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Q3074186 Nutrição
A correta gestão de resíduos em estabelecimentos alimentícios é fundamental para prevenir a contaminação cruzada e a proliferação de microrganismos. Considerando as normas vigentes, assinale a alternativa que apresenta a classificação correta de um resíduo contendo restos de alimentos contaminados por substâncias químicas:
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Q3074185 Nutrição
A contaminação de alimentos por microrganismos patogênicos é um problema significativo de saúde pública, pois pode ocorrer em várias etapas da cadeia de produção e distribuição de alimentos. Diversos gêneros de microrganismos possuem características específicas que influenciam tanto a forma de transmissão quanto os efeitos no organismo humano. Sobre os gêneros de microrganismos que comumente contaminam alimentos, é correto afirmar que:
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Q3074184 Nutrição
A respeito da ventilação em estabelecimentos que manipulam alimentos, qual das afirmações abaixo está incorreta:
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Q3074183 Nutrição
Qual dos seguintes fatores não contribui para a contaminação de alimentos e o consequente desenvolvimento de doenças transmitidas por alimentos (DTAs): 
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Q3074182 Direito Sanitário
A fiscalização sanitária é uma atividade essencial para a proteção da saúde pública. Qual das alternativas abaixo não é uma atribuição típica do fiscal sanitário:
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Q3074181 Direito Administrativo
A concessão de serviços públicos é um mecanismo utilizado pela administração pública para delegar a prestação de determinados serviços a particulares. Qual das alternativas abaixo não é uma característica da concessão?
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Q3074180 Direito Administrativo
Qual dos princípios a seguir é fundamental para a prestação de serviços públicos, garantindo a igualdade de tratamento a todos os cidadãos e a não discriminação?
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Q3074029 Atualidades
A inovação na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris trouxe um novo significado para os Jogos, com eventos ocorrendo em locais emblemáticos da cidade, proporcionando uma experiência única aos espectadores e participantes. Esse formato inovador reforçou a imagem de Paris como uma cidade culturalmente rica e inclusiva. A pira olímpica, em forma de balão brilhante, tornou-se um símbolo da união e celebração que perduraria ao longo dos Jogos. Quem foram os responsáveis para acenderem a pira?
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Q3074028 Atualidades
O acordo de cooperação climática entre Brasil e Estados Unidos, anunciado durante a reunião do G20 em julho de 2024, aborda diversos temas relevantes para a sustentabilidade global. Entre esses temas, está incluída a reforma dos organismos multilaterais. Esse ponto específico do acordo destaca a importância de se adaptar e modernizar as instituições internacionais para melhor enfrentar os desafios ambientais contemporâneos. Considerando o contexto do acordo, identifique qual das alternativas a seguir está correta.
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Q3074027 Conhecimentos Gerais
A previsão de escassez de chuvas em julho, aliada às temperaturas mais altas no inverno, motiva o acionamento de termelétricas, impactando diretamente nos custos operacionais do sistema elétrico brasileiro. Este contexto faz com que a bandeira tarifária amarela seja acionada, resultando em um aumento na tarifa de energia elétrica para os consumidores. Os fatores que justificam essa medida incluem:
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Q3074026 Atualidades
O mês de junho de 2024 registrou um marco para o Brasil. Pela primeira vez, o país tornou-se o maior exportador mundial de algodão, superando os Estados Unidos. A nossa indústria tem sofrido ataques recorrentes das importações de países que nem sempre concorrem lealmente conosco. São origens que têm custos mais baixos, menos impostos e juros mais competitivos. A liderança do Brasil, como maior exportador mundial de algodão, pode ser atribuída a fatores como políticas agrícolas favoráveis, inovação tecnológica no campo e investimentos em infraestrutura logística. O impacto dessa liderança se reflete:
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Q3074025 Atualidades
O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses se tornou, oficialmente, Patrimônio Natural da Humanidade em julho de 2026. A declaração foi feita pela Organização das Nações Unidas Para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em cerimônia de avaliação realizada em Nova Déli, na Índia. O Parque como Patrimônio Natural da Humanidade, se junta a outros seis sítios brasileiros que já possuem esse título, formando um conjunto de áreas protegidas que representam a diversidade e a riqueza natural do país. Desses outros sítios qual dos citados abaixo não é considerado um Patrimônio Natural da Humanidade:
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Q3074024 História e Geografia de Estados e Municípios
Conceição dos Ouros, localizada no Vale do Sapucaí, observa-se um relevo ondulado e montanhoso devido à presença da Serra da Mantiqueira. Este tipo de relevo é caracterizado principalmente por:
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Q3074023 História e Geografia de Estados e Municípios
A relação entre o nome Conceição dos Ouros e o ouro encontrado na região é um exemplo de como os topônimos podem refletir aspectos econômicos e culturais de uma localidade. A alternativa que melhor descreve essa relação no contexto específico do município é: 
Alternativas
Q3074021 História e Geografia de Estados e Municípios
Avaliando a importância das indústrias em Conceição dos Ouros, identifique o papel dessas indústrias no desenvolvimento econômico do município:
Alternativas
Q3074020 História e Geografia de Estados e Municípios
Analisando a emancipação de Conceição dos Ouros de Paraisópolis em 6 de agosto de 1948, determine as principais consequências dessa mudança para o município:
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Q3074009 Português
MAIS RESPEITO AOS DEFICIENTES


Reconhecer direitos é mais do que obrigação; garanti-los em lei, uma primeira providência; colocá-los ao alcance de todos, sim, a única forma de limpar o nobre discurso politicamente correto da infestação demagógica. O Brasil muitas vezes se esmera em aprovar avançada legislação, mas peca por não as transformar em realidade. É o caso das proteções às pessoas com deficiência. Leis determinam que espaços públicos e privados, bem como equipamentos urbanísticos, sejam ajustados de modo a permitir a comunicação e a locomoção de cidadãos com problemas auditivos, locomotores e visuais. Contudo, nem a capital da República cuidou de afastar os obstáculos que infernizam a vida de 45,6 milhões de brasileiros, o equivalente a quase um quarto da população (23,91%).

O fato é que as dificuldades cotidianas dos deficientes se banalizaram no país. Nem se fala da falta de rampas (ou da exagerada inclinação com que costumam ser construídas), mas das calçadas esburacadas ou recheadas de obstáculos — quando existentes, pois, não raro, cadeirantes têm que se arriscar entre os carros ou percorrer solos não pavimentados. Guias para cegos são outra raridade. Nos cruzamentos de vias, semáforos quase nunca emitem sinais sonoros. No transporte público — por si, ineficiente —, a diferença de nível entre o chão e o piso dos veículos é obstáculo intransponível. Banheiros estreitos e espaços apertados, que não dão passagem ou permitem manobrar cadeiras, são outros exemplos corriqueiros, ilustrativos do que se vê todos os dias Brasil afora.

O que dizer, então, quando a capital federal sedia a Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, organizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, e participantes encontram tantos problemas pela frente que terminam por registrar ocorrência em delegacia de polícia? O vexame não pode se repetir. Brasília é Patrimônio da Humanidade, considerada a melhor cidade do país em qualidade de vida, desempenho econômico e desenvolvimento social, e candidata ao título de uma das sete mais belas do planeta. Tanta honra perderá o brilho caso não possa orgulhar-se também de ser inclusiva. E essa não é responsabilidade apenas do governo. A iniciativa privada está igualmente obrigada a corrigir deficiências — inclusive para atender as exigências legais.

Dar consequência às políticas públicas, sim, é dever do Estado. Portanto, a fiscalização cabe aos governantes nos três níveis da administração. Deles deve-se cobrar a igualdade de direitos garantida pela Constituição. Deles deve-se exigir o fim das barreiras ao ir e vir. Nesse sentido, antes mesmo de ser aberta, a 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que termina hoje, começou a cumprir o papel de dar maior visibilidade aos problemas diários que vive no país uma população do tamanho da espanhola. É que parte de seus 980 delegados passou por apuros desde a chegada a Brasília. Alguns até tiveram de fazer peregrinações por hotéis, à procura de hospedagem apropriada. Nunca é demais lembrar: o Rio de Janeiro sediará as Olimpíadas e, portanto, as Paraolimpíadas, em 2016. Que o vexame não se amplie.
Há erro de regência em: 
Alternativas
Q3074008 Português
MAIS RESPEITO AOS DEFICIENTES


Reconhecer direitos é mais do que obrigação; garanti-los em lei, uma primeira providência; colocá-los ao alcance de todos, sim, a única forma de limpar o nobre discurso politicamente correto da infestação demagógica. O Brasil muitas vezes se esmera em aprovar avançada legislação, mas peca por não as transformar em realidade. É o caso das proteções às pessoas com deficiência. Leis determinam que espaços públicos e privados, bem como equipamentos urbanísticos, sejam ajustados de modo a permitir a comunicação e a locomoção de cidadãos com problemas auditivos, locomotores e visuais. Contudo, nem a capital da República cuidou de afastar os obstáculos que infernizam a vida de 45,6 milhões de brasileiros, o equivalente a quase um quarto da população (23,91%).

O fato é que as dificuldades cotidianas dos deficientes se banalizaram no país. Nem se fala da falta de rampas (ou da exagerada inclinação com que costumam ser construídas), mas das calçadas esburacadas ou recheadas de obstáculos — quando existentes, pois, não raro, cadeirantes têm que se arriscar entre os carros ou percorrer solos não pavimentados. Guias para cegos são outra raridade. Nos cruzamentos de vias, semáforos quase nunca emitem sinais sonoros. No transporte público — por si, ineficiente —, a diferença de nível entre o chão e o piso dos veículos é obstáculo intransponível. Banheiros estreitos e espaços apertados, que não dão passagem ou permitem manobrar cadeiras, são outros exemplos corriqueiros, ilustrativos do que se vê todos os dias Brasil afora.

O que dizer, então, quando a capital federal sedia a Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, organizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, e participantes encontram tantos problemas pela frente que terminam por registrar ocorrência em delegacia de polícia? O vexame não pode se repetir. Brasília é Patrimônio da Humanidade, considerada a melhor cidade do país em qualidade de vida, desempenho econômico e desenvolvimento social, e candidata ao título de uma das sete mais belas do planeta. Tanta honra perderá o brilho caso não possa orgulhar-se também de ser inclusiva. E essa não é responsabilidade apenas do governo. A iniciativa privada está igualmente obrigada a corrigir deficiências — inclusive para atender as exigências legais.

Dar consequência às políticas públicas, sim, é dever do Estado. Portanto, a fiscalização cabe aos governantes nos três níveis da administração. Deles deve-se cobrar a igualdade de direitos garantida pela Constituição. Deles deve-se exigir o fim das barreiras ao ir e vir. Nesse sentido, antes mesmo de ser aberta, a 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que termina hoje, começou a cumprir o papel de dar maior visibilidade aos problemas diários que vive no país uma população do tamanho da espanhola. É que parte de seus 980 delegados passou por apuros desde a chegada a Brasília. Alguns até tiveram de fazer peregrinações por hotéis, à procura de hospedagem apropriada. Nunca é demais lembrar: o Rio de Janeiro sediará as Olimpíadas e, portanto, as Paraolimpíadas, em 2016. Que o vexame não se amplie.

Preencha as lacunas abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta:


I – Não faltarei à _____ de terapia.

II – A camisa estava na ____ de esportes.

III – O juiz determinou a ______da herança.


Alternativas
Q3074007 Português
MAIS RESPEITO AOS DEFICIENTES


Reconhecer direitos é mais do que obrigação; garanti-los em lei, uma primeira providência; colocá-los ao alcance de todos, sim, a única forma de limpar o nobre discurso politicamente correto da infestação demagógica. O Brasil muitas vezes se esmera em aprovar avançada legislação, mas peca por não as transformar em realidade. É o caso das proteções às pessoas com deficiência. Leis determinam que espaços públicos e privados, bem como equipamentos urbanísticos, sejam ajustados de modo a permitir a comunicação e a locomoção de cidadãos com problemas auditivos, locomotores e visuais. Contudo, nem a capital da República cuidou de afastar os obstáculos que infernizam a vida de 45,6 milhões de brasileiros, o equivalente a quase um quarto da população (23,91%).

O fato é que as dificuldades cotidianas dos deficientes se banalizaram no país. Nem se fala da falta de rampas (ou da exagerada inclinação com que costumam ser construídas), mas das calçadas esburacadas ou recheadas de obstáculos — quando existentes, pois, não raro, cadeirantes têm que se arriscar entre os carros ou percorrer solos não pavimentados. Guias para cegos são outra raridade. Nos cruzamentos de vias, semáforos quase nunca emitem sinais sonoros. No transporte público — por si, ineficiente —, a diferença de nível entre o chão e o piso dos veículos é obstáculo intransponível. Banheiros estreitos e espaços apertados, que não dão passagem ou permitem manobrar cadeiras, são outros exemplos corriqueiros, ilustrativos do que se vê todos os dias Brasil afora.

O que dizer, então, quando a capital federal sedia a Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, organizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, e participantes encontram tantos problemas pela frente que terminam por registrar ocorrência em delegacia de polícia? O vexame não pode se repetir. Brasília é Patrimônio da Humanidade, considerada a melhor cidade do país em qualidade de vida, desempenho econômico e desenvolvimento social, e candidata ao título de uma das sete mais belas do planeta. Tanta honra perderá o brilho caso não possa orgulhar-se também de ser inclusiva. E essa não é responsabilidade apenas do governo. A iniciativa privada está igualmente obrigada a corrigir deficiências — inclusive para atender as exigências legais.

Dar consequência às políticas públicas, sim, é dever do Estado. Portanto, a fiscalização cabe aos governantes nos três níveis da administração. Deles deve-se cobrar a igualdade de direitos garantida pela Constituição. Deles deve-se exigir o fim das barreiras ao ir e vir. Nesse sentido, antes mesmo de ser aberta, a 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que termina hoje, começou a cumprir o papel de dar maior visibilidade aos problemas diários que vive no país uma população do tamanho da espanhola. É que parte de seus 980 delegados passou por apuros desde a chegada a Brasília. Alguns até tiveram de fazer peregrinações por hotéis, à procura de hospedagem apropriada. Nunca é demais lembrar: o Rio de Janeiro sediará as Olimpíadas e, portanto, as Paraolimpíadas, em 2016. Que o vexame não se amplie.
Há erro de colocação pronominal em: 
Alternativas
Respostas
1501: B
1502: C
1503: A
1504: C
1505: D
1506: C
1507: B
1508: C
1509: D
1510: A
1511: A
1512: D
1513: B
1514: B
1515: B
1516: A
1517: C
1518: D
1519: B
1520: A