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Q4035910 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
No auge, o Império Persa se estendia da Líbia "à Índia", e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase: 
Alternativas
Q4035909 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
 O texto aborda a situação crítica enfrentada pelo Irã devido ao afundamento do solo, que ameaça importantes sítios históricos, como Persépolis.
De acordo com o texto base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4035908 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície.
Em relação à concordância nominal, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4035907 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
O fenômeno, quase imperceptível, só "se torna" visível quando surgem rachaduras nas construções.
A colocação pronominal destacada na frase denomina-se: 
Alternativas
Q4035905 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, "afundam" dezenas de centímetros por ano.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como: 
Alternativas
Q4035904 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície.
Quanto à concordância verbal, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4035903 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
Outros locais iranianos, "como Pasárgada, Yazd e Isfahan", também estão em risco.
Sintaticamente, a expressão destacada na frase trata-se de:
Alternativas
Q4035902 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio.
A alternativa que contém um termo formado por adjetivo e substantivo é, respectiva
Alternativas
Q4031425 Pedagogia
A organização dos espaços e materiais nas instituições de Educação Infantil constitui elemento fundamental para a qualidade das experiências oferecidas às crianças. O Agente Educacional participa ativamente dessa organização ao preparar ambientes, dispor materiais, manter a ordem e a limpeza dos espaços, sempre considerando as necessidades e interesses das crianças. Em uma pré-escola, a equipe discute como reorganizar os espaços para promover mais autonomia e explorações diversificadas pelas crianças. Assim, analise as afirmativas a seguir.
I.O Agente Educacional deve organizar os materiais e brinquedos de forma que estejam acessíveis visualmente e ao alcance das mãos das crianças, favorecendo escolhas autônomas e explorações diversificadas.
II.Os espaços devem ser mantidos rigidamente organizados segundo um padrão único estabelecido no início do ano, evitando alterações que possam comprometer a ordem e confundir as crianças.
III.O Agente Educacional contribui para criar ambientes esteticamente cuidados, funcionais e acolhedores que se transformam conforme interesses das crianças e propostas pedagógicas desenvolvidas.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4031424 Pedagogia
O planejamento pedagógico é a atividade que orienta e organiza a ação educativa do professor, definindo objetivos, conteúdos, metodologias e formas de avaliação. No entanto, a execução desse planejamento no dinâmico cotidiano da Educação Infantil raramente ocorre de forma isolada. Ela depende de um trabalho de equipe coeso e colaborativo. O Agente Educacional é um parceiro fundamental nesse processo. Ao estar ciente do que foi planejado, ele pode preparar os espaços, organizar os materiais e interagir com as crianças de maneira mais intencional e alinhada aos objetivos propostos, potencializando as oportunidades de aprendizagem. Sobre a relação entre o Agente Educacional e o planejamento do professor, analise as afirmativas a seguir.
I. A colaboração do Agente Educacional na execução do planejamento se limita a arrumar a sala antes e depois das atividades, sem a necessidade de compreender os objetivos pedagógicos por trás de cada proposta.
II. Ao auxiliar na organização dos materiais para uma atividade de pintura, sabendo que o objetivo é a exploração de cores e texturas, o Agente Educacional contribui para o sucesso da proposta planejada pelo professor.
III. O Agente Educacional pode enriquecer o planejamento ao compartilhar com o professor suas observações sobre os interesses e as necessidades das crianças, fornecendo informações valiosas para novas propostas.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4031423 Pedagogia
A ética profissional no serviço público orienta a conduta dos servidores estabelecendo princípios, deveres e vedações que visam garantir o interesse coletivo e a qualidade dos serviços prestados à população. O Agente Educacional, como servidor público, deve pautar suas ações por valores éticos que fundamentam o trabalho no setor público, demonstrando compromisso coletivo em suas atividades. Acerca da ética profissional e compromisso coletivo no desempenho de função pública pelo Agente Educacional, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.
(__)A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são valores que devem nortear o servidor público no exercício de sua função.
(__)O servidor público pode utilizar o cargo para obter vantagens pessoais desde que isso não prejudique diretamente o atendimento às crianças e famílias durante seu expediente.
(__)O compromisso coletivo exige que o Agente Educacional coloque o interesse público acima de interesses pessoais, trabalhando em equipe para garantir qualidade no atendimento às crianças.
(__)O servidor público deve manter discrição sobre assuntos da instituição e proteger informações sigilosas sobre as crianças e famílias atendidas, respeitando o direito à privacidade.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4031422 Pedagogia
A avaliação na Educação Infantil possui características específicas estabelecidas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, não tendo caráter de seleção, promoção ou classificação. O processo avaliativo baseia-se em observação sistemática e registros diversos sobre o desenvolvimento das crianças. O Agente Educacional, por sua convivência cotidiana intensa com as crianças, pode contribuir compartilhando observações relevantes com o professor. Durante uma conversa sobre uma criança, a professora solicita ao Agente Educacional que compartilhe suas percepções sobre o comportamento e as interações da criança nos diferentes momentos da rotina. Considerando a avaliação das crianças na Educação Infantil e o papel do Agente Educacional, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4031419 Pedagogia
A brincadeira ocupa lugar central no desenvolvimento infantil, sendo reconhecida como direito fundamental da criança e eixo estruturante das práticas pedagógicas na Educação Infantil. O Agente Educacional, ao compreender a função da brincadeira, contribui para sua efetivação no cotidiano institucional através da organização de espaços, disponibilização de materiais e apoio às explorações infantis. Acerca do entendimento da função da brincadeira na infância no contexto do trabalho do Agente Educacional, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)As interações e a brincadeira constituem os eixos estruturantes das práticas pedagógicas na Educação Infantil, devendo o Agente Educacional contribuir para garantir esses princípios no cotidiano com as crianças.
(__)A brincadeira deve ser oferecida apenas como recompensa pelo bom comportamento das crianças ou após conclusão das atividades consideradas mais importantes pela equipe pedagógica.
(__)Através da brincadeira as crianças exploram o mundo, desenvolvem-se cognitiva, física, social e emocionalmente, constroem conhecimentos e expressam suas compreensões sobre a realidade de forma criativa.
(__)O Agente Educacional deve restringir as brincadeiras livres das crianças para evitar bagunça e acidentes, priorizando atividades dirigidas onde o controle adulto garante segurança absoluta.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4031418 Pedagogia
A relação entre família e escola constitui aspecto essencial para a qualidade da Educação Infantil, exigindo construção de parceria baseada em diálogo, respeito mútuo e compartilhamento de responsabilidades. O Agente Educacional participa dessa relação em diversos momentos, como acolhimento diário, comunicações sobre o cotidiano das crianças e eventos institucionais. Durante os momentos de entrada e saída das crianças, um Agente Educacional estabelece conversas breves com as famílias, compartilhando informações sobre a rotina e escutando relatos sobre o ambiente familiar. Considerando as relações família e escola no contexto da atuação do Agente Educacional na Educação Infantil, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4031417 Pedagogia
Atuar no serviço público, especialmente na área da educação, exige mais do que competência técnica; demanda um profundo senso de ética e de responsabilidade coletiva. O Agente Educacional lida diariamente com o que há de mais precioso para as famílias: seus filhos. Essa posição de confiança impõe deveres como a discrição, o respeito à diversidade, a imparcialidade e, fundamentalmente, a confidencialidade das informações a que tem acesso. A postura profissional adotada impacta não apenas a relação com uma família específica, mas a credibilidade de toda a instituição. Um Agente Educacional, ao final do dia, presencia uma conversa na qual um familiar comenta sobre uma dificuldade financeira que sua família está enfrentando. Diante dessa situação, qual seria a conduta ética esperada do profissional? 
Alternativas
Q4031415 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular estabelece para a Educação Infantil uma concepção que integra diferentes dimensões do trabalho educativo, superando antigas dicotomias. O Agente Educacional, em suas ações cotidianas com as crianças, materializa essa integração ao reconhecer que todos os momentos são oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento. Acerca do entendimento de que cuidar e educar são processos indissociáveis no trabalho do Agente Educacional na Educação Infantil, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)Nas últimas décadas consolidou-se na Educação Infantil a concepção que vincula educar e cuidar, entendendo o cuidado como algo indissociável do processo educativo desenvolvido com crianças de zero a cinco anos.
(__)O cuidar refere-se exclusivamente às necessidades básicas de alimentação, higiene e sono, enquanto o educar relaciona-se apenas às atividades pedagógicas dirigidas pelo professor em sala.
(__)O Agente Educacional contribui para a indissociabilidade entre cuidar e educar ao transformar os momentos de alimentação, higiene e descanso em experiências que promovem autonomia, interações e aprendizagens.
(__)A divisão de funções estabelece que o Agente Educacional deve responsabilizar-se exclusivamente pelo cuidar, delegando ao professor todas as ações relacionadas ao educar das crianças na instituição.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4031414 Pedagogia
A prática cotidiana do Agente Educacional é permeada por ações de cuidado que, quando realizadas com intencionalidade pedagógica, se convertem em poderosos atos educativos. A indissociabilidade entre cuidar e educar significa que, ao mesmo tempo em que se garante o bem-estar físico e emocional da criança, também se promove sua autonomia, seu conhecimento de mundo e sua capacidade de se relacionar. Essa concepção integrada exige do profissional uma reflexão constante sobre seus gestos e palavras, transformando tarefas de rotina em valiosas oportunidades de aprendizagem e de fortalecimento de vínculos afetivos. Acerca da integração do cuidar e do educar no cotidiano da Educação Infantil, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)Ao ajudar uma criança a lavar as mãos antes do lanche, o Agente Educacional está apenas executando uma tarefa de higiene, sem implicações educativas relacionadas à autonomia ou à saúde.
(__)Consolar uma criança que chora por sentir saudades da família é uma ação de cuidado que também educa, pois ensina sobre a validação de sentimentos e a construção de segurança afetiva.
(__)A organização dos pertences das crianças nos escaninhos, ensinando-as a guardar seus objetos, é um exemplo prático da união entre cuidar (organização do ambiente) e educar (desenvolvimento de responsabilidade).
(__)O cuidado com a segurança física das crianças nos espaços da escola, como no parque, é uma ação puramente de vigilância, desvinculada do ato de educar para a convivência e o respeito aos limites do próprio corpo e do outro.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4031413 Pedagogia
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), promulgado em 1990, representa uma mudança de paradigma na forma como a sociedade brasileira enxerga a infância e a adolescência, instituindo a doutrina da proteção integral e da prioridade absoluta. Dentro do ambiente escolar, que é um espaço privilegiado para a garantia de direitos, cada profissional se torna um agente fundamental na efetivação dessa legislação. O Agente Educacional, por sua proximidade contínua com os alunos nas mais diversas rotinas, ocupa uma posição estratégica para observar, proteger e garantir o respeito à dignidade de cada criança. Sua atuação não se restringe às tarefas pedagógicas ou de cuidado, mas se estende ao compromisso ético e legal de zelar pelo cumprimento do ECA. Diante disso, é imperativo que este profissional conheça as determinações do Estatuto que incidem diretamente sobre o cotidiano da escola. Acerca das disposições do ECA aplicáveis ao contexto educacional, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.
(__)O ECA permite que a direção da escola aplique castigos físicos moderados como medida disciplinar, desde que comunicados previamente aos pais, visando a correção de comportamentos inadequados.
(__)Segundo o Estatuto, o direito à educação de uma criança pode ser negado caso ela não atinja o desempenho acadêmico esperado, sendo permitido o seu desligamento da instituição de ensino.
(__)O ECA determina que a responsabilidade por comunicar ao Conselho Tutelar casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos contra alunos é exclusiva do diretor da escola, isentando outros profissionais.
(__)O Estatuto assegura o direito da criança e do adolescente de serem respeitados por seus educadores, abrangendo a inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4031412 Pedagogia
As práticas pedagógicas na Educação Infantil devem ser estruturadas em torno de dois eixos fundamentais: as interações e a brincadeira. Isso significa que o planejamento educativo deve ir além de uma lista de atividades a serem cumpridas, focando-se em criar contextos ricos e significativos onde as crianças possam aprender umas com as outras, com os adultos e com o ambiente. O Agente Educacional, nesse cenário, é um mediador crucial, que promove interações de qualidade, apoia as brincadeiras e garante que as experiências vividas pelas crianças sejam a base para seu desenvolvimento pleno e harmonioso. Acerca das práticas pedagógicas na educação de crianças de zero a cinco anos, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.
(__)As atividades devem ser predominantemente dirigidas pelo adulto, com pouco espaço para a escolha e a iniciativa da criança, a fim de garantir que os objetivos pedagógicos sejam cumpridos de forma organizada.
(__)A interação das crianças com seus pares de diferentes idades é prejudicial, pois as mais novas podem se machucar e as mais velhas podem ter seu desenvolvimento retardado ao brincar com os menores.
(__)O contato com a natureza e a exploração de espaços ao ar livre são fundamentais para o desenvolvimento infantil, promovendo a saúde, a criatividade e a aprendizagem sobre o mundo natural.
(__)É direito da criança na Educação Infantil aprender por meio de experiências que envolvam o corpo, os sentidos e os movimentos, sendo o planejamento de propostas que considerem essa integralidade uma prioridade.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4031411 Pedagogia
O espaço físico de uma instituição de Educação Infantil é frequentemente chamado de "terceiro educador", após o professor e as interações entre as crianças. Essa metáfora ressalta o poder que o ambiente tem de convidar à descoberta, à interação e à aprendizagem. A maneira como os móveis são dispostos, os materiais são selecionados e disponibilizados e as áreas internas e externas são utilizadas reflete a concepção pedagógica da escola. Um ambiente rico, seguro e instigante é fundamental para o protagonismo infantil. O Agente Educacional possui um papel ativo na manutenção e na co-criação desses espaços, garantindo que eles estejam sempre a serviço do desenvolvimento das crianças. Em relação à organização de espaços e materiais na Educação Infantil, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
241: A
242: C
243: B
244: D
245: C
246: C
247: D
248: A
249: C
250: C
251: A
252: A
253: C
254: D
255: D
256: D
257: D
258: B
259: A
260: B