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Q3502623 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

O período “No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico” possui uma estrutura sintática composta por
Alternativas
Q3502622 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

O trecho “Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria” permanece com sentido equivalente ao que lhe é dado no texto apenas em:
Alternativas
Q3502621 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

Conforme seu uso no texto, o verbo “calhar”, utilizado em “Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento”, significa
Alternativas
Q3502620 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

Ainda em relação ao texto, no início do 3º parágrafo, é correto afirmar que a expressão “depois disso” se refere a 
Alternativas
Q3502619 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

Em relação à forma como está construído o texto, podemos afirmar que seus parágrafos se organizam numa estrutura predominantemente
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Q3502618 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

A partir da leitura do texto, podemos afirmar que sua autora
Alternativas
Q1136343 Biologia
Ponto de checagem é um estágio do ciclo celular eucarionte que regula a continuidade, ou não, da divisão celular. Um desses pontos é chamado de ponto de checagem do fuso, ou ponto M. Caso não haja ligação entre os filamentos do fuso e os cromossomos, a célula interrompe o ciclo. Se os cromossomos estiverem firmemente ligados aos filamentos pelos dois lados, ocorre a próxima fase. Em qual transição de fases ocorre esse ponto de checagem M, ou do fuso?
Alternativas
Q1136341 Biologia
A acondroplasia é uma mutação no gene FGFR3 que codifica um receptor celular relacionado ao crescimento ósseo e é do tipo autossômico dominante. Em dose dupla pode ocasionar a morte do embrião. Porém, em heterozigose, os indivíduos nascem com problemas de crescimento. Um cruzamento de um homem acondroplásico com uma mulher também acondroplásica gerou um primeiro filho normal. A mulher, que está grávida de gêmeos bivitelinos está preocupada com a possibilidade de os filhos nascerem afetados pela doença. Qual é a chance de os dois gêmeos nascerem normais?
Alternativas
Q1136340 Biologia

Pesquisadores dizem que um homem de Londres parece estar livre do vírus da AIDS após um transplante de células tronco. É o segundo caso de sucesso, depois que o "paciente de Berlin", Timothy Ray Brown, foi curado há quase 12 anos.

Tais transplantes são perigosos e falharam em outros pacientes. As novas descobertas foram publicadas online na segunda-feira 04/03/2019 pela revista Nature. Os detalhes serão divulgados em uma conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas em Seattle.

Adaptado de:<https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/03/04/cientistas-relatam-segundo-caso-de-cura-do-hiv-apos-transplante.ghtml>em 04 mai. 2019.


Sobre os retrovírus, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1136339 Biologia
Sobre os tecidos animais, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1136337 Biologia
Sobre as relações ecológicas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1136336 Biologia
O DNA e o RNA são constituídos por moléculas menores, os nucleotídeos, que são formados por três tipos de substâncias químicas: o fosfato, a pentose e a base nitrogenada. Sabemos que, no DNA, a pentose é uma desoxirribose, enquanto no RNA é uma ribose. Em relação às bases nitrogenadas, há diferenças e semelhanças entre DNA e RNA. No DNA, por conta da fita geralmente dupla, existem relações entre essas bases. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1136334 Biologia
Os ácidos graxos oleico e linoleico possuem dupla ligação entre átomos de carbono, o que os caracteriza como insaturados. Caso contrário, seriam saturados (apenas ligações simples entre os carbonos). Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1136331 Biologia
Os recifes de corais são extremamente importantes para os ambientes aquáticos por abrigarem uma enorme biodiversidade. Os corais são animais que fazem parte de qual grupo desse reino?
Alternativas
Q1136330 Biologia
Os cálculos biliares são caracterizados por cristalização das substâncias que fazem parte da bile. Quando o canal biliar fica obstruído, um pigmento da bile é lançado no sangue e não no intestino, ocasionando o quadro de icterícia. Qual é essa substância?
Alternativas
Q1136326 Biologia

Leia o texto a seguir:


                    O assustador vírus incurável que está dizimando

                                    criações de porco na China

      As pandemias globais que causam impacto nos suprimentos de comida são especialmente assustadoras. A mais recente ameaça vem da febre suína africana, um vírus altamente contagioso, sem cura conhecida, e com uma taxa de sobrevivência quase nula para os porcos infectados.

      A boa notícia é que a doença (ainda) não é prejudicial à saúde humana. A má notícia é que isso provavelmente trará um prejuízo para o seu bolso. O epicentro da atual crise é a China, maior produtora e consumidora de carne suína do mundo. O país é responsável por mais da metade da população global de porcos.

      A China está lutando para conter a doença, que se espalhou para todas as partes do país desde agosto do ano passado.

      Porcos infectados com a febre geralmente morrem dentro de dez dias. Se um único porco tiver o vírus, todo o rebanho deve ser abatido. Os agricultores sofrem geralmente perdas financeiras substanciais neste processo.

      Ainda que o vírus da febre suína africana possa sobreviver por semanas ou meses em carne de porco crua e congelada, ele não é prejudicial aos seres humanos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde Animal.

Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/04/26/o-assustador-virus-incuravel-que-esta-dizimando-criacoes-de-porco-na-china.ghtml. Acesso em: 04 mai. 2019.


Considerando o texto apresentado, percebe-se que os vírus possuem várias características que lhe são marcantes. Uma delas está relacionada ao fato de o vírus da febre suína africana ainda não prejudicar humanos. Qual característica dos vírus está relacionada a esse fato?

Alternativas
Q1136325 Biologia
Todo ser vivo apresenta um conjunto de características que não ocorre em seres não vivos. Porém não há consenso entre os cientistas em relação aos vírus, os quais podem ser considerados vivos ou não vivos, dependendo do posicionamento desses estudiosos. Qual das seguintes alternativas apresenta uma característica dos seres vivos que é encontrada nos vírus?
Alternativas
Q1136323 Artes Plásticas
O Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP), localizado na cidade de Campina Grande, visa preservar e difundir as heranças da musicalidade, das artes manuais, da literatura de cordel, da xilogravura e da cantoria, características do povo nordestino e suas miscigenações. A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) é a grande aliada e defensora do Museu, a qual auxiliou na construção do edifício, sendo atualmente responsável pela administração e por projetos de pesquisa. Sobre essa questão, assinale a alternativa que apresenta o nome popular atribuído ao MAPP.
Alternativas
Q1136322 Pedagogia
A nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC – 2018), para o Ensino Fundamental, tem como princípio unificar o ensino brasileiro de Norte a Sul. As instituições escolares devem implementar a reforma nos currículos até 2020. Sobre as proposições no ensino de Arte, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1136314 Educação Artística
Ao escolher uma determinada obra de arte para ser estudada, o educador deve ter claro quais são os propósitos e objetivos a serem alcançados. Para tanto, é necessária a elaboração de um roteiro, contendo as informações sobre o artista, descrição, interpretação e exercício de aprendizagem, a fim de que, ao final do processo, os alunos possam se expressarem, formalmente, por meio de objetos bi ou tridimensionais (desenho, pintura, colagem, gravura, escultura, instalações). Nesse contexto, a metodologia triangular do ensino de arte propõe os seguintes eixos:
Alternativas
Respostas
301: C
302: A
303: D
304: C
305: B
306: E
307: A
308: A
309: B
310: B
311: D
312: C
313: D
314: A
315: B
316: A
317: D
318: A
319: C
320: A