Questões de Concurso Comentadas para professor - artes

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Q3282236 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em seu artigo 12, inciso I, trata das incumbências dos estabelecimentos de ensino. Marque a alternativa INCORRETA em relação a essas incumbências: 
Alternativas
Q3282235 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com o artigo 53 do Estatuto da Criança e do Adolescente: A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes, EXCETO: 
Alternativas
Q3282232 Geografia
Quanto ao Hino Oficial de Turvo/SC, considerando o que está publicado no site oficial do município, qual o nome do autor da letra deste hino? 
Alternativas
Q3282227 Português
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:

À Beira-Mar


Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia.

Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.

Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo.

— Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada.

O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral.

— Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros.

O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu:

— Deixa eu jogar neles.

O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo:

— Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não.

O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor.

— Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele?

— O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua.


Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta) 
A pontuação é um recurso importante para a construção de sentido, não apenas um reflexo das entonações produzidas pela fala. O uso da vírgula no enunciado abaixo se justifica por:
Não faça isso, meu filho [...]

Alternativas: 
Alternativas
Q3282226 Português
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:

À Beira-Mar


Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia.

Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.

Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo.

— Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada.

O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral.

— Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros.

O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu:

— Deixa eu jogar neles.

O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo:

— Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não.

O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor.

— Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele?

— O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua.


Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta) 
O humor da história tem o ápice em seu final e está diretamente relacionada com a atitude pretendida pelo personagem do garoto e em como ela se reflete no protagonista. O humor se constrói em torno de qual recurso?
Alternativas
Q3282225 Português
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:

À Beira-Mar


Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia.

Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.

Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo.

— Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada.

O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral.

— Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros.

O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu:

— Deixa eu jogar neles.

O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo:

— Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não.

O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor.

— Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele?

— O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua.


Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta) 
01 – O texto acima pertence ao gênero crônica, gênero discursivo que mistura elementos do jornalismo e da literatura. Qual das alternativas abaixo que apresenta característica condizente com dito gênero? 
Alternativas
Q3276003 Educação Artística
A New Media Art é uma modalidade artística que usa tecnologias digitais e mídias emergentes no processo criativo, na apresentação ou na interação com o público.
Este tipo de arte é caracterizado por
Alternativas
Q3276001 Educação Artística
As práticas pedagógicas centradas principalmente no trabalho do aluno tiveram sua origem no desenvolvimento da dança moderna iniciada com Isadora Duncan e com os trabalhos de Rudolf Laban.

Sobre a dança em seu contexto educacional, assinale a afirmativa que identifica corretamente contribuições de Duncan e Laban.  
Alternativas
Q3275999 Educação Artística
Analise a definição a seguir.

Trata-se de uma poética da dimensão sensível do corpo que suscita em absoluta singularidade uma experiência sensível com objetos, lugares, condições de existência, seres, comportamentos, ideias, pensamentos e conceitos, desacelerando o tempo para que o corpo possa vaguear e coletar impressões, sensações, se deixando invadir pelo saber sensível.

O trecho caracteriza a noção de
Alternativas
Q3275998 Educação Artística
Sobre o processo de educação musical, leia o trecho a seguir.

A experiência musical necessita estar ligada ao corpo – primeiro instrumento musical da criança. A associação dos sons ao movimento corporal ajuda a multiplicar as sensações e a ligar o fato sonoro à totalidade da pessoa. Também certas noções são antes adquiridas pela ação, e especialmente pela ação corporal, do que pelo intelecto. A criança assimila, através de seu corpo, os conceitos de espaço e tempo que incorpora porque os vivenciou. Concretiza suas percepções sob a forma de gestos, traduzindo desse modo os sons e os ritmos corporalmente, o que não só aguça sua audição, como contribui para sua evolução geral.

MÁRSICO, Leda Osório. Educação musical. Porto Alegre: Anppom, v. 1, dez, 1989, p. 2.

Na reflexão da autora, a educação musical
Alternativas
Q3275997 Educação Artística
Para Antônio Santoro, a análise do conteúdo de uma obra de arte pode ser feita levando em conta 3 dimensões: objetiva, subjetiva e formal.
A respeito desta teoria da interpretação, assinale a opção que caracteriza corretamente uma das dimensões citadas. 
Alternativas
Q3275996 Educação Artística
Leia o trecho a seguir.

O que há em comum entre um cavalo de pau e uma serpente de fibras? Segundo Ernst Gombrich, o cavalinho de pau é bastante trivial e, geralmente, contenta-se em ocupar seu lugar no canto do quarto de uma criança, sem nutrir ambições estéticas. Detesta afetações e assim mostra-se satisfeito com seu corpo de madeira e sua cabeça talhada toscamente. A serpente de fibras é igualmente corriqueira, podendo ser encontrada em todas as cozinhas dos índios Wayana. Nas lides cotidianas este utensílio presta-se a uma única função, espremer a massa de mandioca ralada, para a qual foi justamente confeccionado. Na perspectiva indígena, esses dois atributos, especificidade de uso e propriedade funcional, sobretudo quando conjugados, constituem a condição máxima de valorização e beleza de um artefato.

Adaptado de VELTHEM, L. H. 2009. Mulheres de cera, argila e arumã: princípios criativos e fabricação material entre os Wayana. In: Mana, 15, 2009, p. 213.

Sobre as estéticas que fundamentam as artes indígenas, é correto deduzir que, na cultura ameríndia,
Alternativas
Q3275994 Educação Artística
A respeito do grafismo indígena, leia o texto a seguir.

Em certos grupos indígenas, a arte pode atingir níveis de um virtuosismo extremado, como ocorre, por exemplo, na antiga pintura facial dos Kadiweu. Apesar disso, permanece estática por longos períodos, pois se relaciona com uma trama de significados sociais e religiosos de cuja preservação participa, criando marcos tangíveis para seu reconhecimento. Mesmo assim, ela não é imune às transformações sociais e ecológicas. Hoje os Kadiweu não se pintam mais, possivelmente porque esta manifestação artística, toda em filigranas, perdeu sua função social, essencialmente etnocêntrica e hierarquizadora.

Adaptado de VIDAL, Lux (org.). Grafismo indígena: estudos de antropologia estética. São Paulo: FAPESP, EdUSP, 2000, p. 14.

De acordo com o relato, a pintura corporal dos Kadiweu possui uma função  
Alternativas
Q3275993 Educação Artística
O Movimento Modernista, enquanto movimento artístico,
Alternativas
Q3275988 Educação Artística
O Renascimento protagonizou uma virada quanto ao entendimento do que é arte, com impactos até a atualidade, como a valorização da autoria.
As afirmativas a seguir identificam corretamente a definição dos contornos do campo artístico no Renascimento, à exceção de uma. Assinale-a. 
Alternativas
Q3275987 Educação Artística
Considerando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), assinale a afirmativa que descreve corretamente um aspecto do ensino da arte e das dimensões das linguagens.  
Alternativas
Q3275986 Educação Artística
Desde o Renascimento, a História da Arte está relacionada com a Filosofia da Educação e com os processos de ensinoaprendizagem, uma vez que as mudanças culturais e históricas do conceito de arte impactaram o modo como a arte foi inserida na educação.
As afirmativas a seguir descrevem corretamente experiências históricas da relação entre arte e educação desde o século XVI, à exceção de uma. Assinale-a. 
Alternativas
Q3275985 Educação Artística
Em 1795, Friedrich Schiller apresentou ideais educativos diretamente relacionados ao modo como concebia o valor da arte para formação das pessoas, como no trecho a seguir.

Pela disposição estética do espírito, a espontaneidade da razão é iniciada já no campo da sensibilidade, o poder da sensação é quebrado dentro de seus próprios domínios, o homem físico é enobrecido de tal maneira que o espiritual, de ora em diante, só precisa desenvolver-se dele segundo as leis da liberdade. O passo do estado estético para o lógico e moral (da beleza para a liberdade e o dever) é, pois, infinitamente mais fácil que o do estado físico para o estético (da vida meramente cega para a forma).

Adaptado de SCHILLER, F. A educação estética do homem. São Paulo: Iluminuras, 1990, p. 118.

Schiller, em seu projeto educacional para a arte, posiciona-se
Alternativas
Q3275984 Educação Artística
Sobre o significado de arte, leia o trecho a seguir.

É preciso refletir sobre este dado incontornável: a arte tem representado, desde a pré-história, uma atividade fundamental do ser humano. Atividade que, ao produzir objetos e suscitar certos estados psíquicos no receptor, não esgota absolutamente o seu sentido nessas operações. Estas decorrem de um processo totalizante, que as condiciona: o que nos leva a sondar o ser da arte enquanto modo específico de os homens entrarem em relação com o universo e consigo mesmos.

Adaptado de BOSI, A. Reflexões sobre a arte. São Paulo: Ática, 1986, p. 8.

Segundo Bosi, a arte é uma
Alternativas
Q3275974 Pedagogia
Sobre o uso das ferramentas de Inteligência Artificial (IA) na educação, leia o trecho a seguir.

De acordo com a diretora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, o uso das ferramentas de IA [inteligência artificial] nas aulas pode automatizar o ensino e desconsiderar os processos críticos e criativos envolvidos na aprendizagem, tanto do professor quanto do estudante. (...) Ela, contudo, reforça que todas as novas tecnologias podem ser úteis, desde que sejam usadas conscientemente e aliadas ao trabalho dos professores. (...) A docente destaca ainda que as diferenças socioeconômicas da população brasileira impedem que todos os estudantes tenham acesso igualitário às ferramentas digitais.

SILVA, Júlio. “Uso de IA nas escolas automatiza aprendizagem e impede a liberdade criativa dos alunos.Jornal da USP, 22 set. 2023. Acesso em: 22 out. 2024 (adaptado).

Assinale a opção que melhor reflete o que é afirmado sobre o tema no trecho acima.  
Alternativas
Respostas
4501: B
4502: E
4503: A
4504: D
4505: B
4506: E
4507: D
4508: A
4509: D
4510: A
4511: E
4512: C
4513: B
4514: D
4515: E
4516: C
4517: A
4518: D
4519: B
4520: B