
1026: A
1027: D
1028: D
1029: D
1030: B
1031: D
1032: A
1033: E
1034: B
1035: D
1036: D
1037: C
1038: B
1039: D
1040: C