Foram encontradas 30.488 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3800928 Estatística
Em um setor de atendimento administrativo, foi registrado o tempo, em minutos, gasto para concluir cinco atendimentos consecutivos ao público. Os tempos anotados foram: 12, 15, 15, 18 e 20 minutos. Esses dados foram utilizados para elaborar um relatório interno de desempenho do setor. O conjunto correto formado pela média aritmética simples, pela mediana e pela moda, respectivamente, é: 
Alternativas
Q3800926 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

No período “A orquídea é linda quando você a recebe”, o pronome destacado exerce determinada função sintática em relação ao verbo. Considerando a estrutura do enunciado, é correto afirmar que o pronome “a” desempenha a função de: 
Alternativas
Q3800925 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

No trecho “o adubar do terreno do coração com as verdades”, a palavra “adubar” exerce função específica no contexto sintático-semântico do enunciado. Nesse uso, “adubar” pertence à classe gramatical: 
Alternativas
Q3800924 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna do trecho:
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores. 
Alternativas
Q3800923 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

No período “A alegria exterior dura alguns meses”, a análise sintática do enunciado permite identificar o tipo de sujeito presente na oração. Considerando a estrutura do período, é correto afirmar que o sujeito é:
Alternativas
Q3800922 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

Considerando a estrutura da palavra e as regras de formação do léxico da língua portuguesa, é correto afirmar que precocemente resulta de:
Alternativas
Q3800921 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

No trecho “Não se prender à existência das flores para amar”, a palavra “prender” assume, no contexto, o sentido de: 
Alternativas
Q3800920 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

Ao longo do texto, o autor busca principalmente:
Alternativas
Q3800919 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

A crítica central do texto dirige-se àqueles que: 
Alternativas
Q3800918 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

Quando o autor afirma que “as pessoas têm suas estações”, ele sugere que, nas relações humanas: 
Alternativas
Q3800917 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

Ao comparar o amor a uma orquídea, o autor constrói uma metáfora que sustenta todo o texto. Nesse contexto, é correto afirmar que a orquídea simboliza: 
Alternativas
Q4036201 Direito Administrativo
A Administração Pública pode adotar diferentes modalidades de licitação, de acordo com a natureza e a finalidade da contratação. Uma delas é o leilão, que busca selecionar a proposta mais vantajosa para a alienação de determinados bens.
Com base na legislação vigente, assinale a alternativa que NÃO CORRESPONDE a uma situação em que se aplica essa modalidade. 
Alternativas
Q4036199 Direito Administrativo
Durante uma licitação pública para contratação de serviços de limpeza urbana, o prefeito de uma cidade determina que apenas empresas locais poderão participar, alegando que isso favorece o desenvolvimento regional. Um cidadão questiona a medida, afirmando que ela viola princípios constitucionais da Administração Pública.
Com base na situação descrita, qual princípio está sendo violado pela conduta do prefeito?
Alternativas
Q4036198 Direito Administrativo
Durante um processo de licitação, a autoridade responsável assinou o edital com um pequeno erro de digitação na data de abertura, sem que isso alterasse o objeto da licitação nem prejudicasse os licitantes. O setor jurídico apontou o vício, e a autoridade decidiu corrigir o erro e republicar o edital, mantendo a validade do processo.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4036197 Atendimento ao Público
Uma assistente administrativa de um órgão público realiza atendimento telefônico. Durante as ligações, não se identifica e não repete ou confirma as informações fornecidas ao final da conversa.
Com base nos princípios do atendimento ao público, da comunicação eficaz e da confiabilidade institucional, assinale a alternativa que apresenta a consequência desse comportamento.
Alternativas
Q4036195 Noções de Informática
No contexto da preparação de um memorando oficial para impressão e arquivamento, a servidora Carolina precisa garantir que o documento mantenha formatação padronizada, margens uniformes e que a numeração das páginas não apareça na primeira folha. Considerando as funções do Microsoft Word e os princípios de padronização de documentos administrativos, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4036194 Noções de Informática
Durante o expediente em uma repartição pública, o servidor responsável pelo atendimento ao público percebeu que a impressora multifuncional não estava realizando cópias nem imprimindo documentos enviados pelo computador. Após verificar os cabos e a energia elétrica, ele observou que a impressora apresentava uma mensagem de erro indicando "falta de conexão com a rede".
Considerando os conhecimentos sobre a operação de equipamentos de escritório, como impressoras, copiadoras e equipamentos de telefonia, qual deve ser a ação correta do servidor nesse caso? 
Alternativas
Q4036192 Noções de Informática
Durante a elaboração de um relatório administrativo, a servidora Júlia observou que o texto está desalinhado, com espaçamentos irregulares entre os parágrafos, e que o cabeçalho aparece apenas na primeira página. Considerando as ferramentas do Microsoft Word, assinale a opção que apresenta a sequência correta de ações para corrigir esses problemas de formatação e diagramação. 
Alternativas
Respostas
1021: C
1022: B
1023: C
1024: C
1025: A
1026: C
1027: A
1028: D
1029: A
1030: C
1031: B
1032: C
1033: D
1034: D
1035: D
1036: B
1037: A
1038: C
1039: A
1040: D