Foram encontradas 943 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3483941 Terapia Ocupacional
O cuidado à saúde da criança, por meio do acompanhamento do desenvolvimento infantil nos primeiros anos de vida, é tarefa essencial para a promoção a saúde, prevenção de agravos e a identificação de atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor; e faz parte da prática do terapeuta ocupacional. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3483940 Terapia Ocupacional
A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou em 2022 o Relatório Mundial sobre Saúde Mental que convoca todos os países membros a acelerarem a implementação do Plano de Ação Integral de Saúde Mental 2013–2030, que, por sua vez, faz várias recomendações de ação, como por exemplo:
Alternativas
Q3483939 Terapia Ocupacional
Considerando a evolução histórica da Terapia Ocupacional, o desenvolvimento das práticas em saúde mental e o contexto da Reforma Psiquiátrica Brasileira, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3483938 Saúde Pública
Um município realiza, há alguns anos, junto à sua população, atividades de esclarecimento sobre os benefícios do aleitamento materno. Assinale a alternativa correta a esse respeito.
Alternativas
Q3483937 Direito Sanitário
A 17a Conferência Nacional de Saúde ocorreu de 2 a 5 de julho do corrente ano no Brasil. Assinale a alternativa correta em relação a esse evento.
Alternativas
Q3483936 Segurança e Saúde no Trabalho
Um homem adentra um supermercado e tenta esfaquear uma cliente, empregada doméstica, sem registro em carteira, que fazia as compras para a casa em que trabalha. Ela sofre alguns ferimentos cortantes, mas consegue fugir para fora do estabelecimento. A Caixa do supermercado é esfaqueada no braço. O agressor é preso e levado à delegacia. Assinale a alternativa correta no tocante à notificação dos agravos à saúde ao SINAN.
Alternativas
Q3483935 Terapia Ocupacional
Uma usuária de 63 anos procura a UBS de uma cidade de grande porte, com queixa de sensação de tamponamento auditivo, estalidos e diminuição da acuidade auditiva há alguns dias. É feita uma avaliação e uma otoscopia, chegando-se ao diagnóstico de presença de cerume. Com relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3483934 Saúde Pública
Assinale a alternativa correta em relação ao planejamento da saúde no SUS.
Alternativas
Q3483933 Segurança e Saúde no Trabalho
Um trabalhador de uma empresa de grande porte do município de Piracicaba cai em uma grande máquina e é prensado nela, fato que resulta na morte imediata desse trabalhador. O sindicato dos trabalhadores requer imediatamente ao Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) uma investigação do acidente e acesso ao laudo final. Em face do exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3483932 Saúde Pública
Assinale a alternativa correta em relação à cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
Alternativas
Q3483930 Saúde Pública
Uma usuária, Rita, de 35 anos, encontra-se em uma unidade básica de saúde (UBS), aguardando atendimento médico, agendado para as 10 horas. Ela percebe que duas pessoas que chegaram depois dela são atendidas antes: um senhor idoso, com aparência debilitada, e uma jovem, muito pálida, trazida por amigos. Ela se sente incomodada e se pergunta por qual razão aquelas pessoas estavam sendo atendidas antes dela, que tinha consulta agendada. Diante do exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3483929 Saúde Pública
Dois municípios de mesmo porte, A e B, apresentam razões de mortalidade materna bem diferentes, sendo a do município A maior que a do município B. Considerando essas informações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3483928 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Como ____ faltam estruturas educacionais e de treinamento, muitas instituições de ensino não estão aptas ____ oferecer uma educação de qualidade, havendo um incremento exponencial de “erro médico”, ____ prejuízos ____ sociedade tanto se fala.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3483927 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho destacado do enunciado expressa ideia de causa.
Alternativas
Q3483926 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Considere as passagens:

•  ... e da escassez deles para além dos centros urbanos. (1º parágrafo)
•  Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias [...] daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. (4º parágrafo)

Os termos destacados têm como antônimos, correta e respectivamente, os termos:
Alternativas
Q3483925 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Analisando a argumentação do articulista, conclui-se que ele se mostra contrário
Alternativas
Q3483924 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Com a leitura do texto, conclui-se corretamente que o grave problema na assistência médica referido no título diz respeito
Alternativas
Q3483923 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
A expressão destacada expressa circunstância de lugar em:
Alternativas
Q3483922 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
Considere as passagens do texto:

•  Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. (2o parágrafo)
•  “Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro.” (2o parágrafo)
•  Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. (3o parágrafo)
•  91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. (3o parágrafo) Nas orações destacadas, as conjunções estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de: 
Alternativas
Q3483921 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
A colocação pronominal atende à norma-padrão em: 
Alternativas
Respostas
281: D
282: A
283: B
284: C
285: B
286: B
287: A
288: C
289: D
290: E
291: D
292: C
293: E
294: C
295: A
296: A
297: D
298: E
299: B
300: D