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Q1634427 Direito Processual Penal
Acerca das oitivas no Inquérito Policial, tem-se que
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Q1634425 Metodologia da Investigação Policial
Acerca da investigação de crime de homicídio, verifica-se que
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Q1634422 Direito Processual Penal
É elemento de convicção considerado prova técnica:
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Q1634410 Direito Constitucional
O operador de segurança pública deve fazer uso da força em relação à pessoa presa
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Q1634406 Legislação Federal
A Lei Federal nº 12.030/2009 instituiu três classes de peritos oficiais que realizam diferentes tipos de exames de corpo de delito (perícias). São eles:
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Q1634404 Metodologia da Investigação Policial
Os procedimentos adotados para esclarecer se a infração penal ocorrera de determinado modo, utilizando-se das descrições “in loco” dos atores da citada infração, analisando-as e comparando-as entre si, e com os vestígios materiais deixados por ocasião de sua ocorrência, objetivando unicamente saber-se da coerência, ou não, das versões. Essa definição é dada para
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Q1634401 Direito Processual Penal
No que diz respeito à inquirição no Inquérito Policial, tem-se que
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Q1634400 Direito Processual Penal
No que se refere à inquirição no Inquérito Policial, tem-se que
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Q1634398 Direito Processual Penal
Acerca das intimações no Inquérito Policial, tem-se que
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Q1634397 Direito Processual Penal
No que concerne à instrução do Inquérito Policial, tem-se que
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Q1634396 Direito Processual Penal
Sobre a instrução do Inquérito Policial, tem-se o seguinte:
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Q1634395 Direito Processual Penal
Com relação à movimentação do Inquérito Policial, tem-se que
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Q1634394 Metodologia da Investigação Policial
Quanto à formalização do Inquérito Policial e aos procedimentos na Delegacia de Polícia, tem-se que
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Q1634393 Direito Processual Penal
Relativamente à instauração do Inquérito Policial, verifica-se o seguinte:
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Q1634392 Direito Processual Penal
Concernente ao Inquérito Policial, tem-se que
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Q1634390 Direito Processual Penal
Sobre a recognição visuográfica de local de homicídio, verifica-se que
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Q1634388 Direito Processual Penal
Na investigação do crime de homicídio, verifica-se que
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Q1634386 Direito Processual Penal
Em relação à investigação de homicídio, tem-se o seguinte:
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Q1634374 Direitos Humanos
Direitos Humanos são considerados fundamentais porque asseguram
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: PC-ES
Q1235727 Português
Texto 2:   Se os senhores algum dia quiserem encontrar um representante da grande nação brasileira, não o procurem nunca na sua residência. Seja a que hora for, de manhã, ao amanhecer mesmo, à hora do jantar, quando quiserem enfim, se procurarem, o criado há de dizer-lhes secamente: Não está. Falo-lhes de experiência própria, porque, durante as inúmeras vezes, a toda a hora do dia, em que fui ao Hotel Términus procurar o Deputado Castro, apalpando a carta do coronel, tive o desprazer de ouvir estas duas palavras do porteiro indiferente. Nas últimas vezes, antes mesmo de acabar a pergunta, já o homenzinho respondia invariavelmente da mesma desesperadora forma negativa.     É bem fácil de imaginar com que sorte de cogitações eu ia passando esses dias. O meu dinheiro dentro em breve, pago o hotel, ficaria reduzido a alguns mil réis insignificantes. Não conhecia ninguém, não tinha a mínima relação que me pudesse socorrer, dar-me qualquer cousa, casa ao menos, até que me arranjasse. Saíra de meus penates, cheio de entusiasmo, certo de que aquela carta, mal fosse apresentada, me daria uma situação qualquer. Era essa a minha convicção, dos meus e do próprio coronel. Tinha-se lá, por aquelas alturas, em grande conta a força do doutor Castro nas decisões dos governantes e a influência do velho fazendeiro sobre o ânimo do deputado.     Não era ele o seu grande eleitor? Não era ele o seu banqueiro para os efeitos eleitorais? E nós, lá na roça, tínhamos quase a convicção de que o verdadeiro deputado era o coronel e o doutor Castro um simples preposto seu. As minhas idas e vindas ao hotel repetiam-se e não o encontrava. Vinham-me então os terrores sombrios da falta de dinheiro, da falta absoluta. Voltava para o hotel taciturno, preocupado, cortado de angústias. Sentia-me só, só naquele grande a imenso formigueiro humano, só, sem parentes, sem amigos, sem conhecidos que uma desgraça pudesse fazer amigos. Os meus únicos amigos eram aquelas notas sujas encardidas; eram elas o meu único apoio; eram elas que me evitavam as humilhações, os sofrimentos, os insultos de toda a sorte; e quando eu trocava uma delas, quando as dava ao condutor do bonde, ao homem do café, era como se perdesse um amigo, era como se me separasse de uma pessoa bem amada... Eu nunca compreendi tanto a avareza como naqueles dias [em] que dei alma ao dinheiro, e o senti tão forte para os elementos da nossa felicidade externa ou interna...     A minha ignorância de viver e falta de experiência quase deixavam transparecer a natureza das minhas preocupações. O gerente do hotel pareceu-me que as farejava. De quando em quando, procurava na conversação amedrontar-me com o seu poderio, proveniente de estreitas relações que mantinha com as autoridades. Assim entendi ser o sentido das anedotas que contava. Uma vez – narrou ele – depois de uma longa hospedagem, um hóspede quisera furtar-se ao pagamento. Não tivera dúvidas, fora ao delegado auxiliar, um seu amigo, o doutor Felício, contara-lhe o caso e o homem teve que pagar, se quis tirar as malas. Com ele era assim; não dormia. Nada de justiça, de pretorias... Qual! Com a polícia a cousa vai mais depressa, a questão é ter amigos e ele tinha-os excelentes; e, em seguida, interrogando-me diretamente: O senhor não viu, ontem, aquele homem gordo que jantou na cabeceira? É o escrivão da “X”. Os escrivões, fique o senhor sabendo, é que são as verdadeiras autoridades. Os delegados não fazem senão o que eles querem; tecem os pauzinhos e... E o italiano rematou com um olhar canalha aquela sua informação sobre a onipotência dos escrivães. (BARRETO, Lima. . 7ª ed.: São Paulo, Brasiliense, 1978, p. 55-6.)
Diversamente do que ocorre no texto, onde o narrador diz, com absoluta correção, que o gerente do hotel “mantinha” (§ 4) estreitas relações com as autoridades, é INACEITÁVEL a forma do mesmo verbo empregada em:
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Respostas
1821: A
1822: C
1823: C
1824: A
1825: A
1826: B
1827: B
1828: C
1829: A
1830: D
1831: B
1832: D
1833: A
1834: C
1835: C
1836: A
1837: B
1838: A
1839: A
1840: C