Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de taquaral de goiás - go

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Q3568528 Saúde Pública
Marque a alternativa que não faz parte das responsabilidades do Agente de Higiene e Alimentação.
Alternativas
Q3568527 Segurança e Saúde no Trabalho
Indique a alternativa que não condiz com as atitudes e comportamentos do Agente de Higiene e Alimentação, no ambiente de trabalho.
Alternativas
Q3568526 Nutrição
A merenda escolar constitui-se em um dos alicerces do processo de aprendizagem. Nela estão contidos todos os subsídios nutricionais que possibilitarão melhor rendimento do aluno em sala de aula.

No Programa Nacional de Alimentação Escolar, a merendeira desempenha papel de fundamental importância não só como colaboradora para a melhoria da aprendizagem do aluno, mas também como agente condutora das técnicas adequadas para o preparo da merenda e das informações sobre os bons hábitos alimentares.

Marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3568525 Legislação Municipal
Sobre a Lei Orgânica do Município, conforme estabelecido no Título III, Capítulo II, Seção I, do Prefeito e do Vice-Prefeito, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3568524 Legislação Municipal
Sobre a Lei Orgânica do Município, conforme estabelecido no Título III, Capítulo I, Seção I, da Câmara Municipal, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3568521 Administração Pública
De acordo com dados do IBGE sobre o município, disponíveis na página da Prefeitura Municipal, na Internet, marque a alternativa correta sobre Educação.
Alternativas
Q3568519 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com dados do IBGE sobre o município, disponíveis na página da Prefeitura Municipal, na Internet, marque a alternativa correta sobre a população do município (censo de 2022).
Alternativas
Q3568518 História e Geografia de Estados e Municípios
Marque a alternativa que apresenta o gentilício do cidadão nascido no município de Taquaral de Goiás, de acordo com dados do IBGE sobre o município, disponíveis na página da Prefeitura Municipal, na Internet.
Alternativas
Q3568517 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com as informações sobre a história do município, disponíveis na página da Prefeitura Municipal, na Internet, marque a afirmação incorreta. 
Alternativas
Q3568516 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com as informações sobre a história do município, disponíveis na página da Prefeitura Municipal, na Internet, marque a alternativa correta. 
Alternativas
Q3568505 Português
TEXTO II


O DONO DA BOLA


    O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era bola de futebol. Só bola de meia,[...] Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca. Mas, toda vez que a gente ia jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo: ___ Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola! ___ Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo... ___ Espírito esportivo nada! __berrava Caloca. ___E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto! [...]

    A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. A gente precisava treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo. Mas os treinos nunca chegavam ao fim. [...] E quando não se fazia o que ele queria, já se sabe, levava a bola e adeus treino. Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião: ___ Esta reunião é pra resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino. Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva: ___ A bola é minha , eu carrego quantas vezes eu quiser! ___ Pois é isso mesmo! __ disse o Beto, zangado. ___ É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum! ___ Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem! E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.


Fonte: Marcelo, Marmelo,Martelo.ROCHA, Ruth. Livraria Cultura Editora. 7ª edição. p. 
Quando Caloca diz que a bola é sua e que a carrega quantas vezes quiser, o que ele está demonstrando? Marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3568504 Português
TEXTO II


O DONO DA BOLA


    O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era bola de futebol. Só bola de meia,[...] Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca. Mas, toda vez que a gente ia jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo: ___ Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola! ___ Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo... ___ Espírito esportivo nada! __berrava Caloca. ___E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto! [...]

    A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. A gente precisava treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo. Mas os treinos nunca chegavam ao fim. [...] E quando não se fazia o que ele queria, já se sabe, levava a bola e adeus treino. Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião: ___ Esta reunião é pra resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino. Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva: ___ A bola é minha , eu carrego quantas vezes eu quiser! ___ Pois é isso mesmo! __ disse o Beto, zangado. ___ É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum! ___ Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem! E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.


Fonte: Marcelo, Marmelo,Martelo.ROCHA, Ruth. Livraria Cultura Editora. 7ª edição. p. 
O texto é rico em travessões. Marque a alternativa que apresenta corretamente o papel do emprego desse sinal de pontuação no texto.
Alternativas
Q3568503 Português
TEXTO II


O DONO DA BOLA


    O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era bola de futebol. Só bola de meia,[...] Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca. Mas, toda vez que a gente ia jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo: ___ Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola! ___ Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo... ___ Espírito esportivo nada! __berrava Caloca. ___E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto! [...]

    A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. A gente precisava treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo. Mas os treinos nunca chegavam ao fim. [...] E quando não se fazia o que ele queria, já se sabe, levava a bola e adeus treino. Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião: ___ Esta reunião é pra resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino. Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva: ___ A bola é minha , eu carrego quantas vezes eu quiser! ___ Pois é isso mesmo! __ disse o Beto, zangado. ___ É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum! ___ Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem! E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.


Fonte: Marcelo, Marmelo,Martelo.ROCHA, Ruth. Livraria Cultura Editora. 7ª edição. p. 
Observe o vocábulo “cheio” presente no texto. Marque a alternativa correta referente a sua constituição.
Alternativas
Q3568502 Português
TEXTO II


O DONO DA BOLA


    O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era bola de futebol. Só bola de meia,[...] Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca. Mas, toda vez que a gente ia jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo: ___ Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola! ___ Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo... ___ Espírito esportivo nada! __berrava Caloca. ___E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto! [...]

    A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. A gente precisava treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo. Mas os treinos nunca chegavam ao fim. [...] E quando não se fazia o que ele queria, já se sabe, levava a bola e adeus treino. Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião: ___ Esta reunião é pra resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino. Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva: ___ A bola é minha , eu carrego quantas vezes eu quiser! ___ Pois é isso mesmo! __ disse o Beto, zangado. ___ É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum! ___ Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem! E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.


Fonte: Marcelo, Marmelo,Martelo.ROCHA, Ruth. Livraria Cultura Editora. 7ª edição. p. 
Esse texto é uma narração. Aquele que conta os fatos é o narrador. Marque a alternativa que apresenta o narrador do texto.
Alternativas
Q3568501 Português
TEXTO II


O DONO DA BOLA


    O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era bola de futebol. Só bola de meia,[...] Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca. Mas, toda vez que a gente ia jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo: ___ Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola! ___ Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo... ___ Espírito esportivo nada! __berrava Caloca. ___E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto! [...]

    A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. A gente precisava treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo. Mas os treinos nunca chegavam ao fim. [...] E quando não se fazia o que ele queria, já se sabe, levava a bola e adeus treino. Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião: ___ Esta reunião é pra resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino. Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva: ___ A bola é minha , eu carrego quantas vezes eu quiser! ___ Pois é isso mesmo! __ disse o Beto, zangado. ___ É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum! ___ Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem! E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.


Fonte: Marcelo, Marmelo,Martelo.ROCHA, Ruth. Livraria Cultura Editora. 7ª edição. p. 
Leia a frase: “Bom mesmo é bola de couro.” Marque a alternativa que apresenta um antônimo para a palavra “bom”. 
Alternativas
Q3568500 Português
TEXTO I


GAROTO JORNALEIRO


    Em todas as esquinas, em todas as ruas, nos refúgios, nas praças, nos cais, ele surge, de cara espantada ou alegre, roupas sobrando, um grito em cada canto da boca. Salta do estribo dos bondes, trepa na janela dos ônibus, zune numa finca atrás dos automóveis. É um e é chusma.[...] Pobreza picada em pedacinhos para ninguém saber como a pobreza é grande. Garoto... Tico-tico que cresceu com as asas escondidas. Ou [...] anjo que veio do céu vender jornais na Terra. Os outros meninos ganham nomes: Fred, Vivinho, Didi, Maneco, Janjão, Juca, Totonho, Chiquinho... Ele não. É o garoto... mais nada. Mas os outros meninos não andam sozinhos. Ele anda. É a riqueza que tem.

    O garoto jornaleiro nasceu nos subúrbios, brota dos cortiços, rola dos morros. Filho do trabalho e da tristeza [...] Aprendiz da fábrica enorme. Desde que amanhece até a noite acabar, de pregão aceso, não para , não descansa. [...] Não corre na frente das bandas de música. Não empina papagaios. Não tasca balões. Incapaz de pedir. Grita a mercadoria. Quem quiser que o chame. É o único negociante que dá o troco certo...


Fonte: MOREYRA Álvaro. “Garoto Jornaleiro”, Português – Interpretação – 1º volume. Ed. Do Brasil S/A. 1971. p.101
Marque a alternativa que apresenta a correta divisão silábica da palavra “jornaleiro”.
Alternativas
Q3568499 Português
TEXTO I


GAROTO JORNALEIRO


    Em todas as esquinas, em todas as ruas, nos refúgios, nas praças, nos cais, ele surge, de cara espantada ou alegre, roupas sobrando, um grito em cada canto da boca. Salta do estribo dos bondes, trepa na janela dos ônibus, zune numa finca atrás dos automóveis. É um e é chusma.[...] Pobreza picada em pedacinhos para ninguém saber como a pobreza é grande. Garoto... Tico-tico que cresceu com as asas escondidas. Ou [...] anjo que veio do céu vender jornais na Terra. Os outros meninos ganham nomes: Fred, Vivinho, Didi, Maneco, Janjão, Juca, Totonho, Chiquinho... Ele não. É o garoto... mais nada. Mas os outros meninos não andam sozinhos. Ele anda. É a riqueza que tem.

    O garoto jornaleiro nasceu nos subúrbios, brota dos cortiços, rola dos morros. Filho do trabalho e da tristeza [...] Aprendiz da fábrica enorme. Desde que amanhece até a noite acabar, de pregão aceso, não para , não descansa. [...] Não corre na frente das bandas de música. Não empina papagaios. Não tasca balões. Incapaz de pedir. Grita a mercadoria. Quem quiser que o chame. É o único negociante que dá o troco certo...


Fonte: MOREYRA Álvaro. “Garoto Jornaleiro”, Português – Interpretação – 1º volume. Ed. Do Brasil S/A. 1971. p.101
Considere a palavra “ônibus” presente no texto. Marque a alternativa que apresenta a classificação dessa palavra quanto ao número de sílabas.
Alternativas
Q3568498 Português
TEXTO I


GAROTO JORNALEIRO


    Em todas as esquinas, em todas as ruas, nos refúgios, nas praças, nos cais, ele surge, de cara espantada ou alegre, roupas sobrando, um grito em cada canto da boca. Salta do estribo dos bondes, trepa na janela dos ônibus, zune numa finca atrás dos automóveis. É um e é chusma.[...] Pobreza picada em pedacinhos para ninguém saber como a pobreza é grande. Garoto... Tico-tico que cresceu com as asas escondidas. Ou [...] anjo que veio do céu vender jornais na Terra. Os outros meninos ganham nomes: Fred, Vivinho, Didi, Maneco, Janjão, Juca, Totonho, Chiquinho... Ele não. É o garoto... mais nada. Mas os outros meninos não andam sozinhos. Ele anda. É a riqueza que tem.

    O garoto jornaleiro nasceu nos subúrbios, brota dos cortiços, rola dos morros. Filho do trabalho e da tristeza [...] Aprendiz da fábrica enorme. Desde que amanhece até a noite acabar, de pregão aceso, não para , não descansa. [...] Não corre na frente das bandas de música. Não empina papagaios. Não tasca balões. Incapaz de pedir. Grita a mercadoria. Quem quiser que o chame. É o único negociante que dá o troco certo...


Fonte: MOREYRA Álvaro. “Garoto Jornaleiro”, Português – Interpretação – 1º volume. Ed. Do Brasil S/A. 1971. p.101
Leia a frase do texto: “É um e é chusma”. Marque a alternativa que apresenta um sinônimo para a palavra “chusma”.
Alternativas
Q3568497 Português
TEXTO I


GAROTO JORNALEIRO


    Em todas as esquinas, em todas as ruas, nos refúgios, nas praças, nos cais, ele surge, de cara espantada ou alegre, roupas sobrando, um grito em cada canto da boca. Salta do estribo dos bondes, trepa na janela dos ônibus, zune numa finca atrás dos automóveis. É um e é chusma.[...] Pobreza picada em pedacinhos para ninguém saber como a pobreza é grande. Garoto... Tico-tico que cresceu com as asas escondidas. Ou [...] anjo que veio do céu vender jornais na Terra. Os outros meninos ganham nomes: Fred, Vivinho, Didi, Maneco, Janjão, Juca, Totonho, Chiquinho... Ele não. É o garoto... mais nada. Mas os outros meninos não andam sozinhos. Ele anda. É a riqueza que tem.

    O garoto jornaleiro nasceu nos subúrbios, brota dos cortiços, rola dos morros. Filho do trabalho e da tristeza [...] Aprendiz da fábrica enorme. Desde que amanhece até a noite acabar, de pregão aceso, não para , não descansa. [...] Não corre na frente das bandas de música. Não empina papagaios. Não tasca balões. Incapaz de pedir. Grita a mercadoria. Quem quiser que o chame. É o único negociante que dá o troco certo...


Fonte: MOREYRA Álvaro. “Garoto Jornaleiro”, Português – Interpretação – 1º volume. Ed. Do Brasil S/A. 1971. p.101
O autor diz que o garoto é aprendiz de fábrica enorme. Marque a alternativa que apresenta a escola à qual o autor se refere.
Alternativas
Q3568496 Português
TEXTO I


GAROTO JORNALEIRO


    Em todas as esquinas, em todas as ruas, nos refúgios, nas praças, nos cais, ele surge, de cara espantada ou alegre, roupas sobrando, um grito em cada canto da boca. Salta do estribo dos bondes, trepa na janela dos ônibus, zune numa finca atrás dos automóveis. É um e é chusma.[...] Pobreza picada em pedacinhos para ninguém saber como a pobreza é grande. Garoto... Tico-tico que cresceu com as asas escondidas. Ou [...] anjo que veio do céu vender jornais na Terra. Os outros meninos ganham nomes: Fred, Vivinho, Didi, Maneco, Janjão, Juca, Totonho, Chiquinho... Ele não. É o garoto... mais nada. Mas os outros meninos não andam sozinhos. Ele anda. É a riqueza que tem.

    O garoto jornaleiro nasceu nos subúrbios, brota dos cortiços, rola dos morros. Filho do trabalho e da tristeza [...] Aprendiz da fábrica enorme. Desde que amanhece até a noite acabar, de pregão aceso, não para , não descansa. [...] Não corre na frente das bandas de música. Não empina papagaios. Não tasca balões. Incapaz de pedir. Grita a mercadoria. Quem quiser que o chame. É o único negociante que dá o troco certo...


Fonte: MOREYRA Álvaro. “Garoto Jornaleiro”, Português – Interpretação – 1º volume. Ed. Do Brasil S/A. 1971. p.101
A palavra “anjo” tem ligação com “mensageiro”. O autor chamou o pequeno de “anjo”. Marque a alternativa que justifica essa referência ao garoto.
Alternativas
Respostas
41: D
42: C
43: B
44: D
45: B
46: A
47: C
48: B
49: D
50: B
51: A
52: D
53: C
54: B
55: D
56: C
57: C
58: A
59: B
60: D