Questões de Concurso Comentadas para médico veterinário

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Ano: 2023 Banca: BRB Órgão: Prefeitura de Borda da Mata - MG Provas: BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Assistente Social | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Psicólogo | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II -Inglês | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Matemática | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Língua Portuguesa | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - História | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Cirurgião Dentista / Cirurgião Dentista PSF | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Contador | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Educador Físico | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Engenheiro Civil | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Farmacêutico | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Fisioterapeuta | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Pediatra | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Cardiologista | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico do Trabalho | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Oftamologista | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico PSF | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Psiquiatra | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Veterinário | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Oficial Administrativo | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Procurador Municipal | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Geografia | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Ensino Religioso | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Educação Física | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Ciências | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor I | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Artes |
Q2108984 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.

Texto I

A Teoria da Dependência e a Institucionalização do Atraso

   Em 1800 o PIB per capita brasileiro era igual ao americano. Em 1913 o PIB americano já era sete vezes maior que o brasileiro (1). Tivemos crescimento econômico quase zero no século XIX. Foi ali que o Brasil ficou para trás. Ao contrário do que aconteceu nos EUA, nossa independência em 1822 não abriu as portas para a industrialização da economia. Permanecemos com uma economia agrária, de baixa produtividade. O transporte era inexistente. A inexistência de mercados de crédito e capital impossibilitava aos empreendedores importar tecnologia para a indústria. Nossa economia e nossas finanças públicas dependiam da exportação de algodão e açúcar e, posteriormente, de café. Essa situação só começou a mudar na última década do século XIX, com a (lenta) introdução das ferrovias e a queda do custo de transporte. O atraso no desenvolvimento do Brasil no século XIX foi causado pelas características intrínsecas da economia brasileira. A culpa foi exclusivamente nossa. Tudo isso está documentado.
   Mas alguns de nossos historiadores, antropólogos, sociólogos e economistas preferiram ignorar os dados históricos e criaram a Teoria da Dependência. Essa teoria culpa os países desenvolvidos pelo nosso atraso. Essa escola de pensamento, da qual fizeram parte intelectuais celebrados como Celso Furtado, rejeita o uso sistemático de dados quantitativos para testar hipóteses. E vai mais além: alguns de seus teóricos argumentam que as leis econômicas que regem as economias desenvolvidas não se aplicam aos países em desenvolvimento. Somos subdesenvolvidos porque isso interessa aos países do primeiro mundo, diz a teoria.
      Parece piada. Mas é sério.
   A Teoria da Dependência afirma que o comércio internacional é a causa de nossa pobreza – ao contrário do que mostra toda a história da humanidade. É esse raciocínio que criou a política de “substituição de importações” – aquela que ainda faz o brasileiro pagar uma fortuna por lixo made in Brazil, em vez de importar tecnologia de primeira linha, o que aumentaria a produtividade, geraria riqueza e espalharia progresso pela economia. É esse raciocínio que diz que você só pode trazer 1.000 dólares em mercadoria de uma viagem ao exterior (até pouco tempo o limite era de 500 dólares). É esse raciocínio que nos deu o iPhone mais caro do mundo.
  A Teoria da Dependência é inconsistente com os dados econômicos e não consegue explicar a evolução histórica da nossa economia. Mesmo assim, a Teoria da Dependência ainda é a base dos estudos históricos econômicos na América Latina e está entranhada nos livros-texto de nossas escolas e universidades. Uma mentira repetida mil vezes vira verdade.
  O comércio exterior é uma das maiores fontes de enriquecimento das nações. Exportando aquilo que fazem melhor e importando aquilo que, por várias razões, não conseguem produzir com eficiência, os países melhoram as condições de vida de suas populações e caminham em direção ao desenvolvimento.
     A Teoria da Dependência disseminou em nossa cultura um preconceito profundo contra o comércio internacional. As raízes criadas por essa visão ideologizada do comércio explicam o desempenho medíocre do Brasil no cenário internacional: somando importações e exportações, o total do nosso comércio internacional corresponde a menos de 30% do Produto Interno Bruto, enquanto em países como China, Índia, México e Rússia essa participação está acima de 50% e no Chile ultrapassa os 70%.
   No Brasil, exportar e importar envolvem muita burocracia e o Estado é sempre um elemento complicador. Enquanto o custo de exportar um container é de 620 dólares na China, de 1.450 no México e de 1.650 na Argentina, no Brasil esse custo ultrapassa os 2.200 dólares. Importações continuam sendo vistas, em nossa cultura e por nossos homens públicos, como algo negativo, a ser evitado a todo custo. Isso cria inúmeras oportunidades para a criação de tarifas de proteção de mercado que, na verdade, protegem apenas alguns produtores à custa de toda a sociedade, que é forçada a pagar mais caro por produtos inferiores fabricados no Brasil.
   Essa fabricação nacional, muitas vezes, consiste apenas em encaixar peças importadas e colocar uma plaquinha made in Brazil. A falácia dessa visão negativa do comércio exterior e das importações já foi desmistificada por Henry Hazlitt em Economia em Uma Só Lição (2):
   A única coisa que supera o medo de importar, que afeta todas as nações, é o desejo patológico de exportar. Nada pode ser mais inconsistente do ponto de vista lógico. [...] É através delas (as importações) que os consumidores conseguem comprar no exterior produtos a preços melhores do que seria possível comprar de produtores nacionais, ou produtos que não existem no país. A verdadeira razão pela qual um país exporta é para pagar por suas importações.
    O comércio exterior continua sendo visto como uma relação em que existe um ganhador e um perdedor. Graças à Teoria da Dependência, há muitas décadas, os consumidores brasileiros estão sujeitos a políticas de substituição de importações, principalmente na forma de tarifas que tornam a compra de produtos importados – seja um carro, uma máquina ou um serviço – muito mais cara.

(1) How Latin America Fell Behind: Essays on the Economic Histories of Brazil and Mexico, 1800-1914, Stanford University Press, 1997, p. 1.

(2) Henry Hazlitt, Economics in One Lesson, Three Rivers Press, 1979, p. 85 e p. 89.

 (https://www.robertomotta.com.br/artigos/a-teoria-da-dependencia-e-a-institucionalizacao-do-atraso/ adaptado)
A partir das ideias expostas no texto I, avalie as afirmações abaixo:

( ) Houve um período na história em que o PIB brasileiro era igual ou superior ao americano.
( ) No século XIX, o Brasil manteve sua economia estagnada em termos de evolução.
( ) A independência americana abriu as portas de sua economia para a industrialização, o que não ocorrera no Brasil.
( ) Economia baseada em comodities e transporte inicialmente que dificultasse o escoamento da produção, além da inexistência de mercados de crédito e capital que possibilitasse aos empreendedores a importação de tecnologia para a indústria são a base da compreensão do atraso econômico do Brasil.
( ) Graças à ágil introdução das ferrovias e à queda do custo de transporte, a economia brasileira começou a sofrer socialmente com a lógica de mercado que favoreceu as importações como elemento fomentador da dependência econômica em relação às grandes nações.

Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que, segundo as afirmações do texto, a sequência correta pela ordem é:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: BRB Órgão: Prefeitura de Borda da Mata - MG Provas: BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Assistente Social | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Psicólogo | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II -Inglês | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Matemática | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Língua Portuguesa | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - História | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Cirurgião Dentista / Cirurgião Dentista PSF | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Contador | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Educador Físico | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Engenheiro Civil | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Farmacêutico | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Fisioterapeuta | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Pediatra | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Cardiologista | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico do Trabalho | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Oftamologista | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico PSF | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Psiquiatra | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Veterinário | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Oficial Administrativo | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Procurador Municipal | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Geografia | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Ensino Religioso | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Educação Física | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Ciências | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor I | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Artes |
Q2108983 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.

Texto I

A Teoria da Dependência e a Institucionalização do Atraso

   Em 1800 o PIB per capita brasileiro era igual ao americano. Em 1913 o PIB americano já era sete vezes maior que o brasileiro (1). Tivemos crescimento econômico quase zero no século XIX. Foi ali que o Brasil ficou para trás. Ao contrário do que aconteceu nos EUA, nossa independência em 1822 não abriu as portas para a industrialização da economia. Permanecemos com uma economia agrária, de baixa produtividade. O transporte era inexistente. A inexistência de mercados de crédito e capital impossibilitava aos empreendedores importar tecnologia para a indústria. Nossa economia e nossas finanças públicas dependiam da exportação de algodão e açúcar e, posteriormente, de café. Essa situação só começou a mudar na última década do século XIX, com a (lenta) introdução das ferrovias e a queda do custo de transporte. O atraso no desenvolvimento do Brasil no século XIX foi causado pelas características intrínsecas da economia brasileira. A culpa foi exclusivamente nossa. Tudo isso está documentado.
   Mas alguns de nossos historiadores, antropólogos, sociólogos e economistas preferiram ignorar os dados históricos e criaram a Teoria da Dependência. Essa teoria culpa os países desenvolvidos pelo nosso atraso. Essa escola de pensamento, da qual fizeram parte intelectuais celebrados como Celso Furtado, rejeita o uso sistemático de dados quantitativos para testar hipóteses. E vai mais além: alguns de seus teóricos argumentam que as leis econômicas que regem as economias desenvolvidas não se aplicam aos países em desenvolvimento. Somos subdesenvolvidos porque isso interessa aos países do primeiro mundo, diz a teoria.
      Parece piada. Mas é sério.
   A Teoria da Dependência afirma que o comércio internacional é a causa de nossa pobreza – ao contrário do que mostra toda a história da humanidade. É esse raciocínio que criou a política de “substituição de importações” – aquela que ainda faz o brasileiro pagar uma fortuna por lixo made in Brazil, em vez de importar tecnologia de primeira linha, o que aumentaria a produtividade, geraria riqueza e espalharia progresso pela economia. É esse raciocínio que diz que você só pode trazer 1.000 dólares em mercadoria de uma viagem ao exterior (até pouco tempo o limite era de 500 dólares). É esse raciocínio que nos deu o iPhone mais caro do mundo.
  A Teoria da Dependência é inconsistente com os dados econômicos e não consegue explicar a evolução histórica da nossa economia. Mesmo assim, a Teoria da Dependência ainda é a base dos estudos históricos econômicos na América Latina e está entranhada nos livros-texto de nossas escolas e universidades. Uma mentira repetida mil vezes vira verdade.
  O comércio exterior é uma das maiores fontes de enriquecimento das nações. Exportando aquilo que fazem melhor e importando aquilo que, por várias razões, não conseguem produzir com eficiência, os países melhoram as condições de vida de suas populações e caminham em direção ao desenvolvimento.
     A Teoria da Dependência disseminou em nossa cultura um preconceito profundo contra o comércio internacional. As raízes criadas por essa visão ideologizada do comércio explicam o desempenho medíocre do Brasil no cenário internacional: somando importações e exportações, o total do nosso comércio internacional corresponde a menos de 30% do Produto Interno Bruto, enquanto em países como China, Índia, México e Rússia essa participação está acima de 50% e no Chile ultrapassa os 70%.
   No Brasil, exportar e importar envolvem muita burocracia e o Estado é sempre um elemento complicador. Enquanto o custo de exportar um container é de 620 dólares na China, de 1.450 no México e de 1.650 na Argentina, no Brasil esse custo ultrapassa os 2.200 dólares. Importações continuam sendo vistas, em nossa cultura e por nossos homens públicos, como algo negativo, a ser evitado a todo custo. Isso cria inúmeras oportunidades para a criação de tarifas de proteção de mercado que, na verdade, protegem apenas alguns produtores à custa de toda a sociedade, que é forçada a pagar mais caro por produtos inferiores fabricados no Brasil.
   Essa fabricação nacional, muitas vezes, consiste apenas em encaixar peças importadas e colocar uma plaquinha made in Brazil. A falácia dessa visão negativa do comércio exterior e das importações já foi desmistificada por Henry Hazlitt em Economia em Uma Só Lição (2):
   A única coisa que supera o medo de importar, que afeta todas as nações, é o desejo patológico de exportar. Nada pode ser mais inconsistente do ponto de vista lógico. [...] É através delas (as importações) que os consumidores conseguem comprar no exterior produtos a preços melhores do que seria possível comprar de produtores nacionais, ou produtos que não existem no país. A verdadeira razão pela qual um país exporta é para pagar por suas importações.
    O comércio exterior continua sendo visto como uma relação em que existe um ganhador e um perdedor. Graças à Teoria da Dependência, há muitas décadas, os consumidores brasileiros estão sujeitos a políticas de substituição de importações, principalmente na forma de tarifas que tornam a compra de produtos importados – seja um carro, uma máquina ou um serviço – muito mais cara.

(1) How Latin America Fell Behind: Essays on the Economic Histories of Brazil and Mexico, 1800-1914, Stanford University Press, 1997, p. 1.

(2) Henry Hazlitt, Economics in One Lesson, Three Rivers Press, 1979, p. 85 e p. 89.

 (https://www.robertomotta.com.br/artigos/a-teoria-da-dependencia-e-a-institucionalizacao-do-atraso/ adaptado)
Com relação ao texto I, é correto compreender que:
Alternativas
Q2107506 Veterinária
Algumas doenças parasitárias dos animais e que também ocorrem nos seres humanos são causadas pelos agentes na mesma fase do ciclo biológico ou em fases diferentes. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Hidatidose é uma doença parasitária crônica, causada pela forma larval do parasito Echinococcus granulosus.
( ) Quando uma pessoa ingere o Cysticercus cellulosae, ela desenvolverá a cisticercose.

( ) As formas amastigotas da Leishmania sp. são encontradas parasitando os humanos e os cães.
( ) O Ancylostoma caninum parasita o intestino dos cães e no homem é a causa da Larva migrans visceral.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q2107505 Veterinária
A pasteurização é um processo fundamental para a eliminação dos agentes patogênicos no alimento, tornando-o um produto inócuo, alterando o mínimo possível a sua qualidade química e nutricional, sendo dessa forma essencial para garantir a seguridade microbiológica dos produtos lácteos disponíveis comercialmente. Em relação ao processo de pasteurização, analise as assertivas abaixo:

I. Uma das formas de controle da pasteurização adequada baseia-se na detecção da enzima fosfatase que é inativada pelo processamento corretamente executado.
II. A presença do dissacarídeo lactose no leite indica falha no processo de pasteurização.
III. A enzima peroxidase está ausente no leite cru e é evidenciada no leite pasteurizado acima de 85ºC.
IV. O processo de pasteurização rápida do leite respeita o binômio tempo-temperatura, aquecendo o alimento durante 30 minutos em temperatura entre 62 e 65ºC.

Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Q2107504 Veterinária
O teste denominado California Mastitis Test (CMT), utilizado nas propriedades leiteiras, estima o conteúdo de células somáticas no leite e permite estabelecer escores que variam de negativo até o indicativo de mastite subclínica. Na forma subclínica, ao contrário da forma clínica, não ocorrem alterações visíveis no aspecto do leite ou do úbere, embora ocorram alterações na composição do leite e deste possam ser isolados microrganismos patogênicos. A interpretação do CMT está baseada na observação visual da mistura do leite com o regente. A viscosidade dessa mistura, quando ocorre, é causada por:
Alternativas
Q2107502 Veterinária
Considerando que uma enfermidade não pode ser separada do ecossistema em que interagem os elementos que concorrem para a sua ocorrência, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as características apresentadas com os respectivos componentes da tríade epidemiológica.
Coluna 1
1. Agente etiológico.
2. Hospedeiro.
3. Ambiente.
Coluna 2
( ) Patogenicidade.
( ) Clima.
( ) Idade.
( ) Imunogenicidade.
( ) Topografia.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2107501 Veterinária
A bronquite verminótica ou pneumonia verminótica dos bovinos é uma inflamação ou infecção dos pulmões que pode provocar lesões temporárias ou permanentes, dependendo da gravidade. Os vermes pulmonares adultos parasitam a traqueia e os brônquios. A capacidade de oviposição é alta, sendo possível que um único bezerro infectado contamine a pastagem com 33 milhões de larvas. Os ovos são expelidos pela tosse e deglutidos. Eles eclodem nas vias aéreas ou no trato alimentar, sendo as larvas eliminadas nas fezes. O parasito causador da bronquite verminótica nos bovinos é identificado como. 
Alternativas
Q2107500 Veterinária
No município de Nova Santa Rita, o rebanho de bovinos e bubalinos soma aproximadamente 8 mil animais. O Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) abrange especificamente essas duas espécies animais. Em relação ao PNCEBT, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2107499 Veterinária
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no censo de 2001, foram produzidos 240 mil litros de leite de vaca no município de Nova Santa Rita, derivados da ordenha de 142 vacas. Em relação ao leite como um alimento de origem animal altamente perecível, se não for adequadamente conservado, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A adição de água no leite implica alteração no seu ponto crioscópico.
( ) A somatotropina bovina é aplicada nas vacas em lactação para inibir a ação da ocitocina.
( ) A acidificação do leite é resultante da formação de ácido lático derivado da glicose presente no leite.
( ) A caseína é a proteína que está presente no leite em quantidades equivalentes às de lactalbumia e lactoglobulina.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2107498 Veterinária
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informa que pelo menos 70% das enfermidades que apareceram após a década de 1940 têm origem animal. Tal situação é o resultado da expansão agrícola e a interatividade entre homens e animais que fizeram com que novas doenças surgissem e se disseminassem rapidamente. Como forma de combate às novas doenças, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) ressaltou a importância de enxergarmos as saúdes humana, animal e ambiental como uma só. Considerando o trecho acima, assinale a alternativa em que estão citados, correta e respectivamente, os nomes de algumas leveduras eliminadas pelos excrementos de animais e que apresentam a capacidade de infectar o ser humano.
Alternativas
Q2107497 Veterinária
É crescente o surgimento de problemas no aparelho locomotor, causadores de claudicações (manqueiras) no suíno tipo carne. As alterações no esqueleto, em animais em crescimento, sofreram um aumento considerável nas últimas décadas e vêm merecendo, por isso, maior atenção quanto ao diagnóstico, prognóstico e medidas terapêuticas. Nestes quadros, devem ser relacionadas as artroses, epifisiólise e a apofisiólise. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir:

I. A apofisiólise também é conhecida como fratura da tuberosidade isquiática.
II. Construções inadequadas como pisos muito lisos ou inclinados estão relacionados como fatores predisponentes de casos de apofisiólise.
III. Epifisiólise é caracterizada pela fratura do colo da cabeça do fêmur, causando claudicações súbitas ou progressivas.
IV. A epifisiólise ocorre mais frequentemente em suínos jovens entre quatro e oito meses de idade, sendo menos frequente em animais adultos.
V. A forma aguda da epifisiólise é mais frequente que a forma crônica da doença, no entanto, nas duas formas, os sinais clínicos mais graves são observados após ocorrer a fratura óssea.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2107496 Veterinária
No ano de 2020, o Brasil alcançou a terceira posição mundial na produção de suínos, com 41 milhões de cabeças e, em relação à exportação de carne suína naquele mesmo ano, ficamos na sétima posição (EMBRAPA, 2021). Para que possamos manter e aumentar nossa participação nessa atividade, o trinômio genética, sanidade e nutrição é motivo de permanente cuidado e constantes avanços. No que se refere às micotoxicoses nos alimentos, as fumonisinas são produzidas, principalmente pelos fungos Fusarium moniliforme e F. proliferatum. Por serem muito sensíveis à intoxicação por fumonisinas, qual dos alimentos deve ser considerado como o mais frequentemente contaminado por esses fungos?
Alternativas
Q2107495 Veterinária
Macracanthorhynchus hirudinaceus é um endoparasito acantocéfalo (cabeça espinhosa), cuja infecção pode causar uma zoonose parasitária na criação de suínos, denominada macracantorrincose. Morfologicamente, o parasito é caracterizado, principalmente, por possuir uma probóscide formada por anéis espinhosos, os quais são usados pelo parasito para fixar-se na parede do intestino delgado, causando enterite. A partir do processo inflamatório, a parede intestinal pode romper-se desencadeando a peritonite e a morte do animal. Clinicamente, essa endoparasitose não possui sintomatologia patognomônica, no entanto, podem ser observados sinais como inapetência, emagrecimento progressivo, anorexia, fraqueza, espasmos musculares, além da observação de diarreia com alimentos pouco digeridos. Em humanos, o quadro clínico é similar ao que ocorre nos animais. A doença é mais frequente em criações com baixo nível de tecnificação pela possibilidade de fechamento do ciclo biológico do parasito. O hospedeiro intermediário envolvido na manutenção/transmissão da doença é:
Alternativas
Q2107470 Direito Processual Penal
Maria e João são casados há mais de dez anos. O casal possui dois filhos, um com 5 e outro com 10 anos. Certa feita, numa tarde de domingo, o time do coração de João perde um jogo importante para o seu maior rival, o que deixa João muito aborrecido. Para relaxar e esquecer o ocorrido, João decide tomar uma cerveja. Maria, por sua vez, alerta João que precisa da sua ajuda para organizar o jantar e as tarefas escolares das crianças, pois no outro dia ambos têm escola. João, que está muito aborrecido com a derrota do seu time, empolga-se com a bebida e termina ingerindo dez cervejas, o que acaba deixando-o alterado. Maria, cansada de pedir que João parasse de beber para auxiliar com as crianças, resolve esconder as cervejas que ainda estavam na geladeira. Tal atitude desperta a ira de João, o qual lança mão de uma faca de cozinha e ameaça Maria de morte, caso ela não revelasse onde havia escondido as bebidas. Maria, assustada, pega seus dois filhos e corre para a casa de sua mãe. No outro dia, por orientação de familiares, Maria vai até a Delegacia de Polícia da cidade e registra um boletim de ocorrência contra João pelo crime de ameaça. Passam-se alguns dias e Maria decide voltar para casa após insistentes pedidos de desculpas por parte de João, o qual se mostrou muito arrependido, afirmando que só havia agido daquela maneira porque estava sob influência de álcool e muito abalado com a derrota do seu time do coração. Com a volta para casa e o pleno restabelecimento do relacionamento e da vida familiar, João pede a Maria que desista de prosseguir com a representação perante as autoridades, pois tudo não passou de uma briga de casal.

Considerando o caso narrado e as hipóteses legais, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2107469 Direito Constitucional
É condição de elegibilidade para os cargos de prefeito e vice-prefeito a idade mínima de: 
Alternativas
Q2107468 Direito Constitucional
O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para os maiores de ________ anos e facultativo para aqueles com mais de _________ anos. O alistamento eleitoral e o voto também são facultativos para aqueles maiores de ___________ e menores de dezoito anos. Realizado o alistamento eleitoral nessa faixa etária, o voto é __________. O alistamento eleitoral de estrangeiros como eleitores é __________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q2107467 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Acerca do provimento e da vacância de cargos públicos, tendo por base o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Nova Santa Rita, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. A readaptação e o aproveitamento são forma de provimento de cargos públicos.
II. A investidura em cargo público se dará com a nomeação.
III. O falecimento ou a exoneração do servidor promovem a vacância do cargo público. 
Alternativas
Q2107466 Direito Constitucional
Analise as assertivas a seguir:

I. A Constituição Federal poderá ser emendada mediante proposta do Presidente da República.
II. Não será objeto de deliberação a proposta de emenda constitucional tendente a abolir o voto direto, secreto, universal e periódico.
III. Os tratados e convenções internacionais, de qualquer natureza, que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais.

Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Q2107465 Direito Constitucional
Acerca das disposições constitucionais sobre o Congresso Nacional, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2107464 Direito Constitucional
Assinale a alternativa INCORRETA, tendo por base o que dispõe a Constituição Federal do Brasil. 
Alternativas
Respostas
11581: E
11582: D
11583: B
11584: D
11585: D
11586: C
11587: E
11588: A
11589: C
11590: A
11591: E
11592: C
11593: B
11594: E
11595: C
11596: C
11597: E
11598: C
11599: B
11600: A