Questões de Concurso Comentadas para ibam

Foram encontradas 5.648 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3954328 Noções de Informática
Um técnico administrativo recebeu a tarefa de orientar novos servidores quanto ao uso básico dos computadores do setor. Durante a explicação, surgiram dúvidas sobre os componentes físicos do computador, sua função no processamento das informações e a distinção entre hardware e software, especialmente em situações do cotidiano administrativo, como digitação de documentos, visualização de relatórios e impressão de dados. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3954317 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
No período "Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.", o termo destacado "da sociedade" exerce, à luz da análise sintática tradicional e da norma-padrão, a função de:
Alternativas
Q3954316 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
Considere as afirmativas a seguir, relativas à interpretação das ideias e ao sentido contextual de expressões presentes no texto. Registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__) A expressão "agente transformador" atribui à inteligência artificial um papel ativo e dinâmico no processo de modernização da gestão pública.
(__) O texto sugere que a transparência é um valor acessório, relevante apenas em contextos de alta conectividade tecnológica.
(__) Infere-se do texto que a acessibilidade e a proteção da informação são condições indispensáveis para que a transparência cumpra sua função social.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q3954315 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
No período "Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável", os elementos linguísticos "Afinal" e "não apenas... mas também" exercem funções específicas na construção do sentido global do texto. À luz da norma-padrão e da teoria da argumentação textual, é correto afirmar que tais elementos: 
Alternativas
Q3954314 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
Com base na leitura atenta do texto "Inteligência Artificial e a gestão pública transparente", analise as proposições a seguir, considerando a compreensão global do texto e as inferências logicamente autorizadas por sua progressão argumentativa.

I. O texto sustenta que o uso da inteligência artificial na gestão pública ultrapassa a dimensão tecnológica, assumindo função estratégica na consolidação da confiança social.
II. O autor estabelece relação direta entre automação de processos e erradicação completa de práticas corruptas na administração pública.
III. A defesa da transparência apresentada no texto vincula-se à ideia de fortalecimento institucional e de promoção do desenvolvimento sustentável.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3954313 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
A partir da articulação entre os parágrafos do texto, é possível inferir que a posição do autor acerca da inteligência artificial na gestão pública caracteriza-se, predominantemente, por uma abordagem: 
Alternativas
Q3954312 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Com base na compreensão global do texto e nas relações argumentativas construídas pelo autor acerca da educação financeira, analise as afirmativas a seguir.

I. O texto apresenta a educação financeira simultaneamente como competência individual e como condição estruturante para a realização de projetos de vida, articulando controle financeiro e bem-estar.
II. Ao afirmar que "não tem segredo", o texto minimiza a complexidade das decisões financeiras e desloca o foco para práticas meramente comportamentais de consumo.
III. O texto sugere que o sucesso financeiro decorre de um equilíbrio entre planejamento racional, adequação do investimento ao perfil do sujeito e busca contínua por informação.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3954311 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Considere o seguinte período do texto:
"Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas."
Do ponto de vista da análise sintática, a oração destacada "como o dinheiro funciona" classifica-se como:
Alternativas
Q3954310 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Considere o seguinte trecho adaptado do texto-base:
"A educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida. Esse é o caminho para o sucesso financeiro."
À luz da teoria das figuras de linguagem e do funcionamento semântico-discursivo do excerto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3954309 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Considerando o encadeamento argumentativo do texto, a função dos exemplos e a relação entre ideias principais e secundárias, assinale a alternativa cuja interpretação representa corretamente a orientação discursiva do autor.
Alternativas
Q3954308 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Considere as afirmativas a seguir, relativas à interpretação do texto e às informações explícitas e implícitas nele contidas. Registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__) O texto constrói a educação financeira como um processo formativo contínuo, e não como um conjunto pontual de técnicas de economia.
(__) Ao relacionar educação financeira à "qualidade de vida", o texto restringe sua relevância exclusivamente à dimensão material do bem-estar.
(__) A expressão "gastar menos do que você ganha" funciona, no texto, como síntese normativa de um princípio mais amplo de gestão financeira responsável.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q3952927 Noções de Informática
Ferramentas Google são soluções criadas para o uso pessoal ou corporativo dos usuários, tendo como foco a automação e a simplificação de processos em diferentes áreas, desde comunicação, colaboração e marketing até desenvolvimento web e análise de dados. Todos integram o Google Workspace. Uma dessas ferramentas é um tipo de “Word” criado pelo Google, com a finalidade de criação e edição de textos permitindo realizar todas as funções básicas conhecidas, tais como escrever, revisar, configurar estilos e inserir tabelas e imagens.
Essa ferramenta é conhecida como Google: 
Alternativas
Q3952926 Noções de Informática
No uso do browser Google Chrome, em uma de suas últimas versões em um notebook Intel com Windows 11 BR (x64), um atalho de teclado é utilizado com o objetivo de adicionar o site corrente à Barra de Favoritos ou editar, se já estiver nela. Esse atalho de teclado é: 
Alternativas
Q3952925 Redes de Computadores
No que diz respeito às redes de computadores com acesso à internet, na maioria das vezes em que um celular, um microcomputador ou um notebook faz uma solicitação de conexão com a rede, um protocolo passa a atuar, sendo responsável por atribuir ao solicitante um endereço IP e demais parâmetros necessários. Esse protocolo de configuração, corresponde a um serviço que opera na atribuição dinâmica do IP. Sem que o usuário perceba, ao se conectar em uma rede, esse serviço fornece automaticamente endereço IP, máscara de sub-rede, Gateway Padrão, para que o dispositivo do usuário possa utilizar a rede e obter acesso aos recursos disponibilizados nela e acesso à internet, se houver. Esse protocolo ou serviço é conhecido pela sigla: 
Alternativas
Q3952923 Banco de Dados
No que se relaciona a um banco de dados, dois termos se revestem de importância. O primeiro se refere à duplicação de dados em diferentes locais ou formatos, o que ajuda a garantir a integridade e a disponibilidade dos dados. O segundo está associado à propriedade que garante que as transações realizadas no banco de dados mantenham a integridade dos dados, evitando que informações sejam alteradas indevidamente. Ambas as práticas são fundamentais para o gerenciamento eficaz de dados, pois a primeira protege contra falhas de hardware e ataques, ao passo que a segunda assegura que as informações permaneçam válidas e atualizadas.
Esses termos são conhecidos, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3952917 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos. 

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.  

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”).

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional?

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025. 
A última frase do texto, em relação às que a antecedem no parágrafo, expressa sentido de: 
Alternativas
Q3952916 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos. 

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.  

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”).

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional?

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025. 
Considere o trecho “é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes” (5º parágrafo). As funções dos termos “raízes” e “tanto as religiões quanto as artes” estão identificadas, respectivamente, em:
Alternativas
Q3952915 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos. 

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.  

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”).

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional?

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025. 
No 4º parágrafo, ao classificar “melhor idade” como eufemismo, o autor expressa um ponto de vista em relação ao uso de tal expressão.
A partir do texto, tal ponto de vista pode ser caracterizado como uma forma de:  
Alternativas
Q3952914 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos. 

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.  

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”).

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional?

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025. 
Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” (4º parágrafo)
Ao substituir a conjunção “se” pela conjunção “caso”, o verbo “ver” deverá ser flexionado no seguinte tempo e modo: 
Alternativas
Q3952913 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos. 

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.  

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”).

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional?

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025. 
Com base no trecho a seguir, responda à questão.
Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo. (3º parágrafo)
As palavras “bem” e “mal”, no trecho, são classificadas como substantivos pela seguinte razão:
Alternativas
Respostas
381: A
382: C
383: A
384: A
385: C
386: C
387: C
388: D
389: C
390: A
391: D
392: B
393: C
394: A
395: D
396: B
397: B
398: A
399: C
400: A