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“Devido ao cruzamento de dimensões, conflitos e realidades que se manifestam no estudo do currículo, esse é um importante campo de pesquisa. Nesse debate, encontramos diversas linhas de trabalho fundamentais: a) a sociologia do currículo, discutindo os valores implícitos nos currículos dominantes; b) a incipiente história do currículo, que começa a acompanhar o curso da configuração do que entendemos como matérias de estudo; c) as críticas à racionalidade moderna, as quais têm posto em evidência suas carências e a ocultação de culturas, públicos e relatos ignorados; d) o debate sobre a profissionalização do conhecimento; e e) o enfrentamento entre a educação como necessidade de assimilação de cultura e uma perspectiva educacional que visa ao desenvolvimento individual, os interesses do aluno e os significados subjetivos da cultura.”
GIMENO SACRISTÁN. O que significa o currículo? In: GIMENO SACRISTÁN, J. (Org.) Saberes e incertezas sobre o currículo. Porto Alegre: Penso, 2013, p. 34
“A ideia (ainda muito presente no senso comum educacional) de que a qualidade do desenvolvimento curricular, e da educação de uma maneira geral, depende de uma definição precisa dos objetivos a serem implementados – e, por conseguinte, do perfil de profissional, de cidadão ou de sujeito social que se pretende formar – é sintonizada com esse pensamento de que o currículo existe para atender às finalidades sociais do modelo produtivo dominante. [...]
Considera, sim, que a definição dos objetivos, a partir de uma concepção empírico-positivista de ciência, pode estabelecer o controle neutro do trabalho realizado. Por isso o caráter comportamental de um objetivo é defendido, na medida em que o comportamento do aluno – como expressão objetiva, sem ambiguidades e inequívoca do produto do processo educacional – garantiria a possibilidade de avaliação da eficiência desse processo”.
LOPES, Alice C. Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: Editora UERJ, 2008, p. 66-67
Qual das concepções de currículo apresentadas por Gimeno Sacristán expressa de maneira mais adequada a crítica estabelecida por Alice Lopes?
MEIRIEU, Philippe. Aprender... sim, mas como? Porto Alegre: Artmed, 1998
Phillippe Meirieu ironiza certas concepções de aprendizagem para defender uma concepção
HARGREAVES, Andy. Os professores em tempos de mudança: o trabalho e a cultura dos professores na idade pós-moderna. Lisboa: McGraw Hill, 1998, p. 126
Qual a principal consequência da crescente colonização administrativa sobre a prática docente?
MATE, Cecilia H. O coordenador pedagógico e as relações de poder na escola. PLACCO, Vera M.N. Souza, ALMEIDA, Laurinda R. O Coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. São Paulo: Edições Loyola, 2003., p. 146
Ao propor tais indagações sobre a construção e desenvolvimento do Projeto Pedagógico, Cecília Hanna Mate chama atenção para as relações de poder na escola e a dicotomia entre a construção de um projeto vinculado a uma dada realidade e os modelos preestabelecidos por uma tradição escolar. Para evitar essa dicotomia e construir um Projeto Pedagógico adequado, deve-se
PLACCO, Vera M.N. Souza, ALMEIDA, Laurinda R. O Coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. São Paulo: Edições Loyola, 2003, p. 25
Embora o coordenador pedagógico seja responsável por múltiplas tarefas no ambiente educacional, há atividades que o desviam de sua função, como as expressas a seguir:
SOUSA, S. Z. L.; PRIETO, R. G. A Educação Especial. In: OLIVEIRA, Romualdo P., ADRIÃO, Theresa. Organização do ensino no Brasil: níveis e modalidades na Constituição Federal e na LDB. São Paulo: Xamã, 2ª ed., 2007, p. 124
Tendo em vista o direito à educação, a educação especial na perspectiva da educação inclusiva é compreendida como
CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: CARVALHO, José Sergio Fonseca de. Educação, cidadania e direitos humanos. Petrópolis: Vozes, 2004, p. 139-140.
O direito à literatura deve ser assegurado como um direito à educação, no âmbito abrangente dos direitos humanos, porque, segundo Candido, a literatura
Comissão Internacional sobre os futuros da educação. Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educação. Brasília: UNESCO e Fundação SM, 2022, p. xii
Qual alternativa expressa adequadamente o princípio que sustenta o novo contrato social para a educação de acordo com o documento publicado pela UNESCO?
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito & Desafio. Porto Alegre: Educação e Realidade. 10ª ed. 1993, p. 93
“Entre as metodologias sugeridas para desenvolver o currículo inscrevem-se a necessidade de se propor aos alunos tarefas de aprendizagem mais diversificadas e relacionadas com a vida real, a utilização de materiais manipulativos, o envolvimento em projetos destinados a resolver situações problemáticas ou o recurso ao trabalho de grupo. A concretização dessas recomendações exige novas formas de avaliar. Uma prática de avaliação tradicional, quase exclusivamente baseada em testes de papel e lápis, seria insuficiente e até totalmente desajustada, pois tenderia a ignorar todas as competências que vão além da aquisição de conhecimentos”.
FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. SP: Editora da Unesp, 2009, p. 91
Ambos os excertos convergem para uma concepção de avaliação
Comissão Internacional sobre os futuros da educação. Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educação. Brasília: UNESCO e Fundação SM, 2022, p. 66
Como a integração entre conhecimento e sentimento pode promover a diversidade e heterogeneidade do ambiente de aprendizagem?
As normas para realização dos estágios são dadas pela Lei 11788 de 2008 e, tendo em vista os fundamentos da LDB, estabelecem como obrigações da Instituição de Ensino:
PENIN, Sonia, MARTÍNEZ, Miguel. Profissão Docente. (Org. Valéria Amorim Arantes). São Paulo: Summus, 2009, p. 33-34