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Q3757185 Português
A diabólica perseguição aos cristãos O silêncio maligno que envolve essas atrocidades deve ser rompido por meio de conscientização e ação
Ana Paula Henkel

No dia 27 de agosto, a Escola Católica Anunciação, em Minneapolis, Minnesota, tornou-se palco de uma tragédia inimaginável. Um atirador, identificado como Robin Westman, um transgênero de 23 anos, abriu fogo através das janelas da igreja durante uma missa que celebrava a primeira semana do ano letivo, matando duas crianças – Fletcher Merkel, de 8 anos, e Harper Moyski, de 10 – e ferindo 18 outras pessoas, incluindo 14 crianças. O agressor, que morreu por suicídio, deixou um manifesto e inscrições em armas de fogo que revelaram um profundo ódio contra católicos e grupos religiosos, levando o FBI a investigar o ataque como um ato de terrorismo doméstico e um crime de ódio contra católicos.

Segundo o diretor do FBI, Kash Patel, o manifesto do atirador e as inscrições nas armas continham referências anticatólicas e antirreligiosas, além de expressões de ódio contra judeus [...]. O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, descreveu o ato como “hediondo e covarde”, observando que o atirador disparou 116 tiros de fuzil e três cartuchos de espingarda contra a igreja, mirando crianças que foram massacradas por um atirador que não podia vê-las. A obsessão do agressor por assassinatos em massa e o desejo de notoriedade sublinharam um motivo assustador enraizado em uma ideologia antirreligiosa.

Esse evento horrível, ocorrido em um local de culto e aprendizado, chocou a comunidade cristã de Minneapolis e o país está em choque. O Papa Leão XIV, o primeiro papa americano, expressou profunda tristeza, enviando condolências às famílias afetadas por essa “terrível tragédia”. O incidente foi usado por grupos progressistas americanos para reacender discussões sobre a violência armada, mas o curioso é que eles não mencionam crimes de ódio e a segurança de espaços religiosos nos Estados Unidos quando o assunto é violência contra cristãos. Se a violência é contra muçulmanos, é islamofobia. Se a violência é contra judeus, é antissemitismo. Se a violência é contra os negros, racismo. Contra gays, culpa da homofobia. Mas se a violência é contra cristãos, a culpa é das armas. O tiroteio em Minneapolis não é um incidente isolado. Ele reflete um padrão global mais amplo de perseguição contra cristãos, alimentado por motivos antirreligiosos.

Da África à Ásia, os cristãos enfrentam violência, discriminação e opressão sistêmica, frequentemente recebendo um silêncio preocupante de instituições globais e da mídia. De acordo com um relatório de 2024 da Open Doors International, mais de 380 milhões de cristãos enfrentaram perseguição e discriminação significativas em todo o mundo, um aumento de 15 milhões em relação ao ano anterior. O relatório classifica os 50 países onde os cristãos enfrentam as ameaças, violências e assédios mais graves, com base em dados coletados de outubro de 2023 a setembro de 2024. O epicentro da violência islâmica contra cristãos mudou do Oriente Médio para a África, com países como Nigéria e Moçambique testemunhando ataques intensificados. Enquanto isso, regimes autoritários e grupos extremistas na Ásia e no Oriente Médio continuam a atacar comunidades cristãs, muitas vezes com impunidade.


Nigéria: um foco de violência antirreligiosa

A Nigéria destaca-se como um dos lugares mais perigosos para os cristãos, respondendo por quase 70% das mortes globais ligadas à perseguição cristã. [...] Grupos armados como o Boko Haram e militantes islâmicos Fulani têm como alvo comunidades cristãs, igrejas e clérigos com brutalidade devastadora.


Burkina Faso: insurgência islâmica em ascensão

Em Burkina Faso, o aumento de insurgentes islâmicos tornou o país o epicentro da violência extremista na região do Sahel. Um ataque devastador em agosto deste ano na cidade oriental de Manni deixou pelo menos 150 pessoas mortas, com cristãos entre os principais alvos. [...] Comunidades cristãs enfrentam sequestros, deslocamento forçado e destruição de igrejas, com mulheres e meninas particularmente vulneráveis à violência sexual e casamentos forçados.


Paquistão: leis contra a blasfêmia e hostilidade social

No Paquistão, as leis contra a blasfêmia são uma ferramenta devastadora de perseguição contra cristãos e outras minorias religiosas. [...] Essas leis são frequentemente usadas de forma indevida para resolver disputas pessoais ou atacar comunidades minoritárias, levando à violência de multidões e assassinatos extrajudiciais. Convertidos do islamismo ao cristianismo enfrentam riscos graves, incluindo “assassinatos por honra” por familiares ou vigilantes.


China: repressão patrocinada pelo Estado

Na China, a repressão do Partido Comunista contra a religião intensificou-se, com cristãos enfrentando vigilância, prisão e fechamento forçado de igrejas. [...] As políticas do governo chinês visam a sufocar a religião, forçando os cristãos a se alinharem com doutrinas aprovadas pelo Estado ou enfrentar perseguição. Igrejas são rotineiramente invadidas, e a literatura cristã é censurada. O silêncio da comunidade internacional sobre as ações da China é perturbador, impulsionado por laços econômicos e diplomáticos.


O silêncio maligno: por que o mundo ignora a perseguição Cristã?

A falta de clamor global sobre essas atrocidades destaca o “silêncio maligno” que envolve a perseguição aos cristãos. Embora organizações humanitárias como a Ajuda à Igreja em Necessidade (ACN) documentem essas violações, a resposta da comunidade internacional permanece silenciada, muitas vezes ofuscada por outras preocupações geopolíticas. O silêncio global em torno dessa perseguição é multifacetado. Interesses geopolíticos frequentemente têm procedência, com nações poderosas relutantes em criticar aliados como China e Paquistão. A cobertura midiática tende a se concentrar em conflitos de alto perfil, deixando de lado o ataque sistemático aos cristãos em regiões menos estratégicas. A complexidade da violência religiosa, muitas vezes entrelaçada com motivos étnicos ou políticos, também pode obscurecer a natureza especificamente anticristã desses ataques.

Além disso, uma relutância cultural em reconhecer a perseguição cristã decorre da percepção de que o cristianismo, como uma religião historicamente dominante, não pode ser vítima. Essa narrativa ignora a realidade enfrentada por milhões de cristãos em contextos minoritários, onde eles são vulneráveis à violência extremista e à opressão estatal.

O tiroteio em Minneapolis, embora investigado como um crime de ódio, corre o risco de ser enquadrado apenas como uma questão de violência armada, ofuscando seus motivos antirreligiosos, além da supressão da discussão dos problemas mentais – um tabu nos dias de hoje. O tiroteio na Escola Católica Anunciação é um lembrete sombrio do ódio que alimenta a violência anticristã, ecoando desde as ruínas ensanguentadas da Nigéria até os altares profanados da Síria e as igrejas silenciadas da Nicarágua. As almas inocentes de Fletcher Merkel e Harper Moyski ceifadas em seu santuário de oração são um grito que se une ao sofrimento de milhões de cristãos em todo o mundo.

O silêncio maligno que envolve essas atrocidades deve ser rompido por meio de conscientização e ação. Enquanto o mundo chora as vítimas de Minneapolis, também deve enfrentar a perseguição global aos cristãos, garantindo que suas vozes sejam ouvidas e seu direito de culto em segurança seja respeitado.

É hora de rejeitar o silêncio e enfrentar a indiferença.


Fonte: HENKEL, Ana Paula https://revistaoeste.com/revista/edicao-285/adiabolica-perseguicao-aos-cristaos/ acesso em 05 de agosto2025 (adaptado)
A partir da leitura do texto I, pode-se dizer que, para a autora, o “Silêncio maligno” se refere ao/à: 
Alternativas
Q3757184 Português
A diabólica perseguição aos cristãos O silêncio maligno que envolve essas atrocidades deve ser rompido por meio de conscientização e ação
Ana Paula Henkel

No dia 27 de agosto, a Escola Católica Anunciação, em Minneapolis, Minnesota, tornou-se palco de uma tragédia inimaginável. Um atirador, identificado como Robin Westman, um transgênero de 23 anos, abriu fogo através das janelas da igreja durante uma missa que celebrava a primeira semana do ano letivo, matando duas crianças – Fletcher Merkel, de 8 anos, e Harper Moyski, de 10 – e ferindo 18 outras pessoas, incluindo 14 crianças. O agressor, que morreu por suicídio, deixou um manifesto e inscrições em armas de fogo que revelaram um profundo ódio contra católicos e grupos religiosos, levando o FBI a investigar o ataque como um ato de terrorismo doméstico e um crime de ódio contra católicos.

Segundo o diretor do FBI, Kash Patel, o manifesto do atirador e as inscrições nas armas continham referências anticatólicas e antirreligiosas, além de expressões de ódio contra judeus [...]. O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, descreveu o ato como “hediondo e covarde”, observando que o atirador disparou 116 tiros de fuzil e três cartuchos de espingarda contra a igreja, mirando crianças que foram massacradas por um atirador que não podia vê-las. A obsessão do agressor por assassinatos em massa e o desejo de notoriedade sublinharam um motivo assustador enraizado em uma ideologia antirreligiosa.

Esse evento horrível, ocorrido em um local de culto e aprendizado, chocou a comunidade cristã de Minneapolis e o país está em choque. O Papa Leão XIV, o primeiro papa americano, expressou profunda tristeza, enviando condolências às famílias afetadas por essa “terrível tragédia”. O incidente foi usado por grupos progressistas americanos para reacender discussões sobre a violência armada, mas o curioso é que eles não mencionam crimes de ódio e a segurança de espaços religiosos nos Estados Unidos quando o assunto é violência contra cristãos. Se a violência é contra muçulmanos, é islamofobia. Se a violência é contra judeus, é antissemitismo. Se a violência é contra os negros, racismo. Contra gays, culpa da homofobia. Mas se a violência é contra cristãos, a culpa é das armas. O tiroteio em Minneapolis não é um incidente isolado. Ele reflete um padrão global mais amplo de perseguição contra cristãos, alimentado por motivos antirreligiosos.

Da África à Ásia, os cristãos enfrentam violência, discriminação e opressão sistêmica, frequentemente recebendo um silêncio preocupante de instituições globais e da mídia. De acordo com um relatório de 2024 da Open Doors International, mais de 380 milhões de cristãos enfrentaram perseguição e discriminação significativas em todo o mundo, um aumento de 15 milhões em relação ao ano anterior. O relatório classifica os 50 países onde os cristãos enfrentam as ameaças, violências e assédios mais graves, com base em dados coletados de outubro de 2023 a setembro de 2024. O epicentro da violência islâmica contra cristãos mudou do Oriente Médio para a África, com países como Nigéria e Moçambique testemunhando ataques intensificados. Enquanto isso, regimes autoritários e grupos extremistas na Ásia e no Oriente Médio continuam a atacar comunidades cristãs, muitas vezes com impunidade.


Nigéria: um foco de violência antirreligiosa

A Nigéria destaca-se como um dos lugares mais perigosos para os cristãos, respondendo por quase 70% das mortes globais ligadas à perseguição cristã. [...] Grupos armados como o Boko Haram e militantes islâmicos Fulani têm como alvo comunidades cristãs, igrejas e clérigos com brutalidade devastadora.


Burkina Faso: insurgência islâmica em ascensão

Em Burkina Faso, o aumento de insurgentes islâmicos tornou o país o epicentro da violência extremista na região do Sahel. Um ataque devastador em agosto deste ano na cidade oriental de Manni deixou pelo menos 150 pessoas mortas, com cristãos entre os principais alvos. [...] Comunidades cristãs enfrentam sequestros, deslocamento forçado e destruição de igrejas, com mulheres e meninas particularmente vulneráveis à violência sexual e casamentos forçados.


Paquistão: leis contra a blasfêmia e hostilidade social

No Paquistão, as leis contra a blasfêmia são uma ferramenta devastadora de perseguição contra cristãos e outras minorias religiosas. [...] Essas leis são frequentemente usadas de forma indevida para resolver disputas pessoais ou atacar comunidades minoritárias, levando à violência de multidões e assassinatos extrajudiciais. Convertidos do islamismo ao cristianismo enfrentam riscos graves, incluindo “assassinatos por honra” por familiares ou vigilantes.


China: repressão patrocinada pelo Estado

Na China, a repressão do Partido Comunista contra a religião intensificou-se, com cristãos enfrentando vigilância, prisão e fechamento forçado de igrejas. [...] As políticas do governo chinês visam a sufocar a religião, forçando os cristãos a se alinharem com doutrinas aprovadas pelo Estado ou enfrentar perseguição. Igrejas são rotineiramente invadidas, e a literatura cristã é censurada. O silêncio da comunidade internacional sobre as ações da China é perturbador, impulsionado por laços econômicos e diplomáticos.


O silêncio maligno: por que o mundo ignora a perseguição Cristã?

A falta de clamor global sobre essas atrocidades destaca o “silêncio maligno” que envolve a perseguição aos cristãos. Embora organizações humanitárias como a Ajuda à Igreja em Necessidade (ACN) documentem essas violações, a resposta da comunidade internacional permanece silenciada, muitas vezes ofuscada por outras preocupações geopolíticas. O silêncio global em torno dessa perseguição é multifacetado. Interesses geopolíticos frequentemente têm procedência, com nações poderosas relutantes em criticar aliados como China e Paquistão. A cobertura midiática tende a se concentrar em conflitos de alto perfil, deixando de lado o ataque sistemático aos cristãos em regiões menos estratégicas. A complexidade da violência religiosa, muitas vezes entrelaçada com motivos étnicos ou políticos, também pode obscurecer a natureza especificamente anticristã desses ataques.

Além disso, uma relutância cultural em reconhecer a perseguição cristã decorre da percepção de que o cristianismo, como uma religião historicamente dominante, não pode ser vítima. Essa narrativa ignora a realidade enfrentada por milhões de cristãos em contextos minoritários, onde eles são vulneráveis à violência extremista e à opressão estatal.

O tiroteio em Minneapolis, embora investigado como um crime de ódio, corre o risco de ser enquadrado apenas como uma questão de violência armada, ofuscando seus motivos antirreligiosos, além da supressão da discussão dos problemas mentais – um tabu nos dias de hoje. O tiroteio na Escola Católica Anunciação é um lembrete sombrio do ódio que alimenta a violência anticristã, ecoando desde as ruínas ensanguentadas da Nigéria até os altares profanados da Síria e as igrejas silenciadas da Nicarágua. As almas inocentes de Fletcher Merkel e Harper Moyski ceifadas em seu santuário de oração são um grito que se une ao sofrimento de milhões de cristãos em todo o mundo.

O silêncio maligno que envolve essas atrocidades deve ser rompido por meio de conscientização e ação. Enquanto o mundo chora as vítimas de Minneapolis, também deve enfrentar a perseguição global aos cristãos, garantindo que suas vozes sejam ouvidas e seu direito de culto em segurança seja respeitado.

É hora de rejeitar o silêncio e enfrentar a indiferença.


Fonte: HENKEL, Ana Paula https://revistaoeste.com/revista/edicao-285/adiabolica-perseguicao-aos-cristaos/ acesso em 05 de agosto2025 (adaptado)
É correto afirmar que o texto:
Alternativas
Q3757013 Direito Administrativo
Município celebrou convênio com entidade privada para execução de projeto cultural. O presidente da entidade recebeu recursos públicos e, deliberadamente, desviou parte do valor para uso pessoal, deixando de executar integralmente o objeto pactuado. Considerando a Lei nº 8.429/1992 após a reforma de 2021, assinale a alternativa correta sobre o enquadramento jurídico: 
Alternativas
Q3757012 Direito Administrativo
Um servidor público, por negligência, deixou de fiscalizar contrato administrativo, permitindo que a empresa contratada entregasse parte do serviço com qualidade inferior. Não houve enriquecimento ilícito do agente, mas o município sofreu dano leve ao erário. Após investigação, verificou-se que o servidor não agiu com dolo, apenas com culpa. Considerando a Lei nº 8.429/1992 após a reforma de 2021, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3757011 Legislação de Trânsito
Um condutor envolveu-se em acidente de trânsito sem vítimas e, temendo represálias de terceiros que se aproximavam, afastou-se momentaneamente do local para buscar ajuda policial, retornando cerca de 20 minutos depois, quando a autoridade de trânsito já fazia a sinalização da via. Ele foi autuado por deixar de permanecer no local do acidente, infração prevista no CTB. Considerando as normas relativas aos deveres do condutor e às infrações relacionadas a acidentes, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3757010 Direito Processual Penal
O delegado conduz investigação sobre possível ação criminosa praticada por funcionário público. No curso do Inquérito Policial, o advogado do investigado requer acesso integral aos autos, inclusive às diligências ainda não concluídas. À luz do Código de Processo Penal e da jurisprudência, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3757009 Direito Processual Penal
Durante uma investigação de crime de estelionato, o delegado instaurou Inquérito Policial de ofício, mesmo sem representação da vítima. No curso das investigações, verificou-se que a vítima havia expressamente manifestado desinteresse em representar. O Ministério Público requer a continuidade das diligências. Considerando o Código de Processo Penal, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3757008 Direito Constitucional
Durante a realização de uma manifestação pacífica em via pública, um grupo de participantes utiliza caixas de som de alto volume. A Polícia Militar determina a apreensão imediata dos equipamentos, sob alegação de perturbação da ordem e risco de tumulto. O grupo afirma que a medida foi ilegal, pois violou direitos fundamentais. Considerando os arts. 5º a 11 da Constituição, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3757007 Direito Constitucional
A Polícia Civil, mediante autorização judicial fundamentada, interceptou comunicações telefônicas de um investigado por crime organizado. Durante a execução da medida, surgiram diálogos revelando possível crime tributário não relacionado ao objeto inicial da investigação. Considerando os direitos e garantias fundamentais previstos entre os arts. 5º e 11 da Constituição, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3757006 Direito Penal
Um agente público exige de um particular o pagamento de determinada quantia para agilizar a análise de um processo administrativo, afirmando que o dinheiro se destinaria ao “cafezinho da repartição”. O particular, temendo represálias, realiza o pagamento. Considerando o Título XI do Código Penal, assinale a alternativa correta quanto ao crime praticado:
Alternativas
Q3757005 Direito Penal
Determinado servidor público, encarregado da guarda de bens apreendidos em uma operação, utilizou temporariamente um dos objetos (um notebook) para fins particulares, devolvendo-o no dia seguinte sem causar prejuízo ao patrimônio público. Não houve subtração definitiva nem intenção de incorporá-lo ao seu patrimônio. À luz do Código Penal, assinale o enquadramento jurídico correto. 
Alternativas
Q3757003 Direito Penal
Durante uma discussão acalorada, um indivíduo desferiu um único soco na vítima, que caiu e, ao bater a cabeça no meio-fio, sofreu traumatismo cranioencefálico, vindo a falecer horas depois. A perícia concluiu que a lesão inicial não era, por si só, capaz de produzir a morte, que decorreu exclusivamente da queda subsequente. Considerando o Título I do Código Penal e a teoria adotada pelo CP para o nexo causal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3757002 Direito Administrativo
A Administração constata que um ato administrativo perfeito e eficaz tornou-se inconveniente em razão de mudanças nas políticas públicas. Não há qualquer vício de legalidade, tampouco geração de direitos adquiridos ao destinatário. De acordo com os atributos, espécies e formas de extinção de atos administrativos, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3757001 Direito Administrativo
A Administração Pública editou um ato administrativo discricionário que concedia autorização de uso de bem público a particular. Posteriormente, verificou-se que, embora o motivo declarado fosse verdadeiro, a Administração havia omitido um elemento fático essencial que, se conhecido, impediria a concessão. Considerando os requisitos do ato administrativo e sua relação com controle de validade, é correto afirmar que o ato: 
Alternativas
Q3757000 Direito Penal
Em uma abordagem policial, um indivíduo é encontrado transportando no porta-luvas do veículo uma arma de fogo de uso permitido, municiada, sem qualquer documentação. Afirmou que a arma pertencia ao pai e que a estava levando para conserto, mas não apresentou autorização para transporte nem prova da origem lícita. Considerando o Estatuto do Desarmamento, o enquadramento correto é:
Alternativas
Q3756999 Direito Penal
Um colecionador devidamente registrado no Comando do Exército mantém arma de fogo de calibre permitido em sua residência, com toda a documentação exigida pelo Regulamento de Produtos Controlados. Durante uma fiscalização da Polícia Federal, constatou-se que o Certificado de Registro de Arma de Fogo estava vencido há 45 dias, embora o proprietário já tivesse solicitado a renovação dentro do prazo legal. Considerando as disposições da Lei nº 10.826/2003 e entendimentos consolidados, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3756998 Direito Administrativo
Sobre a organização e funcionamento das Guardas Municipais conforme a Lei nº 13.022/2014, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3756997 Legislação Federal
A atuação das Guardas Municipais deve observar a filosofia de policiamento comunitário, reconhecida pela Lei nº 13.022/2014 como uma de suas diretrizes. Nesse sentido, é correto afirmar que essa filosofia:
Alternativas
Q3756996 Legislação Federal
No que tange ao uso de armas de fogo pelos integrantes da Guarda Municipal, conforme a Lei nº 13.022/2014 e normas complementares, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3756995 Legislação Federal
A Lei nº 13.022/2014 atribui competências específicas às Guardas Municipais. Considerando tais competências, analise as proposições abaixo:

I. Prevenir e inibir infrações penais, agindo de forma preventiva e comunitária.
II. Exercer a fiscalização ambiental, com poder de polícia plena sobre atividades potencialmente poluidoras.
III. Atuar na proteção de bens, serviços e instalações municipais.
IV. Executar ações de polícia judiciária, incluindo investigação preliminar.

À luz do Estatuto, está correto apenas o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
61: A
62: A
63: C
64: B
65: B
66: C
67: B
68: C
69: B
70: A
71: D
72: A
73: C
74: C
75: A
76: B
77: E
78: B
79: C
80: A