Foram encontradas 4.200 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Texto para as questões 5 a 8
DEFENSORES DA “LÍNGUA CERTA”
Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque
essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua
materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso
é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de
5 português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo”
e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de
modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-
la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não
conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que
10 a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos
brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).
O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo)
é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a
defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que
15 defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews,
ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então
as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias,
como é que ficam então?”.
BAGNO, Marcos. (UnB)
Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=16649>.
Acesso em 28/11/2016 (fragmento).
Sobre a pergunta que Bagno devolve ao sr. Carlos Monforte, exposta no encerramento do texto apresentado, é CORRETO afirmar que
Texto para as questões 5 a 8
DEFENSORES DA “LÍNGUA CERTA”
Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque
essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua
materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso
é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de
5 português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo”
e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de
modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-
la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não
conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que
10 a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos
brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).
O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo)
é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a
defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que
15 defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews,
ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então
as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias,
como é que ficam então?”.
BAGNO, Marcos. (UnB)
Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=16649>.
Acesso em 28/11/2016 (fragmento).
Sobre alguns aspectos gramaticais do texto, leia estas considerações:
I) Em “O problema da ideologia purista é esse também.”, temos uma oração construída em ordem direta, uma vez que o sujeito se apresenta inicialmente, para na sequência vir o predicado.
II) O pronome possessivo “seus” (l. 8) retoma de forma coesiva o termo antecedente “ideologia purista”.
III) Em “assisti o filme” ou “assisti ao filme”, expõe-se um caso de regência verbal, que consiste no uso ou não da preposição. Nesse caso, seguindo a norma padrão, a primeira opção é a mais correta.
IV) O pronome pessoal oblíquo “lhe” (l. 17) está em posição proclítica em relação ao verbo que o sucede, porém de uso facultativo, podendo, nesse caso, reescrever o trecho colocando-o em posição enclítica.
V) Em “falam ‘certo’” (l. 5) e “língua certa” (l. 13), a palavra destacada sofreu flexão de gênero, sendo usada ora no masculino ora no feminino, por se tratar de adjetivos que concordam com as respectivas palavras que os antecedem.
Estão CORRETAS as considerações apresentadas nas opções
Texto para as questões 5 a 8
DEFENSORES DA “LÍNGUA CERTA”
Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque
essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua
materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso
é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de
5 português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo”
e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de
modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-
la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não
conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que
10 a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos
brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).
O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo)
é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a
defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que
15 defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews,
ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então
as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias,
como é que ficam então?”.
BAGNO, Marcos. (UnB)
Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=16649>.
Acesso em 28/11/2016 (fragmento).
Pelo texto, percebe-se que o autor
Texto para as questões 5 a 8
DEFENSORES DA “LÍNGUA CERTA”
Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque
essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua
materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso
é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de
5 português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo”
e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de
modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-
la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não
conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que
10 a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos
brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).
O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo)
é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a
defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que
15 defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews,
ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então
as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias,
como é que ficam então?”.
BAGNO, Marcos. (UnB)
Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=16649>.
Acesso em 28/11/2016 (fragmento).
Das considerações acerca do texto, uma está em DESACORDO. Trata-se da declaração exposta na opção
Texto para as questões 1 a 4
Desde a chegada da esquadra de Cabral à costa brasileira até quase duzentos anos
depois não há a menção do nome de nenhuma mulher em nossa História oficial. Há
referências a paixões de europeus por índias, aos contatos voluptuosos com a mulher
exótica; há a menção de que os jesuítas solicitaram ao rei que mandasse para cá
5 mulheres aptas ao casamento e vieram as órfãs, para constituírem a família de “pai
soturno, mulher submissa e filhos aterrados”. Vieram as prostitutas, as feiticeiras, as
criminosas, as adúlteras, vieram as negras para a escravidão e para o ranger dos
catres.
Vemos a mulher fazendo pudim, a mulher parindo, a mulher servindo ao homem,
10 o comportamento da mulher controlado nos seus atos mais recônditos pelas normas
aterrorizantes do Santo Ofício ou pelo receituário escolástico que interditava
a posição mulier super virum por ser oposta à superioridade ativa dos machos. A
Inquisição formou algumas de nossas características de introversão, doçura e em
nós marcou a noção do pecado. Revela alguns dos costumes secretos das mulheres de
15 antigamente, as que fomos outrora, das quais temos quase sempre apenas um nome vago,
uma data de nascimento, casamento e morte. Padre Vieira achava que as mulheres
deviam sair de casa em apenas três ocasiões: para o batismo, para o casamento e o
próprio enterro. E, macilentas, esverdinhadas, foi o que fizemos durante séculos. É
o que parece dizer a História.
MIRANDA, Ana. Ser mulher.
Disponível em: <http://xoomer.virgilio.it/leonildoc/mulher.htm>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).
“É o que parece dizer a História.”
A autora, ao finalizar o texto com essa declaração, tem como intenção
Texto para as questões 1 a 4
Desde a chegada da esquadra de Cabral à costa brasileira até quase duzentos anos
depois não há a menção do nome de nenhuma mulher em nossa História oficial. Há
referências a paixões de europeus por índias, aos contatos voluptuosos com a mulher
exótica; há a menção de que os jesuítas solicitaram ao rei que mandasse para cá
5 mulheres aptas ao casamento e vieram as órfãs, para constituírem a família de “pai
soturno, mulher submissa e filhos aterrados”. Vieram as prostitutas, as feiticeiras, as
criminosas, as adúlteras, vieram as negras para a escravidão e para o ranger dos
catres.
Vemos a mulher fazendo pudim, a mulher parindo, a mulher servindo ao homem,
10 o comportamento da mulher controlado nos seus atos mais recônditos pelas normas
aterrorizantes do Santo Ofício ou pelo receituário escolástico que interditava
a posição mulier super virum por ser oposta à superioridade ativa dos machos. A
Inquisição formou algumas de nossas características de introversão, doçura e em
nós marcou a noção do pecado. Revela alguns dos costumes secretos das mulheres de
15 antigamente, as que fomos outrora, das quais temos quase sempre apenas um nome vago,
uma data de nascimento, casamento e morte. Padre Vieira achava que as mulheres
deviam sair de casa em apenas três ocasiões: para o batismo, para o casamento e o
próprio enterro. E, macilentas, esverdinhadas, foi o que fizemos durante séculos. É
o que parece dizer a História.
MIRANDA, Ana. Ser mulher.
Disponível em: <http://xoomer.virgilio.it/leonildoc/mulher.htm>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).
Cada oração que compõe um período composto, na sua relação com as demais, desempenha uma função específica.
Abaixo se apresentam orações que compõem, no texto de origem, períodos compostos, cuja função é apresentada na sequência. Todas as indicações estão corretas, à EXCEÇÃO de uma, que se apresenta na opção
Texto para as questões 1 a 4
Desde a chegada da esquadra de Cabral à costa brasileira até quase duzentos anos
depois não há a menção do nome de nenhuma mulher em nossa História oficial. Há
referências a paixões de europeus por índias, aos contatos voluptuosos com a mulher
exótica; há a menção de que os jesuítas solicitaram ao rei que mandasse para cá
5 mulheres aptas ao casamento e vieram as órfãs, para constituírem a família de “pai
soturno, mulher submissa e filhos aterrados”. Vieram as prostitutas, as feiticeiras, as
criminosas, as adúlteras, vieram as negras para a escravidão e para o ranger dos
catres.
Vemos a mulher fazendo pudim, a mulher parindo, a mulher servindo ao homem,
10 o comportamento da mulher controlado nos seus atos mais recônditos pelas normas
aterrorizantes do Santo Ofício ou pelo receituário escolástico que interditava
a posição mulier super virum por ser oposta à superioridade ativa dos machos. A
Inquisição formou algumas de nossas características de introversão, doçura e em
nós marcou a noção do pecado. Revela alguns dos costumes secretos das mulheres de
15 antigamente, as que fomos outrora, das quais temos quase sempre apenas um nome vago,
uma data de nascimento, casamento e morte. Padre Vieira achava que as mulheres
deviam sair de casa em apenas três ocasiões: para o batismo, para o casamento e o
próprio enterro. E, macilentas, esverdinhadas, foi o que fizemos durante séculos. É
o que parece dizer a História.
MIRANDA, Ana. Ser mulher.
Disponível em: <http://xoomer.virgilio.it/leonildoc/mulher.htm>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).
Atente às considerações acerca do texto:
I) O pronome “nós” (l. 14) recebe acento gráfico por ser uma caso de acento diferencial, que distingue de seu homônimo átono “nos”, regra essa contemplada no Novo Acordo Ortográfico em vigor no Brasil.
II) No trecho “Há referências a paixões de europeus por índias [...]”, tem-se um caso de verbo impessoal, o que justifica sua flexão no singular.
III) Em “à superioridade ativa dos machos”, o acento grave foi utilizado por se tratar de uma exigência da regência verbal.
IV) A conjunção coordenativa empregada no trecho “[...] e vieram as órfãs [...]” tem o mesmo valor semântico da empregada neste outro: “[...] e para o ranger dos catres [...]”.
V) No trecho “[...] das quais temos quase sempre apenas um nome vago [...]”, tem-se um pronome relativo aglutinado a uma preposição, exercendo função coesiva na retomada do termo “mulheres de antigamente”.
Estão CORRETAS as declarações feitas em
Texto para as questões 1 a 4
Desde a chegada da esquadra de Cabral à costa brasileira até quase duzentos anos
depois não há a menção do nome de nenhuma mulher em nossa História oficial. Há
referências a paixões de europeus por índias, aos contatos voluptuosos com a mulher
exótica; há a menção de que os jesuítas solicitaram ao rei que mandasse para cá
5 mulheres aptas ao casamento e vieram as órfãs, para constituírem a família de “pai
soturno, mulher submissa e filhos aterrados”. Vieram as prostitutas, as feiticeiras, as
criminosas, as adúlteras, vieram as negras para a escravidão e para o ranger dos
catres.
Vemos a mulher fazendo pudim, a mulher parindo, a mulher servindo ao homem,
10 o comportamento da mulher controlado nos seus atos mais recônditos pelas normas
aterrorizantes do Santo Ofício ou pelo receituário escolástico que interditava
a posição mulier super virum por ser oposta à superioridade ativa dos machos. A
Inquisição formou algumas de nossas características de introversão, doçura e em
nós marcou a noção do pecado. Revela alguns dos costumes secretos das mulheres de
15 antigamente, as que fomos outrora, das quais temos quase sempre apenas um nome vago,
uma data de nascimento, casamento e morte. Padre Vieira achava que as mulheres
deviam sair de casa em apenas três ocasiões: para o batismo, para o casamento e o
próprio enterro. E, macilentas, esverdinhadas, foi o que fizemos durante séculos. É
o que parece dizer a História.
MIRANDA, Ana. Ser mulher.
Disponível em: <http://xoomer.virgilio.it/leonildoc/mulher.htm>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).
Em todo texto está implícita uma intencionalidade discursiva, levando o seu autor a optar por determinados elementos, enfatizando uns ou outros. Isso resulta no que se denomina função da linguagem. No texto acima, pode-se afirmar que há a predominância da função
Coluna 1
1. 18.4 30 R-1.
2. 650/65 R38 8PR.
3. 18.4 30 R-2.
Coluna 2
( ) Pneu Diagonal indicado para áreas com boa capacidade de drenagem, geralmente usado em áreas de coxilha.
( ) Pneu diagonal indicado para áreas com má capacidade de drenagem, geralmente usado em áreas de várzea.
( ) Pneu radial indicado para áreas com boa capacidade de drenagem cujos dados da largura do pneu são apresentados em milímetros.
( ) Pneu não recomendado para áreas de coxilha, mas que pode ser usado nestas condições com restrições, mesmo quando o solo está muito molhado.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O sucesso da cadeia produtiva de frutas depende diretamente do manejo correto dos pomares. Com relação aos sistemas de cultivo de espécies frutíferas, assinale a alternativa correta.
Considerando o texto, assinale a alternativa que apresenta o processo de emasculação do milho.
I. Apenas fatores extrínsecos podem ser combinados para dificultar o crescimento de microrganismos. II. A contagem inicial de microrganismos é importante na teoria dos obstáculos de Leistner. III. A combinação de diferentes fatores para o controle de microrganismos sempre garante a inoquidade do alimento.
( ) Entende-se por contaminação a presença de substâncias ou agentes estranhos, de origem biológica, química ou física que sejam considerados nocivos ou não para saúde humana.
( ) Desinfestação é a redução, através de agentes químicos ou métodos físicos adequados, do número de microrganismos no prédio, instalações, maquinários e utensílios, a um nível que não origine contaminação do alimento que será elaborado.
( ) Alimento apto para o consumo humano é todo aquele que, como alimento, atende ao padrão de identidade e qualidade pré-estabelecido, nos aspectos higiênico sanitários e nutricionais.
( ) Armazenamento é o conjunto de atividades e requisitos para se obter uma correta conservação de matéria-prima.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. F-1, F-2, F-3.
2. R-1.
3. R-2.
Coluna 2
( ) Pneu recomendado para tração em solos com boas condições de drenagem.
( ) Pneu para eixos direcionais não tracionados.
( ) Pneu recomendado para tração em solos com problemas de drenagem e/ou com alagamento constante.
( ) Pneu para eixos direcionais não tracionados, apresentando multiraias.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: