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I. O que importa é o processo criador da criança e não o produto que realiza;
II. Aprender a fazer, fazendo;
III. Deixar a criança fazer arte, sem nenhum tipo de intervenção;
IV. A arte adulta deveria ser mantida fora da escola, pelo perigo da influência que poderia macular a genuína e espontânea expressão infantil;
V. Desenvolvimento do imprescindível conceito de criatividade.
Esse conjunto de princípios que fundamentavam a prática de muitos professores recebeu a seguinte denominação:
Além do papel fundamental que exerceu no mundo do samba e de diferentes agremiações musicais, Heitor dos Prazeres produziu quadros – mais de 620 obras – que retratavam o cotidiano das comunidades mais pobres, das festas populares, sobretudo do samba e do carnaval, além das celebrações religiosas de matriz africana. O conjunto de sua produção plástica é classificado, por suas características formais, como parte da seguinte tendência:
Segundo o referido documento, o fenômeno artístico é delimitado, portanto, como produto:
O texto acima, prefácio do livro Pauliceia Desvairada (1922), faz referência às ideias que fundamentaram a Semana de Arte Moderna, em fevereiro de 1922, no Theatro Municipal de São Paulo. Consideramos como precursoras do referido marco na história da arte brasileira as exposições dos seguintes artistas plásticos, nos anos de 1913 e 1917, respectivamente:
Segundo o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos Profissionais da Educação Básica do Município de Armação dos Búzios, os níveis de vencimento referem-se ao tempo de serviço prestado à rede municipal de ensino e tão somente a esta, distribuindo-se numa escala de 1 a:
TEXTO: ESSENCIALISMO GENÉTICO
A maioria das características humanas é poligênica, depende da interação de vários genes. Cor dos olhos, ao contrário do que sugerem os exercícios do ensino médio, é um bom exemplo
Natalia Pasternak
Imagine que você tem olhos castanhos e ambos os seus pais têm olhos claros, azuis ou verdes. Quantas vezes você já teria ouvido que não pode ser filho biológico do casal? A crença de que cor dos olhos é uma herança determinada por um único gene, com alelo dominante (castanho) e alelo recessivo (azul ou verde), vem da maneira simplificada como abordamos genética no ensino fundamental e médio. Quem não se lembra do “Aa” e das tabelas de quadradinhos?
Alguns autores estudam o ensino da genética mendeliana e sua influência na aceitação do chamado essencialismo, ou determinismo, genético. Essa ideia baseia-se no entendimento – enganoso – de que características fisiológicas e comportamentos são produtos lineares de um único gene. Ou seja, haveria um gene para cada característica: o gene da inteligência, por exemplo. O problema é que este tipo de herança é muito raro. A maioria das características humanas é poligênica, depende da interação de vários genes. Cor dos olhos, ao contrário do que sugerem os exercícios do ensino médio, é um bom exemplo. Por isso é falso dizer que uma criança de olhos castanhos não pode ter pais de olhos claros.
O determinismo genético também desconsidera interações com o ambiente. Duas plantas da mesma espécie com o mesmo genoma podem ter alturas diferentes, por exemplo, dependendo do tipo de solo, quantidade de luz e nutrientes.
E por que isto é um problema? Porque pode induzir a um “fatalismo” e crenças de que características como inteligência, aptidões, comportamentos e até mesmo suscetibilidade para doenças, são inatas, fixas e imutáveis. Estudos mostraram que o entendimento correto de como funciona a herança genética reduz a crença em ideias baseadas em essencialismo genético, como racismo e eugenia. Os autores de uma pesquisa mediram conhecimento básico de genética, nível de crença em determinismo genético, crenças em dominação social, e crenças em eugenia.
Exemplos de afirmações utilizadas para fazer essas medições incluem “alcoolismo é primariamente causado por fatores genéticos”, “criminosos não deveriam ser autorizados a se reproduzir e deixar descendentes”, e “esterilizar pessoas com características indesejadas pode melhorar gerações futuras”. Os resultados mostraram que quanto maior o entendimento de genética, menor a crença em determinismo, essencialismo, racismo e dominação social de um grupo sobre outro.
A boa notícia é que é fácil corrigir o essencialismo. Pesquisadores conduziram uma série de experimentos controlados com crianças e adolescentes, alterando a maneira como a hereditariedade era ensinada na escola. Perceberam que nos grupos onde a genética era ensinada do modo tradicional, os alunos desenvolviam crenças deterministas, e nos grupos onde o tema era introduzido com estudos sobre diferenças e semelhanças genéticas entre populações, as crenças eram reduzidas. Os autores ainda testaram uma intervenção para corrigir as crenças deterministas, e concluíram que basta uma série de cinco aulas mostrando a baixa diversidade genética entre indivíduos, e que existe maior diversidade entre grupos do mesmo continente do que comparando continentes diferentes.
Gregor Mendel, o monge católico do século 19 cujos experimentos com ervilhas deram origem ao modelo simplificado “Aa”, deve ser celebrado e ensinado nas escolas. Mas a genética mendeliana precisa ser ensinada como parte de um contexto maior, e não como a base de toda a genética e da hereditariedade.
Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da ciencia/post/2025/07/essencialismo-genetico.ghtml. Acesso em 12/02/2026. Fragmento
De acordo com as atribuições do cargo de professor II – orientador educacional no Município de Armação de Búzios, é função desse profissional:
Considerando as características apresentadas, o quadro descrito corresponde principalmente ao transtorno de aprendizagem denominado:
Podemos corretamente afirmar que o IDEB foi criado para: