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IS. - FAZER IGREJA, LEMBRAR VOCÊS FAZER? CONVERSAR, LEMBRAR? VOCÊS CONHECER IGREJA, CONHECER VOCÊS. CONHECER? IGREJA CONHECER? (Mostra para Adélia a igreja na maquete) OK. (Uma das crianças faz um sinal que não é possível ver na vídeo-gravação) IS. - ONTEM? SEMANA ANTES HISTÓRIA EXPLICAR, CONVERSAR, IGREJA. LEMBRAR? CONHECER IGREJA? BOM. HOJE... Luana - ÁRVORE. IS. - CERTO! AGORA HISTÓRIA. (P. chama atenção das crianças para iniciar a história) IS. - AGORA HISTÓRIA VOCÊS OLHAR EU. HISTÓRIA COMEÇAR. AMIGO PASSEAR. P. - AMIGO QUANTOS? IS. - MUITOS AMIGO. P. - MUITOS? VOCÊ FALAR DOIS SEMANA ANTES. IS. - (Faz gesto positivo com a cabeça) DOIS. P. - OUTRA VEZ. TER-NÃO, MAS PODER IGUAL SEMANA ANTES. IS. - DOIS AMIGO PASSEAR PRAÇA. P. - (Olhando para as crianças) CONHECER PRAÇA? IS. - CONHECER PRAÇA? (Algumas crianças respondem que sim, outras que não) P. - (Olhando para Luís Fábio) VOCÊ FEZ-CARA-DE SABER-NÃO. NÃO? CONHECER PRAÇA? NÃO? P. - (Para IS.) VOCÊ EXPLICAR. IS. - LEMBRAR PRAÇA VER ÁRVORE MUITAS? TER CHAFARIZ, TER PÁSSARO, COMER. CONHECER? PÁSSARO VER? (Muitas crianças fazem muitos sinais ao mesmo tempo) IS. - CHAFARIZ, PRAÇA. Diego - ÁRVORE. João - RUA. IS. - RUA-EM-VOLTA-DA-PRAÇA TER ÁRVORE, BANCO, DINHEIRO GUARDAR, CAIXA-ELETRÔNICO, SABER? TER MILHO, DAR PÁSSARO. TER IGREJA, VER JÁ? IGREJA (Mostra a igreja na maquete). P. - SABER JÁ? SINAL TER PRAÇA, SABER? IS. - PRAÇA. P. - TUDO, RUA-EM-VOLTA-DA-PRAÇA, ÁRVORE, PRAÇA, TER BANCO MUITOS, SABER? SABER? CERTO. (Como as crianças fazem sinal positivo com a cabeça, olha para IS.) - CONTINUAR. IS. - PRAÇA VER OBS: IS, instrutora; P, pesquisadora; os nomes citados são de alunos surdos. (Disponível em: https://educacao.sme.prefeitura.sp.gov.br/. Acesso em: novembro de 2024.)
Considerando as observações compatíveis com a análise do material apresentado, é INCORRETO afirmar que a pesquisadora:
Surdos e pessoas com deficiência de fala têm um novo canal de comunicação na Central de Atendimento dos Correios. A empresa disponibilizou um número telefônico exclusivo que vai atender chamadas feitas a partir de um Terminal Telefônico Para Surdos. Esse aparelho tem um teclado que permite à pessoa com deficiência auditiva ou da fala digitar uma mensagem de texto para o destinatário e, assim, se comunicar com outras pessoas. A intenção é permitir que surdos, mudos e pessoas com deficiência de fala tenham acesso à informações sobre produtos e serviços e possam registrar manifestações. O novo canal funciona das 8 horas da manhã até às 8 da noite, de segunda a sexta-feira. E aos sábados, das 8 às 2 horas da tarde. Não há atendimento aos domingos e feriados. Quem quiser usar o serviço, pode ligar no número 0800 725 0898. De acordo com o último censo do IBGE, há cerca de 10 milhões de deficientes auditivos no Brasil. (Disponível em: https://assistivaitsbrasil.wordpress.com. Acesso em: novembro de 2024.)
O serviço descrito objetiva contemplar:
NOME: FV (feminino)
IDADE: 17
PROCEDÊNCIA: ESCOLA PÚBLICA MUNICIPAL
QUADRO EVOLUTIVO: nasceu com cegueira congênita. Chegou ao Atendimento Educacional Especializado (AEE) na SEMED/MANAUS-AM para instrução no contraturno da escola regular com limitações e erros na escrita ortográfica das palavras em língua portuguesa, bem como defasagem na gramática, possivelmente devido à questão da pandemia. As maiores dificuldades encontradas foram na entrega dos exercícios e trabalhos para os professores que não dominavam o sistema Braille, e, por esse motivo, não sabiam como avaliá-la.
(Disponível em: https://periodicos.uepa.br/index.php. Acesso em: novembro de 2024.)
Tendo em vista a dificuldade preponderante no processo evolutivo dessa aprendiz, é objetivo viável e crucial do AEE:
A construção de práticas educacionais especializadas depende de sólido conhecimento de aspectos e peculiaridades inerentes ao desenvolvimento e comportamento dos aprendizes superdotados/altas habilidades.
(Winner, 1998.)
São consideradas algumas dessas características, EXCETO:
A Ana Paula, em relação às outras crianças, eu tratava como igual, porque realmente ela se comportava igual, como as outras crianças... Ela já veio alfabetizada, só que eu tinha que orientar (...). Ela lia muito bem, ela já sabia fazer treino ortográfico, ditado, ela fazia tudo direitinho, copiava da lousa e tudo.
(Ângela – professora da 1ª série de Ana Paula, aluna com Síndrome de Down.)
O depoimento acerca da aluna sinaliza no sentido de que a prática pedagógica dessa professora:
O exemplo a seguir ilustra a mediação de uma professora dando suporte a um aluno de 12 anos, com deficiência intelectual, que estava escrevendo palavras com base em figuras.
Ednardo: Surfista começa com su?
Professora: Sim, começa com su.
Ednardo: escreve: AUAOO.
Professora: A palavra surfista termina com qual letra?
Ednardo: A. (acrescenta a letra A na pauta escrita que fica: AUAOOA)
Professora: Qual letra você escreveu no começo da palavra surfista?
Ednardo: S.
Professora: Procure a letra S na caixa de letras.
Ednardo: Compara a letra encontrada com a pauta escrita e acrescenta a letra S na pauta que fica: SAUAOOA
Na atividade apresentada, a professora:
Analise o comportamento de Maria, uma criança de 5 anos com deficiência intelectual, durante uma interação pedagógica de leitura:
Professora: Onde você pensa que nós devemos ler a história?
A menina mostra a gravura de uma menina sobre a página.
Professora: Não é aqui que se lê a história? (mostrando o texto)
A menina aponta para o desenho.
É possível inferir que Maria:
I- Tornar mais fácil o acesso a crédito especializado, incluindo a disponibilidade de linhas de crédito com subsídios, destinadas especialmente à compra de tecnologia assistiva.
II- Criar mecanismos de fomento à pesquisa e à produção nacional de tecnologia assistiva, desde que não haja concessão de linhas de crédito subsidiadas pelo governo.
III- Eliminar ou reduzir a tributação da cadeia produtiva nacional de tecnologia assistiva, exceto dos produtos provenientes de países estrangeiros.
IV- Simplificar e acelerar a incorporação de novos recursos de tecnologia assistiva nos produtos destinados ao Sistema Único de Saúde – SUS.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- O professor de AEE deve elaborar e executar o plano de AEE, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno.
II- A função do professor de AEE inclui substituir o professor da sala de aula regular quando o conteúdo precisar ser adaptado para o público-alvo do AEE.
III- O professor de AEE deve orientar tanto os professores da sala de aula regular quanto as famílias sobre o uso adequado dos recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelos alunos.
IV- A principal função do professor de AEE é organizar exclusivamente os atendimentos dos alunos na sala de recursos multifuncionais, sem necessidade de articulação com a sala de aula regular.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- No caso de estudantes com surdez, o PEI deve incluir adaptações como a disponibilização de intérprete de Libras, materiais visuais e estratégias de leitura labial, de acordo com as necessidades do aluno.
II- As adaptações curriculares devem ser revisadas de maneira contínua, e os conhecimentos que não forem assimilados pelo aluno devem ser reavaliados, apresentando-se novas propostas didático-pedagógicas para facilitar a consolidação do aprendizado.
III- As adaptações curriculares incluem apenas alterações nos materiais didáticos, não sendo necessário alterar a metodologia de ensino aplicada ao aluno.
É CORRETO o que se afirma em:
I- As pessoas com TEA têm direito à vida digna, integridade física e moral, ao livre desenvolvimento da personalidade, segurança e lazer.
II- A proteção contra qualquer forma de abuso e exploração é garantida às pessoas com TEA, de acordo com a legislação vigente.
III- O acesso à educação e ao ensino profissionalizante é garantido às pessoas com TEA, mas o direito a um acompanhante especializado em classes comuns de ensino regular só é assegurado quando há diagnóstico definitivo de TEA.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Historicamente, a lei brasileira categorizou a deficiência segundo critérios do Modelo Social, sendo a clássica divisão feita em “tipos de deficiência”, quais sejam: deficiência física, visual, auditiva, mental e múltipla.
II- O Modelo Social da deficiência destaca o impacto do ambiente na vida da pessoa com deficiência e que as barreiras arquitetônicas, de comunicação e atitudinais existentes devem ser removidas para possibilitar a inclusão das pessoas com deficiência.
III- O Modelo Médico da deficiência é baseado nos direitos humanos e determina que a deficiência não está na pessoa como um problema a ser curado, e sim na sociedade, que pode, por meio das barreiras que são impostas às pessoas, agravar uma determinada limitação funcional.
É CORRETO o que se afirma em: