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Os pacientes idosos (acima de 65 anos) com AI/IAMSEST, apesar de representarem um grupo de maior risco, não se beneficiam de uma estratégia terapêutica mais agressiva por causa dos riscos associados a esse tipo de tratamento, nesse subgrupo.
Nos pacientes com IAMEST que se apresentem em hospitais sem serviço de hemodinâmica e nos quais antecipa-se um tempo “porta-balão” maior que 90 minutos, justifica-se a utilização de reperfusão farmacológica e a transferência para a realização de angioplastia em um serviço de referência, desde que o tempo até a realização do procedimento não seja menor do que 2 horas.
A combinação de inibidores de GP IIb/IIIa e fibrinolíticos como estratégia de reperfusão para tratamento do IAMEST é útil e deve ser utilizada quando a angioplastia primária não está disponível.
A tenecteplase é equivalente ao rTPA em termos de mortalidade e hemorragia intracraniana, mas associa-se a uma menor taxa de sangramentos extraneurológicos.
A resolução do segmento ST é mais útil do que a análise angiográfica para avaliar a reperfusão miocárdica.
Elevação de mioglobina, troponina ou peptídeo natriurético atrial antes da terapia de reperfusão só está relacionada a um risco aumentado de morte quando na presença de infarto anterior extenso.
Nos pacientes com sepse grave e cateter venoso central posicionado a mais de 72 horas, e que desenvolvem febre, a conduta mais adequada é a remoção do cateter e a solicitação de cultura da ponta do cateter.
A troca de cateter venoso central com fio guia aumenta o risco de ICV.
A maioria dos dados sugere que a troca rotineira de cateter venoso central, mesmo sem indicação clínica, reduz a taxa de ICV.
O uso de curativos de poliuretano transparentes diminui a incidência de IVC, quando comparado aos curativos com gase.
Ao usar a diferença temporal da positividade de hemoculturas para estabelecer o diagnóstico de ICV, colhem-se amostras do sangue do cateter e de uma veia periférica. O diagnóstico de ICV é feito quando o tempo para positivar a cultura do sangue periférico é 120 minutos maior do que aquele para positivar a cultura do sangue retirado do cateter.
São fatores que podem elevar falsamente a saturação de oxigênio medida pela oximetria de pulso: lipídios séricos elevados, meta-hemoglobina elevada e pele escura.
É possível medir o volume sistólico pela ecocardiografia transtorácica, utilizando-se o diâmetro e a Integral Velocidade Tempo da via de saída do ventrículo esquerdo.
A estimativa da responsividade a fluidos pela análise da Variação do Volume Sistólico não deve ser utilizada em pacientes sob ventilação pulmonar artificial com um baixo volume corrente (<10mL/Kg).
Os métodos de medida de débito cardíaco por análise do contorno do pulso levam em consideração que pode-se estimar o volume sistólico a partir das características da onda de pulso e da impedância arteriais.
A técnica de Doppler Esofágico usa uma sonda Doppler esofágica para medir o débito cardíaco da Aorta Ascendente.
Nos pacientes com Fístula Bronco-Pleural ventilados artificialmente, deve-se usar a menor frequência respiratória, o menor nível de PEEP, e o menor tempo inspiratório possível.
Na paciente gestante, a estratégia ventilatória deve evitar a alcalose respiratória, pois desvia a curva de dissociação da hemoglobina materna para a direita e consequentemente prejudica a oxigenação fetal.
A descontinuação da ventilação pulmonar artificial com pressão positiva intermitente pode desencadear insuficiência cardíaca com ou sem isquemia miocárdica, principalmente entre os pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.
De uma maneira geral, o aumento da PEEP é causa improvável de diminuição da pressão de perfusão cerebral, a não ser que associado à queda da pressão arterial sistêmica ou à diminuição do débito cardíaco.