Questões de Concurso Comentadas para fepese

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Q3827377 Legislação Municipal
Assinale a alternativa correta de acordo com a Lei Complementar nº 90, de 27 de junho de 1994, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Concórdia e autarquias.
Alternativas
Q3827371 Geografia
A transição energética é um dos temas centrais nas discussões globais sobre sustentabilidade e combate às mudanças climáticas. Nesse cenário, uma nova fonte de energia, produzida através da eletrólise da água utilizando fontes renováveis (como eólica e solar), tem ganhado destaque como o “combustível do futuro” para descarbonizar indústrias pesadas.
Assinale a alternativa que indica corretamente a denominação dessa fonte energética limpa.
Alternativas
Q3827370 Geografia
No contexto econômico, Concórdia é reconhecida nacionalmente por sua força na agroindústria, título que remete à fundação de uma das maiores empresas de alimentos do mundo no município, na década de 1940.
Assinale a alternativa que indica corretamente a empresa que teve sua origem em Concórdia e transformou o perfil socioeconômico da região, conferindo- -lhe destaque no processamento de proteína animal.
Alternativas
Q3827369 História e Geografia de Estados e Municípios
A colonização do município de Concórdia está intrinsecamente ligada ao movimento de expansão demográfica ocorrido no início do século XX no oeste catarinense, atraindo imigrantes, em sua maioria de origem italiana e alemã, vindos do Rio Grande do Sul.
Assinale a alternativa que indica corretamente a empresa colonizadora responsável pelo planejamento e venda dos lotes que deram origem ao núcleo urbano de Concórdia.
Alternativas
Q3827367 Meteorologia
A Organização Meteorológica Mundial confirmou que 2023 foi o ano mais quente já registrado em dados recentes de pesquisa, impulsionado pelas mudanças climáticas e por um fenômeno natural que aquece as águas do Oceano Pacífico Equatorial. Esse fenômeno altera os padrões de chuva e temperatura em escala global, afetando a agricultura e o abastecimento de água.
Assinale a alternativa que indica corretamente o fenômeno climático responsável por esse aquecimento adicional observado no período recente.
Alternativas
Q3827366 Português
Avalie as frases abaixo:
1. Discutiram-se os fatos.
2. Precisam-se de bons profissionais nesta Prefeitura.
3. Fizeram-se vários concursos em 2024.
4. Necessita-se de operários para a messe.
5. Aluga-se casas.
Assinale a alternativa correta sobre as frases.
Alternativas
Q3827364 Português
Considerando a regência verbal, complete as lacunas das frases.
■ Quero abraçar aquele rapaz. Quero ......................................
■ Não vou julgar você. Não vou ......................................
■ Isso vai pertencer ao rapaz. Isso vai ......................................
■ Deves obedecer sempre aos mais velhos. Deve ...................................... sempre.
■ Vai contar à outra a fofoca? Vai ...................................... a fofoca?
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Alternativas
Q3827360 Português

Leia a crônica de Rubem Braga.

 

MAR

 

A primeira vez que eu vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para ver o mar. No meio de nós havia apenas um menino que já o tinha visto. Ele nos contava que havia três espécies de mar: o mar mesmo, a maré, que é menor que o mar, e a marola, que é menor que a maré. Logo a gente fazia ideia de um lago enorme e duas lagoas. Mas o menino explicava que não. O mar entrava pela maré e a maré entrava pela marola. A marola vinha e voltava. A maré enchia e vazava. O mar às vezes tinha espuma e às vezes não tinha. Isso perturbava ainda mais a imagem. Três lagoas mexendo, esvaziando e enchendo, com uns rios no meio, às vezes uma porção de espumas, tudo isso muito salgado, azul, com ventos.


Fomos ver o mar. Era de manhã, fazia sol. De repente houve um grito: o mar! Era qualquer coisa de largo, de inesperado. Estava bem verde perto da terra, e mais longe estava azul. Nós todos gritamos, numa gritaria infernal, e saímos correndo para o lado do mar. As ondas batiam nas pedras e jogavam espuma que brilhava ao sol. Ondas grandes, cheias, que explodiam com barulho. Ficamos ali parados, com a respiração apressada, vendo o mar…


Depois o mar entrou na minha infância e tomou conta de uma adolescência toda, com seu cheiro bom, os seus ventos, suas chuvas, seus peixes, seu barulho, sua grande e espantosa beleza. Um menino de calças curtas, pernas queimadas pelo sol, cabelos cheios de sal, chapéu de palha. Um menino que pescava e que passava horas e horas dentro da canoa, longe da terra, atrás de uma bobagem qualquer – como aquela caravela de franjas azuis que boiava e afundava e que, afinal, queimou sua mão… Um rapaz de 14 ou 15 anos que nas noites de lua cheia, quando a maré baixa e descobre tudo e a praia é imensa, ia na praia sentar numa canoa, entrar numa roda, amar perdidamente, eternamente, alguém que passava pelo areal branco e dava boa noite… Que andava longas horas pela praia infinita para catar conchas e búzios crespos e conversava com os pescadores que consertavam as redes. Um menino que levava na canoa um pedaço de pão e um livro, e voltava sem estudar nada, com vontade de dizer uma porção de coisas que não sabia dizer – que ainda não sabe dizer.


Mar maior que a terra, mar do primeiro amor, mar dos pobres pescadores maratimbas, mar das cantigas do Catambá, mar das festas, mar terrível daquela morte que nos assustou, mar das tempestades de repente, mar do alto e mar da praia, mar de pedra e mar do mangue… A primeira vez que saí sozinho numa canoa parecia ter montado num cavalo bravo e bom, senti força e perigo, senti orgulho de embicar numa onda um segundo antes da arrebentação. A primeira vez que estive quase morrendo afogado, quando a água batia na minha cara e a corrente do “arrieiro” me puxava para fora, não gritei nem fiz gestos de socorro; lutei sozinho, cresci dentro de mim mesmo. Mar suave e oleoso, lambendo o batelão. Mar dos peixes estranhos, mar virando a canoa, mar das pescarias noturnas de camarão para isca. Mar diário e enorme, ocupando toda a vida, uma vida de bamboleio de canoa, de paciência, de força, de sacrifício sem finalidade, de perigo sem sentido, de lirismo, de energia; grande perigoso mar fabricando um homem…


Este homem esqueceu, grande mar, muita coisa que aprendeu contigo. Este homem tem andado por aí, ora aflito, ora chateado, dispersivo, fraco, sem paciência, mais corajoso que audacioso, incapaz de ficar parado e incapaz de fazer qualquer coisa, gastando-se como se gasta um cigarro. Este homem esqueceu muita coisa, mas há muita coisa que ele aprendeu contigo e que não esqueceu, que ficou, obscura e forte, dentro dele, no seu peito. Mar, este homem pode ser um mau filho, mas ele é teu filho, é um dos teus, e ainda pode comparecer diante de ti gritando, sem glória, mas sem remorso, como naquela manhã em que ficamos parados, respirando depressa, perante às grandes ondas que arrebentavam – um punhado de meninos vendo pela primeira vez o mar…

 

Vocabulário

■ caravela: espécie de água-viva

■ maratimbas: do interior do Espírito Santo

■ catambá: dança popular do Espírito Santo

■ embicar: atravessar com a embarcação

■ batelão: canoa, barcaça

■ arrieiro: correnteza marítima

Observe as frases.
1. Fomos ver o mar. 2. Era de manhã, fazia sol. 3. De repente houve um grito: o mar.
Assinale a alternativa que mostra uma afirmação correta.
Alternativas
Q3827359 Português

Leia a crônica de Rubem Braga.

 

MAR

 

A primeira vez que eu vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para ver o mar. No meio de nós havia apenas um menino que já o tinha visto. Ele nos contava que havia três espécies de mar: o mar mesmo, a maré, que é menor que o mar, e a marola, que é menor que a maré. Logo a gente fazia ideia de um lago enorme e duas lagoas. Mas o menino explicava que não. O mar entrava pela maré e a maré entrava pela marola. A marola vinha e voltava. A maré enchia e vazava. O mar às vezes tinha espuma e às vezes não tinha. Isso perturbava ainda mais a imagem. Três lagoas mexendo, esvaziando e enchendo, com uns rios no meio, às vezes uma porção de espumas, tudo isso muito salgado, azul, com ventos.


Fomos ver o mar. Era de manhã, fazia sol. De repente houve um grito: o mar! Era qualquer coisa de largo, de inesperado. Estava bem verde perto da terra, e mais longe estava azul. Nós todos gritamos, numa gritaria infernal, e saímos correndo para o lado do mar. As ondas batiam nas pedras e jogavam espuma que brilhava ao sol. Ondas grandes, cheias, que explodiam com barulho. Ficamos ali parados, com a respiração apressada, vendo o mar…


Depois o mar entrou na minha infância e tomou conta de uma adolescência toda, com seu cheiro bom, os seus ventos, suas chuvas, seus peixes, seu barulho, sua grande e espantosa beleza. Um menino de calças curtas, pernas queimadas pelo sol, cabelos cheios de sal, chapéu de palha. Um menino que pescava e que passava horas e horas dentro da canoa, longe da terra, atrás de uma bobagem qualquer – como aquela caravela de franjas azuis que boiava e afundava e que, afinal, queimou sua mão… Um rapaz de 14 ou 15 anos que nas noites de lua cheia, quando a maré baixa e descobre tudo e a praia é imensa, ia na praia sentar numa canoa, entrar numa roda, amar perdidamente, eternamente, alguém que passava pelo areal branco e dava boa noite… Que andava longas horas pela praia infinita para catar conchas e búzios crespos e conversava com os pescadores que consertavam as redes. Um menino que levava na canoa um pedaço de pão e um livro, e voltava sem estudar nada, com vontade de dizer uma porção de coisas que não sabia dizer – que ainda não sabe dizer.


Mar maior que a terra, mar do primeiro amor, mar dos pobres pescadores maratimbas, mar das cantigas do Catambá, mar das festas, mar terrível daquela morte que nos assustou, mar das tempestades de repente, mar do alto e mar da praia, mar de pedra e mar do mangue… A primeira vez que saí sozinho numa canoa parecia ter montado num cavalo bravo e bom, senti força e perigo, senti orgulho de embicar numa onda um segundo antes da arrebentação. A primeira vez que estive quase morrendo afogado, quando a água batia na minha cara e a corrente do “arrieiro” me puxava para fora, não gritei nem fiz gestos de socorro; lutei sozinho, cresci dentro de mim mesmo. Mar suave e oleoso, lambendo o batelão. Mar dos peixes estranhos, mar virando a canoa, mar das pescarias noturnas de camarão para isca. Mar diário e enorme, ocupando toda a vida, uma vida de bamboleio de canoa, de paciência, de força, de sacrifício sem finalidade, de perigo sem sentido, de lirismo, de energia; grande perigoso mar fabricando um homem…


Este homem esqueceu, grande mar, muita coisa que aprendeu contigo. Este homem tem andado por aí, ora aflito, ora chateado, dispersivo, fraco, sem paciência, mais corajoso que audacioso, incapaz de ficar parado e incapaz de fazer qualquer coisa, gastando-se como se gasta um cigarro. Este homem esqueceu muita coisa, mas há muita coisa que ele aprendeu contigo e que não esqueceu, que ficou, obscura e forte, dentro dele, no seu peito. Mar, este homem pode ser um mau filho, mas ele é teu filho, é um dos teus, e ainda pode comparecer diante de ti gritando, sem glória, mas sem remorso, como naquela manhã em que ficamos parados, respirando depressa, perante às grandes ondas que arrebentavam – um punhado de meninos vendo pela primeira vez o mar…

 

Vocabulário

■ caravela: espécie de água-viva

■ maratimbas: do interior do Espírito Santo

■ catambá: dança popular do Espírito Santo

■ embicar: atravessar com a embarcação

■ batelão: canoa, barcaça

■ arrieiro: correnteza marítima

A última frase do terceiro parágrafo “Um menino que levava na canoa um pedaço de pão e um livro, e voltava sem estudar nada, com vontade de dizer uma porção de coisas que não sabia dizer – que ainda não sabe dizer” mostra:
Alternativas
Q3827358 Português

Leia a crônica de Rubem Braga.

 

MAR

 

A primeira vez que eu vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para ver o mar. No meio de nós havia apenas um menino que já o tinha visto. Ele nos contava que havia três espécies de mar: o mar mesmo, a maré, que é menor que o mar, e a marola, que é menor que a maré. Logo a gente fazia ideia de um lago enorme e duas lagoas. Mas o menino explicava que não. O mar entrava pela maré e a maré entrava pela marola. A marola vinha e voltava. A maré enchia e vazava. O mar às vezes tinha espuma e às vezes não tinha. Isso perturbava ainda mais a imagem. Três lagoas mexendo, esvaziando e enchendo, com uns rios no meio, às vezes uma porção de espumas, tudo isso muito salgado, azul, com ventos.


Fomos ver o mar. Era de manhã, fazia sol. De repente houve um grito: o mar! Era qualquer coisa de largo, de inesperado. Estava bem verde perto da terra, e mais longe estava azul. Nós todos gritamos, numa gritaria infernal, e saímos correndo para o lado do mar. As ondas batiam nas pedras e jogavam espuma que brilhava ao sol. Ondas grandes, cheias, que explodiam com barulho. Ficamos ali parados, com a respiração apressada, vendo o mar…


Depois o mar entrou na minha infância e tomou conta de uma adolescência toda, com seu cheiro bom, os seus ventos, suas chuvas, seus peixes, seu barulho, sua grande e espantosa beleza. Um menino de calças curtas, pernas queimadas pelo sol, cabelos cheios de sal, chapéu de palha. Um menino que pescava e que passava horas e horas dentro da canoa, longe da terra, atrás de uma bobagem qualquer – como aquela caravela de franjas azuis que boiava e afundava e que, afinal, queimou sua mão… Um rapaz de 14 ou 15 anos que nas noites de lua cheia, quando a maré baixa e descobre tudo e a praia é imensa, ia na praia sentar numa canoa, entrar numa roda, amar perdidamente, eternamente, alguém que passava pelo areal branco e dava boa noite… Que andava longas horas pela praia infinita para catar conchas e búzios crespos e conversava com os pescadores que consertavam as redes. Um menino que levava na canoa um pedaço de pão e um livro, e voltava sem estudar nada, com vontade de dizer uma porção de coisas que não sabia dizer – que ainda não sabe dizer.


Mar maior que a terra, mar do primeiro amor, mar dos pobres pescadores maratimbas, mar das cantigas do Catambá, mar das festas, mar terrível daquela morte que nos assustou, mar das tempestades de repente, mar do alto e mar da praia, mar de pedra e mar do mangue… A primeira vez que saí sozinho numa canoa parecia ter montado num cavalo bravo e bom, senti força e perigo, senti orgulho de embicar numa onda um segundo antes da arrebentação. A primeira vez que estive quase morrendo afogado, quando a água batia na minha cara e a corrente do “arrieiro” me puxava para fora, não gritei nem fiz gestos de socorro; lutei sozinho, cresci dentro de mim mesmo. Mar suave e oleoso, lambendo o batelão. Mar dos peixes estranhos, mar virando a canoa, mar das pescarias noturnas de camarão para isca. Mar diário e enorme, ocupando toda a vida, uma vida de bamboleio de canoa, de paciência, de força, de sacrifício sem finalidade, de perigo sem sentido, de lirismo, de energia; grande perigoso mar fabricando um homem…


Este homem esqueceu, grande mar, muita coisa que aprendeu contigo. Este homem tem andado por aí, ora aflito, ora chateado, dispersivo, fraco, sem paciência, mais corajoso que audacioso, incapaz de ficar parado e incapaz de fazer qualquer coisa, gastando-se como se gasta um cigarro. Este homem esqueceu muita coisa, mas há muita coisa que ele aprendeu contigo e que não esqueceu, que ficou, obscura e forte, dentro dele, no seu peito. Mar, este homem pode ser um mau filho, mas ele é teu filho, é um dos teus, e ainda pode comparecer diante de ti gritando, sem glória, mas sem remorso, como naquela manhã em que ficamos parados, respirando depressa, perante às grandes ondas que arrebentavam – um punhado de meninos vendo pela primeira vez o mar…

 

Vocabulário

■ caravela: espécie de água-viva

■ maratimbas: do interior do Espírito Santo

■ catambá: dança popular do Espírito Santo

■ embicar: atravessar com a embarcação

■ batelão: canoa, barcaça

■ arrieiro: correnteza marítima

Assinale a alternativa correta, considerando o texto.
Alternativas
Q3822141 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI, Resolução CNE/CEB nº 5/2009) orientam a organização pedagógica das instituições que atendem crianças de 0 a 5 anos.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre essas diretrizes.
( ) A Educação Infantil deve ter como eixos estruturantes as interações e as brincadeiras, reconhecendo as crianças como sujeitos históricos, sociais e de direitos.
( ) O trabalho pedagógico na Educação Infantil deve priorizar a escolarização precoce, centrada em conteúdos formais de leitura e escrita desde os primeiros anos.
( ) O planejamento deve considerar os campos de experiências, integrando múltiplas linguagens e respeitando a diversidade cultural e social das crianças.
( ) A avaliação deve ser realizada de forma processual, contínua e qualitativa, acompanhando o desenvolvimento infantil sem o uso de provas ou promoções.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q3822140 Pedagogia
Durante uma atividade em sala de aula, um grupo de crianças riu de um colega, recém-chegado de outra região do país, por causa do seu sotaque e de expressões diferentes que ele utilizava. A professora percebeu a situação e interrompeu a atividade para intervir.
Em relação ao caso apresentado, considerando o compromisso da escola com a valorização da diversidade cultural e com os princípios da BNCC (2017), qual deve ser a atitude mais adequada da professora diante do ocorrido?
Alternativas
Q3822139 Pedagogia
A BNCC (2017) reafirma a Educação Especial como modalidade que perpassa todas as etapas da Educação Básica.
Nesse sentido, ela deve garantir a oferta do ......................................, eliminar ...................................... e assegurar recursos de ......................................, de modo a promover a participação plena de todos os estudantes.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Alternativas
Q3822138 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instituído pela Lei nº 8.069/1990, estabelece direitos fundamentais às crianças e adolescentes no Brasil.
Assinale a alternativa correta sobre esses direitos.
Alternativas
Q3822137 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (2013) destacam que as concepções pedagógicas são construções históricas e sociais, refletindo disputas de projetos de sociedade e influenciando diretamente as práticas escolares.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta corretamente as tendências e concepções pedagógicas.
Alternativas
Q3822136 Pedagogia
O Projeto Político-Pedagógico (PPP) é um documento fundamental para a organização do trabalho escolar, sendo construído coletivamente e orientado por princípios democráticos.
Assinale a alternativa correta sobre seus objetivos e finalidades.
Alternativas
Q3822135 Pedagogia
A compreensão das diferentes teorias do desenvolvimento e da aprendizagem é fundamental para orientar práticas pedagógicas adequadas ao processo educativo.
Com base nisso, relacione as teorias da Coluna 1 com suas características correspondentes apresentadas na Coluna 2.
Coluna 1 Teorias 1. Inatista 2. Comportamental 3. Condutivista 4. Interacionista 5. Epistemologia genética

Coluna 2 Características ( ) Entende o desenvolvimento como construção ativa do conhecimento pela criança em estágios sucessivos.
( ) Explica a aprendizagem como resultado da interação entre fatores biológicos e sociais, integrando sujeito e meio.
( ) Defende que o conhecimento já nasce com o indivíduo, sendo inato e apenas se manifesta com o tempo.
( ) Valoriza o ambiente e os estímulos externos, afirmando que a aprendizagem ocorre por associação de respostas observáveis.
( ) Considera que a educação deve moldar o comportamento, priorizando técnicas de ensino que buscam resultados mensuráveis.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q3822134 Português
No texto “O Currículo dos Urubus”, Rubem Alves utiliza uma fábula para criticar certos aspectos do currículo escolar.
Assinale a alternativa correta com base nessa fábula.
Alternativas
Q3822133 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil:
A Educação Infantil, ..........(1).........., é oferecida em ..........(2).........., às quais se caracterizam como espaços institucionais não domésticos que constituem estabelecimentos educacionais públicos ou privados que educam e cuidam de crianças de 0 a 5 anos de idade no período diurno, em jornada integral ou parcial, regulados e supervisionados por órgão competente do sistema de ensino, e submetidos a controle social.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto.
Alternativas
Q3822132 Pedagogia
Uma escola enfrenta dificuldades no trabalho pedagógico: professores trabalham de forma isolada, não há consenso sobre prioridades e os estudantes apresentam baixo desempenho.
Qual é a ação adequada para enfrentar essa situação?
Alternativas
Respostas
3881: E
3882: E
3883: A
3884: B
3885: A
3886: B
3887: B
3888: C
3889: D
3890: B
3891: B
3892: B
3893: E
3894: C
3895: B
3896: E
3897: D
3898: A
3899: B
3900: D