Questões de Concurso Comentadas para aroeira

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Q2395798 Direito Tributário
A competência tributária é um poder ou uma atribuição conferida pela Constituição Federal aos entes federativos, por meio da qual eles estão autorizados a instituir determinados tributos em seu território.
Sobre a Competência Tributária está em conformidade com o Código Tributário Nacional que  
Alternativas
Q2395797 Direito Tributário
O município de Brócolis no uso das prerrogativas de competência tributária que são atribuídas pela Constituição Federal do Brasil cobra taxas do cidadão brocoliense. O Código Tributário Nacional dispõe que as taxas podem ser cobradas pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições. Para estar de acordo com o CTN é correto afirmar que o município de Brocolis pode cobrar taxas: 
Alternativas
Q2395796 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando os aspectos históricos da formação do Município de Rubiataba/GO, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2395795 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando os dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a respeito do município de Rubiataba/GO, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2395794 História e Geografia de Estados e Municípios
Segundo as informações fornecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), qual é o tipo de bioma do Município de Rubiataba/GO: 
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Q2395793 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
De acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Rubiataba/GO, poderá ser concedida licença remunerada ao funcionário:

I. Cuja esposa der à luz, por 30 (trinta) dias, a contar da data do parto.

II. Em comissão, por motivo de doença do cônjuge, ou de ascendente, descendente, colateral, consanguíneo ou afim, até o 2º grau.

III. Para tratar de interesse particular, a juízo da administração.

Estão corretos os itens:
Alternativas
Q2395792 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
Considerando as disposições da Lei Orgânica do Município de Rubiataba/GO, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q2395781 Português
TEXTO III


INIMIGOS

        O apelido de Maria Teresa, para o Norberto, era “Quequinha”. Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava sua mão, carinhosamente, e começava:
          — Pois a Quequinha...
          E a Quequinha, dengosa, protestava:
          — Ora, Beto!
        Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
          — A mulher aqui...
          Ou, às vezes:
          — Esta mulherzinha...
          Mas nunca Quequinha.
         (O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O tempo usa armas químicas.)
          Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”.
           — Ela odeia o Charles Bronson.
           — Ah, não gosto mesmo.
          Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e a apontar com o queixo. — Essa aí... E apontava com o queixo,
           — Essa aí...
          E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.(O tempo, o tempo. O tempo captura o amor e não mata na hora. Vai tirando uma asa, depois outra...)
         Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
           — Aquilo...

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Novas comédias da vida privada. Porto Alegre: L&PM,1996.p.70-71.
Considere a oração: “E apontava com o queixo”. Marque a alternativa que apresenta as classes gramaticais dos vocábulos dessa oração, respectivamente: 
Alternativas
Q2395780 Português
TEXTO III


INIMIGOS

        O apelido de Maria Teresa, para o Norberto, era “Quequinha”. Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava sua mão, carinhosamente, e começava:
          — Pois a Quequinha...
          E a Quequinha, dengosa, protestava:
          — Ora, Beto!
        Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
          — A mulher aqui...
          Ou, às vezes:
          — Esta mulherzinha...
          Mas nunca Quequinha.
         (O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O tempo usa armas químicas.)
          Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”.
           — Ela odeia o Charles Bronson.
           — Ah, não gosto mesmo.
          Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e a apontar com o queixo. — Essa aí... E apontava com o queixo,
           — Essa aí...
          E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.(O tempo, o tempo. O tempo captura o amor e não mata na hora. Vai tirando uma asa, depois outra...)
         Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
           — Aquilo...

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Novas comédias da vida privada. Porto Alegre: L&PM,1996.p.70-71.
Analise o trecho: “O tempo captura o amor e não mata na hora. Vai tirando uma asa, depois outra...”. Nesse segmento do texto, há exemplos de linguagem figurada denominados:
Alternativas
Q2395779 Português
TEXTO III


INIMIGOS

        O apelido de Maria Teresa, para o Norberto, era “Quequinha”. Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava sua mão, carinhosamente, e começava:
          — Pois a Quequinha...
          E a Quequinha, dengosa, protestava:
          — Ora, Beto!
        Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
          — A mulher aqui...
          Ou, às vezes:
          — Esta mulherzinha...
          Mas nunca Quequinha.
         (O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O tempo usa armas químicas.)
          Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”.
           — Ela odeia o Charles Bronson.
           — Ah, não gosto mesmo.
          Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e a apontar com o queixo. — Essa aí... E apontava com o queixo,
           — Essa aí...
          E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.(O tempo, o tempo. O tempo captura o amor e não mata na hora. Vai tirando uma asa, depois outra...)
         Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
           — Aquilo...

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Novas comédias da vida privada. Porto Alegre: L&PM,1996.p.70-71.
O texto chega ao fim com o uso da palavra “aquilo” para identificar Quequinha. Pode-se inferir que o uso desse vocábulo por Norberto, referindo-se a sua esposa, significa:
Alternativas
Q2395778 Português
TEXTO III


INIMIGOS

        O apelido de Maria Teresa, para o Norberto, era “Quequinha”. Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava sua mão, carinhosamente, e começava:
          — Pois a Quequinha...
          E a Quequinha, dengosa, protestava:
          — Ora, Beto!
        Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
          — A mulher aqui...
          Ou, às vezes:
          — Esta mulherzinha...
          Mas nunca Quequinha.
         (O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O tempo usa armas químicas.)
          Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”.
           — Ela odeia o Charles Bronson.
           — Ah, não gosto mesmo.
          Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e a apontar com o queixo. — Essa aí... E apontava com o queixo,
           — Essa aí...
          E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.(O tempo, o tempo. O tempo captura o amor e não mata na hora. Vai tirando uma asa, depois outra...)
         Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
           — Aquilo...

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Novas comédias da vida privada. Porto Alegre: L&PM,1996.p.70-71.
No texto “Inimigos”, à medida que o tempo passa, a relação entre as personagens Norberto e Maria Teresa vai se transformando. O que, no início, era um grande caso de amor, sofre os efeitos da passagem do tempo e torna-se um casamento de acomodação. Marque a principal classe de palavras que, ao longo da narrativa, são pistas que evidenciam o processo de afastamento vivido pelo casal:
Alternativas
Q2395777 Português
TEXTO III


INIMIGOS

        O apelido de Maria Teresa, para o Norberto, era “Quequinha”. Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava sua mão, carinhosamente, e começava:
          — Pois a Quequinha...
          E a Quequinha, dengosa, protestava:
          — Ora, Beto!
        Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
          — A mulher aqui...
          Ou, às vezes:
          — Esta mulherzinha...
          Mas nunca Quequinha.
         (O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O tempo usa armas químicas.)
          Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”.
           — Ela odeia o Charles Bronson.
           — Ah, não gosto mesmo.
          Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e a apontar com o queixo. — Essa aí... E apontava com o queixo,
           — Essa aí...
          E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.(O tempo, o tempo. O tempo captura o amor e não mata na hora. Vai tirando uma asa, depois outra...)
         Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
           — Aquilo...

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Novas comédias da vida privada. Porto Alegre: L&PM,1996.p.70-71.
Analise o texto “Inimigos” e marque a alternativa que apresenta o gênero textual no qual ele se enquadra:
Alternativas
Q2395776 Português
TEXTO II


O GLOBO

        O GLOBO – O senhor crê que a literatura tem alguma capacidade de provocar mudanças no mundo ? [...]

        SARAMAGO – A resposta está na pergunta. Pretendo tocar os leitores, estimular discussões. Mas isto não significa que a literatura tenha poder para mudar o mundo. Já não é pouco que seja capaz de exercer influência sobre algumas pessoas. O mundo é demasiado grande, somos mais de sete bilhões os que habitamos neste planeta, e o poder real está nas mãos das grandes multinacionais que evidentemente não nasceram para ser agentes da nossa felicidade.


O Globo. Rio de Janeiro, 20 mar. 2004. Disponível em: http://oglobo.com/jornal/Suplementos/ProsaeVerso/141256336.asp. Acesso em:15 jan.2024. (Fragmento)
Considere o trecho: “...multinacionais que evidentemente não nasceram para ser agentes da nossa felicidade”. Marque a alternativa que apresenta o processo de formação das palavras “evidentemente” e “felicidade” respectivamente:
Alternativas
Q2395775 Português
TEXTO II


O GLOBO

        O GLOBO – O senhor crê que a literatura tem alguma capacidade de provocar mudanças no mundo ? [...]

        SARAMAGO – A resposta está na pergunta. Pretendo tocar os leitores, estimular discussões. Mas isto não significa que a literatura tenha poder para mudar o mundo. Já não é pouco que seja capaz de exercer influência sobre algumas pessoas. O mundo é demasiado grande, somos mais de sete bilhões os que habitamos neste planeta, e o poder real está nas mãos das grandes multinacionais que evidentemente não nasceram para ser agentes da nossa felicidade.


O Globo. Rio de Janeiro, 20 mar. 2004. Disponível em: http://oglobo.com/jornal/Suplementos/ProsaeVerso/141256336.asp. Acesso em:15 jan.2024. (Fragmento)
Considere o trecho: “O mundo é demasiado grande”. O vocábulo “demasiado” pode ser substituído, nesse contexto, sem prejuízo de significado por: 
Alternativas
Q2395774 Português
TEXTO II


O GLOBO

        O GLOBO – O senhor crê que a literatura tem alguma capacidade de provocar mudanças no mundo ? [...]

        SARAMAGO – A resposta está na pergunta. Pretendo tocar os leitores, estimular discussões. Mas isto não significa que a literatura tenha poder para mudar o mundo. Já não é pouco que seja capaz de exercer influência sobre algumas pessoas. O mundo é demasiado grande, somos mais de sete bilhões os que habitamos neste planeta, e o poder real está nas mãos das grandes multinacionais que evidentemente não nasceram para ser agentes da nossa felicidade.


O Globo. Rio de Janeiro, 20 mar. 2004. Disponível em: http://oglobo.com/jornal/Suplementos/ProsaeVerso/141256336.asp. Acesso em:15 jan.2024. (Fragmento)
Analise o texto acima. Pela resposta de Saramago, infere-se que a literatura:
Alternativas
Q2395773 Português
TEXTO I


USUFRUTO

              *Substantivo masculino.
              1 Rubrica : termo jurídico.
          Direito conferido a alguém [...] de gozar ou fruir de um bem cuja propriedade pertence a outrem, de retirar-lhe os frutos e as utilidades que produz. [...]


Instituto Antônio Houaiss. Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva,2003. (Fragmento).
Considere o trecho: “Direito conferido a alguém”. Na palavra “alguém” temos:
Alternativas
Q2395772 Português
TEXTO I


USUFRUTO

              *Substantivo masculino.
              1 Rubrica : termo jurídico.
          Direito conferido a alguém [...] de gozar ou fruir de um bem cuja propriedade pertence a outrem, de retirar-lhe os frutos e as utilidades que produz. [...]


Instituto Antônio Houaiss. Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva,2003. (Fragmento).
Considere o texto “Usufruto” e marque a função de linguagem predominante nele: 
Alternativas
Respostas
2141: A
2142: B
2143: C
2144: A
2145: C
2146: C
2147: C
2148: D
2149: A
2150: D
2151: D
2152: C
2153: B
2154: D
2155: B
2156: A
2157: D
2158: C
2159: B
2160: A