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Q3285958 Português
TEXTO I

Por uma cultura de paz

Uma das coisas mais bonitas de ver é a atuação pacífica de mães e de pais com seus filhos, educando-os no diálogo, na alteridade, no cuidado e no respeito aos outros. Nosso dia se ilumina ao ver um adulto se portando como adulto, sendo capaz de transmitir à geração mais nova o melhor que tem em si.

Uma das coisas mais constrangedoras de ver é a atuação descontrolada de mães e de pais com seus filhos, falando em tom agressivo, agindo com brusquidão, tentando impor seu poder pela força, com palavras ou atos físicos. Entristece-nos contemplar o ciclo de agressividade se reproduzindo, com consequências que vão muito além do que os nossos olhos podem ver naquele momento.

Essas duas situações me vêm ao pensar no cenário de agressividade que tem dominado a vida pública nacional. O ciclo de violência que permeia e estrutura nossa sociedade não é um dado da natureza. É uma realidade histórica renovada diariamente. Há um passado a influenciar, mas há também uma escolha feita no tempo presente: pais violentos, professores violentos, estudantes violentos, cidadãos violentos, policiais violentos, candidatos violentos, eleitores violentos, maridos violentos, motoristas violentos. Como nossa sensibilidade reage a essas situações?

O problema não é só aqui. Conheci recentemente um casal de professores universitários americanos que se mudaram para Glasgow, na Escócia, depois que o Estado do Arkansas aprovou uma lei permitindo que estudantes portassem armas ocultas no campus. Não se sentiam seguros de dar aulas sob as novas condições. O incrível é que parcela da sociedade brasileira olha para os Estados Unidos e deseja emular a mesma loucura armamentista. É uma escolha.

A cultura da violência é o oposto da cultura democrática, que é respeito, diálogo, negociação, cooperação. É evidente, diante disso, a necessidade de promover uma cultura de paz, uma cultura verdadeiramente democrática. Não é tarefa fácil, nem simples. Mas talvez o primeiro passo seja reconhecer o problema. Não somos um país pacífico. A sociedade brasileira tem historicamente tolerado – e continua tolerando – altos índices de violência. E, pior, quando nos indignamos com a violência das nossas cidades, a resposta tem sido uma só: mais violência. Almejam-se o aumento da pena e o endurecimento das condições de cumprimento da pena. Ou seja, ainda preferimos lidar com uma questão difícil e complexa por meio de uma resposta fácil e simplista.

Se queremos uma sociedade mais pacífica, em vez de pedir penas mais altas – como se todos os problemas fossem causados pelos outros –, temos de entender as causas da cultura de violência e da cultura de paz. Há exemplos interessantes. Considerada nos anos 1970 e 1980 como uma cidade difícil e violenta, Glasgow conseguiu transformar sua realidade social por meio de políticas públicas de apoio à educação e à arte e de fortalecimento dos laços comunitários.

A paz, assim como a democracia, não vem por decreto. É uma construção diária, que começa em casa, mas passa também, entre outros âmbitos, pelas eleições e por políticas públicas efetivas. Que nossa indignação com a criminalidade e a insegurança não desemboque em descontrole irracional, mas desperte uma resposta adulta – articulada e responsável – para o problema.

CAVALCANTI, Nicolau da Rocha. Opinião. Estado de Minas, 25/09/2024. Disponível em:https://www.estadao.com.br/opiniao/nicolau-da-rocha-cavalcanti/por-umacultura-de-paz/. Acesso em: 20 out. 2024. Adaptado.
No início do texto, ao fazer uso de dois episódios em que os pais atuam de formas distintas em relação aos seus filhos, o enunciador:
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Q3609141 Português

As chuvas que castigaram o Rio Grande do Sul nos últimos dias causaram uma tragédia com 95 mortos, 131 desaparecidos e 159 mil desabrigados em 401 municípios (dados de 07/05) e deram origem a uma corrente nacional de solidariedade aos atingidos. Além das pessoas atingidas o custo para a economia do estado também é altíssimo. Segundo informações do governo Federal já foi destinado mais de R$ 1,5 bilhão para o Rio Grande do Sul, valor destinado para saúde, adiantamento de benefícios sociais, auxílio aos desabrigados, garantia de alimentos e energia e o presidente Lula foi pessoalmente avaliar a situação.

Além do governo a população brasileira também se mobiliza e inúmeras campanhas de arrecadação de mantimentos e roupas para os desabrigados estão em curso nos mais diversos locais do Brasil. Em sintonia com estas medidas a Revista Pirralha e seus artistas elaboraram desenhos que fazem pensar e despertam a solidariedade para com as vítimas.


Redação

Revista Pirralha 

Na concordância nominal, os termos que se referem a um mesmo substantivo devem concordar em gênero e número com este. É uma regra gramatical que é observada entre os substantivos (ou pronomes) e os adjetivos, artigos, numerais e particípios que os acompanham. No trecho do texto 3 "Além das pessoas atingidas, o custo para a economia do estado também é altíssimo" (parágrafo 1, linha 5), observamos o correto emprego da regra uma vez que o adjetivo "altíssimo" concorda com o substantivo "custo", que está no singular e é masculino. A opção que apresenta corretamente o emprego da concordância nominal é:
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Q3609139 Português

Parte da tragédia no Rio Grande do Sul foi causada por ação humana

Entre as ações, pesquisador cita construções em áreas de alagamento


Por Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro


Parte da tragédia que atingiu 446 municípios gaúchos foi causada pela ação do homem, que construiu em locais onde não deveria construir, em áreas de alagamento, e não fez as manutenções corretas nos diques de contenção e nas barreiras anti-alagamento.

A avaliação é do professor Roberto Reis, do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução da Biodiversidade da Escola de Ciências da Saúde e da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Ele acrescentou que essas obras, feitas nos anos 1970, nunca receberam manutenção adequada. “A culpa da enchente é do planeta. Mas a culpa da tragédia é dos administradores do estado e das cidades”.

Em entrevista à Agência Brasil, Reis afirmou que Porto Alegre é área de várzea, de confluência de rios na beira do Lago Guaíba, que alaga sempre que tem enchente. “É natural. A gente é que não deveria ter construído na área que alaga periodicamente”.

Segundo o professor, a cada dois ou três anos há alagamentos em Porto Alegre só que, desta vez, foi extremamente severo. “Nunca foi tão alto”. Ele explicou que não há como evitar que haja cheias no Guaíba. “Mas que haja enchente, há como evitar, fazendo bem feito os diques de contenção e tudo o mais”. A manutenção ou reconstrução dos diques e barragens nos rios do estado é a saída apontada pelo professor da PUCRS para evitar que novas tragédias voltem a ocorrer.

Reis lembrou que, em setembro do ano passado, o estado enfrentou grande enchente. “Aí se viu que as comportas e parte dos diques não estavam funcionando. Era hora de ter arrumado. Foi uma mega-enchente. A grande veio agora. Deveríamos ter arrumado tudo de setembro para cá. Espero que desta vez aprendam, porque o custo está sendo muito alto”.

Na avaliação de Roberto Reis, chuva em excesso, causada por mudança climática, é fenômeno natural. “A cada tempo, há chuvas extremas que causam enchentes”, completou. Desta vez, contudo, ocorreu no estado a enchente mais forte de toda a história, que ele atribui, em parte, à mudança climática causada pelo excesso de gás carbônico na atmosfera. “Essa é a parte natural do evento”. O resto, para ele, é ação do homem. 


Após a reforma ortográfica em 2016, o prefixo mega passou a ser separado do segundo termo por hífen somente nos casos em que este inicia pela letra a ou pela letra h. Na frase “Foi uma mega-enchente.” (parágrafo 5, linha 4), a expressão "megaenchente" deve ser escrita sem hífen, pois as duas palavras se fundem para formar um único termo. Assinale a seguir a opção que NÃO está de acordo com o uso do hífen segundo a regra:
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Q3609138 Português

Chuvas no Rio Grande do Sul devastam o Estado, provocando mortes e o deslocamento de populações

Pedro Luiz Côrtes, da USP, aponta três motivos para a tragédia: frentes frias, umidade oceânica e uma barreira de alta pressão. Governo federal suspende restrições legais para a reconstrução


Jornal da USP no Ar Texto:

Redação


“É um desastre que se colocaria, sem exagero, no rol de um grande terremoto”, disse ao Jornal da USP o professor Pedro Luiz Côrtes, do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo. “As enchentes afetam o Estado de formas tão abrangentes e intensas que é possível fazer essa comparação”, acrescenta.

“A necessidade de reconstrução é praticamente total, porque todos os principais recursos de que o Estado e a população podem dispor foram comprometidos no seu todo ou em grande parte”, aponta Côrtes. Acomeçar pela infraestrutura do transporte. Na sua visão, além da dificuldade de locomoção, evacuação dos locais e resgate de vítimas, a segurança alimentar e energética são dificuldades consequentes. Sem meios de levar comida e energia, a fome, a distribuição de combustível e a impossibilidade de recuperar a rede elétrica se tornam problemas também.

Para Côrtes, a saúde é mais um ponto preocupante de atenção. “Mesmo as cidades que não tiveram o fornecimento de água comprometido, mas que sofreram com alagamentos, podem ter contaminação das redes de distribuição de água. Infelizmente, isso pode ampliar as doenças de veiculação hídrica, como é o caso da hepatite e da leptospirose, por exemplo”. Não havia enchentes da grandeza da ocorrida na semana passada no Rio Grande do Sul desde 1941, que na época registrou picos de 4,76 metros. A da semana passada atingiu 5,31 metros.



A locução verbal na frase “Não havia enchentes da grandeza da ocorrida na semana passada no Rio Grande do Sul desde 1941, que na época registrou picos de 4,76 metros.”(parágrafo 3, linha 6) é usada para indicar a inexistência ou ausência de algo no passado. De acordo com o texto 1, marque a opção abaixo que NÃO substitui o contexto da situação apresentada:
Alternativas
Q3609137 Português

Chuvas no Rio Grande do Sul devastam o Estado, provocando mortes e o deslocamento de populações

Pedro Luiz Côrtes, da USP, aponta três motivos para a tragédia: frentes frias, umidade oceânica e uma barreira de alta pressão. Governo federal suspende restrições legais para a reconstrução


Jornal da USP no Ar Texto:

Redação


“É um desastre que se colocaria, sem exagero, no rol de um grande terremoto”, disse ao Jornal da USP o professor Pedro Luiz Côrtes, do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo. “As enchentes afetam o Estado de formas tão abrangentes e intensas que é possível fazer essa comparação”, acrescenta.

“A necessidade de reconstrução é praticamente total, porque todos os principais recursos de que o Estado e a população podem dispor foram comprometidos no seu todo ou em grande parte”, aponta Côrtes. Acomeçar pela infraestrutura do transporte. Na sua visão, além da dificuldade de locomoção, evacuação dos locais e resgate de vítimas, a segurança alimentar e energética são dificuldades consequentes. Sem meios de levar comida e energia, a fome, a distribuição de combustível e a impossibilidade de recuperar a rede elétrica se tornam problemas também.

Para Côrtes, a saúde é mais um ponto preocupante de atenção. “Mesmo as cidades que não tiveram o fornecimento de água comprometido, mas que sofreram com alagamentos, podem ter contaminação das redes de distribuição de água. Infelizmente, isso pode ampliar as doenças de veiculação hídrica, como é o caso da hepatite e da leptospirose, por exemplo”. Não havia enchentes da grandeza da ocorrida na semana passada no Rio Grande do Sul desde 1941, que na época registrou picos de 4,76 metros. A da semana passada atingiu 5,31 metros.



 Com base no Texto 1 apresentado, os principais problemas causados pelas enchentes no Rio Grande do Sul mencionados pelo professor Pedro Luiz Côrtes são:
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Q3470836 Matemática
As condições para que o número k torne o sistema Imagem associada para resolução da questão possível e determinado são:
Alternativas
Q3470831 Português
Como os animais estão se adaptando ao aumento das queimadas e incêndios florestais

Lagartos correndo mais rápido do que as chamas e pássaros botando ovos cor de cinza… Mas a vida selvagem pode ter uma capacidade limitada de evoluir nessa nova era ardente conhecida como Pirocene.


Como os incêndios florestais estão cada vez mais queimando com mais frequência e intensidade, em áreas geográficas maiores e em estações mais longas – como está ocorrendo no Brasil neste inverno de 2024 –, os cientistas estimam que agora eles contribuem para o risco de extinção de pelo menos 1660 espécies de animais em todo o mundo.

Essa é mais uma consequência do chamado “piroceno”, um termo cunhado pelo historiador ambiental Stephen Pyne, professor emérito da Universidade Estadual do Arizona, nos Estados Unidos, para enquadrar nossa época atual como um momento moldado pela excepcional capacidade humana de manipular o fogo. “Desenvolvemos pequenas entranhas e grandes cabeças cozinhando alimentos; subimos na cadeia alimentar cozinhando paisagens; e agora nos tornamos uma força geológica cozinhando o planeta”, diz a descrição do livro de Pyne de 2021, “The Pyrocene: How We Created an Age of Fire, and What Happens Next” (“Como criamos uma era de fogo e o que acontecerá em seguida”, em tradução livre).

Será que os animais podem se adaptar à vida no piroceno? Em última análise, isso dependerá de dois fatores, acredita Gavin Jones, ecologista do Serviço Florestal norte-americano que estuda a evolução dos animais provocada pelo fogo. Primeiro, se alguns indivíduos de uma espécie são melhores do que outros para sobreviver ao fogo e suas consequências. Em segundo lugar – e mais importante, segundo ele – se essas habilidades são causadas por diferenças genéticas que os sobreviventes do fogo podem transmitir aos seus descendentes. Aqui estão algumas das adaptações ao fogo que os cientistas descobriram até agora em alguns animais.

Trecho de Tim Vernimmen
Publicado em 28 de agosto de 2024, 09:03 BRT. Visto em 17/11/2014. Disponível em https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2024/08/como-osanimais-estao-se-adaptando-ao-aumento-das-queimadas-e-incendios-florestais
Na frase "Essa é mais uma consequência do chamado “piroceno”, um termo cunhado pelo historiador ambiental Stephen Pyne, professor emérito da Universidade Estadual do Arizona, nos Estados Unidos, para enquadrar nossa época atual como um momento moldado pela excepcional capacidade humana de manipular o fogo.", o prefixo piro- é utilizado na formação da palavra piroceno. Sobre o significado e a origem desse prefixo, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3470830 Português
Monitoramento mostra que 99% dos incêndios são por ação humana

Pesquisadora alerta para situação crítica em três biomas


Apenas uma parte ínfima dos incêndios florestais que se proliferam pelo país é iniciada por causas naturais. A constatação é da doutora em geociências Renata Libonati, coordenadora do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (Lasa) da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

“De todos os incêndios que acontecem no Brasil, cerca de 1% é originado por raio. Todos os outros 99% são de ação humana”, afirma.

A pesquisadora é responsável pelo sistema Alarmes, um monitoramento diário por meio de imagens de satélite e emissão de alertas sobre presença de fogo na vegetação. Ao relacionar os dados com a proibição vigente de colocar fogo em vegetação, ela afirma que “todos esses incêndios, mesmo que não tenham sido intencionais, são de alguma forma criminosos”, disse em entrevista à Agência Brasil.

Com base em dados que ficam disponíveis a cada 24h, a professora constata que “a situação é muito crítica” nos três biomas analisados – Amazônia, Cerrado e Pantanal - sendo a pior já registrada na Amazônia. Em relação ao Cerrado e o Pantanal, ela ressalta que a presença das chamas está “muito próxima do máximo histórico”.

Renata Libonati associa o fogo que consome a vegetação em diversas regiões brasileiras a atividades econômicas. “A ocorrência dos incêndios no Brasil está intimamente relacionada ao uso da terra”. Com o olhar de quem acompanha cada vez mais eventos climáticos extremos, a pesquisadora percebe um ultimato: “Nosso estilo de vida atual é incompatível com o bemestar da nossa sociedade no futuro”.

Adaptado de Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil
Publicado em 20/09/2024 - 07:45, Rio de Janeiro. Visto em 17/11/2024. Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-09/monitoramento-mostraque-99-dos-incendios-sao-por-acao-humana
Na frase "Ao relacionar os dados com a proibição vigente de colocar fogo em vegetação, ela afirma que 'todos esses incêndios, mesmo que não tenham sido intencionais, são de alguma forma criminosos', disse em entrevista à Agência Brasil." (parágrafo 3, linha 2), a crase está presente na expressão à Agência Brasil. Sobre o uso da crase nesse trecho, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3458743 Eletricidade
Um amperímetro ideal é ligado no lugar de um resistor RX, em um circuito, e mede uma corrente de 7mA. Ao colocar RX no circuito equivalente de Norton do circuito original, a tensão sobre ele é de 1,5V. Admita que RX tem uma resistência 500Ω. A resistência equivalente do circuito original, vista pelos terminais de RX, é de:
Alternativas
Q3458742 Eletricidade
Uma fonte de alimentação em corrente-contínua de 20V fornece uma corrente de 5A para duas cargas resistivas, A e B, em série. Se a carga A dissipa 60W, a tensão sobre a carga B será de:
Alternativas
Q3458741 Eletricidade
  Considere um condutor sólido de material condutivo. Um segundo condutor tem o dobro de comprimento e um terceiro condutor tem o dobro de área. Suas resistências elétricas, em função do primeiro condutor, são, respectivamente:
Alternativas
Q3458740 Eletricidade
Uma fonte senoidal alimenta uma impedância que dissipa 12kW e 9kvar. O fator de potência desse circuito é
Alternativas
Q3458738 Eletricidade
Um circuito RLC série apresenta indutância de 4H, capacitância de 1F e resistência de 2Ω. A resposta deste circuito é:
Alternativas
Q3458737 Eletricidade
  Um circuito alimentado por fonte senoidal é composto por resistores, capacitores e indutores. Se a corrente saindo da fonte estiver adiantada em relação à sua tensão, esse circuito tem natureza:

Alternativas
Q3458735 Eletricidade
Os materiais semicondutores do tipo n são aqueles em que há adição de impurezas:
Alternativas
Q3458731 Eletricidade
Suponha que um circuito utilizará dois capacitores de mesmo valor, 400mF. Sua capacitância equivalente, em série e em paralelo, respectivamente, é:
Alternativas
Q3458729 Eletrotécnica
  Em um circuito, uma carga resistiva de 500Ω é ligada a um equipamento, utilizando dois terminais identificados como A e B. Ao retirar a carga, foi medida uma tensão de 7V, usando um voltímetro ideal, entre os terminais A e B. Em seguida, ainda sem a carga, foi ligado um amperímetro ideal entre os terminais A e B e medida uma corrente de 3,5mA. A resistência equivalente do equipamento é:
Alternativas
Q3458728 Eletrônica
Na operação de um único amplificador de potência, a corrente de coletor circula durante 180° do sinal de entrada naqueles de classe:
Alternativas
Q3458713 Mecânica

Um tubo de seção quadrada, de aresta 10cm, transporta um fluido a uma descarga Q. Para o cálculo da perda de carga por Hazen-Williams, é necessário conhecer-se o raio hidráulico Rh.


O raio hidráulico do escoamento descrito acima corresponde a:

Alternativas
Q3458346 Biologia
A fermentação alcoólica pode ocorrer:
Alternativas
Respostas
41: A
42: D
43: A
44: D
45: B
46: D
47: A
48: A
49: A
50: C
51: B
52: D
53: B
54: C
55: D
56: B
57: D
58: B
59: D
60: D