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Artes e ditadores
Os ditadores sempre quiseram que a arte expressasse seu ideal de “povo”, de preferência em momentos de devoção ou entusiasmo pelo regime. Para isso, os ditadores pretenderam imobilizar o passado nacional em seu benefício, dando-lhe dimensões de mito ou inventando-o quando necessário. Para o fascismo italiano, o ponto de referência era a Roma antiga, imperial; para a Alemanha de Hitler, uma combinação de bárbaros radicalmente puros das florestas teutônicas com nobreza medieval; para a Espanha de Franco, a era dos triunfantes governantes católicos que expulsaram os infiéis e resistiram a Lutero. A União Soviética teve mais dificuldade para adotar o legado dos czares que a Revolução tinha sido feita, afinal de contas, para destruir, mas Stálin acabou achando conveniente mobilizá-lo.
O que ficou da arte do poder nesses países? Surpreendentemente, pouco na Alemanha, mais na Itália, talvez mais ainda na Rússia. Só uma coisa todos perderam: o poder de mobilizar a arte e o povo como teatro público. Isso, o mais sério impacto do poder na arte entre 1930 e 1945, desapareceu com os regimes que tinham garantido sua sobrevivência através da repetição regular de rituais públicos. Desapareceram para sempre, juntamente com aquele poder.
(Adaptado de: HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. Trad. Berilo Vargas. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 276)
Artes e ditadores
Os ditadores sempre quiseram que a arte expressasse seu ideal de “povo”, de preferência em momentos de devoção ou entusiasmo pelo regime. Para isso, os ditadores pretenderam imobilizar o passado nacional em seu benefício, dando-lhe dimensões de mito ou inventando-o quando necessário. Para o fascismo italiano, o ponto de referência era a Roma antiga, imperial; para a Alemanha de Hitler, uma combinação de bárbaros radicalmente puros das florestas teutônicas com nobreza medieval; para a Espanha de Franco, a era dos triunfantes governantes católicos que expulsaram os infiéis e resistiram a Lutero. A União Soviética teve mais dificuldade para adotar o legado dos czares que a Revolução tinha sido feita, afinal de contas, para destruir, mas Stálin acabou achando conveniente mobilizá-lo.
O que ficou da arte do poder nesses países? Surpreendentemente, pouco na Alemanha, mais na Itália, talvez mais ainda na Rússia. Só uma coisa todos perderam: o poder de mobilizar a arte e o povo como teatro público. Isso, o mais sério impacto do poder na arte entre 1930 e 1945, desapareceu com os regimes que tinham garantido sua sobrevivência através da repetição regular de rituais públicos. Desapareceram para sempre, juntamente com aquele poder.
(Adaptado de: HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. Trad. Berilo Vargas. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 276)
Sobre o uso da ergoespirometria em atletas, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O segundo limiar é calculado pela técnica da troca gasosa.
( ) O VO2 aumenta linearmente com o trabalho muscular crescente.
( ) A margem de erro para o cálculo de VO2 é menor que o VO2 do teste ergométrico.
( ) O primeiro limiar pode ser identificado pela técnica da troca gasosa ou pela técnica ventilatória.
( ) O limiar anaeróbio tem se mostrado melhor preditor de performance que o VO2max para exercícios de longa duração.
Paciente de 54 anos, com queixa de dispneia. Vem para realizar ergoespirometria.
Apresentou : VO2 max: 10 ml//min/kg, Max f: muito elevada, ΔVC/ ΔlnVE: reduzido, ΔVE/ΔVCO: muito elevado, ausência platô precoce do PuO2 max.
O provável diagnóstico sindrômico do distúrbio desse paciente é
Paciente de 67 anos, assintomático, realizou ecocardiograma transtorácico o qual detectou área valvar aórtica de 1,2 cm2.
Sobre o papel do teste ergométrico nesse paciente, é correto afirmar que
Paciente portador de miocardiopatia dilatada por doença de Chagas, em CF II, FE 16%. Evoluindo com dor torácica atípica.
Sobre a avaliação funcional desse paciente, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A capacidade funcional aferida pelo teste é um bom preditor de mortalidade.
( ) O teste ergométrico é uma ferramenta para diagnóstico de insuficiência cardíaca.
( ) O teste ergométrico pode ser solicitado para investigar doença aterosclerótica coronariana.
( ) A presença de arritmias ventriculares no ECG de repouso contraindica de modo absoluto o exame.
( ) O teste ergométrico pode ser solicitado para avaliar a vulnerabilidade a arritmias desencadeadas pelo esforço.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
Sobre o papel do teste ergométrico no diagnóstico da doença aterosclerótica coronariana, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) É útil em pacientes com risco intermediário.
( ) É útil em pacientes com bloqueio de ramo direito.
( ) É útil em pacientes com bloqueio de ramo esquerdo.
( ) Pode ser usado na emergência em paciente com dor torácica atípica de baixo risco após duas
dosagens de marcadores de necrose miocárdica negativos.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
Paciente com história de revascularição miocárdica há cerca de três meses. Refere dor torácica. Muitos dos episódios são associados a esforço. Apresenta episódios sem associação com esforços. Sobre esse caso clínico, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O teste ergométrico está contraindicado.
( ) A normalização do segmento ST após esse procedimento é o principal indicador do bom resultado.
( ) A ausência de dor anginosa durante o teste ergométrico sempre traduz revascularização ou recanalização completas.
( ) Duplo produto menor que 25.000 sugere mal resultado desses procedimentos ou disfunção ventricular esquerda.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
Paciente de 56 anos, com história de dor torácica atípica. Pratica atividade física regular, corrida e exercícios neuromusculares em academia.
FC repouso: 74 bpm, FC max calculada: 164bpm.
Realizou teste ergométrico alcançando FC max de 158 bpm
Sobre a resposta cronotrópica ao esforço no teste ergométrico, é correto afirmar que