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Q3885795 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


Eu nunca imaginei que escreveria sobre eutanásia. Sempre enxerguei o direito à vida como algo absoluto, intocável, um valor que não se negocia. Mas, quando a vida passa a ser apenas dor, quando o sorriso já não aparece e os dias se tornam uma repetição silenciosa de sofrimento, comecei a me perguntar: é possível falar sobre eutanásia sem que isso signifique desistir da vida?


Essa reflexão começou há cerca de dois meses, quando minha mãe recebeu o diagnóstico de câncer no fígado em estágio irreversível. Até então, eu conhecia o câncer pela ótica das histórias de luta: pessoas encarando quimioterapia, celebrando cada pequena vitória, vivendo o brilho da esperança. Mas agora eu vejo o outro lado– aquele que raramente aparece nas conversas. O lado dos corredores silenciosos da ala paliativa, onde minha mãe está. Um espaço em que a medicina já não busca curar, mas apenas aliviar, suavizar o inevitável.


Ali, alta não significa voltar para casa; significa partir. E, como filho, vivo um dilema que não sei explicar completamente. Eu tento ser forte o suficiente para sustentar emocionalmente a minha mãe, enquanto sustento também uma mentira: digo que ela vai melhorar, que logo sairá dali. Digo isso a ela– e a mim mesmo– porque é a única forma de manter viva a esperança que ainda resta. Mas, por dentro, estou despedaçado.


Sinto que estou vivendo um tipo de luto com minha mãe ainda viva. É um luto estranho, silencioso, que não tem começo nem fim definido. Eu a abraço todos os dias sabendo que o tempo está escapando pelos dedos, e me dói perceber que, embora ela ainda esteja aqui, já estou me despedindo dela em pequenas parcelas. Cada olhar mais cansado, cada gesto mais frágil, cada frase interrompida pela dor– tudo isso pesa como se eu estivesse perdendo um pedaço de nós antes da hora. [...]


Diante de tudo o que estou vivendo, sinto que o Brasil precisa começar a discutir a eutanásia com serie dade e humanidade. Não como uma fuga, mas como um possível gesto de dignidade para aqueles que já não têm escolha sobre nada, exceto talvez sobre como desejam partir. A dor que sinto todos os dias me ensinou algo que nunca imaginei aprender: amar também é querer que o sofrimento acabe. Talvez seja justamente esse amor, esse luto em vida, essa despedida contínua, que nos obrigue a enfrentar a pergunta que hoje me acompanha em silêncio: quando a vida deixa de ser vida, não deveríamos ao menos conversar sobre outras possibilidades?


(Adaptado de: RAMALHO, Fábio. Até que ponto preservar a vida é apenas prolongar a dor? Folha de S.Paulo, 23 nov. 2025. A4. Opinião.)

Acerca dos recursos linguístico-semânticos utilizados no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. A conjunção “mas”, nas três ocorrências nos dois primeiros parágrafos, apresenta o mesmo efeito de sentido: opor as informações ditas anteriormente.

II. No período composto “É um luto estranho, silencioso, que não tem começo nem fim definido”, o termo “nem” expressa adição de ideia.

III. No trecho “e me dói perceber que, embora ela ainda esteja aqui, já estou me despedindo dela em pequenas parcelas”, a oração entre vírgulas é explicativa.

IV. Na oração “quando a vida deixa de ser vida”, há um efeito de sentido condicional em relação ao período posterior.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885794 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


Eu nunca imaginei que escreveria sobre eutanásia. Sempre enxerguei o direito à vida como algo absoluto, intocável, um valor que não se negocia. Mas, quando a vida passa a ser apenas dor, quando o sorriso já não aparece e os dias se tornam uma repetição silenciosa de sofrimento, comecei a me perguntar: é possível falar sobre eutanásia sem que isso signifique desistir da vida?


Essa reflexão começou há cerca de dois meses, quando minha mãe recebeu o diagnóstico de câncer no fígado em estágio irreversível. Até então, eu conhecia o câncer pela ótica das histórias de luta: pessoas encarando quimioterapia, celebrando cada pequena vitória, vivendo o brilho da esperança. Mas agora eu vejo o outro lado– aquele que raramente aparece nas conversas. O lado dos corredores silenciosos da ala paliativa, onde minha mãe está. Um espaço em que a medicina já não busca curar, mas apenas aliviar, suavizar o inevitável.


Ali, alta não significa voltar para casa; significa partir. E, como filho, vivo um dilema que não sei explicar completamente. Eu tento ser forte o suficiente para sustentar emocionalmente a minha mãe, enquanto sustento também uma mentira: digo que ela vai melhorar, que logo sairá dali. Digo isso a ela– e a mim mesmo– porque é a única forma de manter viva a esperança que ainda resta. Mas, por dentro, estou despedaçado.


Sinto que estou vivendo um tipo de luto com minha mãe ainda viva. É um luto estranho, silencioso, que não tem começo nem fim definido. Eu a abraço todos os dias sabendo que o tempo está escapando pelos dedos, e me dói perceber que, embora ela ainda esteja aqui, já estou me despedindo dela em pequenas parcelas. Cada olhar mais cansado, cada gesto mais frágil, cada frase interrompida pela dor– tudo isso pesa como se eu estivesse perdendo um pedaço de nós antes da hora. [...]


Diante de tudo o que estou vivendo, sinto que o Brasil precisa começar a discutir a eutanásia com serie dade e humanidade. Não como uma fuga, mas como um possível gesto de dignidade para aqueles que já não têm escolha sobre nada, exceto talvez sobre como desejam partir. A dor que sinto todos os dias me ensinou algo que nunca imaginei aprender: amar também é querer que o sofrimento acabe. Talvez seja justamente esse amor, esse luto em vida, essa despedida contínua, que nos obrigue a enfrentar a pergunta que hoje me acompanha em silêncio: quando a vida deixa de ser vida, não deveríamos ao menos conversar sobre outras possibilidades?


(Adaptado de: RAMALHO, Fábio. Até que ponto preservar a vida é apenas prolongar a dor? Folha de S.Paulo, 23 nov. 2025. A4. Opinião.)

Sobre as características do gênero de texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885793 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


Eu nunca imaginei que escreveria sobre eutanásia. Sempre enxerguei o direito à vida como algo absoluto, intocável, um valor que não se negocia. Mas, quando a vida passa a ser apenas dor, quando o sorriso já não aparece e os dias se tornam uma repetição silenciosa de sofrimento, comecei a me perguntar: é possível falar sobre eutanásia sem que isso signifique desistir da vida?


Essa reflexão começou há cerca de dois meses, quando minha mãe recebeu o diagnóstico de câncer no fígado em estágio irreversível. Até então, eu conhecia o câncer pela ótica das histórias de luta: pessoas encarando quimioterapia, celebrando cada pequena vitória, vivendo o brilho da esperança. Mas agora eu vejo o outro lado– aquele que raramente aparece nas conversas. O lado dos corredores silenciosos da ala paliativa, onde minha mãe está. Um espaço em que a medicina já não busca curar, mas apenas aliviar, suavizar o inevitável.


Ali, alta não significa voltar para casa; significa partir. E, como filho, vivo um dilema que não sei explicar completamente. Eu tento ser forte o suficiente para sustentar emocionalmente a minha mãe, enquanto sustento também uma mentira: digo que ela vai melhorar, que logo sairá dali. Digo isso a ela– e a mim mesmo– porque é a única forma de manter viva a esperança que ainda resta. Mas, por dentro, estou despedaçado.


Sinto que estou vivendo um tipo de luto com minha mãe ainda viva. É um luto estranho, silencioso, que não tem começo nem fim definido. Eu a abraço todos os dias sabendo que o tempo está escapando pelos dedos, e me dói perceber que, embora ela ainda esteja aqui, já estou me despedindo dela em pequenas parcelas. Cada olhar mais cansado, cada gesto mais frágil, cada frase interrompida pela dor– tudo isso pesa como se eu estivesse perdendo um pedaço de nós antes da hora. [...]


Diante de tudo o que estou vivendo, sinto que o Brasil precisa começar a discutir a eutanásia com serie dade e humanidade. Não como uma fuga, mas como um possível gesto de dignidade para aqueles que já não têm escolha sobre nada, exceto talvez sobre como desejam partir. A dor que sinto todos os dias me ensinou algo que nunca imaginei aprender: amar também é querer que o sofrimento acabe. Talvez seja justamente esse amor, esse luto em vida, essa despedida contínua, que nos obrigue a enfrentar a pergunta que hoje me acompanha em silêncio: quando a vida deixa de ser vida, não deveríamos ao menos conversar sobre outras possibilidades?


(Adaptado de: RAMALHO, Fábio. Até que ponto preservar a vida é apenas prolongar a dor? Folha de S.Paulo, 23 nov. 2025. A4. Opinião.)

Sobre o processo de formação das palavras e das expressões, considere as afirmativas a seguir.

I. A palavra “eutanásia” é um estrangeirismo incorporado à língua portuguesa.

II. A palavra “emocionalmente” forma-se pelo acréscimo de sufixo, formando um advérbio.

III. Os termos “intocável” e “irreversível” possuem prefixos semelhantes com sentido de negação.

IV. Os termos “seriedade” e “humanidade” são formados por derivação sufixal.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885792 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Pessoa com Deficiência, presidida pelo deputado Evandro Araújo (PSD), aprovou um projeto de lei (PL) que limita a disponibilização de doces, chocolates, balas, salgadinhos e similares nas gôndolas de mercados, farmácias e outros estabelecimentos. A iniciativa foi uma das três proposições apreciadas pelo colegiado durante reunião realizada na sala Arnaldo Busato.


De autoria dos deputados Ana Júlia (PT) e Requião Filho (PDT), o PL 379/2025 proíbe a exposição dos pro dutos em gôndolas localizadas a menos de dois metros dos caixas de pagamento ou sujeitos à formação de filas, bem como limita a disponibilização nas prateleiras situadas em uma altura inferior a 1,5 metro, em qualquer área do estabelecimento. Se sancionada, a legislação será aplicável a todos os estabelecimentos varejistas que comercializem os produtos em questão.


Tramitando desde maio de 2025 na Alep, a proposição visa proteger a saúde infantil de práticas de marketing que exploram a vulnerabilidade das crianças, justifica Ana Júlia. A parlamentar destaca o risco de problemas de saúde associados ao consumo excessivo de açúcar, como obesidade, diabetes tipo 2, cáries dentárias e distúrbios metabólicos. Além disso, ela aponta o risco de desenvolvimento de hábitos de consumo compulsivos.


Relator do projeto, o deputado Evandro Araújo (PSD) frisou a sua compatibilidade com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e com a proteção da criança e do adolescente. "Contribui com práticas responsáveis e saudáveis no ambiente comercial", reforçou.


(Adaptado de: BOTTAMEDI, Felipe. Avança PL que proíbe a exposição de doces, balas e salgadinhos nas gôndolas próximas aos caixas de pagamento nos mercados do Paraná. Curitiba. 09/12/2025. https://www.assembleia.pr.leg.br/comunicacao/noticias)

Assinale a alternativa que indica, corretamente, o sentido da expressão destacada em “Além disso, ela aponta o risco de desenvolvimento de hábitos de consumo compulsivos”.
Alternativas
Q3885791 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Pessoa com Deficiência, presidida pelo deputado Evandro Araújo (PSD), aprovou um projeto de lei (PL) que limita a disponibilização de doces, chocolates, balas, salgadinhos e similares nas gôndolas de mercados, farmácias e outros estabelecimentos. A iniciativa foi uma das três proposições apreciadas pelo colegiado durante reunião realizada na sala Arnaldo Busato.


De autoria dos deputados Ana Júlia (PT) e Requião Filho (PDT), o PL 379/2025 proíbe a exposição dos pro dutos em gôndolas localizadas a menos de dois metros dos caixas de pagamento ou sujeitos à formação de filas, bem como limita a disponibilização nas prateleiras situadas em uma altura inferior a 1,5 metro, em qualquer área do estabelecimento. Se sancionada, a legislação será aplicável a todos os estabelecimentos varejistas que comercializem os produtos em questão.


Tramitando desde maio de 2025 na Alep, a proposição visa proteger a saúde infantil de práticas de marketing que exploram a vulnerabilidade das crianças, justifica Ana Júlia. A parlamentar destaca o risco de problemas de saúde associados ao consumo excessivo de açúcar, como obesidade, diabetes tipo 2, cáries dentárias e distúrbios metabólicos. Além disso, ela aponta o risco de desenvolvimento de hábitos de consumo compulsivos.


Relator do projeto, o deputado Evandro Araújo (PSD) frisou a sua compatibilidade com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e com a proteção da criança e do adolescente. "Contribui com práticas responsáveis e saudáveis no ambiente comercial", reforçou.


(Adaptado de: BOTTAMEDI, Felipe. Avança PL que proíbe a exposição de doces, balas e salgadinhos nas gôndolas próximas aos caixas de pagamento nos mercados do Paraná. Curitiba. 09/12/2025. https://www.assembleia.pr.leg.br/comunicacao/noticias)

Sobre a pontuação utilizada no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. No trecho “limita a disponibilização de doces, chocolates, balas, salgadinhos e similares”, as vírgulas servem para enumerar termos de mesma função sintática.

II. No fragmento “Se sancionada, a legislação será aplicável”, a vírgula separa um aposto explicativo.

III. No trecho “Relator do projeto, o deputado Evandro Araújo (PSD)”, a vírgula foi usada para separar um vocativo.

IV. Em "Contribui com práticas responsáveis e saudáveis no ambiente comercial", as aspas indicam um discurso direto.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885790 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Pessoa com Deficiência, presidida pelo deputado Evandro Araújo (PSD), aprovou um projeto de lei (PL) que limita a disponibilização de doces, chocolates, balas, salgadinhos e similares nas gôndolas de mercados, farmácias e outros estabelecimentos. A iniciativa foi uma das três proposições apreciadas pelo colegiado durante reunião realizada na sala Arnaldo Busato.


De autoria dos deputados Ana Júlia (PT) e Requião Filho (PDT), o PL 379/2025 proíbe a exposição dos pro dutos em gôndolas localizadas a menos de dois metros dos caixas de pagamento ou sujeitos à formação de filas, bem como limita a disponibilização nas prateleiras situadas em uma altura inferior a 1,5 metro, em qualquer área do estabelecimento. Se sancionada, a legislação será aplicável a todos os estabelecimentos varejistas que comercializem os produtos em questão.


Tramitando desde maio de 2025 na Alep, a proposição visa proteger a saúde infantil de práticas de marketing que exploram a vulnerabilidade das crianças, justifica Ana Júlia. A parlamentar destaca o risco de problemas de saúde associados ao consumo excessivo de açúcar, como obesidade, diabetes tipo 2, cáries dentárias e distúrbios metabólicos. Além disso, ela aponta o risco de desenvolvimento de hábitos de consumo compulsivos.


Relator do projeto, o deputado Evandro Araújo (PSD) frisou a sua compatibilidade com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e com a proteção da criança e do adolescente. "Contribui com práticas responsáveis e saudáveis no ambiente comercial", reforçou.


(Adaptado de: BOTTAMEDI, Felipe. Avança PL que proíbe a exposição de doces, balas e salgadinhos nas gôndolas próximas aos caixas de pagamento nos mercados do Paraná. Curitiba. 09/12/2025. https://www.assembleia.pr.leg.br/comunicacao/noticias)

Acerca dos termos e expressões empregados no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. A palavra “marketing” está grafada em itálico por ser um neologismo pertencente ao campo semântico da informática.

II. O termo “colegiado”, no contexto em que foi utilizado, está em desuso na norma-padrão da língua portuguesa.

III. As siglas são abreviações que evitam a repetição de termos e agilizam a escrita e a leitura do texto.

IV. Os termos “gôndolas” e “prateleiras” têm sentidos semelhantes, ou seja, são sinônimos nesse contexto.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885789 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Pessoa com Deficiência, presidida pelo deputado Evandro Araújo (PSD), aprovou um projeto de lei (PL) que limita a disponibilização de doces, chocolates, balas, salgadinhos e similares nas gôndolas de mercados, farmácias e outros estabelecimentos. A iniciativa foi uma das três proposições apreciadas pelo colegiado durante reunião realizada na sala Arnaldo Busato.


De autoria dos deputados Ana Júlia (PT) e Requião Filho (PDT), o PL 379/2025 proíbe a exposição dos pro dutos em gôndolas localizadas a menos de dois metros dos caixas de pagamento ou sujeitos à formação de filas, bem como limita a disponibilização nas prateleiras situadas em uma altura inferior a 1,5 metro, em qualquer área do estabelecimento. Se sancionada, a legislação será aplicável a todos os estabelecimentos varejistas que comercializem os produtos em questão.


Tramitando desde maio de 2025 na Alep, a proposição visa proteger a saúde infantil de práticas de marketing que exploram a vulnerabilidade das crianças, justifica Ana Júlia. A parlamentar destaca o risco de problemas de saúde associados ao consumo excessivo de açúcar, como obesidade, diabetes tipo 2, cáries dentárias e distúrbios metabólicos. Além disso, ela aponta o risco de desenvolvimento de hábitos de consumo compulsivos.


Relator do projeto, o deputado Evandro Araújo (PSD) frisou a sua compatibilidade com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e com a proteção da criança e do adolescente. "Contribui com práticas responsáveis e saudáveis no ambiente comercial", reforçou.


(Adaptado de: BOTTAMEDI, Felipe. Avança PL que proíbe a exposição de doces, balas e salgadinhos nas gôndolas próximas aos caixas de pagamento nos mercados do Paraná. Curitiba. 09/12/2025. https://www.assembleia.pr.leg.br/comunicacao/noticias)

Sobre as características da linguagem empregada no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1854367 Administração Pública
Sobre o planejamento tático na administração pública, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1854366 Direito Financeiro
Além do cumprimento de metas e objetivos governamentais no orçamento, é utilizada para a alocação, distribuição de recursos e estabilização da economia. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a política que envolve a administração e a geração de receitas. 
Alternativas
Q1854365 Sociologia
Sobre as teorias administrativas, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, aquela que se identifica com a concepção de Max Weber relacionada à eficiência no atendimento e na resolução de problemas com agilidade, por haver clara definição de atribuições e responsabilidades, bem como padronização no fluxo de tarefas e soluções.
Alternativas
Q1854364 Ciência Política
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o nome do pensador que defendeu explicitamente a tripartição dos poderes do Estado em Poder Legislativo, Poder Executivo e Poder Judiciário.
Alternativas
Q1854363 Direito Constitucional
Considerando a organização político-administrativa da República Federativa do Brasil, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, entes que são dotados de autonomia.
Alternativas
Q1854362 Direito Constitucional
Sobre os objetivos da República Federativa do Brasil, considere as afirmativas a seguir.
I. Garantir a livre atuação do mercado.
II. Reduzir as desigualdades sociais.
III. Erradicar a pobreza e a marginalização.
IV. Construir uma sociedade livre, justa e solidária.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1854361 Legislação Federal
Conforme definido legalmente, a epígrafe é uma das partes básicas que estrutura a elaboração, a redação, a alteração e a consolidação das leis. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, as características de uma epígrafe.
Alternativas
Q1854360 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
Sobre as espécies normativas que compreendem o processo legislativo, conforme definido na Lei Orgânica do Município de Londrina, considere os itens a seguir.
I. Leis ordinárias.
II. Leis complementares.
III. Leis suplementares.
IV. Decretos legislativos.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1854358 Direito Constitucional
Os trabalhadores urbanos e rurais têm direitos previstos constitucionalmente. Alguns desses direitos não se aplicam aos servidores ocupantes de cargos públicos. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um direito que se aplica a esses servidores.
Alternativas
Q1854355 Direito Financeiro
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o nome que se dá à aplicação de certa quantia, em dinheiro, por parte da autoridade ou agente público competente dentro de uma autorização legislativa para execução de fim a cargo do Governo.
Alternativas
Q1854354 Direito Financeiro
Sobre as condutas de realização de despesas pela administração pública ou de assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários ou adicionais, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1854353 Direito Financeiro
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o nome do orçamento previsto na Constituição Federal de 1988 que tem por objeto as despesas de capital para aqueles programas de duração continuada que extravasem o orçamento em que foram iniciadas.
Alternativas
Q1854352 Legislação Federal
Quanto à chamada Técnica Legislativa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
41: A
42: D
43: E
44: A
45: B
46: C
47: E
48: B
49: B
50: A
51: C
52: D
53: E
54: B
55: B
56: C
57: D
58: A
59: C
60: E