Matos (2015) levanta reflexões a respeito das atribuições
privativas e competências profissionais, destacando as
transformações recorrentes sobre as demandas
institucionais, afirmando que: “Esses serviços, por sua vez,
engendram processos coletivos de trabalho que, nem por isso,
deixam de requerer competências profissionais particulares,
lembrando que entendemos que o trabalho coletivo expressa
uma busca de resposta às necessidades dos(as) usuários(as).
Cabe lembrar que esse movimento é contraditório: ao mesmo
tempo que pode descaracterizar nossas atribuições privativas,
pode também apresentar novas e importantes demandas
para a profissão” (p.690). Sendo assim, na contradição deste
processo, o autor destaca a importância de não perder de
vista a função