Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de guaçuí - es
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Alguns estudos afirmam que há relação entre fluência de leitura, decodificação e compreensão, de forma que o processamento lento da palavra interfere na automaticidade da leitura e na compreensão, ou seja, a leitura lentificada das palavras consome a memória de trabalho e, assim impede que o escolar se dedique à compreensão do texto. Avaliações que possam monitorar o desenvolvimento do processo de aprendizagem da leitura e escrita caracterizam-se como um eficaz elemento para auxiliar o profissional especializado no contexto escolar. Associe as colunas relacionando os pesquisadores com suas respectivos estudos/ conclusões:
Coluna 1
A.Fletcher.
B.Grosche & Volpe.
C.Denton.
Coluna 2
( )RTI promove-se como um elemento de identificação e preventivo no processo de desenvolvimento da leitura e escrita de escolares de risco para transtornos de aprendizagem.
( )Os resultados demonstraram que o RTI pode ser utilizado ao menos sob duas perspectivas inclusivas.
( )Os resultados evidenciaram que o grupo que recebeu intervenção específica obteve avanço significativo quando comparado ao grupo controle.
Assinale a alternativa cuja a sequência da associação, de cima para baixo, está correta:
A consciência fonológica auxilia no aprendizado da escrita, da mesma forma que o aprendizado da escrita desenvolve os níveis de consciência fonológica. Assim, avalie as proposições:
I.Fônica se refere ao princípio alfabético.
II. As crianças que não conseguem ouvir e manipular os fonemas terão dificuldade em aprender como relacioná-los com as letras escritas.
III. A consciência fonológica ajuda as crianças a reconhecer e manipular os sons das palavras.
Assinale a alternativa correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO
(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".
(Revista Saber Acadêmico, Presidente Prudente, n. 27, p. 94-107, jan./jun. 2019. ISSN 1980-595) - In: (20200713161934.pdf (uniesp.edu.br) - (P.02/03) - (Adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO
(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".
(Revista Saber Acadêmico, Presidente Prudente, n. 27, p. 94-107, jan./jun. 2019. ISSN 1980-595) - In: (20200713161934.pdf (uniesp.edu.br) - (P.02/03) - (Adaptado)
Existem vários tipos de ritos religiosos ao redor do mundo, cada um com suas práticas, significados e contextos específicos. Sobre esse tema, relacione as colunas abaixo:
Coluna I
1.Rituais de Passagem.
2.Rituais de Purificação.
3.Rituais de Adoração.
4.Rituais de Sacrifício.
Coluna II
(__)São práticas que envolvem reverência e devoção a uma divindade.
(__)São cerimônias que marcam transições na vida de uma pessoa, como nascimento, casamento ou morte.
(__)São práticas para limpar ou purificar um indivíduo ou um espaço.
(__)São cerimônias que envolvem a oferta de algo de valor para uma proteção.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta:
(__)Santo Agostinho argumentava que a busca pelo conhecimento afastava a presença de Deus.
(__)Santo Agostinho projetou uma concepção de tempo como uma experiência subjetiva e defendeu a ideia de que Deus existe fora do tempo, na modernidade, sendo atemporal e imutável.
(__)Agostinho abordou a questão do mal, argumentando que o mal não é uma substância em si, mas sim uma privação do bem.
(__)Agostinho argumentava que a salvação era alcançada por mérito humano.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta:
Considere o texto abaixo:
"[...] segundo pesquisa do Data Popular 44% dos jovens se declararam católicos, 37% evangélicos, 6% tem outras religiões e 11% não possuem religião. A Constituição garante a liberdade de crença e assegura o livre exercício, mas em todo Brasil o número de casos de intolerância religiosa tem aumentado."
(Fonte: Câmara dos Deputados. Disponível em: <https://www.camara.leg.br/tv/491067-diversidade-religiosa/ > Acesso em: 02 de dezembro de 2023)
Os dados apresentados no texto são capaz de revelar que: