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Q3133146 Português
A previsão de chegada do furacão Milton na Flórida foi antecipada devido a uma mudança de rota para o sul.
O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos disse que a tempestade pode chegar à costa às 23h, no horário local, desta quarta-feira (9) — 00h de quinta-feira (10), no horário de Brasília — ou nas próximas 12 horas, em algum lugar perto ou ao sul de Sarasota.
(https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/furacao-milton)
As funções da linguagem são formas de utilização da linguagem segundo a intenção do falante. O texto acima é um exemplo de utilização da linguagem: 
Alternativas
Q3133145 Português
"São barulhentos, mas eu admiro meus alunos".
A Coesão e a Coerência são mecanismos fundamentais na construção textual. Para um texto ser eficaz na transmissão da sua mensagem, é essencial fazer sentido para o leitor. Além disso, deve ser harmonioso, para a mensagem fluir de forma segura, natural e agradável aos ouvidos.
Na oração acima o mecanismo de coesão utilizado foi de: 
Alternativas
Q3133144 Português
Em relação à tipologia textual marque com V (verdadeiro) ou com F(falso) para as afirmações a seguir:

(__)Um texto se diz descritivo quando mostra detalhes, que podem ser físicos, morais, emocionais, espirituais.
(__)Um texto, às vezes apresenta tipologia mista. Uma narração, por exemplo, pode conter traços dissertativos ou descritivos.
(__)Um texto narrativo está centrado no fato, no acontecimento.
(__)Um texto dissertativo é centrado na ideia principal que o autor defende sobre um determinado tema.
(__)O discurso refere-se a fala dos personagens que participam da história.

A sequência de preenchimento dos parênteses corretamente é: 
Alternativas
Q3133143 Linguística
As definições a seguir sobre gramática normativa e descritiva refletem o pensamento de Evanildo Bechara, EXCETO em:

I.Cabe tão somente à gramática descritiva registrar como se diz numa língua funcional, numa determinada variedade que integra uma língua histórica: o português do Brasil; o português de Portugal; o português do século XVI ou do século XX; o português de uma comunidade urbana ou rural, o português de Eça de Queirós ou de Machado de Assis, e assim por diante.
II.Cabe a gramática normativa, que não é uma disciplina com finalidade científica e sim pedagógica, elencar os fatos recomendados como modelares da exemplaridade idiomática para serem utilizados em circunstâncias especiais de convívio social.
III.A gramática descritiva recomenda como se deve falar e escrever segundo o uso e a autoridade dos escritores corretos e dos gramáticos e dicionaristas esclarecidos.
IV.A gramática descritiva também trabalha com a distinção entre competência linguística (o conhecimento que o falante tem sobre sua língua) e desempenho linguístico (o uso efetivo da língua em situações concretas). Ela analisa ambos os aspectos para entender melhor o funcionamento da língua.

Estão corretas: 
Alternativas
Q3132789 Noções de Informática
      O Sistema Integrado de Entrada e Saída responsável pela inicialização do computador e reconhecimento dos componentes ligados a ele, é conhecido como:
Alternativas
Q3132786 Português
Qual das seguintes opções é um exemplo de hipérbole?
Alternativas
Q3132785 Português
Escolha a frase que *não* apresenta erro de concordância verbal ou nominal:
Alternativas
Q3132783 Português
     Equipe não é somente o conjunto de pessoas que atuam juntas em determinado projeto, cada qual na própria função. O significado é mais profundo: a ideia é que cada integrante saiba qual é a sua parte no grupo, mas que leve em consideração o todo, valorizando o processo inteiro e colaborando com ideias e sugestões. E o resultado da meta estabelecida, seja em um projeto empresarial, em um grupo voluntário ou em uma sala de aula, não é mérito somente do líder. E mérito de todos!
    Faz parte do ser humano o sentimento de pertencer, integrar algo maior que ele próprio e assumir um ideal comum. Portanto, cada integrante de uma equipe precisa ter consciência de que o próprio trabalho é importante para o respectivo grupo e se sentir valioso para ele.
     Trata-se de uma sensação de comunidade em que todos se conhecem, se encaixam, se sentem seguros e amadurecem. Manter uma equipe coesa, no entanto, não é tarefa das mais fáceis. Afinal, trata-se de lidar com seres humanos e saber conciliar as diferenças. [...] Temos de ser e não esperar ser, ou seja, as pessoas têm de estar dispostas, principalmente para discutir diferentes assuntos. Além disso, é necessário que cada um tenha também flexibilidade, capacidade de tratar as informações racionalmente e emocionalmente. [...]
     Equipes que encorajam esse tipo de prática vão aproveitar ao máximo as habilidades individuais dos respectivos membros. E, se quisermos que as nossas equipes sejam melhores e cumpram os próprios objetivos, cada integrante deve se preparar para ser, individualmente, o melhor.
NAVARRO, Leila. Disponível em: . Acesso em: 21 dez. 2018 (fragmento), com adaptações

Com relação ao domínio da estrutura morfossintática do período, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3132782 Português
Qual dos seguintes mecanismos de coesão textual é utilizado predominantemente para estabelecer relações de causa e consequência entre as frases?
Alternativas
Q3132781 Português
Em um texto, a frase "Os alunos estudaram muito e, assim, obtiveram notas excelentes" utiliza principalmente qual mecanismo de coesão para estabelecer uma relação entre as ideias? 
Alternativas
Q3132779 Português
Identifique qual das seguintes frases utiliza corretamente todas as classes de palavras indicadas entre parênteses:
Alternativas
Q3132778 Português
Qual das seguintes alternativas melhor explica a diferença entre coesão e coerência na construção do sentido de um texto?
Alternativas
Q3132687 Filosofia
“O médico contempla o homem em toda a sua fraqueza; o advogado, em toda a sua maldade; e o sacerdote, em toda a sua estupidez.” Schopenhauer.

O que aproxima os três tipos de contemplação é
Alternativas
Q3132686 Pedagogia
No que se refere à formação de professores, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I - A formação do especialista em educação especial deve ser subproduto da formação do professor geral;
II - Possibilitar a compreensão global do processo educativo que responda à heterogeneidade dos alunos, contemplando suas diferenças;
III - Deve envolver a reflexão sobre os complexos condicionantes sócio-históricos que produzem necessidades específicas e diferenciadas de aprendizagem.
Alternativas
Q3132685 Português
Assinale a alternativa CORRETA para as regências: verbal e nominal.

I- Giovana gostaria de viajar para o Chile.
II- Estou apto a dirigir.
Alternativas
Q3132683 Português
POR CAUSA DE UMA VÍRGULA MAL-ENCARADA


      E na tarde que o Dr. Feitosa de Castro, diretor das Águas e Encanamentos de São João da Laje, pediu que o escrevente Porfírio Freixeiras retirasse certa vírgula de certo ofício, Freixeiras tremeu nos borzeguins. Espumou gramática, pronomes e crases. Em vinte anos de Águas e Encanamentos, de ofícios e pareceres, nunca chefe algum, em tempo algum, mandou que ele extraísse essa ou aquela vírgula de seus escritos. Com o papel na mão, ficou remoendo, remoendo, tira-a-vírgula, não-tira-avírgula. Até que tomou uma decisão definitiva. Chegou junto à mesa de Feitosa de Castro e expediu o seguinte ultimato:
       – Ou o doutor deixa a vírgula ou eu peço transferência de repartição.
      Feitosa que era homem de pontos de vista firmados, foi claro:
      – A vírgula sai e o distinto amigo também.
     O resto veio no Diário Oficial. Vejam que barbaridade. Por causa de uma simples vírgula, uma inútil vírgula, Freixeiras foi redigir ofícios em Barro Amarelo. Lugar que não dava a menor importância às crases, quanto mais às vírgulas.

(CARVALHO, José Cândido de - PORQUE LULU BERGANTIM NÃO ATRAVESSOU O RUBICON - Rio de Janeiro, Livraria José Olímpio Editora, 1971, págs. 117-118)


Leia atentamente o texto acima, e responda à questão abaixo.
Analise as informações acerca do texto:

I. Pelas características como texto narrativo, cenas do cotidiano, humor ou reflexão, o texto pode ser classificado quanto ao gênero em crônica.
II. A tipologia textual predominante é a argumentativa, por tratar-se de uma dissertação.
III. “E na tarde que o Dr. Feitosa de Castro, diretor das Águas e Encanamentos de São João da Laje, pediu que o escrevente Porfírio Freixeiras retirasse certa vírgula...”. As vírgulas desse trecho foram usadas para separar o aposto.
IV. “Em vinte anos de Águas e Encanamentos, de ofícios e pareceres, nunca chefe algum, em tempo algum, mandou que ele extraísse essa ou aquela vírgula de seus escritos...”. O termo destacado faz referência ao personagem Porfírio Freixeiras.

Estão corretas:
Alternativas
Q3128889 Português
Texto para responder à questão.

O padeiro

    Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que não obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
   – Não é ninguém, é o padeiro!
   Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  “Então você não é ninguém?”
  Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
  Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
  Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.
  E assobiava pelas escadas.

(BRAGA, Rubem. O padeiro. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1989.)
No trecho “E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente.” (1º§), o uso da expressão “um homem modesto” para descrever o padeiro provoca o seguinte efeito de sentido:
Alternativas
Q3128888 Português
Texto para responder à questão.

O padeiro

    Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que não obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
   – Não é ninguém, é o padeiro!
   Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  “Então você não é ninguém?”
  Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
  Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
  Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.
  E assobiava pelas escadas.

(BRAGA, Rubem. O padeiro. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1989.)
No trecho “[...] acham que não obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.” (1º§), a oração em destaque exerce a função de: 
Alternativas
Q3128887 Português
Texto para responder à questão.

O padeiro

    Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que não obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
   – Não é ninguém, é o padeiro!
   Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  “Então você não é ninguém?”
  Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
  Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
  Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.
  E assobiava pelas escadas.

(BRAGA, Rubem. O padeiro. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1989.)
No trecho “Ele abriu um sorriso largo.” (5º§), a palavra “sorriso” possui:
Alternativas
Respostas
6821: D
6822: C
6823: C
6824: A
6825: A
6826: B
6827: B
6828: A
6829: B
6830: C
6831: D
6832: C
6833: B
6834: D
6835: C
6836: C
6837: A
6838: A
6839: C
6840: B