O nosso time estava cheio de amigos. O que nós
não tínhamos era bola de futebol. Só bola de meia,[...]
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca. Mas,
toda vez que a gente ia jogar com Caloca, acontecia a
mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do
Caloca que ele gritava logo: ___ Assim eu não jogo mais!
Dá aqui a minha bola! ___ Ah, Caloca, não vá embora,
tenha espírito esportivo, jogo é jogo... ___ Espírito esportivo nada! __berrava Caloca. ___E não me chame de
Caloca, meu nome é Carlos Alberto! [...]
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. A gente
precisava treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo. Mas os treinos nunca chegavam
ao fim. [...] E quando não se fazia o que ele queria, já se
sabe, levava a bola e adeus treino. Catapimba, que era o
secretário do clube, resolveu fazer uma reunião: ___ Esta
reunião é pra resolver o caso do Carlos Alberto. Cada
vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.
Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva: ___ A bola
é minha , eu carrego quantas vezes eu quiser! ___ Pois é
isso mesmo! __ disse o Beto, zangado. ___ É por isso que
nós não vamos ganhar campeonato nenhum! ___ Pois,
azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que
nem bola tem! E Caloca saiu pisando duro, com a bola
debaixo do braço.
Fonte: Marcelo, Marmelo,Martelo.ROCHA, Ruth. Livraria Cultura
Editora. 7ª edição. p.
Quando Caloca diz que a bola é sua e que a carrega quantas vezes quiser, o que ele está demonstrando?
Marque a alternativa correta.
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
Compare seu desempenho com quem faz o mesmo concurso. Ver concorrência
teste
Parabéns! Você acertou!
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