Foram encontradas 153.201 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4313191 Medicina
Paciente de 73 anos apresenta quadro progressivo de desequilíbrio de marcha há 2 anos. Neste período passou a necessitar de auxílio-locomoção com bengala e no momento usa um andador mesmo em ambiente domiciliar. Mais recentemente relata estar apresentando urgência urinária com episódios de incontinência. Nega queixas cognitivas, mas esposa relata que ele está apresentando quadro depressivo por estar mais apático com embotamento no pensamento e nas ações. O exame neurológico evidencia marcha lentificada com aumento da base e passos curtos com necessidade de apoio bilateral. Não há alteração objetiva no exame dos nervos cranianos, força, reflexos, tônus, sensibilidade ou coordenação.
O seguinte resultado de neuroimagem define o diagnóstico etiológico:
Alternativas
Q4313190 Medicina
A autopercepção de queixas cognitivas pode fazer parte do envelhecimento normal ou da fase inicial do envelhecimento patológico. O comprometimento cognitivo leve (CCL) é uma condição intermediária entre o envelhecimento normal e a demência.
Assinale a afirmativa correta a respeito de um tipo de comprometimento cognitivo leve (CCL).
Alternativas
Q4313189 Medicina
No período do almoço, um adolescente sofre uma queda de bicicleta e bate a cabeça na calçada. Após um breve desmaio, recupera a consciência e conversa normalmente com o guarda que viu a queda. Recusa-se a ir à emergência, apesar de sentir muita dor ao palpar o local do trauma, no lado direito do crânio, porque precisa estudar para uma prova. À noite, é encontrado, pela mãe, desacordado em sua cama. Levado ao hospital, apresenta anisocoria, pupilas midriáticas à direita e perda de força muscular à esquerda. A TCC confirma a existência de uma complicação do TCE e há indicação de cirurgia imediata
Esse quadro clínico sugere a seguinte complicação do TCE: 
Alternativas
Q4313188 Medicina
Uma mulher de 34 anos, jornalista, durante uma gravação externa para a TV, subitamente parou de falar, ficou com o olhar fixo, não respondeu à ordem de continuar a entrevista, e, após 2 minutos, voltou ao contato com os colegas, ainda meio confusa, sem saber o que havia acontecido. Familiares foram chamados e referiram que notavam esporadicamente, em casa, que a jornalista ficava por segundos, meio “fora do ar” . Nunca presenciaram crise convulsiva, exceto quando criança, quando tinha febre muito alta. A ressonância de crânio evidenciou sinais de esclerose mesial do hipocampo.
Entre os seguintes padrões eletroencefalográficos, assinale o achado interictal mais característico esperado para o caso dessa paciente.
Alternativas
Q4313187 Medicina
Uma estudante universitária de 23 anos relata dor de cabeça frequente, descrita como sensação de pressão ou de aperto no crânio, bilateral, de intensidade leve, pior ao final do dia e associada a períodos de prova. Nega náuseas, vômitos acompanhando a cefaleia e, eventualmente, o barulho alto incomoda. Mesmo durante o período de dor, frequenta aulas na faculdade e mantém seu preparo físico na academia, à qual vai diariamente, embora com desconforto quando a dor se torna moderada.
O diagnóstico mais provável é 
Alternativas
Q4313186 Medicina
Um homem de 32 anos procura atendimento por apresentar queda de rendimento no trabalho, onde atua como economista. O paciente relata que, há alguns meses, tem notado lentidão, dificuldade de concentração e falhas no desempenho por conta disto. Familiares notam depressão e sonolência diurna excessiva e estão preocupados, pois a avó materna, aos 50 anos, foi diagnosticada com doença de Alzheimer. Perguntado quanto ao estado geral, relata aumento de peso, pois não tem energia para realizar atividade física, além de não tolerar mais o ambiente da academia, em que o ar-condicionado é muito frio.
Das condições a seguir, assinale a que deve ser investigada como causa potencialmente tratável de demência em um adulto jovem.
Alternativas
Q4313185 Medicina
Às 11 horas da manhã, o SAMU recebeu uma solicitação para resgatar, em residência, uma mulher de 68 anos, hipertensa e diabética, que desenvolveu subitamente falta de força no braço direito, desvio da boca para a esquerda, e dificuldade para falar. Ao ser levada à emergência, está acordada, consegue caminhar e o exame neurológico confirma as queixas.
Assinale a opção que apresenta o território arterial mais provavelmente acometido.
Alternativas
Q4313184 Noções de Primeiros Socorros
Um motoqueiro de 22 anos sofre um acidente e é atendido pelo Corpo de Bombeiros. Na avaliação inicial, está sonolento, abre os olhos ao ser chamado, emite frases desconexas e inadequadas e utiliza a mão para tentar retirar o estímulo doloroso. As pupilas estão isocóricas e foto reagentes. Após a estabilização inicial, a equipe calcula o escore de Glasgow para definir a gravidade do traumatismo crânioencefálico, o que constitui uma etapa fundamental para a conduta, a monitorização e o prognóstico.
O valor correto da Escala de Coma de Glasgow e a respectiva classificação são: 
Alternativas
Q4313183 Medicina
Paciente do sexo masculino, 67 anos, advogado, buscou atendimento neurológico devido a tremor progressivo nas mãos há aproximadamente oito anos. Relata que o tremor era inicialmente discreto, tornando-se gradualmente mais intenso, dificultando atividades como escrever, utilizar talheres e segurar um copo cheio. Relata piora do tremor durante situações de nervosismo e ansiedade e melhora transitória após a ingestão de pequenas quantidades de bebida alcoólica. Negou qualquer outra queixa. Não tem comorbidades ou faz uso de medicações contínuas. Informou que seu pai e uma irmã apresentavam quadro semelhante desde a meia-idade. Ao exame neurológico, apresentou tremor postural e de ação nas mãos, de frequência aproximada de 4–8 Hz, discretamente mais evidente à direita. Observado leve tremor da cabeça em movimento de afirmação. Não apresentava tremor em repouso. A força, tônus, velocidade e amplitude dos movimentos repetitivos e marcha eram normais.
Os exames laboratoriais, incluindo hemograma, eletrólitos, função renal, função hepática, vitamina B12 e TSH, não evidenciaram alterações. Diante da principal hipótese diagnóstica, a seguinte medicação está indicada: 
Alternativas
Q4313182 Medicina
Paciente do sexo masculino, 22 anos, estudante universitário, procurou atendimento neurológico devido à dificuldade progressiva para caminhar desde a adolescência. Relata que, aos 13 anos, passou a tropeçar com frequência durante atividades esportivas e apresentava dificuldade para correr quando comparado aos colegas. Nos anos seguintes, percebeu deformidade progressiva dos pés, necessitando trocar o tipo de calçado devido ao aumento do arco plantar. Refere fraqueza lentamente progressiva nos pés e tornozelos, dificuldade para caminhar sobre os calcanhares e episódios recorrentes de entorses. Há cerca de dois anos, passou a notar dificuldade para manipular objetos pequenos, como abotoar camisas e escrever por períodos prolongados. Informa que seu pai e um tio paterno apresentam "pés muito cavos" e utilizam órteses para caminhar desde a juventude. Ao exame neurológico, observava-se atrofia distal bilateral das pernas, pés cavos bilaterais, força muscular grau 3/5 na dorsiflexão dos pés, 4/5 na flexão plantar e 4/5 na musculatura intrínseca das mãos. Os reflexos aquileus e patelares estão abolidos bilateralmente, enquanto os reflexos dos membros superiores hipoativos. Apresenta hipoestesia tátil e dolorosa distal nos 4 membros, em padrão "bota e luva", com hipopalestesia distal em membros inferiores. A marcha é escarvante bilateral, sendo incapaz de caminhar sobre os calcanhares. Trouxe uma Eletroneuromiografia que evidenciou polineuropatia sensitivo-motora desmielinizante difusa.
Diante da principal hipótese etiológica, o resultado de exame genético mais frequentemente encontrado é a
Alternativas
Q4313181 Psiquiatria
Paciente do sexo masculino, 74 anos, médico aposentado, foi levado à consulta pela esposa devido a dificuldades cognitivas e de comportamento nos últimos dois anos. Inicialmente, apresentava dificuldade para organizar tarefas habituais, como administrar contas e utilizar aparelhos eletrônicos, além de episódios em que permanecia "desligado", com redução importante da atenção por alguns minutos, retornando espontaneamente ao estado habitual. A esposa relata que, em alguns dias, o paciente conseguia conversar normalmente e realizar atividades domésticas simples, enquanto em outros permanecia confuso durante grande parte do dia. Há aproximadamente um ano, passou a apresentar alucinações visuais bem formadas, referindo a presença de pessoas desconhecidas dentro de casa, descrevendo-as com riqueza de detalhes. Também apresenta episódios frequentes de falar, gritar e realizar movimentos bruscos durante o sono, parecendo lutas e chutes, inclusive já tendo atingido a esposa diversas vezes durante a noite. Concomitante a esse quadro, tem apresentado lentificação dos movimentos e dificuldade para iniciar a marcha, relatando que os pés ficam presos no chão. Ao exame neurológico, encontrava-se alerta, porém com flutuações importantes da atenção durante a consulta. Mini-Exame do Estado Mental de 23/30. Hipomimia facial, bradicinesia bilateral, rigidez plástica a manobra em espelho em membro superior direito, sem tremor de repouso. A marcha era lenta, com redução bilateral do balanço dos braços e instabilidade postural ao pull-test. Sensibilidade, força muscular e reflexos encontravam-se preservados.
A principal hipótese etiológica é de
Alternativas
Q4313180 Medicina
Paciente do sexo feminino, 56 anos, procurou atendimento neurológico devido a contrações involuntárias no lado esquerdo da face iniciadas há aproximadamente dois anos. Relatava que os episódios começaram com pequenos tremores ao redor do olho esquerdo, inicialmente esporádicos, tornando-se progressivamente mais frequentes. Nos últimos seis meses, as contrações passaram a envolver também a região da bochecha e da comissura labial esquerda, ocorrendo diversas vezes ao dia. Durante a consulta, foram observados episódios de contrações clônicas involuntárias da musculatura orbicular do olho esquerdo, seguidas de contração do músculo zigomático e do platisma ipsilateral. Durante a contração do orbicular dos olhos e fechamento do olho, parte da musculatura frontal se contrai. Entre os episódios, a força da musculatura facial era normal, sem assimetria em repouso. Os demais nervos cranianos, força muscular, sensibilidade, coordenação, reflexos e marcha eram normais.
O diagnóstico sindrômico é de
Alternativas
Q4313179 Medicina
Paciente do sexo masculino, 75 anos, hipertenso e diabético, em uso irregular de losartana e metformina, foi levado ao prontosocorro após início súbito de fraqueza no lado esquerdo do corpo e boca torta para a direita. Segundo a esposa, encontrava-se bem até 1 hora e 30 minutos antes da admissão, quando, durante o café da manhã, deixou cair a xícara da mão esquerda e apresentou dificuldade para levantar-se da cadeira. Negava cefaleia, perda da consciência, crise convulsiva, alterações visuais ou distúrbios da linguagem. Não fazia uso de anticoagulantes e não possuía história prévia de AVC, cirurgias recentes ou sangramentos. Na admissão apresentava: Pressão arterial: 168 × 96 mmHg, frequência cardíaca: 82 bpm, saturação de O₂: 97%, glicemia capilar: 124 mg/dL. Ao exame neurológico encontravase alerta e orientado, com linguagem preservada. O exame motor confirmou a queixas e não apresentava outras alterações. NIHSS = 8. A tomografia computadorizada de crânio sem contraste, realizada 2 horas após o início dos sintomas, não evidenciou hemorragia intracraniana com ASPECTS = 10.
A conduta terapêutica é
Alternativas
Q4313178 Medicina
Paciente do sexo masculino, 58 anos, previamente hígido, procurou atendimento neurológico por fraqueza progressiva na mão direita há aproximadamente 14 meses. Inicialmente percebeu dificuldade para abotoar camisas, escrever e manipular pequenos objetos, evoluindo com atrofia da musculatura tenar e interóssea. Após cerca de oito meses, ele passou a apresentar fraqueza também na mão esquerda e dificuldade para elevar o braço direito acima da cabeça. Nos últimos quatro meses, referiu tropeços frequentes, sensação de rigidez nas pernas e dificuldade para subir escadas. Há 1 mês cursando com disfagia para alimentos secos e água e leve disartria. Negava alterações sensitivas, dor radicular, diplopia, ptose, disfagia, alterações esfincterianas ou déficit cognitivo. Ao exame neurológico, apresentava atrofia da musculatura tenar e dos interósseos da mão direita, miofasciculações em antebraço direito, paresia para extensão dos dedos e abdução dos dedos das mãos, leve hipertonia em membros inferiores, reflexos profundos vivos nos quatro membros, reflexo cutâneo-plantar em extensão bilateral. Sensibilidade superficial e profunda preservadas. Coordenação e nervos cranianos sem alterações. A eletroneuromiografia demonstrou sinais de desnervação ativa (fibrilações e ondas agudas positivas), fasciculações e reinervação crônica em músculos inervados pelos segmentos cervicais, torácicos e lombossacros, com redução do recrutamento motor. Os estudos de condução motora e sensitiva não mostrou alterações. A ressonância magnética de encéfalo e coluna cervical mostrou-se normal.
Diante desse paciente, a proposta terapêutica específica é
Alternativas
Q4313177 Medicina
Paciente do sexo masculino, 18 meses de idade, previamente hígido, foi levado ao pronto-socorro após episódio súbito de perda da consciência acompanhada de rigidez seguida de abalos tônico-clônicos generalizados dos quatro membros. A crise teve duração aproximada de dois minutos, cessando espontaneamente, seguida por sonolência por cerca de 20 minutos. Segundo os pais, a criança apresentava febre iniciada há aproximadamente seis horas, com temperatura axilar aferida de 39°C, associada a coriza, congestão nasal e redução do apetite. Negavam episódios prévios de convulsão, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, doenças neurológicas ou uso de medicamentos contínuos. Ao exame físico, encontrava-se acordado, afebril após antitérmico, corado e hidratado. O exame neurológico não evidenciava déficits focais, alterações do tônus, assimetrias motoras ou sinais meníngeos.
A conduta nesse momento é
Alternativas
Q4313176 Medicina
Paciente de 17 anos, masculino, foi encaminhada ao neurologista após apresentar duas crises convulsivas tônico-clônicas generalizadas nos últimos quatro meses. Ambas ocorreram nas primeiras horas da manhã, poucos minutos após despertar, após noites de sono reduzido devido aos estudos para provas. Durante a anamnese dirigida, relatou que, desde os 15 anos, apresenta episódios frequentes de "trancos" nos membros superiores logo após acordar, especialmente ao segurar objetos como escova de dentes, xícara ou celular, ocasionando quedas desses objetos. Os episódios duram poucos segundos, ocorrem com preservação da consciência e tornam-se mais frequentes após privação de sono ou ingestão de bebidas alcoólicas em festas. Ao exame neurológico, a paciente encontrava-se alerta, orientada, com linguagem, força, sensibilidade, coordenação, marcha e reflexos dentro da normalidade. A ressonância magnética de encéfalo não evidenciou alterações estruturais. O eletroencefalograma demonstrou descargas generalizadas de complexos ponta-onda e poliponta-onda de 4–6 Hz, predominando nas regiões frontocentrais, desencadeadas durante a estimulação luminosa intermitente.
O seguinte medicamento é a primeira escolha para tratamento desse tipo de epilepsia: 
Alternativas
Q4313175 Medicina
Um homem de 47 anos foi admitido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após uma parada cardiorrespiratória prolongada. Decorridas 72 horas de tratamento intensivo, sob estabilidade térmica (36,5°C) e hemodinâmica, e sem efeito de sedativos, o paciente apresenta-se em coma profundo, com ausência total de reflexos de tronco encefálico. A equipe multiprofissional planeja iniciar o protocolo de determinação de morte encefálica.
Conforme a Resolução CFM nº 2.173/2017, para que o protocolo possa ser formalmente aberto, o seguinte procedimento é necessário:
Alternativas
Q4313174 Medicina
Paciente 78 anos, sexo masculino, vem ao ambulatório com diagnóstico de doença de Parkinson Idiopático há 4 anos. Está em uso de medicação regular. Ao exame físico, o paciente apresenta tremor pior à direita em repouso. Tem necessidade de bengala para a marcha. Há rigidez dos membros superiores que interfere na vestimenta; bradicinesia; necessidade de auxílio para se levantar da cadeira; hipomimia facial; queixa de quedas eventuais e de pouca recuperação no teste do “puxão”; dificuldade para manter o sono durante a noite; e engasgos frequentes durante as refeições.
Considerando esses dados clínicos e os instrumentos de avaliação na Doença de Parkinson, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4313173 Medicina
Paciente de 58 anos, do sexo masculino, dentista, procura consultório de neurologia por apresentar tremor nas mãos que interfere em suas atividades da vida diária e profissional. Notou o início desses sintomas há um ano. Lembra-se de pelo menos três quedas ao chão com vários tipos de lesão óssea. No exame físico, há rigidez plástica nos MMSS, fácies cérea e lentificação dos movimentos sacádicos oculares, e oftalmoplegia do olhar conjugado vertical, para baixo. O paciente é hipertenso há 10 anos e usa dois anti-hipertensivos
Para esse caso clínico, a principal hipótese diagnóstica é
Alternativas
Q4313172 Medicina
Uma mulher acorda e vê sua filha de 21 anos em crise convulsiva. O início não foi presenciado, mas observou-se endurecimento dos quatro membros, seguido de abalos musculares bilaterais. Ao acordar, a filha não se lembra de nada. Dias depois, levada ao neurologista, o exame neurológico foi normal. A mãe nega casos de epilepsia na família. Parto normal, desenvolvimento psicomotor normal, escolaridade adequada. A paciente nega uso de drogas ou medicamentos. O EEG, a TCC e a RM são normais.
De acordo com esses dados, a principal hipótese diagnóstica é
Alternativas
Respostas
1401: E
1402: E
1403: B
1404: B
1405: B
1406: C
1407: A
1408: A
1409: C
1410: C
1411: D
1412: D
1413: C
1414: B
1415: E
1416: D
1417: A
1418: E
1419: A
1420: E