Questões de Concurso
Para fcm
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Considerando a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, a qual dispõe acerca das diretrizes e bases da educação nacional, associe corretamente o ente federado às suas respectivas responsabilidades precípuas.
Entes federados
1. União
2. Estado
3. Município
Responsabilidades precípuas
( ) Organizar, manter e desenvolver os órgãos e as instituições oficiais do sistema federal de ensino e o dos Territórios.
( ) Oferecer educação infantil em creches e pré-escolas e, com prioridade, o ensino fundamental, permitida a atuação em outros níveis de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e ao desenvolvimento do ensino.
( ) Coletar, analisar e disseminar informações sobre a educação.
( ) Assegurar o ensino fundamental e oferecer, com prioridade, o ensino médio a todos que o demandarem.
( ) Baixar normas gerais sobre cursos de graduação e pós-graduação.
A sequência correta dessa associação é
( ) Um disco rígido (HD) SATA pode ser conectado diretamente a uma interface SAS. ( ) Um disco rígido (HD) SATA pode ser conectado diretamente a uma interface IDE. ( ) Um disco rígido (HD) SCSI pode ser conectado diretamente a uma interface SATA.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
( ) Em um sistema configurado com RAID 0, a metade dos discos rígidos (HDs) é utilizada para espelhamento dos blocos de dados. ( ) Em um sistema configurado com RAID 1, a paridade dos blocos de dados é armazenada em um único disco rígido (HD). ( ) Em um sistema configurado com RAID 5, a paridade dos blocos de dados é distribuída entre os discos rígidos (HDs).
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
É correto afirmar que, enquanto computadores mais antigos possuem um firmware chamado BIOS, computadores mais novos utilizam um firmware mais moderno chamado
I. Tarifa é o tributo instituído em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição. II. Os Municípios poderão instituir contribuição de melhoria para cobrir o custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado. III. Os Municípios poderão instituir empréstimos compulsórios para atender a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública. IV. Compete exclusivamente à União instituir a contribuição, cobrada de seus servidores, para o custeio, em benefício destes, do regime previdenciário aplicável, bem como instituir as contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas.
Está correto apenas o que se afirma em
I. O Portal da Rede de Informação Legislativa e Jurídica (http://www.lexml.gov.br) viabiliza um ponto de acesso unificado a diversas fontes de informação legislativa e jurídica do governo brasileiro
PORQUE
II. O acervo do Portal LexML reúne, organiza, integra e dá acesso a documentos de legislação, jurisprudência e proposições legislativas das esferas federal, estadual e municipal dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e do Ministério Público de todo o Brasil. Disponibiliza ainda doutrina correlacionada à legislação, por meio do acesso ao registro de livros jurídicos disponíveis na Rede RVBI (Rede Virtual de Bibliotecas).
Após a análise, conclui-se que
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a função da universidade.
( ) Contemplar a alteridade no cumprimento de sua responsabilidade social, não ultrapassando seus próprios domínios, ao prestar serviços de qualidade para a melhoria da população. ( ) Tratar da aplicação técnica da ciência aos valores éticos e morais para a promoção da qualidade de vida em sociedade. ( ) Cuidar da saúde, do meio ambiente, da qualidade de vida e do desenvolvimento da cultura nas comunidades carentes. ( ) Zelar pela hegemonia da racionalidade cognitiva como fonte-guia do destaque dos que fazem ciência, dos que ensinam e dos que fazem extensão. ( ) Reconhecer outros saberes, além dos que estão dentro da instituição universitária, tendo em vista reconfigurar o senso comum, as humanidades e as ciências.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Para garantir os direitos dos alunos da educação especial, o poder público deverá
Serena Sintética
Lua
morta.
Rua
torta
Tua
porta.
RICARDO, Cassiano. Poesias completas. Pref. Tristão de Athayde. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1957, p. 27.
Para muitos estudiosos e teóricos, a coerência e a coesão, que formam parte dos critérios tidos como constitutivos da textualidade, são os mais importantes. A partir da leitura de "Serenata Sintética", informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma acerca do poema.
( ) É destituído de elementos coesivos, o que o torna incoerente e o impede de funcionar e de ser chamado de texto.
( ) Apresenta-se segmentado, mas isso não obsta, obviamente, que funcione como um texto perfeitamente inteligível.
( ) Impossibilita o leitor de conseguir interpretá-lo, ainda que este assuma uma atitude colaborativa na produção de sentidos.
( ) Reúne fatos isolados a partir de palavras soltas distribuídas no espaço branco do papel, não forma uma sequência contínua nem exibe textura.
( ) Proporciona o entendimento de que a coesão superficial não é necessária para a textualidade, pois esta é inferida a partir da coerência identificada.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Serena Sintética
Lua
morta.
Rua
torta
Tua
porta.
RICARDO, Cassiano. Poesias completas. Pref. Tristão de Athayde. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1957, p. 27.
“Serenata Sintética” foi publicado em 1947, no livro Um Dia Depois do Outro – que a crítica em geral considera como o marco divisório da carreira literária de Cassiano Ricardo, poeta modernista associado aos grupos Verde-Amarelo e da Anta.
Avalie o que se afirma sobre os aspectos sintático-semânticos apontados na análise do poema.
I. Nos versos, as imagens evocadas pelas palavras, assim como elas próprias, articulam-se segundo a parataxe gramatical, caracterizada por uma sequência de frases justapostas.
II. No nível semântico, nota-se o uso predominante da paranomásia, pois se extrai expressividade da combinação das palavras, que apresentam semelhança fônica, mas sentidos diferentes.
III. No poema, há a justaposição de três imagens, próximas da
montagem do ideograma, e que lembram uma pintura ou
uma fotografia, cuja cena anunciada em seu título é denotativamente decodificada, sem a presença de figuras de linguagem.
IV. Nos dísticos, nos quais sobressai a função apelativa da linguagem, a mensagem, centrada em seu próprio código, instrui os leitores acerca de uma pequena cidade com ruas sinuosas (rua torta), uma lua pálida (lua morta) e a sugestão de um caso amoroso (tua porta), palco para uma serenata.
Está correto apenas o que se afirma em
Grande acervo de obras constitui a ficção brasileira da atualidade e merece destaque pelas opções estilísticas e formais que se apresentam nas escritas dos autores contemporâneos. Os textos seguintes encerram reflexões a esse respeito.
Texto I
O contemporâneo é aquele que, graças a uma diferença, uma defasagem ou um anacronismo, é capaz de captar seu tempo e enxergá-lo. Por não se identificar, por sentir-se em desconexão com o presente, cria um ângulo do qual é possível expressá-lo. Assim a literatura contemporânea não será necessariamente aquela que representa a atualidade, a não ser por uma inadequação, uma estranheza histórica que a faz perceber as zonas marginais e obscuras do presente, que se afastam de sua lógica. Ser contemporâneo, segundo esse raciocínio, é ser capaz de se orientar no escuro e, a partir daí, ter coragem de reconhecer e de se comprometer com um presente com o qual não é possível coincidir. Na perspectiva dessa compreensão da história atual como descontinuidade e do papel do escritor contemporâneo na contramão das tendências afirmativas, talvez seja possível entender alguns dos critérios implícitos que determinam quem faz sucesso, quem ganha maior visibilidade na mídia, na academia, entre os críticos ou entre os leitores.
SCHOLLHAMMER, Karl Erik. Ficção brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009, p. 10.
Texto II
O medo que mora em nós
No conto de terror "O Próximo da Fila" (1955), de Ray Bradbury, uma mulher visita as catacumbas de Guanajuato, México. Corpos mumificados forram as paredes. Acordada em sua cama, na noite seguinte, assombrada pelo passeio macabro, ela percebe que seu coração "era um fole eternamente soprando sobre um pequeno tição de medo... Uma luz entranhada para a qual seus olhos internos se voltavam fixamente, com fascínio indesejado".
Em nosso tempo atual, o coração da cultura assopra com força sobre um tição de medo, e o fascínio está em toda parte. Filmes de terror quebram recordes, e as vendas de literatura desse gênero sobem a cada ano.
E o sucesso não é apenas comercial. Tradicionalmente um tanto malfalado, hoje o horror desfruta uma aura de respeitabilidade crítica.
OWEN, M. M. O medo que mora em nós. Folha de São Paulo. Ilustríssima, 28 out. 2018, p. 4.
De acordo com o que aponta o autor do Texto I acerca da produção ficcional contemporânea e sobre os "critérios implícitos que
determinam quem faz sucesso" na atualidade, é correto afirmar
que, por meio de interpretações feitas com a contribuição do
Texto II, o gênero conto de terror tem guarida entre os leitores,
na contemporaneidade, EXCETO porque
Segundo Cunha (2008, p. 568), no discurso, "certas conjunções coordenativas podem assumir variados matizes significativos de acordo com a relação que estabelecem entre os membros (palavras e orações) coordenados."
A esse respeito, observe a tirinha cujos personagens são Calvin e Haroldo, uma série criada, escrita e ilustrada pelo autor norte-americano Bill Watterson e publicada em mais de 2000 jornais do mundo inteiro.

Disponível em:<https://cultura.estadao.com.br/fotos/quadrinhos,o-melhor-de-calvin,855476> . Acesso em: 20 out. 2018. Adaptado.
No primeiro quadrinho, o valor semântico da conjunção MAS é de
Leia o poema "O prazer", correspondente ao rondó XXIV do livro Glaura, cujo autor é o poeta árcade Manoel Inácio da Silva Alvarenga, mineiro nascido em Vila Rica, capitania de Minas Gerais, em 1749.
O prazer
Sobre o feno recostado
Descansando afino a lira ESTRIBILHO
Que respira com ternura Pouca terra cultivada
Na doçura do prazer Me agrade com seus frutos;
Mas os olhos tenho enxutos,
Amo a simples Natureza: Quanto agrada assim viver!
Busquem outros a vaidade
Nos tumultos da cidade O meu peito só deseja
Na riqueza e no poder. Doce paz neste retiro;
Por delícias não suspiro
Desse pélago furioso Onde a inveja faz tremer!
Não me assustam os perigos, [...]
Nem dos ventos inimigos
O raivoso combater.
[...]
ALVARENGA, Manuel Inácio da. Glaura. Poemas eróticos. Lisboa. Lisboa: Of. Nunesiana,
1799, p. 93.
Nos versos, NÃO se identifica, implícita ou explicitamente, a defesa do ideal arcádico denominado
O texto a seguir trata de um acontecimento recente na história universal e literária.
Fragmento do poema Odisseia
Durante escavação no entorno do templo arruinado de Zeus, na Antiga Olímpia, berço dos Jogos Olímpicos (que, por sua vez, está localizado na península do Peloponeso), arqueólogos gregos se depararam com uma placa de argila entalhada, com 13 versos do canto 14 da Odisseia, no qual o herói Ulisses se dirige a Eumeu, seu amigo de toda a vida.
Desde então, a maior parte dos especialistas passaram a defender o achado e chamam-lhe de inusitado por ser o fragmento mais antigo do poema épico composto por Homero no final do século 8º a.C., repassado oralmente por vários séculos, antes que a placa fosse escrita.
Embora a data do achado ainda não tenha sido confirmada, estimativas preliminares apontam para a era romana, provavelmente antes do século 3º d.C. Apesar desse detalhe, em um comunicado, o Ministério de Cultura da Grécia – e sem esconder o entusiasmo – já confirmou que o objeto é "um grande documento arqueológico, epigráfico, literário e histórico".
REVISTA LEITURAS DA HISTÓRIA. Empresa Brasil de Revistas Ltda. Ano 9. Edição 118, setembro/2018, p. 16. Adaptado.
Avalie as afirmações sobre os aspectos gramaticais analisados no poema.
I. No último parágrafo, o travessão duplo desempenha função análoga à dos parênteses.
II. Na última frase do texto, a palavra "epigráfico" diz respeito a palimpsestos, pergaminhos ou papiros, documentos feitos para neles se escrever.
III. Na oração "Desde então, a maior parte dos especialistas passaram a defender o achado...", a concordância é aceita, sem se ferir a norma culta.
IV. Na frase "... arqueólogos gregos se depararam com uma placa de argila entalhada...", identifica-se um caso de próclise facultativa ou optativa.
V. No segundo parágrafo, considerando-se as regências do verbo chamar prescritas para o português, estaria correta a seguinte reescrita da oração: "... passaram a defender o achado e chamam de inusitado por ser o fragmento mais antigo do poema épico composto por Homero...".
Está correto apenas o que se afirma em
A essência de um bom texto reside na sustentação da argumentação, que se dará a partir das informações apresentadas que a acompanham. No momento da construção textual, os argumentos são essenciais. Além disso, a clareza das ideias é fundamental ao entendimento do leitor.
A esse respeito, leia o texto seguinte.
Fake news do bem
Não tenho nenhum compromisso com a verdade.
Aqui na ISTOÉ me deixam escrever crônica, ficção ou não; posso inventar personagens e situações; posso eleger presidentes ou mudar o sistema político do País.
Por isso, considerando que nas últimas semanas tivemos uma infinidade de lamentáveis True News, decidi que a coluna dessa semana vai ser só de Fake News.
Mentiras que todo mundo vai gostar de ouvir e espalhar.
Não me deixe na mão. Escolha alguma e espalhe por aí, sem dó.
Reproduza no whatsapp, fotografe no Insta, compartilhe no Facebook.
Como diria Groucho Marx: vai criar a maior confusão, mas vai ser divertido.
NETO, Mentor. Fake news do bem. IstoÉ n. 2543, 14 set. 2018, p. 66.
NÃO faz parte da argumentação do autor