Questões de Concurso
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I. Aparelhos de amplificação sonora individual.
II. Sinalizadores domésticos de som (campainha luminosa, telefone despertador luminoso).
III. Aparelhos FM para captação de voz em ambientes com interferências acústicas.
IV. Serviços de Intérpretes de Libras.
V. Amplificador sonoro para uso em telefones.
VI. SAP com entrada para fones de ouvido com ou sem fio.
VII. Implante Coclear.
VIII. Softwares para reabilitação de fala.
IX. Telefones para surdos (escrita e videofone).
X. Materiais acessíveis em Libras.
XI. Legenda oculta em português.
XII. App de tradução e interpretação em Libras com intérprete virtual. (RAMOS, 2006)
As Tecnologias Assistivas usadas por pessoas, usuárias da Libras, de cultura surda, estão presentes nos itens:
Concreto, analítico, comunicativo e autoritariamente orientado. O estilo de aprendizagem “Concreto” é quando os alunos:
Fonte: Adaptado de SUTTON, V.; FROST, A. 2014. Manual 2: Sign Languages Are Written Languages!. USA: Center for Sutton Movement Writing.
( ) L’Épée se aproximou da comunidade surda de Paris e assim aprendeu a língua de sinais usada pelos surdos franceses.
( ) O abade em questão criou os sinais metódicos para facilitar o ensino do francês escrito aos surdos.
( ) O educador supracitado fundou em 1760 a primeira escola para surdos em Paris.
( ) O filantrópico mencionado treinou inúmeros professores para surdos e publicou um livro sobre os sinais metódicos.
Considerando que (V) é verdadeiro e (F) é falso, a sequência correta é:
Após fazer uma leitura crítica em relação aos trechos da BNCC alocados acima, tendo por base os pressupostos da Educação do Campo, leia as assertivas abaixo:
I. Ao avançar a barreira dos “parâmetros”, a exemplo dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), a BNCC, revestida de caráter normativo e estrutura rígida (apesar de se rotular como flexível), com pormenores e designações esmiuçadas ao longo do documento, torna infactível a construção coletiva dos saberes e conteúdos formativos da Educação do Campo.
II. O que se anuncia com a BNCC, como é pregado pelos arautos do capital, não é somente uma alteração metodológica; mas sim um projeto apropriação e controle da formação docente pelo capital, tornando-o um mero repetidor do que está posto no documento sob os auspícios das “competências gerais” e suas habilidades, valores, atitudes, entre outros, que solapam a autonomia do professor do campo e, consequentemente, do sujeito do campo.
III. A BNCC, apesar de seu caráter normativo, traz espaços dentro da lei que permitem a autonomia do saber docente, bem como a construção curricular coletiva. Dessa forma, está condizente com a proposta da Educação do Campo e da formação de seus educadores.
Após ler as assertivas acima, é correto afirmar que:
“As políticas e práticas curriculares devem se alicerçar no reconhecimento e na afirmação da diversidade sociocultural, contribuindo com uma formação pautada na convivência das diferenças e na participação do conjunto de seus sujeitos, grupos e populações nos rumos de um projeto amazônico de educação e de desenvolvimento territorial inclusivo, sustentável e solidário.” HAGE, Salomão Mufarrej. Por uma escola do campo de qualidade social: transgredindo o paradigma (multi)seriado de ensino. Brasília, v. 24, n. 85, p. 97-113, abr/ 2011, p. 109.
A partir dos textos acima, é perceptível a íntima relação entre Educação do Campo, Currículo (ou política curricular) e Política Cultural. Na mesma consonância, é correto dizer que:
I. Quando se pensa em política curricular tendendo a se transformar em uma política cultural, deve-se levar em consideração que não é uma mera questão de adequação ou adaptação de uma cultura à outra no currículo, mas sim de explicitar, demarcar e reconhecer o valor das distinções socioculturais e identitárias.
II. Os processos culturais constituidores da política curricular emergem do conflito de forças econômicas antes mesmo do cultural, não havendo relação entre dominação cultural e dominação econômica; por isso mesmo, a Educação do Campo, devido ao teor marxista de seus princípios, tangencia a política curricular como política cultural.
III. A hegemonia cultural imposta pelo modelo da Ciência Moderna refletiu diretamente na escola do século XX; entretanto, à medida que a denominada “Educação 4.0” foi absorvida pela Educação do Campo no início deste século, a política cultural se sobrepôs à política curricular excludente.
Após ler as assertivas acima, é correta afirmar que: