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I. Os critérios e valores para a remuneração de serviços e os parâmetros de cobertura assistencial serão estabelecidos pela direção nacional do Sistema Único de Saúde, aprovados no Conselho Nacional de Saúde.
II. As entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos terão preferência para participar do Sistema Único de Saúde.
III. Os serviços contratados submeter-se-ão às normas técnicas e administrativas e aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, mantido o equilíbrio econômico e financeiro do contrato.
IV. Aos proprietários, administradores e dirigentes de entidades ou serviços contratados é vedado exercer cargo de chefia ou função de confiança no Sistema Único de Saúde.
I. A definição do objetivo do projeto deve ser clara e acordada entre o cliente e a pessoas ou organização que conduzirá o projeto.
II. Uma estrutura analítica de projeto (EAP) é uma árvore hierárquica de elementos ou itens de trabalho realizados ou produzidos pela equipe durante o projeto.
III. O diagrama de rede mostra a sequência necessária e as interdependências das atividades para atingir o objetivo do projeto.
IV. Quanto aos recursos pode-se afirmar que seu uso ocorrerá de acordo com a atividade realizada, não interferindo prazo estimado para o projeto.
V. O escopo do projeto, a estimativa de duração das atividades e a atribuição de recursos por atividade podem ser ajustados até que se obtenha um planobase viável e realista.
I. O custo da qualidade (CDQ) inclui todos os custos incorridos durante a vida do produto através de investimentos na prevenção do não cumprimento dos requisitos, na avaliação do produto ou serviço quanto ao cumprimento dos requisitos, e ao não cumprimento dos requisitos.
II. O ciclo planejar-fazer-verificar-agir (PDCA) é a base para a melhoria da qualidade, conforme definida por Shewhart e modificada por Ishikawa.
III. Dependendo do projeto e do setor, a equipe do projeto pode precisar ter um conhecimento prático de processos de controle estatístico para avaliar os dados contidos nas saídas de Controlar a Qualidade, devendo conhecer, portanto, as diferenças entre: prevenção e inspeção; amostragem de atributos e amostragem de variáveis; tolerâncias e limites de controle.
IV. O gerente do projeto e a equipe de gerenciamento do projeto são responsáveis por administrar as compensações associadas à entrega dos níveis requeridos de qualidade e grau. Embora um nível de qualidade que não cumpra os requisitos de qualidade seja sempre um problema, um produto de baixo grau pode não ser.
I. O controlador Proporcional, Integral e Derivativo (PID) gera a sua saída proporcionalmente ao erro, bem como também proporcionalmente à integral e à derivada do erro.
II. O controlador Proporcional e Integral (PI) gera a sua saída proporcionalmente ao erro e proporcionalmente à integral do erro, não aceitando assim um erro em regime permanente.
III. O controlador proporcional (P) gera a sua saída proporcionalmente ao erro e este erro é em regime permanente.
IV. A ação integral nos controladores quando aplicada conjuntamente com a ação proporcional, converge o erro em regime permanente.
( ) O para-raios tem a função de proteger os equipamentos elétricos contra descargas atmosféricas.
( ) Os para-raios com o resistor de óxido de zinco (ZnO) possuem centelhador série.
( ) Os para-raios a óxido de zinco e a carboneto de silício podem ter o seu corpo em porcelana.
( ) O para-raios de corpo polimérico é aconselhável para ser utilizado em áreas de elevada poluição.
I. Protetor auditivo tipo concha.
II. Óculos para proteção contra partículas.
III. Banqueta isolante.
IV. Fita de sinalização
No projeto de cabeamento de telecomunicações para interna estruturada em edificações comerciais, de acordo com a NBR 14565, o projeto da rede interna primária, ou seja, a rede para interconectar o distribuidor geral (DGT) com os distribuidores intermediários (DI) e secundários (DS), deve utilizar o tipo de cabo de acordo com alguns aspectos, dentre eles:
I. flexibilidade com relação aos serviços a serem suportados.
II. vida útil que se espera da rede.
III. dimensões do local.
IV. população usuária.
I. proporcionar cobertura do solo, através de plantas vivas ou de seus resíduos culturais, durante o maior tempo possível.
II. minimizar a infiltração da água da chuva e/ou de irrigação no solo.
III. evitar o escoamento da água no sentido do declive.