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Um docente do IF é designado para coordenar a expansão do Curso Técnico em Proteção e Defesa Civil para novos campi localizados em regiões com vulnerabilidades geológicas e hidrometeorológicas distintas. O projeto deve estar alinhado ao PN-PDC 2025-2035, que prevê a capacitação continuada e o comportamento de prevenção como eixos transversais de resiliência nacional. O cenário geral é descrito a seguir:
1. Cenário pedagógico: a necessidade de implementar a avaliação por competências e o uso de simulações e exercícios operacionais (simulados) integrados à comunidade local. 2. Cenário institucional: a exigência de que o curso não seja apenas uma entrega de sala de aula, mas um hub de apoio técnico e científico aos setores de Proteção e Defesa Civil municipais da região, integrando ensino, pesquisa e extensão (Nexus).
3. Dilema de gestão: como estruturar a expansão do curso para que ele atue simultaneamente na formação técnica de excelência e na assessoria científica à gestão de riscos local, respeitando a autonomia dos entes federativos e as normas da EPT.
Considerando os fundamentos da EPT e os estudos de Beppler et al. (2024) sobre a atuação dos IFs, qual é a estratégia de expansão mais robusta e tecnicamente correta?
Durante uma atividade de extensão, um docente do curso técnico em Proteção e Defesa Civil realiza uma oficina em uma comunidade localizada em área suscetível a inundações e movimentos de massa. Na atividade, os moradores relatam que:
- Nunca elaboraram um plano de autoproteção;
- Não sabem identificar rotas seguras de saída;
- Possuem idosos e crianças na residência;
- Não têm definição de ponto de encontro em caso de evacuação.
O docente, alinhado às diretrizes de ERRD e à construção de uma cultura de prevenção, propõe a elaboração do Plano de Autoproteção Familiar. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que apresenta a orientação técnica mais adequada para a definição de uma rota de fuga segura.
Um docente do curso de técnico de Proteção e Defesa Civil orienta uma comunidade na elaboração do Plano de Autoproteção Familiar, utilizando o Guia de Autoproteção Familiar (IFC, 2024) como estratégia pedagógica para desenvolver a percepção de risco e a tomada de decisão em situações de emergência. Ao estruturar o conteúdo sobre rotas de fuga seguras, o docente busca integrar a formação do técnico em Proteção e Defesa Civil com princípios de gestão de riscos, continuidade de funções críticas, com a Lei nº 12.608/2012 e com as diretrizes internacionais do Marco de Sendai e do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas – PCC (2023). Nesse contexto, analise as assertivas a seguir:
I. A definição da rota de fuga no âmbito familiar constitui uma aplicação prática da gestão de riscos, baseada na identificação de ameaças, vulnerabilidades e capacidades locais.
II. A priorização da proteção da vida na definição de rotas de fuga está alinhada ao conceito de continuidade de funções críticas, sendo a vida o ativo essencial a ser preservado.
III. A inclusão de grupos vulneráveis (idosos, pessoas com deficiência, crianças e animais) é elemento estruturante do plano, influenciando diretamente a viabilidade da rota de fuga.
IV. A participação da comunidade na identificação de rotas de fuga pode comprometer a eficácia dos planos institucionais, devendo ser limitada ao cumprimento de orientações previamente definidas.
Quais estão corretas?