Questões de Concurso Comentadas para unoesc

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Q4378656 Português
A colocação pronominal na língua portuguesa segue regras específicas, considerando fatores como a presença de palavras atrativas e o tipo de oração. Analise os trechos abaixo no que diz respeito à colocação pronominal

I. Infelizmente o feminicídio tornou-se um problema estrutural no país.
II. Ainda que se denuncie o agressor, muitas vezes, ele não é punido.
III. A legislação deveria proteger as mulheres, mas, na prática, os direitos lhes são negados constantemente.
IV. Se tornarão mais evidentes, nos próximos anos, as políticas públicas de proteção às mulheres.
V. O Estado costuma se comprometer com a proteção das mulheres.

Com base nas regras de colocação pronominal, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4378655 Português
O uso da crase é regido por regras específicas que indicam a fusão da preposição "a" com o artigo definido "a" ou com pronomes e palavras que aceitam esse fenômeno. Considere os trechos abaixo e analise o uso da crase:

I. Após o estudo detalhado, concluiu-se que os dados levaram à uma conclusão inevitável. II. O número de denúncias chegou àquele ponto em que ações concretas se tornam inevitáveis. III. É necessário prestar socorro à vítimas de violência doméstica. IV. O combate à violência de gênero deve ser uma prioridade em todas às esferas sociais. V. A mobilização ocorreu de terça à sexta-feira, com debates e oficinas temáticas.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4378654 Português
Na língua portuguesa, há quatro formas de escrever os porquês: por que, porque, por quê e porquê, cada uma com uma função específica. Considere os trechos fictícios abaixo, inspirados no texto da autora, e analise o uso dos porquês:

I. Por que nós, mulheres, ainda aceitamos tantas formas de violência? II. Não houve um motivo claro porquê ela preferiu não denunciar o agressor. III. Ainda me pergunto porque tantas mulheres sofrem em silêncio. IV. Porém, aqui e ali, reflito sobre o tema, porque é necessário discutir a violência de gênero. V. Por quê? Porque ainda temos medo.

Assinale a alternativa que analisa corretamente o uso dos porquês:
Alternativas
Q4378653 Português
Basicamente, a acentuação gráfica está relacionada com a ortografia e com a prosódia. Assim sendo, analise as alternativas abaixo e assinale a opção em que todas as palavras são acentuadas com base na mesma regra de acentuação gráfica: 
Alternativas
Q4378652 Português
As concordâncias verbal e nominal desempenham um papel central ao garantir que a mensagem seja compreendida de maneira inequívoca, evitando ambiguidades que possam comprometer a interpretação.
Analise as frases abaixo quanto à concordância verbal e nominal:
I. Fazem décadas que se discutem políticas públicas sobre feminicídio. II. Deve haver medidas mais eficazes para combater a violência contra as mulheres. III. Alugam-se imóveis para mulheres em situação de vulnerabilidade. IV. Precisa-se de voluntários comprometidos com a causa. V. Os índices de feminicídio permanece alarmantes. VI. Decisões político-administrativa foram tomadas rapidamente. VII. Faz muitos anos que se estudam as causas da violência de gênero. VIII. Existem soluções, mas falta vontade política para aplicá-las.

Assinale a alternativa que apresenta todas as frases corretas gramaticalmente:
Alternativas
Q4378650 Português
Feminicídio


    Profissional das palavras, amante das palavras e da linguagem, curiosa pela comunicação entre pessoas, animais, pessoas e animais (sim, isso existe), de vez em quando sei que implico com alguma novidade. Não deveria: ex-professora de linguística, conhecendo a língua como ser vivo, em constante mutação, essa realidade me apaixona.
    Porém, aqui e ali sei que implico, sim, com algum vocábulo que me soa modernoso, nem sempre útil, pouco interessante, tipo "moda efêmera". Assim, escrevi alguma coisa criticando esse novo termo: feminicídio. Supérfluo, pois homicídio já incluiria assassinato de mulheres.
     Prestando mais atenção nos horríveis noticiosos sobre assassinatos de mulheres especialmente, argumentei comigo mesma que, se já havia infanticídio, matricídio, parricídio, poderíamos bem usar feminicídio. Pois o crime se expande e se afirma de maneira espantosa.
     Homens sempre mataram mulheres mais do que mulheres mataram homens? Possivelmente, sim. Gosto de antropologia, de história, da história da humanidade, a nossa história tão intrincada, esquisita, às vezes gloriosa, outras vergonhosa. Já entre os trogloditas (uso o termo generalizando homens da pré-história), o macho, dominante pelo tamanho e força, saía a caçar comida para a família – para perpetuação da espécie – e para colocar no maior número de fêmeas jovens e saudáveis a sua semente – também para perpetuação da espécie. Então, segundo meu bom-senso (na vida, como nas leis e no mundo, o bom-senso nem sempre predomina), desde sempre mais homens maltrataram fisicamente mulheres. Tamanho às vezes é documento.
     Mas quando leio e vejo notícias desses crimes específicos, mulheres mortas diariamente a pau, a faca, a tiro, pela frente, pelas costas, jogadas de andares altos, afogadas em banheira e tudo o mais, pergunto por que isso parece tão fácil, tão trivial. Quase sinistramente natural, pois a toda hora se matam mulheres por ciúme, loucura, droga, frustração, maldade mesmo, simplesmente vontade de acabar com ela.
      E por que nós, mulheres, ainda tornamos isso tão fácil para o macho criminoso? Por que tão raramente – embora já com mais frequência – fazemos queixa às delegacias? Por que temos tanto medo dos nossos homens? Ou vergonha dos filhos, da família, da dita "sociedade" e preferimos apanhar, e um dia morrer, em escandaloso e gritante silêncio?
    Há cursos, estudos, seminários, psiquiatras e médicos que analisam essa questão, e as respostas são muitas. Acho que nenhuma muito satisfatória. Ainda há muitas franjas de sombra nesse assunto. Sei apenas que depende de nós, mulheres, não permitir que nada, nunca, passe do primeiro gesto da primeira mão levantada, porque depois virão o tapa, o soco, a surra, a repetição desses abusos vergonhosos e a nossa melancólica resignação. Quando vamos ver, estamos na lista dos feminicídios neste país, e no mundo inteiro, em todas as classes sociais, raças, religiões, culturas, humanidades diversas.
      Então, com tristeza e sem mais comentários, incluo feminicídio no meu vocabulário.
Em um texto, os diversos mecanismos de coesão textual desempenham um papel essencial na construção do sentido e na articulação das ideias. Ela pode ocorrer por meio de diferentes recursos, como a coesão referencial, a coesão lexical, e/ou a coesão sequencial. No texto "Feminicídio", a autora lança mão desses diversos recursos para garantir a fluidez do texto e conduzir o leitor pelos argumentos apresentados.
Analise as afirmações abaixo sobre o uso de elementos coesivos no texto e identifique quais estão corretas. Em seguida, marque a alternativa correspondente:
I. A expressão "Essa realidade" retoma a ideia de novidade. (Localizada no 1º parágrafo).
II. A conjunção "Porém" introduz uma oposição entre ideias. (Localizada no 2º parágrafo).
III) A conjunção "Assim" é utilizada para introduzir uma ideia de oposição. (Localizada no 2º parágrafo).
IV. A conjunção "Mas" estabelece uma relação de oposição. (Localizada no 5º parágrafo).
V. O pronome “ela” retoma, de forma correta, palavra anteriormente usada no parágrafo. (Localizada no 5º parágrafo). 
Alternativas
Q4378649 Português
Feminicídio


    Profissional das palavras, amante das palavras e da linguagem, curiosa pela comunicação entre pessoas, animais, pessoas e animais (sim, isso existe), de vez em quando sei que implico com alguma novidade. Não deveria: ex-professora de linguística, conhecendo a língua como ser vivo, em constante mutação, essa realidade me apaixona.
    Porém, aqui e ali sei que implico, sim, com algum vocábulo que me soa modernoso, nem sempre útil, pouco interessante, tipo "moda efêmera". Assim, escrevi alguma coisa criticando esse novo termo: feminicídio. Supérfluo, pois homicídio já incluiria assassinato de mulheres.
     Prestando mais atenção nos horríveis noticiosos sobre assassinatos de mulheres especialmente, argumentei comigo mesma que, se já havia infanticídio, matricídio, parricídio, poderíamos bem usar feminicídio. Pois o crime se expande e se afirma de maneira espantosa.
     Homens sempre mataram mulheres mais do que mulheres mataram homens? Possivelmente, sim. Gosto de antropologia, de história, da história da humanidade, a nossa história tão intrincada, esquisita, às vezes gloriosa, outras vergonhosa. Já entre os trogloditas (uso o termo generalizando homens da pré-história), o macho, dominante pelo tamanho e força, saía a caçar comida para a família – para perpetuação da espécie – e para colocar no maior número de fêmeas jovens e saudáveis a sua semente – também para perpetuação da espécie. Então, segundo meu bom-senso (na vida, como nas leis e no mundo, o bom-senso nem sempre predomina), desde sempre mais homens maltrataram fisicamente mulheres. Tamanho às vezes é documento.
     Mas quando leio e vejo notícias desses crimes específicos, mulheres mortas diariamente a pau, a faca, a tiro, pela frente, pelas costas, jogadas de andares altos, afogadas em banheira e tudo o mais, pergunto por que isso parece tão fácil, tão trivial. Quase sinistramente natural, pois a toda hora se matam mulheres por ciúme, loucura, droga, frustração, maldade mesmo, simplesmente vontade de acabar com ela.
      E por que nós, mulheres, ainda tornamos isso tão fácil para o macho criminoso? Por que tão raramente – embora já com mais frequência – fazemos queixa às delegacias? Por que temos tanto medo dos nossos homens? Ou vergonha dos filhos, da família, da dita "sociedade" e preferimos apanhar, e um dia morrer, em escandaloso e gritante silêncio?
    Há cursos, estudos, seminários, psiquiatras e médicos que analisam essa questão, e as respostas são muitas. Acho que nenhuma muito satisfatória. Ainda há muitas franjas de sombra nesse assunto. Sei apenas que depende de nós, mulheres, não permitir que nada, nunca, passe do primeiro gesto da primeira mão levantada, porque depois virão o tapa, o soco, a surra, a repetição desses abusos vergonhosos e a nossa melancólica resignação. Quando vamos ver, estamos na lista dos feminicídios neste país, e no mundo inteiro, em todas as classes sociais, raças, religiões, culturas, humanidades diversas.
      Então, com tristeza e sem mais comentários, incluo feminicídio no meu vocabulário.
Leia o trecho abaixo, retirado do texto Feminicídio, de Lya Luft:
"Porém, aqui e ali sei que implico, sim, com algum vocábulo que me soa modernoso, nem sempre útil, pouco interessante, tipo 'moda efêmera'. Assim, escrevi alguma coisa criticando esse novo termo: feminicídio. Supérfluo, pois homicídio já incluiria assassinato de mulheres".
Quanto à tipologia textual, o trecho acima deve ser classificado como:
Alternativas
Q4378648 Português
Feminicídio


    Profissional das palavras, amante das palavras e da linguagem, curiosa pela comunicação entre pessoas, animais, pessoas e animais (sim, isso existe), de vez em quando sei que implico com alguma novidade. Não deveria: ex-professora de linguística, conhecendo a língua como ser vivo, em constante mutação, essa realidade me apaixona.
    Porém, aqui e ali sei que implico, sim, com algum vocábulo que me soa modernoso, nem sempre útil, pouco interessante, tipo "moda efêmera". Assim, escrevi alguma coisa criticando esse novo termo: feminicídio. Supérfluo, pois homicídio já incluiria assassinato de mulheres.
     Prestando mais atenção nos horríveis noticiosos sobre assassinatos de mulheres especialmente, argumentei comigo mesma que, se já havia infanticídio, matricídio, parricídio, poderíamos bem usar feminicídio. Pois o crime se expande e se afirma de maneira espantosa.
     Homens sempre mataram mulheres mais do que mulheres mataram homens? Possivelmente, sim. Gosto de antropologia, de história, da história da humanidade, a nossa história tão intrincada, esquisita, às vezes gloriosa, outras vergonhosa. Já entre os trogloditas (uso o termo generalizando homens da pré-história), o macho, dominante pelo tamanho e força, saía a caçar comida para a família – para perpetuação da espécie – e para colocar no maior número de fêmeas jovens e saudáveis a sua semente – também para perpetuação da espécie. Então, segundo meu bom-senso (na vida, como nas leis e no mundo, o bom-senso nem sempre predomina), desde sempre mais homens maltrataram fisicamente mulheres. Tamanho às vezes é documento.
     Mas quando leio e vejo notícias desses crimes específicos, mulheres mortas diariamente a pau, a faca, a tiro, pela frente, pelas costas, jogadas de andares altos, afogadas em banheira e tudo o mais, pergunto por que isso parece tão fácil, tão trivial. Quase sinistramente natural, pois a toda hora se matam mulheres por ciúme, loucura, droga, frustração, maldade mesmo, simplesmente vontade de acabar com ela.
      E por que nós, mulheres, ainda tornamos isso tão fácil para o macho criminoso? Por que tão raramente – embora já com mais frequência – fazemos queixa às delegacias? Por que temos tanto medo dos nossos homens? Ou vergonha dos filhos, da família, da dita "sociedade" e preferimos apanhar, e um dia morrer, em escandaloso e gritante silêncio?
    Há cursos, estudos, seminários, psiquiatras e médicos que analisam essa questão, e as respostas são muitas. Acho que nenhuma muito satisfatória. Ainda há muitas franjas de sombra nesse assunto. Sei apenas que depende de nós, mulheres, não permitir que nada, nunca, passe do primeiro gesto da primeira mão levantada, porque depois virão o tapa, o soco, a surra, a repetição desses abusos vergonhosos e a nossa melancólica resignação. Quando vamos ver, estamos na lista dos feminicídios neste país, e no mundo inteiro, em todas as classes sociais, raças, religiões, culturas, humanidades diversas.
      Então, com tristeza e sem mais comentários, incluo feminicídio no meu vocabulário.
Considere o parágrafo final do texto: "Então, com tristeza e sem mais comentários, incluo feminicídio no meu vocabulário". A partir da análise desse trecho e de sua relação com o desenvolvimento argumentativo do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q4378647 Português
Feminicídio


    Profissional das palavras, amante das palavras e da linguagem, curiosa pela comunicação entre pessoas, animais, pessoas e animais (sim, isso existe), de vez em quando sei que implico com alguma novidade. Não deveria: ex-professora de linguística, conhecendo a língua como ser vivo, em constante mutação, essa realidade me apaixona.
    Porém, aqui e ali sei que implico, sim, com algum vocábulo que me soa modernoso, nem sempre útil, pouco interessante, tipo "moda efêmera". Assim, escrevi alguma coisa criticando esse novo termo: feminicídio. Supérfluo, pois homicídio já incluiria assassinato de mulheres.
     Prestando mais atenção nos horríveis noticiosos sobre assassinatos de mulheres especialmente, argumentei comigo mesma que, se já havia infanticídio, matricídio, parricídio, poderíamos bem usar feminicídio. Pois o crime se expande e se afirma de maneira espantosa.
     Homens sempre mataram mulheres mais do que mulheres mataram homens? Possivelmente, sim. Gosto de antropologia, de história, da história da humanidade, a nossa história tão intrincada, esquisita, às vezes gloriosa, outras vergonhosa. Já entre os trogloditas (uso o termo generalizando homens da pré-história), o macho, dominante pelo tamanho e força, saía a caçar comida para a família – para perpetuação da espécie – e para colocar no maior número de fêmeas jovens e saudáveis a sua semente – também para perpetuação da espécie. Então, segundo meu bom-senso (na vida, como nas leis e no mundo, o bom-senso nem sempre predomina), desde sempre mais homens maltrataram fisicamente mulheres. Tamanho às vezes é documento.
     Mas quando leio e vejo notícias desses crimes específicos, mulheres mortas diariamente a pau, a faca, a tiro, pela frente, pelas costas, jogadas de andares altos, afogadas em banheira e tudo o mais, pergunto por que isso parece tão fácil, tão trivial. Quase sinistramente natural, pois a toda hora se matam mulheres por ciúme, loucura, droga, frustração, maldade mesmo, simplesmente vontade de acabar com ela.
      E por que nós, mulheres, ainda tornamos isso tão fácil para o macho criminoso? Por que tão raramente – embora já com mais frequência – fazemos queixa às delegacias? Por que temos tanto medo dos nossos homens? Ou vergonha dos filhos, da família, da dita "sociedade" e preferimos apanhar, e um dia morrer, em escandaloso e gritante silêncio?
    Há cursos, estudos, seminários, psiquiatras e médicos que analisam essa questão, e as respostas são muitas. Acho que nenhuma muito satisfatória. Ainda há muitas franjas de sombra nesse assunto. Sei apenas que depende de nós, mulheres, não permitir que nada, nunca, passe do primeiro gesto da primeira mão levantada, porque depois virão o tapa, o soco, a surra, a repetição desses abusos vergonhosos e a nossa melancólica resignação. Quando vamos ver, estamos na lista dos feminicídios neste país, e no mundo inteiro, em todas as classes sociais, raças, religiões, culturas, humanidades diversas.
      Então, com tristeza e sem mais comentários, incluo feminicídio no meu vocabulário.
Com base no texto de Lya Luft, responda à questão a seguir: O termo "feminicídio" é introduzido e analisado no texto em função de um contexto social específico. Considerando os argumentos apresentados, assinale a alternativa que melhor expressa o motivo pelo qual a autora decide incluir o termo em seu vocabulário:
Alternativas
Q3551956 Ética na Administração Pública
Uma conduta adequada é primordial no ambiente de trabalho. Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3551955 Edificações
A limpeza de um local deve obedecer alguns critérios. Analise as assertivas e marque V para verdadeiro e F para falso, depois assinale a alternativa com a sequência de respostas corretas, de cima para baixo:

( ) Iniciar sempre do local mais limpo para o mais sujo.
( ) Na limpeza de uma parede, o movimento deve ser em sentido único, de cima para baixo.
( ) Na sequência de limpeza de uma sala, primeiro se limpa o teto, depois as paredes e por fim o chão.
( ) Lavar sempre as dependências do fundo para a porta, com exceção dos banheiros que devem ser lavados da entrada para o fundo. 
Alternativas
Q3551954 Segurança e Saúde no Trabalho
Em sua função, manter o local de trabalho e suas ferramentas devidamente higienizadas são importantes, com relação a isto avalie as assertivas:

I. Limpeza é a remoção física de sujidades, detritos e microrganismos presentes em qualquer área e/ou artigo, mediante ação química (soluções detergentes, desincrostantes ou enzimáticas), mecânica (fricção) ou térmica. A limpeza pode ser realizada de forma manual ou mecânica.
II. Esterilização é o processo de destruição de microrganismos patogênicos ou não, na forma vegetativa, que possam existir nos artigos e nas áreas, através do uso de substâncias desinfetantes (ex. água sanitária).
III. A água sanitária é um excelente produto utilizado na esterilização.
IV. O álcool 70 % é considerado um desinfetante.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3551953 Segurança e Saúde no Trabalho
Em relação aos EPI’s assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3551952 Direito Ambiental
A Lei nº 12.305/10 prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos. Sobre a destinação dos resíduos, assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q3551951 Saúde Pública
Os cuidados com a alimentação vão além de escolher o que comemos. O processo de higienização dos alimentos e de suas embalagens é uma etapa muito importante. Assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q3551950 Nutrição
Quando se trabalha com manipulação de alimentos, boas práticas de fabricação são indispensáveis. Avalie as assertivas e assinale a alternativa correta:

I. Os manipuladores de alimentos devem lavar cuidadosamente as mãos ao chegar ao trabalho, antes e após manipular alimentos, após qualquer interrupção do serviço, após tocar materiais contaminados, após usar os sanitários e sempre que se fizer necessário.
II. Os manipuladores devem usar cabelos presos e protegidos por redes, toucas ou outro acessório apropriado para esse fim, sendo permitido o uso de barba. As unhas devem estar curtas e com esmalte ou base.
III. As matérias-primas, os ingredientes e as embalagens devem ser armazenados em local limpo e organizado, de forma a garantir proteção contra contaminantes. Devem estar adequadamente acondicionados e identificados, sendo que sua utilização deve respeitar o prazo de validade.  
Alternativas
Q3551945 Legislação de Trânsito
Fatores causadores de acidentes.

I. Imprudência - deixar de fazer algo que sabiamente deveria ter feito, dando causa ao resultado danoso. Age com descuido ou desatenção sem tomar as devidas precauções quando, por exemplo, conduz veículo com equipamento obrigatório inoperante ou ineficiente.
II. Negligência - não saber praticar algo. É imperito na prática da direção por não possuir conhecimentos técnicos ou habilidades suficientes para realizar determinadas manobras. Temos o exemplo do condutor que não consegue imobilizar o veículo em um aclive.
III. Imperícia - atitude de ação feita de forma precipitada e sem cautela. Temos como exemplo o condutor que tem o conhecimento das leis e deixa de respeitá-las, trafegando em velocidade inadequada para a via ou avançando sinal vermelho.

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3551944 Noções de Primeiros Socorros
Assinale a incorreta:
Alternativas
Q3551943 Legislação de Trânsito
Assinale as atitudes que tornam você um motorista seguro, em relação à condução defensiva: 
Alternativas
Q3551942 Legislação de Trânsito

A placa (R-7), proíbe:


  Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Respostas
1: A
2: B
3: D
4: E
5: B
6: E
7: A
8: E
9: C
10: B
11: E
12: C
13: C
14: E
15: E
16: B
17: E
18: A
19: D
20: D