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Q3836000 Sociologia
Processos de implantação de grandes empreendimentos de infraestrutura costumam provocar transformações profundas nos territórios e nas comunidades atingidas, envolvendo deslocamentos populacionais, redefinições espaciais e disputas simbólicas em torno da memória coletiva. Em determinadas localidades brasileiras, a submersão de áreas urbanas exigiu não apenas soluções técnicas, mas também pactuações sociais, políticas e culturais para reconstrução do espaço vivido. Nesses contextos, elementos materiais remanescentes passam a assumir novos significados, articulando identidade, turismo e patrimônio. Considerando essa realidade, qual interpretação expressa de forma mais adequada o papel dos marcos simbólicos preservados após a relocação urbana?
Alternativas
Q3835999 História e Geografia de Estados e Municípios
A ocupação do território catarinense resultou de múltiplos movimentos migratórios e políticas de povoamento que moldaram profundamente a organização social, econômica e cultural do Estado. A convivência entre povos originários, populações luso-brasileiras e diferentes correntes de imigração europeia produziu arranjos territoriais distintos, refletidos nas práticas produtivas, na estrutura fundiária e nas manifestações culturais regionais. Esse processo não ocorreu de forma homogênea, variando conforme os interesses econômicos, as condições naturais e as estratégias estatais de ocupação. Considerando esse contexto histórico e geográfico, qual alternativa interpreta corretamente a formação étnica e social de Santa Catarina? 
Alternativas
Q3835998 Direito do Trabalho
A consolidação de direitos trabalhistas no Brasil esteve associada a um projeto estatal que buscou reorganizar as relações entre capital e trabalho, integrando os trabalhadores urbanos à ordem política e institucional. Nesse contexto, a atuação do Estado assumiu papel central na mediação de conflitos, na regulamentação das condições de trabalho e na construção de uma legislação social abrangente. A iniciativa foi apresentada como instrumento de modernização e de promoção da justiça social, ao mesmo tempo em que reforçava mecanismos de controle e integração política. Quem foi o presidente brasileiro responsável pela implantação dessa legislação?
Alternativas
Q3835992 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O mito da força de vontade — e por que algumas pessoas têm mais dificuldade para perder peso


A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de força de vontade é amplamente difundida no debate público, inclusive entre profissionais de saúde. Comentários como "basta comer menos" ou "é uma questão de responsabilidade pessoal" revelam uma visão simplificada de um fenômeno complexo. Um estudo internacional publicado na revista The Lancet mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Especialistas contestam essa interpretação. A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando injusta a ideia de que todos competem em condições iguais.

Pesquisas indicam que a genética desempenha papel central na obesidade. Genes influenciam os circuitos cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a mesma quantidade de alimento que outras. O gene MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa da população mundial e está associado à alimentação excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes para perda de peso atuam justamente nesses mecanismos biológicos.

Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando a fome e reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam desse processo, mas seu funcionamento pode ser comprometido em ambientes alimentares ricos em ultraprocessados.

O aumento da obesidade também está ligado a fatores ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o marketing agressivo, o aumento das porções e a dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm dificuldade para manter um peso saudável. Medidas governamentais, como restrições à publicidade de alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como necessárias, embora consideradas insuficientes por outros.

Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas não é constante nem suficiente por si só. Estratégias flexíveis, apoio psicológico, informação científica e mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que exige compreensão e políticas baseadas em evidências, e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, "que" exige compreensão e políticas.

Quanto à classe de palavras do termo destacado, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3835991 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O mito da força de vontade — e por que algumas pessoas têm mais dificuldade para perder peso


A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de força de vontade é amplamente difundida no debate público, inclusive entre profissionais de saúde. Comentários como "basta comer menos" ou "é uma questão de responsabilidade pessoal" revelam uma visão simplificada de um fenômeno complexo. Um estudo internacional publicado na revista The Lancet mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Especialistas contestam essa interpretação. A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando injusta a ideia de que todos competem em condições iguais.

Pesquisas indicam que a genética desempenha papel central na obesidade. Genes influenciam os circuitos cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a mesma quantidade de alimento que outras. O gene MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa da população mundial e está associado à alimentação excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes para perda de peso atuam justamente nesses mecanismos biológicos.

Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando a fome e reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam desse processo, mas seu funcionamento pode ser comprometido em ambientes alimentares ricos em ultraprocessados.

O aumento da obesidade também está ligado a fatores ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o marketing agressivo, o aumento das porções e a dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm dificuldade para manter um peso saudável. Medidas governamentais, como restrições à publicidade de alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como necessárias, embora consideradas insuficientes por outros.

Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas não é constante nem suficiente por si só. Estratégias flexíveis, apoio psicológico, informação científica e mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que exige compreensão e políticas baseadas em evidências, e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando "a fome" e reduzindo "o metabolismo".

De acordo com as regras de colocação pronominal, as formas corretas dos pronomes oblíquos para substituir os termos destacados são: 
Alternativas
Q3835990 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O mito da força de vontade — e por que algumas pessoas têm mais dificuldade para perder peso


A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de força de vontade é amplamente difundida no debate público, inclusive entre profissionais de saúde. Comentários como "basta comer menos" ou "é uma questão de responsabilidade pessoal" revelam uma visão simplificada de um fenômeno complexo. Um estudo internacional publicado na revista The Lancet mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Especialistas contestam essa interpretação. A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando injusta a ideia de que todos competem em condições iguais.

Pesquisas indicam que a genética desempenha papel central na obesidade. Genes influenciam os circuitos cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a mesma quantidade de alimento que outras. O gene MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa da população mundial e está associado à alimentação excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes para perda de peso atuam justamente nesses mecanismos biológicos.

Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando a fome e reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam desse processo, mas seu funcionamento pode ser comprometido em ambientes alimentares ricos em ultraprocessados.

O aumento da obesidade também está ligado a fatores ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o marketing agressivo, o aumento das porções e a dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm dificuldade para manter um peso saudável. Medidas governamentais, como restrições à publicidade de alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como necessárias, embora consideradas insuficientes por outros.

Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas não é constante nem suficiente por si só. Estratégias flexíveis, apoio psicológico, informação científica e mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que exige compreensão e políticas baseadas em evidências, e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
O texto analisa a crítica à ideia de que a obesidade decorre exclusivamente de escolhas individuais, enfatizando a interação entre fatores biológicos, genéticos e ambientais na dificuldade de perder peso.

De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3835989 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O mito da força de vontade — e por que algumas pessoas têm mais dificuldade para perder peso


A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de força de vontade é amplamente difundida no debate público, inclusive entre profissionais de saúde. Comentários como "basta comer menos" ou "é uma questão de responsabilidade pessoal" revelam uma visão simplificada de um fenômeno complexo. Um estudo internacional publicado na revista The Lancet mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Especialistas contestam essa interpretação. A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando injusta a ideia de que todos competem em condições iguais.

Pesquisas indicam que a genética desempenha papel central na obesidade. Genes influenciam os circuitos cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a mesma quantidade de alimento que outras. O gene MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa da população mundial e está associado à alimentação excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes para perda de peso atuam justamente nesses mecanismos biológicos.

Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando a fome e reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam desse processo, mas seu funcionamento pode ser comprometido em ambientes alimentares ricos em ultraprocessados.

O aumento da obesidade também está ligado a fatores ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o marketing agressivo, o aumento das porções e a dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm dificuldade para manter um peso saudável. Medidas governamentais, como restrições à publicidade de alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como necessárias, embora consideradas insuficientes por outros.

Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas não é constante nem suficiente por si só. Estratégias flexíveis, apoio psicológico, informação científica e mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que exige compreensão e políticas baseadas em evidências, e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
Um estudo internacional publicado na revista The Lancet "mostrou" que oito em cada dez pessoas "acreditam" que a obesidade "poderia" ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo, pretérito imperfeito do indicativo e pretérito imperfeito do subjuntivo, respectivamente, tem-se:
Alternativas
Q3835988 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O mito da força de vontade — e por que algumas pessoas têm mais dificuldade para perder peso


A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de força de vontade é amplamente difundida no debate público, inclusive entre profissionais de saúde. Comentários como "basta comer menos" ou "é uma questão de responsabilidade pessoal" revelam uma visão simplificada de um fenômeno complexo. Um estudo internacional publicado na revista The Lancet mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Especialistas contestam essa interpretação. A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando injusta a ideia de que todos competem em condições iguais.

Pesquisas indicam que a genética desempenha papel central na obesidade. Genes influenciam os circuitos cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a mesma quantidade de alimento que outras. O gene MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa da população mundial e está associado à alimentação excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes para perda de peso atuam justamente nesses mecanismos biológicos.

Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando a fome e reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam desse processo, mas seu funcionamento pode ser comprometido em ambientes alimentares ricos em ultraprocessados.

O aumento da obesidade também está ligado a fatores ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o marketing agressivo, o aumento das porções e a dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm dificuldade para manter um peso saudável. Medidas governamentais, como restrições à publicidade de alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como necessárias, embora consideradas insuficientes por outros.

Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas não é constante nem suficiente por si só. Estratégias flexíveis, apoio psicológico, informação científica e mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que exige compreensão e políticas baseadas em evidências, e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, "enfrentam" grandes dificuldades para controlar o peso.

Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3835957 Atendimento ao Público
Durante o atendimento a um usuário externo que solicita informações sobre o prazo de liberação de um equipamento em manutenção, o mecânico do setor recebe questionamentos insistentes e demonstração de insatisfação por parte do solicitante. Considerando as regras básicas de comportamento profissional no trato com o público interno e externo e com colegas de trabalho, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3835956 Segurança e Saúde no Trabalho
Ao executar atividades de manutenção mecânica em equipamentos automotivos do serviço público, o cumprimento das Normas de Segurança do Trabalho é indispensável para a preservação da saúde do trabalhador e a prevenção de acidentes.

Nesse contexto, assinale a alternativa que NÃO está de acordo com as normas e boas práticas de segurança do trabalho aplicáveis à atividade do mecânico. 
Alternativas
Q3835954 Direito Administrativo
No setor de manutenção de uma secretaria municipal, um mecânico recebe uma orientação direta de um servidor de outro setor, sem função de chefia, solicitando prioridade em determinado serviço, apesar de já existir ordem de serviço emitida pelo superior imediato com outra programação. Considerando as regras de hierarquia no serviço público, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3835953 Administração de Recursos Materiais
No exercício de suas funções, o mecânico que atua na manutenção da frota e de equipamentos do serviço público deve adotar condutas que assegurem o uso responsável e a conservação dos bens públicos. Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3835952 Segurança e Saúde no Trabalho
Em uma oficina, o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é parte das rotinas de segurança. Nesse contexto, julgue os itens a seguir como V (verdadeiro) ou F (falso):

(__)A Norma Regulamentadora nº 6 (NR-6) trata de requisitos para comercialização, fornecimento e utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI).
(__)A ausência de EPI pode ser compensada por maior experiência do trabalhador, desde que o serviço seja rápido.
(__)O empregador deve fornecer EPI adequado ao risco e orientar quanto ao uso, guarda e conservação.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3835937 Ética na Administração Pública
Um servidor mecânico designado para manutenção de guindaste de pequeno porte identifica que um colega pretende improvisar uma solução para concluir o serviço sem registrar a intervenção, alegando urgência do setor requisitante. Considerando ética, cidadania, regras de comportamento no serviço público e zelo pelo patrimônio, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3835930 Geografia
O território de Santa Catarina apresenta grande diversidade de formas de relevo, o que influencia diretamente o clima, a ocupação humana e as atividades econômicas desenvolvidas no estado. A distribuição das planícies, planaltos e áreas serranas contribui para a diferenciação regional e para a organização das cidades e do campo. Nesse contexto geográfico, qual característica define corretamente o relevo catarinense?
Alternativas
Q3835917 Pedagogia
O desenvolvimento da linguagem oral e escrita na infância ocorre de forma progressiva e está diretamente relacionado às experiências de comunicação que a criança vivencia em seu cotidiano. Considerando essas concepções sobre o desenvolvimento da linguagem, é CORRETO afirmar que esse processo é favorecido quando:
Alternativas
Q3835916 Pedagogia
No contexto das tendências pedagógicas contemporâneas, especialmente aquelas fundamentadas em concepções construtivistas, socioculturais e interacionistas, os métodos de alfabetização devem ser planejados de modo a respeitar o desenvolvimento infantil. Considerando esses pressupostos, é correto afirmar que os métodos de alfabetização devem:
Alternativas
Q3835915 Pedagogia
A proposta pedagógica desenvolvida por Maria Montessori influenciou significativamente a Educação Infantil ao defender uma prática educativa centrada na criança, no respeito ao seu desenvolvimento e na organização do ambiente. Considerando os princípios do método montessoriano, é CORRETO afirmar que, na atuação do Auxiliar de Creche, essa abordagem orienta o trabalho ao:
Alternativas
Q3835914 Pedagogia
Na Educação Infantil, as atividades recreativas integram o cotidiano pedagógico e constituem um importante eixo de trabalho, considerando o papel da recreação no desenvolvimento infantil e sua intencionalidade educativa. É CORRETO afirmar que as atividades recreativas têm como principal finalidade:
Alternativas
Q3835913 Pedagogia
A escola atua como um pilar fundamental para o desenvolvimento individual e coletivo, desenvolvendo diversas funções. Analise as assertivas sobre a função social da escola:

I.A escola é espaço de socialização e construção de valores
II.A escola tem papel exclusivo de transmissão de conteúdos
III.A escola contribui para o exercício da cidadania
IV.A escola deve articular-se com a família e a comunidade

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
2961: E
2962: B
2963: B
2964: B
2965: A
2966: E
2967: D
2968: E
2969: D
2970: D
2971: C
2972: B
2973: A
2974: D
2975: B
2976: B
2977: C
2978: B
2979: A
2980: C