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Q3922450 Redação Oficial
Assinale a alternativa que apresenta a palavra destacada totalmente de acordo com as normas de concordância da redação técnica oficial. 
Alternativas
Q3922449 Português
Imagem associada para resolução da questão

BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em .

Na tirinha acima, a “tristeza” é empregada sob qual figura de linguagem?
Alternativas
Q3922448 Direito Notarial e Registral
Entre os documentos que integram a comunicação técnica oficial, qual é o objetivo da procuração? 
Alternativas
Q3922447 Português
“O livro não está aí para padronizar coisas e sim, para, através da ficção, ou dos ensaios, expandir pensamentos e pontos de vista” (Roger Mello)

A palavra destacada no pensamento acima possui o sentido de: 
Alternativas
Q3922446 Português
Assinale a alternativa cuja expressão completa a lacuna abaixo corretamente, com a forma verbal de acordo com a norma-padrão.

“Tudo ficará bem quando ele se __________.”
Alternativas
Q3922445 Português
“Acho que todo escritor é um leitor de si mesmo.” (Michel Laub)

Assinale a alternativa correta em relação à análise do enunciado acima:
Alternativas
Q3922444 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a norma-padrão vigente em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3922443 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A solidão dentro dos elevadores


   Os elevadores modernos são máquinas deslumbrantes. Reluzentes em seus metais polidos, em seus números iluminados, acompanhando setinhas que sobem e descem, enquanto uma voz diz o andar e quem está nele...

   São máquinas que mostram a arrogância dos homens e seu poder quase ilimitado no trato das coisas físicas. Máquinas que são incenso e altar para a arrogância quase infinita dos homens que se esquecem do exemplo da Torre de Babel (...).

   E, no entanto, nada é mais contraditório do que um elevador, na primeira hora da jornada de trabalho, numa manhã de inverno, fria e úmida, cinza e triste, como as ruas da cidade.

   Nada é mais triste do que ele, ou melhor, do que vê-lo transportando os mesmos seres humanos que se julgam tão superiores, encolhidos dentro de seu frio interno, muito mais frio do que o frio das ruas que o vento assola e a garoa tortura.

   É quase constrangedor entrar numa destas máquinas às 8 ou 9 da manhã de um dia de trabalho e ver as pessoas dentro, normalmente olhando para o lado ou para o chão, como que com medo de encarar os outros, ou com medo de que os outros olhem para elas.

   E é mais triste ainda entrar no elevador e dar bom dia para os que já estão dentro.

   É quase certo que tomarão um susto, e se sentirão completamente desnorteados, sem saber que atitude tomar, se respondem ou continuam olhando para o chão, ou se sorriem, ou sabe-se lá o quê...

   É triste, triste como a solidão das ruas, que é a mesma, mas que dentro de um elevador pode ser mais dura e mais cinza. 

   A solidão de quem vive na cidade grande, cercado por milhões de outros seres humanos, todos estranhos e distantes, todos com medo de não ter medo, todos apavorados ante a possibilidade de um simples bom dia.


MENDONÇA, Antonio Penteado. A solidão dentro dos
elevadores. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2024/07/06/asolidao-dentro-dos-elevadores/>. . 

“muito mais frio do que o frio das ruas que o vento assola e a garoa tortura.”


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 

Alternativas
Q3922442 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A solidão dentro dos elevadores


   Os elevadores modernos são máquinas deslumbrantes. Reluzentes em seus metais polidos, em seus números iluminados, acompanhando setinhas que sobem e descem, enquanto uma voz diz o andar e quem está nele...

   São máquinas que mostram a arrogância dos homens e seu poder quase ilimitado no trato das coisas físicas. Máquinas que são incenso e altar para a arrogância quase infinita dos homens que se esquecem do exemplo da Torre de Babel (...).

   E, no entanto, nada é mais contraditório do que um elevador, na primeira hora da jornada de trabalho, numa manhã de inverno, fria e úmida, cinza e triste, como as ruas da cidade.

   Nada é mais triste do que ele, ou melhor, do que vê-lo transportando os mesmos seres humanos que se julgam tão superiores, encolhidos dentro de seu frio interno, muito mais frio do que o frio das ruas que o vento assola e a garoa tortura.

   É quase constrangedor entrar numa destas máquinas às 8 ou 9 da manhã de um dia de trabalho e ver as pessoas dentro, normalmente olhando para o lado ou para o chão, como que com medo de encarar os outros, ou com medo de que os outros olhem para elas.

   E é mais triste ainda entrar no elevador e dar bom dia para os que já estão dentro.

   É quase certo que tomarão um susto, e se sentirão completamente desnorteados, sem saber que atitude tomar, se respondem ou continuam olhando para o chão, ou se sorriem, ou sabe-se lá o quê...

   É triste, triste como a solidão das ruas, que é a mesma, mas que dentro de um elevador pode ser mais dura e mais cinza. 

   A solidão de quem vive na cidade grande, cercado por milhões de outros seres humanos, todos estranhos e distantes, todos com medo de não ter medo, todos apavorados ante a possibilidade de um simples bom dia.


MENDONÇA, Antonio Penteado. A solidão dentro dos
elevadores. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2024/07/06/asolidao-dentro-dos-elevadores/>. . 
Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão destacada no trecho está sendo empregada em seu sentido próprio, real.
Alternativas
Q3922441 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A solidão dentro dos elevadores


   Os elevadores modernos são máquinas deslumbrantes. Reluzentes em seus metais polidos, em seus números iluminados, acompanhando setinhas que sobem e descem, enquanto uma voz diz o andar e quem está nele...

   São máquinas que mostram a arrogância dos homens e seu poder quase ilimitado no trato das coisas físicas. Máquinas que são incenso e altar para a arrogância quase infinita dos homens que se esquecem do exemplo da Torre de Babel (...).

   E, no entanto, nada é mais contraditório do que um elevador, na primeira hora da jornada de trabalho, numa manhã de inverno, fria e úmida, cinza e triste, como as ruas da cidade.

   Nada é mais triste do que ele, ou melhor, do que vê-lo transportando os mesmos seres humanos que se julgam tão superiores, encolhidos dentro de seu frio interno, muito mais frio do que o frio das ruas que o vento assola e a garoa tortura.

   É quase constrangedor entrar numa destas máquinas às 8 ou 9 da manhã de um dia de trabalho e ver as pessoas dentro, normalmente olhando para o lado ou para o chão, como que com medo de encarar os outros, ou com medo de que os outros olhem para elas.

   E é mais triste ainda entrar no elevador e dar bom dia para os que já estão dentro.

   É quase certo que tomarão um susto, e se sentirão completamente desnorteados, sem saber que atitude tomar, se respondem ou continuam olhando para o chão, ou se sorriem, ou sabe-se lá o quê...

   É triste, triste como a solidão das ruas, que é a mesma, mas que dentro de um elevador pode ser mais dura e mais cinza. 

   A solidão de quem vive na cidade grande, cercado por milhões de outros seres humanos, todos estranhos e distantes, todos com medo de não ter medo, todos apavorados ante a possibilidade de um simples bom dia.


MENDONÇA, Antonio Penteado. A solidão dentro dos
elevadores. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2024/07/06/asolidao-dentro-dos-elevadores/>. . 
O texto “A solidão dentro dos elevadores” é predominantemente: 
Alternativas
Q3917924 Artes Visuais
Em Artes Visuais, o(a) professor(a) trabalha leitura de imagens e produção, destacando que linha, forma, volume, luz, cor e textura funcionam como linguagem, e que gêneros como retrato, autorretrato, natureza morta e paisagem implicam intenções compositivas distintas, ainda que usando técnicas diversas como desenho, pintura e fotografia. Aponte um elemento formal visual:
Alternativas
Q3917923 Artes Cênicas
Em Teatro, ao orientar uma montagem escolar, o(a) docente distingue elementos formais e de composição cênica, considerando que a organização do espetáculo depende da relação entre intérprete, espaço, tempo, ação e público, além de escolhas de encenação que estruturam o sentido. Indique um elemento formal do teatro:
Alternativas
Q3917922 Artes Visuais
Em Cubismo, o(a) professor(a) explica que a forma é analisada e reconfigurada, com simultaneidade de pontos de vista e fragmentação do objeto, rompendo com a perspectiva renascentista e reorganizando a construção espacial no plano. Aponte a operação formal típica:
Alternativas
Q3917921 Artes Visuais
Ao abordar o Expressionismo, o(a) docente destaca que a deformação, o contraste e a cor intensa são usados para externalizar tensão subjetiva e crítica social, deslocando o foco da reprodução fiel do visível para a força emocional da imagem. Indique o princípio estético central: 
Alternativas
Q3917920 Artes Visuais
Na arte medieval ocidental, o(a) professor(a) enfatiza que a imagem se orienta por função didática e simbólica, com espacialidade não naturalista e prioridade do sentido religioso, articulando-se a programas iconográficos em igrejas e manuscritos. Indique o traço característico:
Alternativas
Q3917919 Educação Artística
Em arte grecorromana, o(a) docente compara princípios formais e finalidades públicas, reconhecendo a valorização do corpo, do ideal de proporção e do espaço cívico, com desdobramentos na arquitetura e na escultura, ainda que com variações entre o idealismo grego e o realismo romano. Aponte o eixo formal recorrente:
Alternativas
Q3917918 Artes Visuais
Ao tratar da arte no Antigo Egito, o(a) professor(a) destaca que a produção visual se organizava por convenções rígidas, hierarquia de escala, frontalidade e perfil combinados, visando permanência e função ritual, mais do que representação individualizada da realidade cotidiana. Indique a característica dominante: 
Alternativas
Q3917917 Educação Artística
No histórico do ensino de Arte no Brasil, uma virada curricular valorizou a Arte como área de conhecimento, ampliando o papel da apreciação, contextualização e produção, e afastando a ideia de atividade meramente recreativa; o(a) docente identifica esse marco como consolidação de uma abordagem estruturada em eixos articulados de ensino. Indique a abordagem:
Alternativas
Q3917916 Pedagogia
Ao organizar uma sequência didática, o(a) professor(a) considera que a aprendizagem em Arte ocorre com mediação, linguagem e interação social, e que a passagem do fazer assistido para o fazer autônomo depende de intervenções planejadas e de um campo de possibilidades próximo ao que o estudante ainda não realiza sozinho. Aponte o conceito psicológico mobilizado:
Alternativas
Q3917915 Pedagogia
No planejamento pedagógico de Arte, o(a) docente precisa articular finalidades educativas que ultrapassem a execução técnica, integrando formação humana, leitura crítica de imagens e produção com sentido, em consonância com uma concepção de educação que compreende o sujeito como histórico, cultural e capaz de atribuir significado às práticas simbólicas. Indique o fundamento educacional central: 
Alternativas
Respostas
1201: E
1202: B
1203: D
1204: A
1205: E
1206: A
1207: C
1208: B
1209: D
1210: C
1211: B
1212: A
1213: D
1214: C
1215: D
1216: D
1217: A
1218: C
1219: A
1220: C