Questões de Concurso Para amauc

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Q4353387 Pedagogia
Um dos maiores nomes femininos da história de Santa Catarina foi o de Antonieta de Barros. Nesse sentido, qual era o principal objetivo da catarinense Antonieta de Barros ao fundar o Curso Particular Antonieta de Barros em 1922? 
Alternativas
Q4353386 Geografia
Qual dos seguintes fatores foi uma influência significativa na imigração italiana para Santa Catarina durante o século XIX?
Alternativas
Q4353385 História e Geografia de Estados e Municípios
Além das questões territoriais, qual outro fator contribuiu para o conflito na chamada "Questão do Contestado"?
Alternativas
Q4353384 Matemática Financeira
Uma financeira que emprestava R$ 10.000,00 a juros simples de 2,5% ao mês para serem pagos em 24 meses passou a emprestar a juros compostos de 15% ao ano, para serem pagos no mesmo período anterior. Assim, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4353383 Matemática
Gisele comprou um difusor cúbico com 9 cm de aresta, representado na imagem abaixo, para perfumar a sua casa.
Imagem associada para resolução da questão
Quanto de essência é necessário para encher esse difusor?
Alternativas
Q4353381 Matemática
Uma escola receberá doações de livros de uma empresa que se comprometeu a entregar 30 livros no primeiro mês e 20 livros a mais a cada mês, em relação ao anterior. Quantos livros a escola receberá em um ano?
Alternativas
Q4353380 Matemática
Para cuidar da sua saúde, Yuri corre 50 min e faz 50 min de musculação todos os dias da semana. Quanto tempo de atividade física ele faz por semana?
Alternativas
Q4353379 Português
Assinale a alternativa em que há o uso do sentido conotativo na oração:
Alternativas
Q4353378 Português
Leia as afirmativas abaixo:
I.O advogado impetrou um habeas-corpus em favor de seu cliente detido injustamente. 
II.No meu dia-a-dia, costumo reservar um tempo para atividades físicas.
III.O transporte público é facilitado pela linha Norte-Sul, que conecta diferentes regiões da cidade.
IV.A testemunha relatou ter presenciado o crime ocorrendo a queima-roupa, sem chance de defesa.
V.A região é conhecida por sua produção de cana-de-açúcar, uma importante cultura agrícola na área.

Em quais das afirmativas há o emprego indevido do hífen?
Alternativas
Q4353377 Psicologia
Por que excesso de autocontrole pode fazer mal à saúde mental

Ter muito autocontrole costuma ser visto como algo bom. A habilidade é considerada a chave para o sucesso em muitos aspectos da vida — seja para conseguir uma promoção no trabalho, seguir uma rotina de exercícios ou resistir à tentação de um doce.

No entanto, tal como sugerido por uma teoria publicada pelo professor Thomas Lynch em 2018, um elevado autocontrole pode nem sempre ser uma coisa boa — e, para alguns, pode estar ligado a certos problemas de saúde mental.

De acordo com a teoria de Lynch, cada um de nós se inclina mais para um dos dois estilos de personalidade: "subcontrole" ou "supercontrole". O lado de cada um depende de muitos fatores, incluindo o perfil genético, a aprovação ou reprovação dos outros ao redor, as nossas experiências de vida e as estratégias de enfrentamento que usamos no cotidiano.

É importante ressaltar que ser subcontrolado ou supercontrolado não é bom nem ruim. Embora esses polos indiquem um perfil de comportamento, a maioria de nós é psicologicamente flexível e pode se adaptar às diferentes situações que apareçam. Portanto, independentemente de sermos supercontrolados ou subcontrolados, essa flexibilidade nos ajuda a lidar com desafios e contratempos da vida de uma forma construtiva.

Tanto o subcontrole quanto o excesso de controle podem tornar-se problemáticos. Isso geralmente acontece quando uma combinação de fatores biológicos, sociais e pessoais nos torna muito menos flexíveis.

A maioria de nós provavelmente está mais familiarizada com as manifestações do chamado subcontrole problemático. Pessoas altamente descontroladas podem ter poucas inibições e não conseguem segurar as próprias emoções. Esse comportamento pode ser imprevisível porque muitas vezes depende do humor no qual estão. Isso pode afetar negativamente os seus relacionamentos, educação, trabalho, finanças e saúde.

Existem muitas terapias que podem ajudar essas pessoas. De modo geral, ajudam o paciente a aprender a regular as emoções e aumentar o autocontrole. Por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental visa a ensinar o controle sobre seus pensamentos, comportamento e emoções. Da mesma forma, a terapia comportamental dialética — projetada para pessoas que vivenciam emoções muito intensamente — tem como alvo a desregulação emocional. 


Supercontrole problemático

Infelizmente, não se fala tanto em excesso sobre as pessoas muito controladas. Isso acontece porque traços excessivamente assim — como a persistência, a capacidade de fazer planos e cumpri-los, a luta pela perfeição e a manutenção das emoções — são altamente valorizados em muitas sociedades. Mas, quando o excesso de controle se torna um problema, pode ser prejudicial em muitas áreas da vida.

Pessoas altamente sob controle podem ter dificuldade para se adaptar a mudanças. Eles podem ser menos abertos a novas experiências e críticas dos outros e tendem a ser muito obstinados. Pessoas com esse quadro podem experimentar sentimentos amargos de inveja dos outros e ter dificuldade para relaxar e se divertir em situações sociais. Eles também podem usar menos gestos, raramente sorriem ou choram, e tentam esconder suas emoções a qualquer custo.

Juntas, essas características podem tornar uma pessoa mais propensa a vivenciar isolamento social e solidão. Em última análise, isso pode piorar sua saúde mental.

Infelizmente, muitas das terapias psicológicas disponíveis não são úteis no tratamento de problemas de excesso de controle. Isso ocorre porque as técnicas se concentram em melhorar o autocontrole e a regulação emocional. Mas, como as pessoas excessivamente assim já controlam e regulam demais, precisam de uma terapia que possa ajudá-las a aprender que às vezes não há problema em relaxar e deixar simplesmente as coisas acontecerem.

Juntamente com sua teoria, Lynch também desenvolveu uma terapia destinada a tratar questões de excesso de controle — conhecida como terapia comportamental dialética radicalmente aberta. Os primeiros estudos mostraram que a técnica tem muito potencial para ajudar pessoas excessivamente controladas. Isso é feito ensinando-os a abandonar a necessidade de estar sempre no controle, a serem mais abertos sobre suas emoções, a se comunicarem melhor com outras pessoas e a serem mais flexíveis em meio a situações de mudança.

É importante ressaltar que essa terapia é transdiagnóstica, ou seja, que pode ser útil independentemente da condição de saúde mental com a qual uma pessoa possa ter sido diagnosticada antes. A investigação mostra que pode ser útil inclusive para pessoas que lutam com uma série de condições de saúde mental — tais como depressão resistente ao tratamento, anorexia nervosa e perturbações do espectro do autismo.

Mas, para receber ajuda adequada, uma pessoa deve primeiro ser corretamente identificada como altamente controlada.

A avaliação atual do excesso de controle é bastante longa e complexa. Envolve alguns questionários e uma avaliação que deve ser conduzida por um médico especialmente treinado. Esses fatores podem limitar o acesso ao apoio e retardar o tratamento.

Estou trabalhando no desenvolvimento de um método de avaliação simplificado que ajudará a identificar prontamente o excesso de controle problemático. Isso também tornará mais fácil para os pesquisadores ontinuarem estudando o supercontrole.

O excesso de controle é normalmente admirado, e pessoas assim raramente são abertas sobre seus problemas e lutas internas. É por isso que o excesso de controle problemático pode passar despercebido por muito tempo. É esperado que o trabalho contínuo nesse campo torne mais fácil para as pessoas obterem a ajuda de que necessitam.

É importante ressaltar que o supercontrole e o subcontrole são conceitos complexos e não podem ser autodiagnosticados. Se você suspeitar que pode estar supercontrolado ou subcontrolado — e especialmente se isso estiver afetando sua saúde e bem-estar — é importante entrar em contato com um médico ou terapeuta.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9elrgyg9dxo
De acordo com a teoria do professor Thomas Lynch, o que não é fator determinante para definir qual o lado cada pessoa se inclina entre "subcontrole" e "supercontrole"?
Alternativas
Q4353376 Português
Por que excesso de autocontrole pode fazer mal à saúde mental

Ter muito autocontrole costuma ser visto como algo bom. A habilidade é considerada a chave para o sucesso em muitos aspectos da vida — seja para conseguir uma promoção no trabalho, seguir uma rotina de exercícios ou resistir à tentação de um doce.

No entanto, tal como sugerido por uma teoria publicada pelo professor Thomas Lynch em 2018, um elevado autocontrole pode nem sempre ser uma coisa boa — e, para alguns, pode estar ligado a certos problemas de saúde mental.

De acordo com a teoria de Lynch, cada um de nós se inclina mais para um dos dois estilos de personalidade: "subcontrole" ou "supercontrole". O lado de cada um depende de muitos fatores, incluindo o perfil genético, a aprovação ou reprovação dos outros ao redor, as nossas experiências de vida e as estratégias de enfrentamento que usamos no cotidiano.

É importante ressaltar que ser subcontrolado ou supercontrolado não é bom nem ruim. Embora esses polos indiquem um perfil de comportamento, a maioria de nós é psicologicamente flexível e pode se adaptar às diferentes situações que apareçam. Portanto, independentemente de sermos supercontrolados ou subcontrolados, essa flexibilidade nos ajuda a lidar com desafios e contratempos da vida de uma forma construtiva.

Tanto o subcontrole quanto o excesso de controle podem tornar-se problemáticos. Isso geralmente acontece quando uma combinação de fatores biológicos, sociais e pessoais nos torna muito menos flexíveis.

A maioria de nós provavelmente está mais familiarizada com as manifestações do chamado subcontrole problemático. Pessoas altamente descontroladas podem ter poucas inibições e não conseguem segurar as próprias emoções. Esse comportamento pode ser imprevisível porque muitas vezes depende do humor no qual estão. Isso pode afetar negativamente os seus relacionamentos, educação, trabalho, finanças e saúde.

Existem muitas terapias que podem ajudar essas pessoas. De modo geral, ajudam o paciente a aprender a regular as emoções e aumentar o autocontrole. Por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental visa a ensinar o controle sobre seus pensamentos, comportamento e emoções. Da mesma forma, a terapia comportamental dialética — projetada para pessoas que vivenciam emoções muito intensamente — tem como alvo a desregulação emocional. 


Supercontrole problemático

Infelizmente, não se fala tanto em excesso sobre as pessoas muito controladas. Isso acontece porque traços excessivamente assim — como a persistência, a capacidade de fazer planos e cumpri-los, a luta pela perfeição e a manutenção das emoções — são altamente valorizados em muitas sociedades. Mas, quando o excesso de controle se torna um problema, pode ser prejudicial em muitas áreas da vida.

Pessoas altamente sob controle podem ter dificuldade para se adaptar a mudanças. Eles podem ser menos abertos a novas experiências e críticas dos outros e tendem a ser muito obstinados. Pessoas com esse quadro podem experimentar sentimentos amargos de inveja dos outros e ter dificuldade para relaxar e se divertir em situações sociais. Eles também podem usar menos gestos, raramente sorriem ou choram, e tentam esconder suas emoções a qualquer custo.

Juntas, essas características podem tornar uma pessoa mais propensa a vivenciar isolamento social e solidão. Em última análise, isso pode piorar sua saúde mental.

Infelizmente, muitas das terapias psicológicas disponíveis não são úteis no tratamento de problemas de excesso de controle. Isso ocorre porque as técnicas se concentram em melhorar o autocontrole e a regulação emocional. Mas, como as pessoas excessivamente assim já controlam e regulam demais, precisam de uma terapia que possa ajudá-las a aprender que às vezes não há problema em relaxar e deixar simplesmente as coisas acontecerem.

Juntamente com sua teoria, Lynch também desenvolveu uma terapia destinada a tratar questões de excesso de controle — conhecida como terapia comportamental dialética radicalmente aberta. Os primeiros estudos mostraram que a técnica tem muito potencial para ajudar pessoas excessivamente controladas. Isso é feito ensinando-os a abandonar a necessidade de estar sempre no controle, a serem mais abertos sobre suas emoções, a se comunicarem melhor com outras pessoas e a serem mais flexíveis em meio a situações de mudança.

É importante ressaltar que essa terapia é transdiagnóstica, ou seja, que pode ser útil independentemente da condição de saúde mental com a qual uma pessoa possa ter sido diagnosticada antes. A investigação mostra que pode ser útil inclusive para pessoas que lutam com uma série de condições de saúde mental — tais como depressão resistente ao tratamento, anorexia nervosa e perturbações do espectro do autismo.

Mas, para receber ajuda adequada, uma pessoa deve primeiro ser corretamente identificada como altamente controlada.

A avaliação atual do excesso de controle é bastante longa e complexa. Envolve alguns questionários e uma avaliação que deve ser conduzida por um médico especialmente treinado. Esses fatores podem limitar o acesso ao apoio e retardar o tratamento.

Estou trabalhando no desenvolvimento de um método de avaliação simplificado que ajudará a identificar prontamente o excesso de controle problemático. Isso também tornará mais fácil para os pesquisadores ontinuarem estudando o supercontrole.

O excesso de controle é normalmente admirado, e pessoas assim raramente são abertas sobre seus problemas e lutas internas. É por isso que o excesso de controle problemático pode passar despercebido por muito tempo. É esperado que o trabalho contínuo nesse campo torne mais fácil para as pessoas obterem a ajuda de que necessitam.

É importante ressaltar que o supercontrole e o subcontrole são conceitos complexos e não podem ser autodiagnosticados. Se você suspeitar que pode estar supercontrolado ou subcontrolado — e especialmente se isso estiver afetando sua saúde e bem-estar — é importante entrar em contato com um médico ou terapeuta.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9elrgyg9dxo
Quais são algumas características de pessoas altamente sob controle, conforme descrito no texto?
Alternativas
Q4353375 Português
Por que excesso de autocontrole pode fazer mal à saúde mental

Ter muito autocontrole costuma ser visto como algo bom. A habilidade é considerada a chave para o sucesso em muitos aspectos da vida — seja para conseguir uma promoção no trabalho, seguir uma rotina de exercícios ou resistir à tentação de um doce.

No entanto, tal como sugerido por uma teoria publicada pelo professor Thomas Lynch em 2018, um elevado autocontrole pode nem sempre ser uma coisa boa — e, para alguns, pode estar ligado a certos problemas de saúde mental.

De acordo com a teoria de Lynch, cada um de nós se inclina mais para um dos dois estilos de personalidade: "subcontrole" ou "supercontrole". O lado de cada um depende de muitos fatores, incluindo o perfil genético, a aprovação ou reprovação dos outros ao redor, as nossas experiências de vida e as estratégias de enfrentamento que usamos no cotidiano.

É importante ressaltar que ser subcontrolado ou supercontrolado não é bom nem ruim. Embora esses polos indiquem um perfil de comportamento, a maioria de nós é psicologicamente flexível e pode se adaptar às diferentes situações que apareçam. Portanto, independentemente de sermos supercontrolados ou subcontrolados, essa flexibilidade nos ajuda a lidar com desafios e contratempos da vida de uma forma construtiva.

Tanto o subcontrole quanto o excesso de controle podem tornar-se problemáticos. Isso geralmente acontece quando uma combinação de fatores biológicos, sociais e pessoais nos torna muito menos flexíveis.

A maioria de nós provavelmente está mais familiarizada com as manifestações do chamado subcontrole problemático. Pessoas altamente descontroladas podem ter poucas inibições e não conseguem segurar as próprias emoções. Esse comportamento pode ser imprevisível porque muitas vezes depende do humor no qual estão. Isso pode afetar negativamente os seus relacionamentos, educação, trabalho, finanças e saúde.

Existem muitas terapias que podem ajudar essas pessoas. De modo geral, ajudam o paciente a aprender a regular as emoções e aumentar o autocontrole. Por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental visa a ensinar o controle sobre seus pensamentos, comportamento e emoções. Da mesma forma, a terapia comportamental dialética — projetada para pessoas que vivenciam emoções muito intensamente — tem como alvo a desregulação emocional. 


Supercontrole problemático

Infelizmente, não se fala tanto em excesso sobre as pessoas muito controladas. Isso acontece porque traços excessivamente assim — como a persistência, a capacidade de fazer planos e cumpri-los, a luta pela perfeição e a manutenção das emoções — são altamente valorizados em muitas sociedades. Mas, quando o excesso de controle se torna um problema, pode ser prejudicial em muitas áreas da vida.

Pessoas altamente sob controle podem ter dificuldade para se adaptar a mudanças. Eles podem ser menos abertos a novas experiências e críticas dos outros e tendem a ser muito obstinados. Pessoas com esse quadro podem experimentar sentimentos amargos de inveja dos outros e ter dificuldade para relaxar e se divertir em situações sociais. Eles também podem usar menos gestos, raramente sorriem ou choram, e tentam esconder suas emoções a qualquer custo.

Juntas, essas características podem tornar uma pessoa mais propensa a vivenciar isolamento social e solidão. Em última análise, isso pode piorar sua saúde mental.

Infelizmente, muitas das terapias psicológicas disponíveis não são úteis no tratamento de problemas de excesso de controle. Isso ocorre porque as técnicas se concentram em melhorar o autocontrole e a regulação emocional. Mas, como as pessoas excessivamente assim já controlam e regulam demais, precisam de uma terapia que possa ajudá-las a aprender que às vezes não há problema em relaxar e deixar simplesmente as coisas acontecerem.

Juntamente com sua teoria, Lynch também desenvolveu uma terapia destinada a tratar questões de excesso de controle — conhecida como terapia comportamental dialética radicalmente aberta. Os primeiros estudos mostraram que a técnica tem muito potencial para ajudar pessoas excessivamente controladas. Isso é feito ensinando-os a abandonar a necessidade de estar sempre no controle, a serem mais abertos sobre suas emoções, a se comunicarem melhor com outras pessoas e a serem mais flexíveis em meio a situações de mudança.

É importante ressaltar que essa terapia é transdiagnóstica, ou seja, que pode ser útil independentemente da condição de saúde mental com a qual uma pessoa possa ter sido diagnosticada antes. A investigação mostra que pode ser útil inclusive para pessoas que lutam com uma série de condições de saúde mental — tais como depressão resistente ao tratamento, anorexia nervosa e perturbações do espectro do autismo.

Mas, para receber ajuda adequada, uma pessoa deve primeiro ser corretamente identificada como altamente controlada.

A avaliação atual do excesso de controle é bastante longa e complexa. Envolve alguns questionários e uma avaliação que deve ser conduzida por um médico especialmente treinado. Esses fatores podem limitar o acesso ao apoio e retardar o tratamento.

Estou trabalhando no desenvolvimento de um método de avaliação simplificado que ajudará a identificar prontamente o excesso de controle problemático. Isso também tornará mais fácil para os pesquisadores ontinuarem estudando o supercontrole.

O excesso de controle é normalmente admirado, e pessoas assim raramente são abertas sobre seus problemas e lutas internas. É por isso que o excesso de controle problemático pode passar despercebido por muito tempo. É esperado que o trabalho contínuo nesse campo torne mais fácil para as pessoas obterem a ajuda de que necessitam.

É importante ressaltar que o supercontrole e o subcontrole são conceitos complexos e não podem ser autodiagnosticados. Se você suspeitar que pode estar supercontrolado ou subcontrolado — e especialmente se isso estiver afetando sua saúde e bem-estar — é importante entrar em contato com um médico ou terapeuta.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9elrgyg9dxo
Qual terapia foi desenvolvida por Thomas Lynch para tratar problemas de excesso de controle?
Alternativas
Q4353344 Pedagogia
Analise os excertos abaixo:
Excerto I.A brincadeira é uma forma de interação da criança com outros sujeitos, adultos e crianças, e com os objetos e a natureza à sua volta.
Excerto II.No ato de brincar as crianças se apropriam criativamente de formas de ação social tipicamente humanas e de práticas sociais específicas dos grupos aos quais pertencem, aprendendo sobre si mesmas e sobre o mundo em que vivem.
Excerto III.A infância é um período em que o ser humano já se constitui culturalmente, dessa forma a brincadeira tem papel complementar na forma de participação social e cultural das crianças.
Fonte: BORBA, 2007 apud Maévi Anabel Nono. O brincar na Educação Infantil. UNESP - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4353343 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal de 1988, no que tange à educação, cultura, ensino, desporto, ciência, tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e inovação, a competência de legislar concorrentemente sobre os itens acima refere-se à (aos):
Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4353342 Pedagogia
Dentre as ações preconizadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (2010) a respeito dos currículos escolares, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):
I.(__)Devem ser construídas propostas curriculares que desconsiderem as necessidades, as possibilidades e os interesses dos estudantes.
II.(__)É o conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico.
III.(__)Deve promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4353341 Pedagogia
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional estabelecida pela Lei n° 9.394/1996, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):
I.(__)Acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, apenas, para aqueles que não concluíram os estudos em idade própria.
II.(__)Vaga na escola pública de educação infantil ou de ensino fundamental mais próxima de sua residência a toda criança a partir do dia em que completar 5 (cinco) anos de idade.
III.(__)Alfabetização plena e capacitação gradual para a leitura ao longo da educação básica como requisitos indispensáveis para a efetivação dos direitos e objetivos de aprendizagem e para o desenvolvimento dos indivíduos.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4353340 Pedagogia
De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, julgue os excertos a seguir:
Excerto I.A identidade é um conceito do qual faz parte a ideia de distinção, de uma marca de diferença entre as pessoas, a começar pelo nome, seguido de todas as características físicas, de modos de agir e de pensar e da história pessoal. Sua construção é gradativa e se dá por meio de interações sociais estabelecidas pela criança, nas quais ela, alternadamente, imita e se funde com o outro para diferenciar-se dele em seguida, muitas vezes utilizando-se da oposição. A maneira como cada um vê a si próprio depende também do modo como é visto pelos outros.
Excerto II.O modo como os traços particulares de cada criança é recebido pelo professor, e pelo grupo em que se insere não tem um grande impacto na formação de sua personalidade e nem de sua autoestima, já que sua identidade está consolidada.

Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4353339 Português
Comer, dormir, escovar os dentes, cuidar do corpo, brincar. Atividades comuns, previstas para o dia a dia das crianças podem acontecer de maneira prazerosa, significativa ou de forma mecânica, arbitrária, automática, segundo Avila (2014).
Com base no texto acima, em relação à rotina alimentar, podemos afirmar:
Alternativas
Q4353338 Pedagogia
O espaço físico deve ser observado com cuidado e atenção, devendo o mesmo atender a alguns aspectos, dentre eles:
I.Os espaços não podem ter adaptações que sejam necessárias aos projetos em curso.
II.A organização dos ambientes deve levar em consideração as diferenças nas características dos projetos e também das atividades que serão desenvolvidas com as crianças.
III.Os espaços devem favorecer a interação das crianças e delas com o meio.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4353337 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
No que consta no Estatuto da Criança e do Adolescente, conforme Art. 244-B, corromper ou facilitar a corrupção de menor de 18 (dezoito) anos, com ele praticando infração penal ou induzindo-o a praticá-la, terá qual penalidade aplicada? Marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Respostas
11801: C
11802: C
11803: C
11804: B
11805: B
11806: E
11807: D
11808: A
11809: B
11810: C
11811: E
11812: B
11813: A
11814: A
11815: E
11816: C
11817: B
11818: D
11819: D
11820: C