Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de novo horizonte - sc

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Q3800146 Português

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


Os dígrafos podem ser classificados em consonantais e vocálicos. Nesse sentido, qual das palavras a seguir possui no mínimo 1 dígrafo vocálico?
Alternativas
Q3800145 Português

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


No período “Ele é um marcador de desequilíbrios”, a análise sintática permite identificar as funções exercidas pelos termos que compõem a oração. Considerando a estrutura do enunciado, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3800144 Enfermagem

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


A afirmação de que o brain fog raramente possui uma única causa permite inferir que a condição: 
Alternativas
Q3800143 Enfermagem

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


Ao relacionar alimentação e funcionamento cerebral, o texto indica que o consumo frequente de carboidratos simples e ultraprocessados contribui para a névoa mental porque: 
Alternativas
Q3800142 Enfermagem

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


No desenvolvimento do texto, a névoa mental é apresentada a partir de descrições clínicas, explicações metabólicas e orientações práticas. Considerando esse encadeamento de ideias, é correto afirmar que o texto define a névoa mental como: 
Alternativas
Q3800091 Segurança e Saúde no Trabalho
Conforme a NR-35, considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele aprovado em processo de capacitação com treinamento teórico e prático, sendo que o treinamento inicial deve ocorrer antes do início da atividade, com carga horária mínima de ___ horas, e o treinamento periódico deve ser realizado a cada ___ anos, com carga horária mínima de ___ horas.

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente as lacunas?
Alternativas
Q3800090 Conhecimentos de Serviços Gerais
Os serviços de limpeza urbana abrangem diferentes atividades que contribuem para a organização dos espaços públicos, a prevenção de alagamentos e a promoção da saúde coletiva. Considerando essas atividades, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3800089 Engenharia Ambiental e Sanitária
Os protocolos de coleta de lixo, a separação adequada dos resíduos e a correta destinação final são fundamentais para a eficiência do processo de limpeza e para a preservação da saúde pública. Considerando esses princípios, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3800088 Conhecimentos de Serviços Gerais
A manutenção e conservação de jardins envolvem práticas contínuas que contribuem para a saúde das plantas e para a preservação dos espaços verdes. Considerando essas atividades, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3800087 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a NR-5, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) possui atribuições relacionadas à identificação de riscos, à prevenção de acidentes e à promoção da segurança e saúde no trabalho. Considerando tais atribuições, analise as assertivas a seguir.

I. Acompanhar a identificação de perigos, a avaliação de riscos e as medidas de prevenção adotadas pela organização.
II. Verificar os ambientes e as condições de trabalho para identificar riscos à segurança e à saúde dos trabalhadores.
III. Aplicar sanções disciplinares aos trabalhadores que descumprirem normas de segurança.

Em relação às assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3800086 Legislação Municipal
A Lei Orgânica prevê situações em que o Vereador pode perder o mandato, relacionadas ao exercício da função e ao cumprimento de deveres institucionais. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3800085 Legislação Municipal
A Lei Orgânica estabelece vedações ao exercício do mandato de Vereador, relacionadas a vínculos com a Administração Pública e ao desempenho de determinadas atividades. Considerando essas regras, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3800084 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Conforme Lei Orgânica Municipal, é competência exclusiva da Câmara, salvo disposições legais, autorizar o Prefeito a ausentar-se do Município quando a ausência exceder: 
Alternativas
Q3800083 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
No âmbito das atribuições do Poder Legislativo municipal, a Lei Orgânica define matérias que dependem de deliberação da Câmara Municipal, com participação do Chefe do Poder Executivo. Assim, analise as assertivas a seguir.

I. Compete à Câmara Municipal votar o orçamento anual, o plano plurianual e as diretrizes orçamentárias, bem como autorizar a abertura de créditos suplementares e especiais.
II. Cabe à Câmara Municipal autorizar a aquisição de bens imóveis, inclusive quando se tratar de doação sem encargo e sem ônus aos cofres públicos.

Em relação às assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3800082 Regimento Interno
A Câmara Municipal possui regras próprias quanto ao período de funcionamento, às sessões, às deliberações e às hipóteses de convocação. Considerando essas normas, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3800076 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sobre humanos, besouros e vaga-lumes


    Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual — aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.

    Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz. Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A presença desses insetinhos que se acendem e apagam é sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão, pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio ao silêncio e _____ natureza.

    O interessante, no caso desses insetos, é que só as espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.

    Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem nos cerca.

    O curioso, no entanto, é que, ao contrário da receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes, ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão brilhante assim”, poderiam dizer alguns.

    Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos outros ainda incomoda.

    E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir força.

    A premissa poderia ser uma chave. Se todos se concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível, em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
No período “Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos outros ainda incomoda”, o sujeito do verbo sublinhado é classificado como: 
Alternativas
Q3800075 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sobre humanos, besouros e vaga-lumes


    Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual — aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.

    Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz. Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A presença desses insetinhos que se acendem e apagam é sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão, pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio ao silêncio e _____ natureza.

    O interessante, no caso desses insetos, é que só as espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.

    Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem nos cerca.

    O curioso, no entanto, é que, ao contrário da receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes, ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão brilhante assim”, poderiam dizer alguns.

    Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos outros ainda incomoda.

    E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir força.

    A premissa poderia ser uma chave. Se todos se concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível, em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
No trecho “Validar o brilho alheio parece fora de cogitação”, a palavra sublinhada exerce a função de:
Alternativas
Q3800074 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sobre humanos, besouros e vaga-lumes


    Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual — aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.

    Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz. Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A presença desses insetinhos que se acendem e apagam é sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão, pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio ao silêncio e _____ natureza.

    O interessante, no caso desses insetos, é que só as espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.

    Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem nos cerca.

    O curioso, no entanto, é que, ao contrário da receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes, ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão brilhante assim”, poderiam dizer alguns.

    Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos outros ainda incomoda.

    E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir força.

    A premissa poderia ser uma chave. Se todos se concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível, em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
Ao contrapor a reação das pessoas diante dos vaga-lumes e diante de outros seres humanos, a autora evidencia: 
Alternativas
Q3800073 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sobre humanos, besouros e vaga-lumes


    Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual — aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.

    Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz. Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A presença desses insetinhos que se acendem e apagam é sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão, pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio ao silêncio e _____ natureza.

    O interessante, no caso desses insetos, é que só as espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.

    Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem nos cerca.

    O curioso, no entanto, é que, ao contrário da receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes, ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão brilhante assim”, poderiam dizer alguns.

    Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos outros ainda incomoda.

    E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir força.

    A premissa poderia ser uma chave. Se todos se concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível, em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
No texto, a autora estabelece um paralelo entre o comportamento humano e o dos vaga-lumes para desenvolver uma reflexão crítica. A ideia central defendida é a de que:
Alternativas
Q3800072 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sobre humanos, besouros e vaga-lumes


    Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual — aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.

    Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz. Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A presença desses insetinhos que se acendem e apagam é sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão, pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio ao silêncio e _____ natureza.

    O interessante, no caso desses insetos, é que só as espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.

    Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem nos cerca.

    O curioso, no entanto, é que, ao contrário da receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes, ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão brilhante assim”, poderiam dizer alguns.

    Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos outros ainda incomoda.

    E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir força.

    A premissa poderia ser uma chave. Se todos se concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível, em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas do segundo parágrafo do texto?
Alternativas
Respostas
261: D
262: B
263: A
264: D
265: C
266: A
267: C
268: D
269: B
270: A
271: B
272: C
273: D
274: A
275: C
276: D
277: C
278: B
279: C
280: A