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Q3989140 Educação Artística
Apesar da obrigatoriedade da Educação Artística no currículo escolar, definida no artigo 7º da LDB n° 5692/71, os professores passam a atuar em todas as áreas artísticas, independentemente de sua formação e habilitação, produzindo o chamado “professor polivalente”. Ressaltamos que, apesar da “obrigatoriedade” definida pela referida Lei, a Educação Artística é considerada como atividade educativa e não como disciplina, o que resultou, sobretudo, na:
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Q3989139 Pedagogia
Sobre a interdisciplinaridade, Ivone Mendes Richter comenta: “...o prefixo ‘inter’ vai indicar a inter-relação entre duas ou mais disciplinas”. Trabalhar com Arte dessa forma tem se mostrado muito promissor. Em relação à produção de um trabalho de natureza interdisciplinar, pode-se afirmar que: 
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Q3989138 Artes Visuais
O artista espanhol Pablo Picasso foi influenciado pela liberdade criativa da arte africana, provocando uma revolução na arte, no início do século XX. O movimento artístico inaugurado pelo referido pintor espanhol ficou conhecido pela seguinte denominação: 
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Q3989137 Educação Artística
Observe o conjunto de princípios que sustentavam o ensino da Arte num determinado período da história da educação brasileira:
I. O que importa é o processo criador da criança e não o produto que realiza;
II. Aprender a fazer, fazendo;
III. Deixar a criança fazer arte, sem nenhum tipo de intervenção;
IV. A arte adulta deveria ser mantida fora da escola, pelo perigo da influência que poderia macular a genuína e espontânea expressão infantil;
V. Desenvolvimento do imprescindível conceito de criatividade.

Esse conjunto de princípios que fundamentavam a prática de muitos professores recebeu a seguinte denominação:
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Q3989136 Educação Artística
“No Ensino Fundamental, o componente curricular Arte está centrado nas seguintes linguagens: as Artes Visuais, a Dança, a Música e o Teatro. A BNCC propõe que a abordagem das linguagens articule seis dimensões do conhecimento que, de forma indissociável e simultânea, caracterizam a singularidade da experiência artística, quais sejam: criação, crítica, estesia, expressão, fruição e reflexão.” (BNCC) A dimensão estesia refere-se:
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Q3989135 Artes Plásticas
“A Unidos de Vila Isabel levou para a Marquês de Sapucaí no Carnaval 2026 o enredo ‘Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África’, uma homenagem a Heitor dos Prazeres.” (Revista Exame)
Além do papel fundamental que exerceu no mundo do samba e de diferentes agremiações musicais, Heitor dos Prazeres produziu quadros – mais de 620 obras – que retratavam o cotidiano das comunidades mais pobres, das festas populares, sobretudo do samba e do carnaval, além das celebrações religiosas de matriz africana. O conjunto de sua produção plástica é classificado, por suas características formais, como parte da seguinte tendência: 
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Q3989134 Educação Artística
“Além do conhecimento artístico como experiência estética direta da obra de arte, o universo da arte contém também um outro tipo de conhecimento, gerado pela necessidade de investigar o campo artístico como atividade humana.” (PCN – Arte)
Segundo o referido documento, o fenômeno artístico é delimitado, portanto, como produto:
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Q3989132 Artes Plásticas
“Arte não consegue reproduzir natureza, nem este é seu fim. Todos os grandes artistas, ora conscientes (Rafael das Madonas, Rodin de Balzac, Beethoven da Pastoral, Machado de Assis do Braz Cubas) ora inconscientes (a grande maioria), foram deformadores da natureza. Donde infiro que o belo artístico será tanto mais artístico quanto mais se afastar do belo natural. Outros infiram o que quiserem. Pouco me importa”. (Mário de Andrade)
O texto acima, prefácio do livro Pauliceia Desvairada (1922), faz referência às ideias que fundamentaram a Semana de Arte Moderna, em fevereiro de 1922, no Theatro Municipal de São Paulo. Consideramos como precursoras do referido marco na história da arte brasileira as exposições dos seguintes artistas plásticos, nos anos de 1913 e 1917, respectivamente: 
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Q3989131 Artes Visuais
“O termo Renascimento é comumente aplicado à civilização europeia que se desenvolveu entre 1300 e 1650”. (Graça Proença). No que diz respeito à história da arte, esse período é caracterizado, principalmente, pelos seguintes aspectos:  
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Q3989130 Educação Artística
“É necessário que as pessoas se defrontem com uma situação exterior de tal modo que suas capacidades de aprender, interpretar, elucidar, aperfeiçoar-se sejam mobilizadas”. Citando Arnheim, Miriam Celeste Martins sugere que o ensino da Arte tenha como ponto de partida o que denominou de “desafios estéticos”, compreendendo o papel do professor, fundamentalmente, como:  
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Q3989129 Educação Artística
A professora Lívia, de Educação Artística, organizou um projeto de trabalho com seus alunos. A partir de uma pesquisa na comunidade, os alunos trouxeram para a escola vídeos do interior das três igrejas da cidade, feitos no celular. Tendo como base os vídeos e vários outros dados significativos coletados pelos alunos, a professora promoveu atividades que levaram a discussões e análises importantes para o reconhecimento, valorização e compreensão dos códigos estéticos e da história daquela comunidade. Como culminância, organizaram uma exposição com o material recolhido e as informações e dados coletados. O trabalho por projetos em Arte é uma proposta que favorece a aprendizagem significativa, criando muita motivação e a oportunidade de desenvolver nos alunos a seguinte habilidade: 
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Q3989128 Educação Artística
“A arte nem sempre se apresenta no cotidiano como obra de arte. Mas pode ser observada na forma dos objetos, no arranjo das vitrines, nos pregões de vendedores, na dança de rua executada por meninos e meninas, nos jardins, nas vestimentas etc.” (PCN – Arte) Sob essa perspectiva, orienta-se que os conteúdos da área de arte considerem o seguinte aspecto:
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Q3989127 Educação Artística
As aulas de Arte ainda são vistas, por muitos profissionais, como uma sucessão de experiências técnicas descontextualizadas, sem significado de ordem cultural, nem traços autorais. Tal assertiva refere-se à seguinte abordagem do ensino da Arte:
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Q3989065 Pedagogia
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, a história da África deverá ser tratada: 
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Q3989064 Pedagogia
À luz das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, a frequência na Educação Infantil: 
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Q3989062 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro

Segundo o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos Profissionais da Educação Básica do Município de Armação dos Búzios, os níveis de vencimento referem-se ao tempo de serviço prestado à rede municipal de ensino e tão somente a esta, distribuindo-se numa escala de 1 a:

 

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Q3989052 Português

TEXTO: ESSENCIALISMO GENÉTICO


A maioria das características humanas é poligênica, depende da interação de vários genes. Cor dos olhos, ao contrário do que sugerem os exercícios do ensino médio, é um bom exemplo

Natalia Pasternak 


    Imagine que você tem olhos castanhos e ambos os seus pais têm olhos claros, azuis ou verdes. Quantas vezes você já teria ouvido que não pode ser filho biológico do casal? A crença de que cor dos olhos é uma herança determinada por um único gene, com alelo dominante (castanho) e alelo recessivo (azul ou verde), vem da maneira simplificada como abordamos genética no ensino fundamental e médio. Quem não se lembra do “Aa” e das tabelas de quadradinhos?



    Alguns autores estudam o ensino da genética mendeliana e sua influência na aceitação do chamado essencialismo, ou determinismo, genético. Essa ideia baseia-se no entendimento – enganoso – de que características fisiológicas e comportamentos são produtos lineares de um único gene. Ou seja, haveria um gene para cada característica: o gene da inteligência, por exemplo. O problema é que este tipo de herança é muito raro. A maioria das características humanas é poligênica, depende da interação de vários genes. Cor dos olhos, ao contrário do que sugerem os exercícios do ensino médio, é um bom exemplo. Por isso é falso dizer que uma criança de olhos castanhos não pode ter pais de olhos claros.



    O determinismo genético também desconsidera interações com o ambiente. Duas plantas da mesma espécie com o mesmo genoma podem ter alturas diferentes, por exemplo, dependendo do tipo de solo, quantidade de luz e nutrientes.



    E por que isto é um problema? Porque pode induzir a um “fatalismo” e crenças de que características como inteligência, aptidões, comportamentos e até mesmo suscetibilidade para doenças, são inatas, fixas e imutáveis. Estudos mostraram que o entendimento correto de como funciona a herança genética reduz a crença em ideias baseadas em essencialismo genético, como racismo e eugenia. Os autores de uma pesquisa mediram conhecimento básico de genética, nível de crença em determinismo genético, crenças em dominação social, e crenças em eugenia.


    Exemplos de afirmações utilizadas para fazer essas medições incluem “alcoolismo é primariamente causado por fatores genéticos”, “criminosos não deveriam ser autorizados a se reproduzir e deixar descendentes”, e “esterilizar pessoas com características indesejadas pode melhorar gerações futuras”. Os resultados mostraram que quanto maior o entendimento de genética, menor a crença em determinismo, essencialismo, racismo e dominação social de um grupo sobre outro.


     A boa notícia é que é fácil corrigir o essencialismo. Pesquisadores conduziram uma série de experimentos controlados com crianças e adolescentes, alterando a maneira como a hereditariedade era ensinada na escola. Perceberam que nos grupos onde a genética era ensinada do modo tradicional, os alunos desenvolviam crenças deterministas, e nos grupos onde o tema era introduzido com estudos sobre diferenças e semelhanças genéticas entre populações, as crenças eram reduzidas. Os autores ainda testaram uma intervenção para corrigir as crenças deterministas, e concluíram que basta uma série de cinco aulas mostrando a baixa diversidade genética entre indivíduos, e que existe maior diversidade entre grupos do mesmo continente do que comparando continentes diferentes.


    Gregor Mendel, o monge católico do século 19 cujos experimentos com ervilhas deram origem ao modelo simplificado “Aa”, deve ser celebrado e ensinado nas escolas. Mas a genética mendeliana precisa ser ensinada como parte de um contexto maior, e não como a base de toda a genética e da hereditariedade.



 Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da ciencia/post/2025/07/essencialismo-genetico.ghtml. Acesso em 12/02/2026. Fragmento

Imagine que você tem olhos castanhos e ambos os seus pais têm olhos claros, azuis ou verdes” (1º parágrafo). O verbo em destaque está flexionado no: 
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Q3989046 Pedagogia
A legislação educacional brasileira estabelece princípios para a organização da educação e para o funcionamento das instituições escolares. No âmbito das redes de ensino, diferentes profissionais possuem atribuições específicas relacionadas ao acompanhamento pedagógico e ao desenvolvimento dos estudantes.

De acordo com as atribuições do cargo de professor II – orientador educacional no Município de Armação de Búzios, é função desse profissional: 
Alternativas
Q3989045 Pedagogia
No cotidiano escolar, um estudante do Ensino Fundamental apresenta dificuldades persistentes na leitura, caracterizadas por trocas frequentes de letras, dificuldade na decodificação de palavras, leitura lenta e com pouca fluência, apesar de demonstrar inteligência adequada, acesso regular à escolarização e oportunidades de aprendizagem semelhantes às dos demais colegas.

Considerando as características apresentadas, o quadro descrito corresponde principalmente ao transtorno de aprendizagem denominado:
 
Alternativas
Q3989044 Pedagogia
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é um indicador utilizado para acompanhar a qualidade da educação no Brasil e orientar políticas públicas educacionais. Esse indicador é calculado a partir da combinação de diferentes informações sobre o desempenho escolar.  

Podemos corretamente afirmar que o IDEB foi criado para:
Alternativas
Respostas
381: C
382: D
383: A
384: A
385: D
386: B
387: A
388: D
389: B
390: C
391: A
392: C
393: C
394: C
395: B
396: C
397: B
398: C
399: A
400: C