Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de águas de lindóia - sp

Foram encontradas 735 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3542320 Geografia
As quatro categorias geográficas fundamentais - lugar, território, região e paisagem - desempenham um papel crucial na compreensão e análise do espaço geográfico e nas relações socioespaciais. Cada uma delas oferece uma perspectiva única e valiosa sobre como o espaço é organizado, percebido e influenciado pelas atividades humanas e naturais.

Com relação ao tema, associe as colunas relacionando a categoria geográfica a seus significados. 

CATEGORIA GEOGRÁFICA
1. Lugar
2. Território
3. Região
4. Paisagem

SIGNIFICADOS
( ) representa a aparência visual do espaço geográfico e inclui elementos naturais e culturais.
( ) envolve a delimitação e o controle de áreas por entidades políticas, como nações, estados ou municípios
( ) agrupa áreas geográficas com características semelhantes, sejam elas naturais, culturais, econômicas ou políticas.
( ) refere-se a espaços geográficos específicos e individualizados, cada um com suas próprias características únicas.

A sequência correta dessa associação é:
Alternativas
Q3542319 Pedagogia
Em uma aula de geografia, o professor busca adotar uma abordagem pedagógica eficaz para engajar as crianças e tornar o aprendizado mais significativo. Ele decide seguir o princípio de começar o ensino a partir dos espaços próximos para os distantes. Considerando o contexto descrito, qual é a principal razão para o professor iniciar a aula focando nos espaços próximos às crianças, como seus próprios bairros e ambientes familiares?
Alternativas
Q3542318 Pedagogia
No âmbito do ensino da Geografia, os Parâmetros Curriculares Nacionais estabelecem os seguintes objetivos, EXCETO:
Alternativas
Q3542317 Geografia
Na década de 70, houve uma mudança significativa na abordagem teórica da geografia no Brasil. Quais filosofias predominantes no embasamento teórico da geografia começaram a ser fortemente questionadas pelos geógrafos teoréticos nesse período?
Alternativas
Q3542316 Geografia
A respeito da produção científica da Geografia, é correto afirmar que

I. No final do século XVIII, a geografia ainda aderia predominantemente à concepção da influência quase absoluta do ambiente biofísico sobre as atividades humanas.
II. Karl Marx analisou o sistema capitalista em plena expansão no século XIX, abordou as relações entre o homem e a natureza em seu trabalho, discutindo como o capitalismo impactava a relação do homem com o meio ambiente.
III. Karl Marx demonstrou preocupação com questões relacionadas à ecologia, embora é importante observar que este termo em seu sentido contemporâneo não era comum na época.
IV. As preocupações de Karl Marx sobre as relações entre o homem e a natureza são consideradas precursoras das discussões ambientais e ecológicas, tendo muita influência entre os geógrafos das escolas alemã e francesas do século XIX.

Está correto apenas o que se afirma em 
Alternativas
Q3542315 Geografia
Preencha as lacunas do texto a seguir.

Nos últimos 3 mil anos, tem ocorrido um notável acúmulo de conhecimento geográfico, proveniente de fontes empíricas e científicas, cuja origem remonta às primeiras cartas e descrições produzidas __________. No entanto, o conhecimento geográfico expandiu-se consideravelmente com __________. A institucionalização da Geografia, especialmente no mundo ocidental, só se concretizou por meio de expedições científicas realizadas na África, América e Ásia, sob o patrocínio de __________, que sistematizaram as informações coletadas por cientistas durante suas viagens ao redor do mundo.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
Alternativas
Q3542314 Pedagogia
A Lei nº 10.639/2003 estabelece que nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira, bem como que o seu conteúdo programático incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil. Nesse sentido, o professor de Geografia não deve:
Alternativas
Q3542313 Pedagogia
“Fazer a educação geográfica requer o esforço de superar o simples ensinar geografia ‘passando conteúdos’, e, procurar com que os alunos consigam fazer as suas aprendizagens tornando significativos para as suas vidas estes mesmos conteúdos” (CALLAI, 2011, p. 15) 

Acerca da Educação Geográfica, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.

( ) A educação geográfica deve ir além do ensino de fatos geográficos e se esforçar para capacitar os alunos a entender o mundo ao seu redor, reconhecendo a dimensão espacial dos fenômenos sociais.
( ) A educação geográfica moderna incorpora tecnologias que facilitam o acesso a informações e a compreensão significativa do espaço, acompanhando os avanços da modernidade.
( ) Quanto ao docente, a ênfase deve recair na construção do conhecimento por meio de mediação didática, argumentação e desafios pedagógicos, promovendo, através da abordagem geográfica, a aprendizagem baseada na interação social.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é 
Alternativas
Q3542308 Noções de Informática
O Microsoft Outlook é um aplicativo de João, um estudante de História prestes a concluir sua graduação, enfrentava desafios ao tentar utilizar um software para escrever seu trabalho de conclusão de curso. Com pouca experiência em informática, ele contou com a ajuda de sua amiga Ana, que o orientou no uso de uma ferramenta de processamento de texto do Pacote Office.

Diante do contexto narrado, é possível afirmar que Ana indicou qual software para João escrever seu trabalho de conclusão de curso? 
Alternativas
Q3542293 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
A palavra ‘ora’, no excerto “Ora você diz uma coisa, ora outra.”, classifica-se gramaticalmente como:
Alternativas
Q3542292 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Considere o excerto: “O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.” No contexto dado, a regência do verbo “exaltar” é: 
Alternativas
Q3542291 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
No excerto “Pois então vamos fazer um cálculo…”, a palavra ‘pois’ é empregada com a função de:
Alternativas
Q3542290 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
O sarcasmo que se exprime no excerto “O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva.” é decorrente apenas:
Alternativas
Q3542288 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Tanto a linguagem quanto a estrutura do texto per se refletem o gênero textual:
Alternativas
Q3411910 Turismo
Que nome se dá à aglomeração em um mesmo território geográfico de empresas e outras organizações ligadas ao turismo que competem e cooperam entre si?
Alternativas
Q3411908 Turismo
No que diz respeito à história do turismo, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:

I – O ato de viajar sempre esteve relacionado ao lazer.
II – O turismo era uma atividade inexistente em toda a Antiguidade.
III – O turismo religioso era um fenômeno comum na Idade Média. 
Alternativas
Q3411907 Turismo
Comportamentos éticos são muito importantes para o turismo. Assim, se as boas condutas não forem observadas, uma série de desdobramentos negativos podem ocorrer. Sobre tais efeitos, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3411906 Turismo
Com relação aos objetivos da Política Nacional de Turismo previstos no art. 5° da Lei n. 11.771/2008, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3411905 Turismo
O art. 2° da Lei n. 12.591/2012, prevê uma série de atividades específicas do turismólogo. Com relação ao tema, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3411904 Turismo
No que diz respeito aos roteiros turísticos, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:

I – Os roteiros gastronômicos fazem parte dos roteiros imateriais.
II – Os roteiros turísticos materiais não compreendem a vista a catedrais e basílicas.
III – Uma visita à Rota do Vinho na Serra Gaúcha pode ser considerada um tipo de roteiro temático. 
Alternativas
Respostas
301: E
302: A
303: C
304: A
305: B
306: A
307: D
308: E
309: B
310: B
311: A
312: C
313: D
314: E
315: A
316: C
317: B
318: D
319: B
320: E